

CONSPIRACY IN DEATH
J. D. ROBB

PREFACIO


Em minhas esta mos o poder. O poder de sanar ou de destruir. De dar vida ou causar morte. Eu reverencio este presente, afiei-o com o tempo em uma arte to magnfica e imponente como qualquer pintura no Louvre.

Sou a arte, sou a cincia. De todos as formas que importa, sou Deus.

Deus deve ser desumano e previdente. Deus estuda suas criaes e as seleciona. Devem querer o melhor destas criaes, as protegendo, as sustentando. A grandeza recompensa a perfeio.

Ainda inclusive o prejudicado tm um objetivo.

Um sbio Deus experimenta,  considera, emprega o que vem a suas mos e forja maravilha. Sim, freqentemente sem piedade, freqentemente com uma violncia que os ordinrios condenam.

Os que  sustentamos o poder no podemos ser distrados pelas condenaes dos ordinrios, pelas pequenas e lamentveis leis de homens simples. Eles esto cegos, suas mentes esto fechadas com medo - o medo  dor, medo  morte. Eles so muito limitados para compreender que a morte pode ser conquistada.

estive perto de consegui-lo.

Se meu trabalho fora descoberto, eles, com suas tolas leis e atitudes, condenariam-me.

Quando meu trabalho este completo, eles me adoraro.



CAPTULO UM


 Para uns, a morte no era o inimigo. A vida era um oponente muito menos misericordioso. Para os fantasmas que foram  deriva durante as noites como sombras, os funky - drogados com seus plidos olhos rosados, as chemi-cabeas com suas mos nervosas, a vida era simplesmente uma viagem estpida que dava voltas de um ponto ao seguinte com arcos entre a misria.

A viagem em si mesmo estava mais freqentemente cheio de dor e desespero, e de vez em quando de terror.

Para o pobre e deslocado nas vsceras da cidade de Nova Iorque no alvorada geada de 2059, a dor, o desespero, o terror eram companheiros constantes. Para os doentes mentais e fisicamente danificados quem escorregava pelas gretas da sociedade, a cidade era simplesmente outra classe da priso.

Havia programas sociais, certamente. Era, depois de tudo, um tempo de amplitude de miras. Assim que os polticos clamaram, com a Partida liberal gritando por criar novos refgios, instalaes educativas e mdicas, centros de treinamento e de reabilitao, sem em realidade detalhar um plano de como financiar tais programas. A Partida Conservadora regocijadamente curto os oramentos dos programas que j estavam em marcha, logo fizeram discursos leais sobre a qualidade de vida e a famlia.

De todos os modos os refgios estavam disponveis para aqueles que qualificassem e pudessem agentar a mo magra e pegajosa da caridade. Os programas de treinamento e assistncia para aqueles que podiam mant-lo suficientemente ss por bastante tempo para transitar seu caminho pelas milhas infinitas e enredadas de papelada burocrtica que muito freqentemente estrangulava aos que o recebiam antes de salv-los.

E como sempre, os meninos passavam fome, as mulheres vendiam seus corpos, e os homens matavam por um punhado de crditos.

Apesar da amplitude de miras deste tempo, a natureza humana permanecia to predecible como a morte.

Para os adormecidos da calada, janeiro em Nova Iorque trazia noites viciosas com um frio que poucas vezes poderia ser combatido com uma garrafa de beberagem ou uns ilegais roubados. Alguns o tentavam e se arrastavam sobre seus ps aos refgios para roncar sobre camas de armar grumosos sob mantas magras ou comer sopas claras e pes de soja inspidos servidos por estudantes de sociologia de vivos olhos. Os outros resistiram, muito perdidos ou muito obstinado para deixar sua praa de grama.

E muitos escorregaram da vida  morte durante aquelas amargas noites.
A cidade os tinha matado, mas ningum lhe chamou o homicdio.





Quando a Tenente Eve Dallas conduziu ao centro no alvorada tremente, ela golpeava seus dedos agitadamente no leme. A morte rotineira de um adormecido de calada no Bowery no deveria ter sido seu problema. Era um fato que o departamento chamava  freqentemente a homicdios - Lite  os scoopers que era como se conhecia a patrulha das reas onde viviam os sem lar que separavam os vivos dos mortos e levavam os corpos acabados ao necrotrio para examin-los, identific-los, e dispor deles.

Isto era um pequeno trabalho mundano e feio feito mais pelo general pelos que ainda tinha a esperana de unir-se  unidade mais elite de Homicdios ou aqueles que tinham desistido de  tal milagre. Homicdios era chamado  cena s quando a morte era claramente suspeita ou violenta.

E, Eve pensou, que se ela no tivesse estado no topo da rotao para tais chamadas esta miservel manh, ela ainda estaria em sua agradvel e quente cama com seu marido agradvel e quente.

" Provavelmente algum novato nervoso que espera um assassino em srie." Resmungou.

Ao lado dela, Peabody bocejou enormemente. " Sou realmente solo um peso extra aqui. " debaixo de sua reta franja escura, ela enviou um olhar esperanzadora ao Eve. " Voc poderia somente me deixar na parada mais prxima do transpo e posso voltar para casa e  cama em dez minutos."

 " Se sofrer, voc sofre." 

" Isto me faz me sentir to... amada, Dallas."

 Eve soprou e lano ao Peabody um sorriso. Ningum, pensou ela, era mais slido, ningum era mais srio, que seu ajudante. Inclusive com a arruda chamada temprana, Peabody estava apresentvel e arrumada em sua uniforme de inverno, os botes brilhantes, o duros sapatos negro de polcia  lustrados. Sua cara quadrada emoldurada por seu cabelo escuro com corte de tigela, seus olhos poderiam ter estado um pouco sonolentos, mas eles veriam o que Eve necessitava que ela visse.

" No tinha voc algum grande trato ontem  noite? " Perguntou Peabody.

Sim, no leste de Washington. Roarke tinha esta coisa de jantar / dance para alguma caridade de fantasia. Salve s toupeiras ou algo assim. Com suficiente comida para alimentar a cada adormecido da calada no lado este baixo durante um ano."

 " Corcholis, isto  difcil para voc. Arrumado que teve que conseguir vestir-se com algum vestido formoso, viajar no veculo privado do Roarke, e afogar-se  abaixo o champanha." 

Eve s levantou uma sobrancelha pelo tom seco do Peabody. " Sim, isto  assim. " Ambas sabiam o lado encantador da vida do Eve desde que Roarke tinha entrado nela era tanto um quebra-cabeas como uma frustrao para ela. " E logo tive que danar com o Roarke. Um monto." 

" Levava ele um smoking? " Peabody tinha visto o Roarke em um smoking. A imagem disso estava gravada a fogo em sua mente como o cido sobre o cristal.

" OH sim. " Inclusive, Eve refletiu, eles tinham chegado a casa e ela o tinha arrancado dele. Ele se via cada parte to bem com um smoking como sem um.

" Demnios. " Peabody fechou seus olhos, sentiu prazer com uma tcnica de visualizao que ela tinha aprendido nos joelhos de seus pais Free-Ager. " Demnios", ela repetiu.

" Sabe, muitas mulheres conseguiriam zangar-se por ter a seus maridos de estrela nas pequenas fantasias lascivas de seu ajudante."

 " Mas voc  maior que isso, Tenente. Eu gosto disso sobre voc."

 Eva grunhiu, fez rodar seus ombros tensos. Era sua prpria culpa que a luxria tivesse o melhor dela e ela s tnia trs horas de sonho. O dever era o dever, e ela estava sobre ele.

Agora ela explorou os edifcios que se derrubam, as ruas cobertas. As cicatrizes, as verrugas, os tumores que cortaram ou se incharam sobre o concreto e o ao.

O vapor se elevava sobre um ralo, estendida em meio da vida ocupada e em movimento do comrcio sobre as ruas. Conduzir atravs dela era como cortar a nvoa sobre um rio sujo.

Seu lar, desde o Roarke, era um mundo alm disto. Ela vivia com a madeira polida, o cristal brilhado, o aroma de flores de estufa e velas. De riqueza.

Mas ela sabia o que podia vir de stios tais como este. Conhecia quo  iguais eles eram - a cidade pela cidade - em aromas, em rotinas, no desespero.

As ruas estavam quase vazias. Poucos dos residentes deste repugnante pequeno setor se aventuravam por volta de fora cedo. Os distribuidores e putas da rua teriam terminado o negcio da noite, teriam retornado lentamente a seus pisos antes da sada do sol. Os comerciantes o suficientemente valentes que foram controlar as lojas e armazns ainda tinham que desbloquear suas barras de distrbio das portas e janelas. Os vendedores de carro deslizantes o bastante se desesperados para deslizar-se nesta turfa levariam a emano zappers e trabalhavam em pares.

Ela descobriu o carro patrulha branco e negro, franzindo o cenho ao trabalho meio idiota que os oficiais sobre a cena tinham feito com a segurana a rea.

" por que demnios no terminaram  ativando  os sensores, pelo amor de Cristo? me tirar da cama s cinco da maldita manh, e eles ainda no tm a cena assegurada? Nada assombroso que eles sejam scoopers. Idiotas."

 Peabody no disse nada quando Eve freou com fora atrs do branco e negro e saiu de repente do veculo. Os idiotas, ela pensou com um pouco de simpatia, estavam ali para o perito que tinha baixado.

Para o tempo que Peabody saiu do carro, Eva j tinha cruzado a calada, com compridos e decididos passos, dirigindo-se por volta dos dois uniformize que se acurrucaban miserablemente do vento.

Ela observo os ombros dos dois oficiais instantaneamente ficar direitos. A tenente tinha aquele efeito sobre outros policiais, Peabody refletiu enquanto ela recolhia a equipe de trabalho do veculo. Ela atraa a ateno.

Isto no era sozinho pelo modo em que se via, Peabody decidiu, com aquele comprido corpo, o simples e freqentemente desordenado cabelo castanho que mostrava reflexos de loiro, reflexos de vermelho, reflexos, pensou Peabody, de tudo. Estavam tambm os olhos, de polcia, e da cor do bom usque irlands, a pequena covinha no firme queixo debaixo de uma boca enche que se podia voltar dura como a pedra.

Peabody encontrava esse rosto forte e chamativo, parcialmente, ela decidiu, porque Eve no tinha nenhuma vaidade absolutamente.

Embora o modo em que ela olhava pudesse ganhar a ateno de um uniformizado, era o que ela to claramente era o que os para instantaneamente ficar retos.

Ela era a melhor maldita polcia que Peabody alguma vez tinha conhecido. Pura polcia, a classe com a que a gente se iria sem nenhuma vacilao. A classe que algum sabia estaria ali para os mortos e para os vivos.

E a classe, Peabody refletiu enquanto ela caminhava bastante perto para ouvir o final da abrasadora conferncia do Eve, que chutaria qualquer traseiro que precisasse ser chutado.

" Agora repassemos, " disse Eve com serenidade. " Vocs chamam homicdios, vocs tira meu traseiro da cama, vocs tm a cena assegurada condenadamente bem e tm seu relatrio preparado para mim quando chegar aqui. Vocs no esto de p aqui como um par de idiotas que se chupam seus polegares. Voc so policiais, Por Deus. Atuem como policiais." 

" Sim, senhor, Tenente. " Isto veio de uma voz tremente do mais jovem da equipe. Ele era apenas mais que um moo, e a nica razo pela que Eve tinha dado seu golpe verbal. Sua companheira, entretanto, no era uma novata, e ela ganhou um frio olhar fixo do Eve.

" Sim, senhor, " disse ela entre dentes. E o ressentimento animado no tom fez que Eva inclinasse sua cabea.

"Tem um problema, Oficial... Bowers?" 

" No, senhor " 

Sua cara era a cor de madeira viaja de cereja, com seus olhos de um contraste assombroso de plido, plido azul. Ela mantinha seu cabelo negro curto sob seu gorro de regulao. Havia um boto que faltava sobre seu casaco de instruo padro e seus sapatos estavam embotados e ingratos. Eve podia hav-la lecionado sobre isso mas decidiu que ter que carregar com um miservel trabalho no era uma desculpa para no comear bem o dia.

" Bem." Eve simplesmente cabeceou, mas a advertncia em seus olhos era clara. Ela cruzo um olhar fixo com o companheiro e sentiu um pequeno movimento de compaixo. Ele estava plido como uma folha, instvel, e to afresco da academia que ela podia quase cheir-la sobre ele.

" Oficial Trueheart, meu ajudante lhe mostrar o modo apropriado de assegurar uma cena. Espero que voc empreste ateno."

" Sim, senhor " 

" Peabody. " Com a s palavra, sua equipe de trabalho estava em sua mo." me mostre o que temos aqui, Bowers."

 " Indigente. Homem branco. Responde no nome do Snooks. Este  seu refgio." 

Ela gesticulo a um refgio mas bem engenhosamente realizado compreendido de uma caixa que para as vezes de mala alegremente grafite com estrelas e flores e tampada pela tampa amolgada de um velho cubo reciclador. Havia uma manta roda atravs da entrada e um signo desenhado por uma mo que simplesmente dizia que Snooks o tinha posto ali.

" Ele  esta dentro?" 

" Sim, parte da ronda   dar uma rpida comprovao sobre os refgios procurando duros para recolher. Snooks esta bastante rgido, " disse ela no que Eve compreendeu depois de um momento era uma tentativa de humor.

" O Arrumado. Deus, que aroma to agradvel, " resmungou ela enquanto se aproximava e o vento no podia fazer voar mais longe o fedor.

" Isto  pelo que se filtra em mi. Isto sempre empresta. Todo este aroma de pessoas como o suor e o lixo e coisas piores, mas um rgido tem outra capa."

 Eve conhecia todas as capas muito bem. Doce, doente. E aqui, movendo-se  sob o miasma de urina e a carne azeda estava o aroma da morte, e ela notou com um vago cenho, a indireta metlica de sangue.

" Algum o golpeio? " Ela quase suspirou enquanto ela abria sua equipe para tirar o selador. " Para que diabos? Estes adormecidos no tm nada de valor para roubar."

Pela primeira vez, Bowers permitiu que uma risada magra encurvasse seus lbios. Mas seus olhos eram frios e duros, com a amargura brilhando neles.

 " Algum j roubou algo dele. " Agradada com ela mesma, ela se distanciou. Ela rezo  a Deus para que a tenente de culo apertado conseguisse um agradvel e duro shock quando ela visse detrs da cortina andrajosa.

" Chamo os ME?" Perguntou Eva enquanto  ela cobria suas mos e botas com o filme transparente.
"  primeira da cena, " disse Bowers remilgadamente, com a maldade ainda brilhando em seus olhos. " Optei por deixar essa deciso a Homicdios".  

" Por Deus, est morto ou no? " Desgostada, Eve avanou, dobrando-se um pouco para correr para trs a cortina.

Sempre era um shock, no to duro como Bowers tinha esperado. Eve tinha visto muito, muito freqentemente para isso. Mas o que um humano podia lhe fazer a outro nunca era rotina para ela. E a compaixo se revolveu por debaixo e soube porque a polcia era algo que a mulher que estava ao lado dela nunca sentiria e nunca entenderia.

" Pobre bastardo, " disse ela silenciosamente e se agachou para fazer um exame visual.

Bowers estava segura de uma coisa. Snooks estava muito, muito morto. Ele era apenas mais que um saco de ossos com selvagem e, desordeno cabelo. Tanto seus olhos como sua boca estavam abertos, e ela poderia ver que ele no tinha mantido mais da metade de seus dentes. Seu tipo poucas vezes aproveitava os programas de sade e dentais.

Seus olhos j tinham rodado e eram de uma marrom lama. Ela julgou que devia ter ao redor um sculo, e ainda sem que lhe assassinassem, ele nunca teria obtido um mdio de mais de vinte anos com uma nutrio decente e a cincia mdica poderiam lhe haver dado.

Ela notou, tambm, que suas botas, apesar de estar rachados e remendadas, estavam em melhor estado que a roupa que levava, como o estava a manta que tinha sido sacudida ao lado da caixa. Ele tinha algumas bagatelas tambm. A cabea de uma boneca com os olhos muito abertos, uma pluma-lanterna em forma de r, uma taa rota que ele tinha cheio de flores feitas com cuidado de papel. E as paredes estavam cobertas de mais formas de papel. rvores, ces, anjos, e suas favoritas estrelas e flores.

Ela no podia ver nenhum signo de luta, nenhum arroxeado recente ou corte suprfluos. Quem quer que tivesse matado ao ancio o tinha feito de maneira muito eficiente.

No, ela pensou, estudando o buraco do tamanho de um punho em seu peito. Cirurgicamente. Quem quer que tivesse  tomado o corao do Snook com muita probabilidade tinha usado um escalpelo de laser.

" Voc conseguiu seu homicdio, Bowers." 

Eve retrocedeu, deixando que  a cortina casse. Ela sentiu seu sangue subir e seu punho apertar-se quando ela viu o sorriso ufano no rosto da uniformizada.

" Bem, Bowers, ns no gostamos. Somente uma daquelas coisas. Mas voc seria inteligente se recordasse que posso lhe fazer isto um inferno mais difcil para voc do que voc pode faz-lo para mim. " Ela deu um passo mais perto, golpeando suas botas com os sapatos do Bowers. Solo para estar segura de que entendesse seu ponto. " Assim seja preparada, Bowers, e estorvo essa jodida mofa de seu rosto e mantenham-se fora de meu caminho."

 A  mofa se afasto, mas os olhos do Bowers disparavam pequenos pontos de animosidade. " Est contra o cdigo departamental que um oficial superior use linguagem ofensiva com um uniformizado".  

" Srio? Bem, este segura de pr isso em seu relatrio, Bowers. E voc tem que ter esse relatrio feito, por triplicado, e sobre meu escritrio para as dez. Retroceda. " Acrescentou ela, muito silenciosamente agora.

Isto tomou dez segundos de que seus olhos lhe advertissem antes de que Bowers deixasse cair seu olhar fixo e se apartasse.

Descartando-a, Eva girou suas costas e tirou seu comunicador. " Dallas, Tenente Eve. Tenho um homicdio." 


Agora por que, Eva se perguntou, enquanto ela se agachava dentro da caixa para examinar o corpo, roubaria algum um corao to obviamente usado? Ela recordou que durante um perodo depois das Guerras Urbanas, os rgos roubados tinham sido uma matria prima no mercado negro. Muito freqentemente, os distribuidores no tinham sido bastante pacientes para esperar at que um doador estivesse em realidade morto para fazer a transferncia, mas tinha sido faz dcadas, antes de que os rgos totalmente artificiais tivessem sido aperfeioados.

A doao de rgos e a venda eram ainda populares. E ela pensou que havia algo sobre os rgos criados tambm, embora ela emprestasse pouca ateno aos informe e notcias mdicas.

Ela desconfiava dos doutores.

A alguns dos muito  ricos no lhes  preocupava a idia de uma implante fabricado, assumiu ela. Um corao humano ou rim de uma jovem vtima de acidente poderia alcanar preos elevados, mas tnia que estar em muito boa condio. Nada no Snooks estava em boa condio.

Ela enrugado seu nariz contra o fedor, mas se inclino mais perto. Quando uma mulher detestava os hospitais e centros mdicos tanto como ela o para, o apenas aroma pegajoso de anti-sptico enviava um tremor a suas fossas nasais.

Ela o cheirou aqui, solo um rastro, ento franziu o cenho, sentando-se sobre seus tales.

Seu exame preliminar lhe disse que a vtima tinha morrido s 02:10, considerando a temperatura exterior durante a noite. Ela necessitaria uma anlise de sangue e informe de toxinas para saber se haviam drogas em seu sistema, mas ela j podia ver que ele tinha preparado uma poo.

O marrom tpico no fio a garrafa que se estava acostumado a usar para transportar a  poo a casa estava posta na esquina, quase vazia. Ela encontrou um pequeno, contrabando quase lamentvel de ilegais. Uma fina,  ponho-se a rodar por sua mo do Zoner, um par de cpsulas rosadas que eram provavelmente de farra, e uma bolsa pequena, asqueroso de p branco ela assumiu depois de fazer uma aspirao sobre o cordo que o atava com um olorcillo do Zeus.

Havia spiderwebs revelando copos quebrados sobre sua cara danificada, os signos bvios de desnutrio, e as crostas que eram provveis de alguma dermatose pouco atrativa. O homem tinha sido um consumidor, tinha fumado, comido lixo, e tinha estado quase preparado para morrer enquanto dormia.

por que assassin-lo?

" Senhor? " Eva no jogou uma olhada atrs quando Peabody correu a cortina. " Os ME esto na cena."

 " por que tomar seu corao? " Resmungou Eve. " por que tir-lo cirurgicamente? Se isto fosse um assassinato direto, no teriam eles que lhe haver golpeado, dar  patadas ao redor? Se eles estivessem pela mutilao, por que no o mutil-lo? Isto  trabalho de manual."

 Peabody explorou o corpo, fazendo uma careta. " No vi nenhuma extrao de corao, mas tomarei sua palavra sobre isso."

Olhe a ferida, " Eve disse com impacincia. "Ele deveria ter sangrado para fora, verdade? Com um buraco do tamanho de um punho no peito, pelo amor de Cristo. Mas eles  com o que seja  o sujeitaram, fechando-o, lhe impedindo de sangrar, justo como se eles estivessem em uma cirurgia. Este no quis a confuso, no viu o sentido nisso. No, ele est orgulhoso de seu trabalho, " acrescentou ela, caminhando para trs como um caranguejo pela abertura, ento se levanto para tomar um profundo flego do ar muito mais afresco de fora.

" Ele  um perito. Teve que ter tido algum treinamento. E no acredito que uma pessoa poderia ter dirigido isto sozinho. Voc enviou aos scoopers para que procurem testemunhas."

 " Sim. " Peabody explorou a rua deserta, as janelas rotas, o grupo de caixas e cartes profundamente no beco atravs da rua. " Boa sorte para eles." 

"Tenente". 

"Morris". Eva levantou uma sobrancelha quando ela notou que ela tinha enganchado ao chefe mdico examinador na cena. " No espero conseguir a nata e nata sobre um adormecido de calada."

Contente, ele riu, e seus animados olhos danaram. Ele levava seu cabelo alisado para trs e esmagado com um apertado gorro vermelho de esqui com uma sereia sobre o. Seu comprido, abrigo a jogo se agitava como um louco na brisa. Morris, Eva sabia, era bastante elegante vestindo.

" Eu estava disponvel, e seu adormecido soava bastante interessante. Nenhum corao?" 

" Bem, eu no encontrei nenhum."

 Ele riu em silncio e se aproximou da caixa. "vamos jogar um olhar.

 Ela tremeu, lhe invejando seu comprido, obviamente quente casaco. Ela tinha um - Roarke lhe tinha dado um formoso por Natal - mas ela resistia a us-lo para o trabalho. No no inferno estaria ela indo pr sangue e fluidos corporais variados sobre aquela fabulosa cachemira de cor bronze.

E ela pensou quando se agachou outra vez, que ela estava bastante segura de que suas novas luvas estariam postos nos bolsos daquele fabuloso casaco. Que era por que suas mos atualmente se congelavam.

Ela as meteu nos bolsos de sua jaqueta de couro, encurvou os ombros contra a mordida do vento, e olhou ao Morris fazer seu trabalho.

" Formoso trabalho, " respirou Morris. " Absolutamente formoso."

 "Ele tinha treinamento, verdade?"

 " OH se. " Com as micro-culos protetores sobre seus olhos, Morris olhou atentamente o peito aberto. " Sim de fato, ele o tnia. Esta  dificilmente sua primeira cirurgia. Instrumentos de primersima qualidade tambm. Nenhum escalpelo caseiro, nenhuma esptulas de costela torpes. Nosso assassino  um cirurgio magnifico. Maldito se no invejar suas mos."

 " A alguns cultos gosta de usar partes de corpos em suas cerimnias, " Eve disse mdio para si mesmo. " Mas eles geralmente cortam e mutilam quando matam. E gostam dos rituais, a ambientao. No temos nada disso aqui."

" No parece como uma coisa religiosa. Isto se parece com uma mdica."

 " Sim. " Isso corroborou seus pensamentos. " Uma s pessoa poderia leva isto a cabo?"

 "Duvido-o. " Morris tirou seu lbio inferior, deixando-o outra vez em seu stio. "Para realizar um procedimento como este nestas difceis ele condicione necessitaria a um ajudante muito perito." 

" Alguma idia de por que eles tomariam seu corao se no deviam adorar ao demnio da semana?"

 " Nenhuma pista, " disse Morris alegremente e gesticulo para que ela retrocedesse. Quando eles estiveram fora outra vez, ele deixo escapar o flego. " Estou surpreso de que o ancio no haja morreu de asfixia com tudo o que empresta. Mas de um exame visual, minha conjetura seria que aquele corao teria muito poucas milhas para seguir andando. Voc consigo seus rastros e uma amostra de DNA para identificao?"

" J esto seladas e listas para o laboratrio." 

 " Ento o empacotaremos, no o levaremos."

 Eva assentiu. " Estas o bastante curioso para p-lo no topo de seu monto de corpos?"

 " Em realidade, estou-o. " Ele sorriu, gesticulando a sua equipe. " Voc deveria levar um chapu, Dallas. Esta jodidamente congelado aqui fora."

 Ela se mofou, mas ela teria dado um ms de pagamento por uma taa de caf quente. Deixando ao Morris com seu trabalho, ela se giro para encontrar ao Bowers e Trueheart.

Bowers apertou seus dentes. Ela estava fria, faminta, e ela amargamente se resinti  consulta  de amigos que  ela tinha testemunhado entre o Eve e o chefe mdico examinador.

Provavelmente jodia com ele, recenseio Bowers. Ela conhecia o Eve Dallas, conhecia seu tipo. Condenadamente o para. Uma mulher como ela somente subia nas filas porque abria suas pernas enquanto ela subia. A nica razo pela que Bowers no tinha ascendido era porque ela se negava a faz-lo enquanto estava sobre suas costas.

Este era o modo no que o jogo era jogado, assim era como se para. E seu corao comeou a palpitar em seu peito, o sangue a trovejar em sua cabea. Mas ela a conseguiria sozinha, um dia.

Puta, cadela. As palavras repetidas em seu crebro, quase tremeram em sua lngua. Mas ela as reteve. Ela estava, recordou-se a se mesma, ainda em controle.

O dio que Eve lia nos plidos olhos do Bowers era um quebra-cabeas. Era muito vicioso, ela decidiu, para ser o resultado de um simples e merecido forte repreenso de um oficial superior. Isto lhe deu um estranho impulso de reforar-se para o ataque, deslizar uma mo abaixo a sua arma. Em troca, ela levantou suas sobrancelhas, esperou o golpe. " Seu relatrio, Oficial?"

 " Ningum viu nada, ningum sabe nada," estalo Bowers. " Este  o modo em que  com esta gente. Eles ficam em seus buracos."

 Embora Eva tivesse seus olhos sobre o Bowers, ela agarrou o leve movimento do novato. Seguindo seu instinto, ela se escavo em seu bolso e tirou alguns crditos soltos. " me consiga um caf, Oficial Bowers."

 O desdm se converteu rapidamente em um shock pelo insulto, Eve teve que trabalhar muito para agentar um sorriso. " lhe conseguir um caf?" 

" Assim . Quero caf. " Ela agarrou a mo do Bowers, e verteu os crditos nela. " assim como tambm meu ajudante. Voc conhece a vizinhana. V at em 24/7 mais prximo e me consiga algum caf."

" Trueheart  de mas sob fila."

" Dirigia-me eu ao Trueheart, Peabody?" Disse Eve em tom agradvel.

" No, Tenente. Acredito que voc se dirigia ao Oficial Bowers." Como ao Peabody no gostou dos olhares da mulher, tampouco, ela sorriu. " Tomo com nata e acar. A Tenente toma negro. Acredito que h um 24/7 um o bloco seguinte. No deveria tomar muito tempo."

 Bowers se deteve outro momento, logo se giro sobre seus tales e se afasto. Seu  murmrio Cadela" veio claramente sobre o vento frio.

" Meu deus!, Peabody, Bowers solo te chamou  Cadela."

" Realmente acredito que ela quis dizer voc, senhor " 

" Sim. " O sorriso da Eva era feroz. " Voc provavelmente tem razo. Assim, Trueheart, cuspa".

  " Senhor? " Sua cara j plida ficou at mais plida por ser questionado diretamente.

" O que pensa voc? O que sabe voc?"

 " No fao -- " 

Quando ele jogou uma olhada nervosa a uma rgida Bowers e suas costas que se afastava, Eve deu um passo em sua linha de viso. Seus olhos eram frios e ela ordeno. " Esquea-a. Voc esta tratando comigo agora. Quero seu relatrio sobre o sondagem." 

" Eu... " sua ma do Ado se balano. " Ningum na rea imediata admite  ter testemunhado qualquer perturbao na vizinhana ou qualquer visitante no refgio da vtima durante o tempo em questo".  

" E?"

 "  sozinho que --  eu ia dizer se o ao Bowers, "  seguiu ele com pressa, " mas ela me cortou."

 " Diga-me isso , " sugeriu Eve.

"  sobre o Gimp? Ele tinha seu refgio sobre este lado, justo abaixo do do Snooks, enquanto tive patrulha. Isto foi faz  s um par de meses, mas - "

 " Voc patrulhou esta rea ontem? " Eva interrompeu.

" Sim, senhor " 

" E havia um refgio ao lado do do Snooks?" 

" Sim, senhor, como sempre. Agora ele o tem do outro lado da rua, de caminho ao final do beco."

 " Voc pergunto ao?"

 " No, senhor. Ele estava dormido. Ns no pudemos despert-lo, e Bowers disse que no valia a molstia, de todos os modos, porque ele  uma pedra bbada."

Eva o estudou pensativamente. Sua cor tinha retornado, bombeado em suas bochechas pelos nervos e o golpe do vento. Mas ele tinha bons olhos, ela decidiu. Claros e agudos. " Quanto tempo a estado fora da academia, True-heart?" 

" Trs meses, senhor " 

" Ento voc pode ser perdoado por ser incapaz de reconhecer a um imbecil em uniforme. " Ela moveu sua cabea quando um brilho de humor tremeu sobre sua boca. " Mas tenho o pressentimento de  que voc aprender. Chame um carro e leve a seu amigo Gimp  Central. Quero falar com ele quando est sbrio. Lhe conhece?"

 " Sim, senhor " 

" Ento voc fica com ele, e o levanta quando ele este coerente. Quero que voc esteja presente na entrevista."

 " Voc me quer em -- " os olhos do Trueheart ficaram enormes e brilhantes. " Eu estou atribudo ao Lite -- Bowers  minha treinadora."

" o que voc quer, Oficial?"


Ele vacilou, sotaque sair o flego. No, senhor, Tenente, no o ".  

Ento por que no esta seguindo voc minhas ordens?" Ela se giro para acossar a equipe da cena do crime e o deixou sonriendo abertamente detrs dela.

Isso foi realmente doce, " disse Peabody quando elas estavam de volta em seu veculo com taas quentes, de horrvel caf.

No comece, Peabody." 

Vamos, Dallas. Voc lhe deu ao tipo uma agradvel pausa." 

Ele nos deu uma testemunha potencial e este era outro modo de queimar o culo a aquela idiota do Bowers. " Ela sorriu ligeiramente. Na prxima oportunidade que voc consiga, Peabody, faa uma investigao sobre ela. Eu gosto de saber tudo o que posso sobre a gente que quer rasgar a pele de minha cara. "

Encarregar-me disso quando voltarmos  Central. Voc quer a impresso?" 

Sim. Controla ao Trueheart, tambm, solo pela forma."

 No me importaria control-lo a ele." Peabody meneou suas sobrancelhas. Ele  muito lindo."

 Eva lhe lano um olhar. Voc  pattica, e voc  muito velha para ele."

 " No posso ter mais que um par, talvez trs anos mas que ele, " disse Peabody com uma indireta de insulto. " E alguns tipos preferem a uma mulher mais experimentada."

 Pensei que voc estava ainda unida com o Charles." 

Citamo-nos," Peabody levantou seus ombros, incomodava-a ainda discutir sobre esse homem em particular com o Eve. Mas no somos exclusivos."

Dificilmente se podia ser exclusivo com um companheiro autorizado, pensou Eva, mas sustentou sua lngua. Deixando fora sua opinio sobre o desenvolvimento da relao do Peabody com o Charles Monroe tinha estado muito perto da ruptura a relao entre eles por volta de umas semanas.

Voc est de acordo com isso? " Disse ela em troca.

Este  o modo em que ambos o queremos. Ns gostamos, Dallas. Passamo-lo bem juntos. Desejo-lhe -- " Ela se deteve, fechando firmemente sua boca.

No disse nada."

 Voc esta pensando bastante malditamente alto."

 Eve ensino seus dentes. Elas no foram, ela se prometeu, a voltar ali. O que eu penso," disse ela uniformemente, "  como conseguir algo de tomo o caf da manh antes de que ns comecemos com a papelada."

Deliberadamente, Peabody fez rodar a rigidez de seus ombros. Esse  trabalho para mim. Sobre tudo se voc o paga." 

Pague a vez passada."

 No acredito, mas posso comprovar meus registros." Mais alegre, Peabody tirou seu livro de nota eletrnico e fez que Eve riera.


CAPTULO DOIS


o melhor que se podia dizer sobre a comida do servido de restaurante da Central de Polcia era que este enchia o srio buraco de fome. Entre dentadas do que, supunha-se, era uma omelete de espinafre, Peabody acessou aos  dados obtidos em seu ordenador pessoal.

" Ellen Bowers, " ela reporto. "Nenhuma meia inicial. Graduada da academia, da sucursal de Nova Iorque, no  46."

 " Eu estava ali no  46, " Eve refletiu. " Ela deveu estar justo diante de mim. No a lembrana."

 " No posso conseguir seus registros da academia sem autorizao."

 " No se incomode com isso. " Franzindo o cenho, Eve cortou a cartolina disfarada de pancake sobre seu prato. " Ela esteve na fora doze anos e  scooping no centro? Pergunto a quem mais ela zangou."

 " Atribuda ao sessenta e dois durante os passados dois anos, passo outro par  no quatro - sete. antes disso, atribuda a Trfico. Demnios, tiram-nas de todas partes, Dallas. Fez um tempo na Central de polcia em Registros, outra atribuio na duas - oito -- essa  a Patrulha do Parque, principalmente patrulha a p."

A pesar do pequeno lago de xarope que Eve tinha usado para afogar o pancake este no se abrandou, ela se rendeu e o trocou por caf ardente. "Sonha como se nossa amiga tivesse problemas para encontrar seu lugar ou no departamento estivessem arrastando-a." 

"  requerida autorizao para ter acesso aos documentos de transferncia e/ou informe sobre os progressos pessoais."

 Eve o considerou, logo sacudiu a cabea. " No, isto no se sente bem, e provavelmente j acabamos com ela, em qualquer caso."

 " Tenho que ela esta solteira. Nunca se casou, sem filhos. Tem trinta e cinco anos, seus pais vivem em Queens, trs irmos. Dois irmos e uma irm. E, temos minha opinio pessoal, " Peabody acrescentado quando ela deixou seu ordenador pessoal de lado. "Espero que tenhamos terminado com ela, porque realmente, realmente gostaria de lhe fazer danifico."

 Eva s sorriu. " Isto tem que ser lhe frustre para ela, verdade? voc tem uma opinio pessoal do por que?"

 " No uma pista exceto voc  voc e ela no o . " Incomoda, Peabody moveu os ombros. " Eu emprestaria ateno, entretanto. Ela parece da classe que se aproximaria pelas costas."

 " No estaremos provavelmente nos buscando a uma  outra em uma base regular. " Eva arquivou o assunto, descartando-o. " Comete-o tudo. Quero ir ver se este adormecido do Trueheart sabe algo." 


Ela decidiu usar uma habitao de interrogatrio, conhecendo que a formalidade dura desta freqentemente afrouxava lnguas. Um olhar ao Gimp advertiu que embora ele poderia estar coerente agora, graas a uma dose forte de desembriagador, seu fraco corpo at estava nervoso e seus nervosos olhos saltados.

Uma rpida volta pelo tanque de descontaminao provavelmente tinha afugentado qualquer parasita e tinha posto uma fina capa de falso aroma ctrico sobre seu mau aroma.

Um viciado, pensou Eve, com um sortido de vcios que certamente tinham frito uma boa parte de suas clulas cerebrais.

Lhe trouxe gua, sabendo que a maior parte de viciosos sofrem de boca seca depois de deslocar-se. "Quantos anos tm voc, Gimp?" 

" No sei, talvez cinqenta."

 Ele parecia ter uns oitenta muito mal conservados, mas ela pensou que ele provavelmente estava perto do meio sculo. " Voc tem outro nome?"

 Ele se encolheu de ombros. Eles se tinham levado sua roupa e as tinham eliminado. A bata cinza e as calas de cordo penduravam sobre ele e eram quase da mesma cor de sua pele. " No sei. Sou Gimp." 

" Bem. Voc conhece oficial Trueheart, verdade?"

 " Sim, sim. " De repente, ocupada-a cara brilhou com um sorriso to puro como a de um beb. " Ol! Voc me escorregou alguns crditos, disse que eu deveria conseguir um pouco de sopa." 

Trueheart avermelhou com muita vergonha, removendo-se sobre seus sapatos de regulao. " Suponho que voc comprou uma beberagem com eles." 

" No sei. " Tanto o sorriso descolorido como seus olhos se centraram no Eve outra vez. " Quem  voc? Como  que tenho que estar aqui? No fiz nada. Algum vai tomar minhas coisas se no as vigiar."

 " No se preocupam com suas coisas, Gimp. Nos encarregaremos delas. Sou Dallas. " Ela manteve sua voz baixa e fcil, seu rosto suave. Muito poli, pensou ela, somente o assustaria. " Solo quero falar com voc. Quer algo de comer? "

 " No sei. Talvez." 

" Conseguiremo-lhe algo quente depois de que falemos. vou conectar a grabadora, assim teremos tudo bem."

 " Eu no fiz nada."

" Ningum pensa que voc o tenha feito. Conectar grabadora," ordenou ela. "Entrevista com testemunha conhecida como Gimp gravar nmero de caso 28913-H. Entrevistador Dallas, Tenente Eve. Tambm assistem,  Peabody, Oficial Delia, e Trueheart, Oficial...? " Lhe jogou uma olhada.

" Troy. " Ele avermelhou outra vez.

" Troy Trueheart? " Eva disse com sua lngua contra sua bochecha. "Bem". Ento ela deixo seu olhar fixo sobre o lamentvel homem frente a ela. " A testemunha no esta sob suspeita de nenhuma maldade. Este investigador aprecia sua cooperao. Entende voc isto, Gimp?"

 " Sim, suponho. O que?"

Ela no suspirou, mas estava temendo momentaneamente que a detestvel Bowers estivesse no certo a respeito dele. " Voc no est aqui porque este em problemas. Avaliao que fale comigo. Ouvi que voc moveu seu refgio ontem  noite."

 Ele molho seus lbios rachados, e bebeu. "No sei".

 " Voc estava acostumado ao ter na rua do frente, perto do Snooks. Voc conhece o Snooks, verdade, Gimp?"

 " Talvez. " Sua mo tremeu, derramando gua sobre a mesa. " Ele desenha quadros. Quadros agradveis. Negociei com ele um pouco do Zoner por um bonito de uma rvore. Ele faz flores, tambm.  agradvel."

 " Eu vi suas flores. So bonitas. Ele era uma classe de amigo dele?" 

" Sim. " Seus olhos se encheram e as  lagrimas se transbordaram pelas plpebras vermelhas. "Talvez. No sei."

 " Algum o fez mal, Gimp. O sbia voc?"

 Agora ele se encolheu, um duro puxo de ombros, e comeou a olhar ao redor o  quarto.  As lgrimas ainda caam rodando por suas bochechas, mas seus olhos estavam frgeis com a confuso. "Como  que tenho que estar aqui? Eu no gosto de estar dentro. Quero minhas coisas. Algum seguro vai roubar minhas coisas."

" Viu voc quem lhe fez mal?"

 " Posso ficar com esta roupa? " Sacudindo sua cabea, ele comeou a tocar a manga da bata. " Me vou ficar com elas?" 

" Sim, voc pode ficar as estreitando seus olhos, ela teve um pressentimento. " Como  que voc no tomou suas botas, Gimp? Ele estava morto, e eram boas botas."

 " No roubo ao Snooks, " disse ele com um pouco de dignidade. " No, inclusive quando ele est morto. Voc no rouba a um amigo, no. Como voc crie que eles fizeram isso a ele?" Olhando-a sinceramente perplexo, ele se inclinou para frente. " Como voc crie que eles puseram aquele enorme buraco nele?"

" No sei." Eva se inclinou para frente, tambm, como se eles tivessem uma tranqila conversao, pessoal. " Sigo me perguntando sobre isso. Estava algum zangado com ele?"

 " Com o Snooks? No lhe fez mal a ningum. Solo nos importa o nosso, isso  tudo. Voc pode mendigar um pouco se os droides golpeadores no olhe por volta de um. No conseguimos a licena de mendigo de mierda, mas voc pode sacudir alguns crditos soltos se os droides no estiverem ao redor. E Snooks, ele vende suas flores de papel s vezes, e ns conseguamos alguma beberagem ou algum charuto  e nos metamos no nosso. Nenhuma provocao para que lhe puseram um grande buraco nele, no  assim?"

 " No,  uma m costure o que eles lhe fizeram. Voc os viu ontem  noite?"

 " No sei. No sei o que vi. Hey!! " Lano um sorriso ao Trueheart outra vez. "Talvez voc me d alguns crditos outra vez, verdade? Para um pouco de sopa." 

Trueheart lano um olhar ao Eve, para que lhe assentira. " Claro Gimp. Darei-lhe uns antes de que se v. Voc sozinho tem que falar com a Tenente por um momento mais."

 " Gostava do velho Snooks, verdade?"

" Eu gostava de muito. " Trueheart sorriu e, seguindo o sinal do Eve, o se sentou " Ele pintava quadros agradveis. Ele me deu uma de suas flores de papel."

 " Ele s as dava s pessoas que gostava, " disse Gimp intensamente. " Voc gostava. Digo. No gostou da outra e a mim tampouco. Ela tem olhos mesquinhos. Como se queria te chutar nos dentes se pudesse. " Sua cabea se balanou como a de uma boneca. " O que faz voc andando com ela?"

 " Ela no est aqui agora, " disse Trueheart com cuidado. " A Tenente sim esta. Seus olhos no so mesquinhos."

Gimp ps m cara, estudando o rosto do Eve. " Talvez no. De poli acredito. Olhos de poli. Poli, poli, poli. " Ele riu bobamente, bebendo gua depressa, olhando ao Peabody. "Poli, poli, poli. " Ele quase o cantou.

" Sinto-me realmente mal a respeito do do velho Snooks, " seguiu Trueheart. "Arrumado que ele quereria que voc lhe dissesse  Tenente Dallas que passou. Ele quereria que fora voc o que o contasse, porque vocs eram companheiros."

 Gimp fez uma pausa, arranhando o lbulo da orelha. " Voc crie?"

 " Acredito. por que no lhe diz voc o que viu ontem  noite?"

 " No sei o que vi. " A cabea se balano outra vez, Gimp comeou a golpear os lados de seus punhos sobre a mesa. " A gente vem. No vi s pessoas vir ontem  noite assim. Dirigindo um grande carro negro. Malditamente grande! Brilhando na escurido. Eles no disseram nada."

 Eva elevo um dedo, lhe indicando ao Trueheart que ela assumia a entrevista outra vez. "Quanta gente, Gimp?"

" Dois. Usando largos casacos negros. viam-se quentes. Tinha mscaras postas assim que todo que se podia ver dos visitantes eram os olhos. Eu pensei, Hey! Isto no  um jodido Halloween. " Ele se levanto, rendo com grande alegria. " Isto no  um jodido Halloween, " repetiu, soprando, "mas eles levavam mscaras postas e carregavam bolsas como para o doce ou truque."

 " Como eram as bolsas?"

 " Algum era uma bonita grande e negra, com brilhos, tambm. E a outra era algo mais, era branca e para rudos midos quando ele caminhava com ela. Eles foram diretamente ao refgio do Snooks como se estivessem  convidados ou algo. No escute nada mais que o vento, possivelmente fique dormido." 

" Viram-lhe eles? " Eve lhe perguntou.

" No sei. Eles tinham casacos quentes e bons sapatos, um carro grande. Voc no vai acredita que  eles puseram esse grande  buraco ao Snooks? " Ele se inclinou para ela outra vez, sua acolhedora cara sria, as lagrimas tremendo outra vez. " Se tivesse acreditado isso, trataria de par-los talvez, ou iria correndo aonde o droide golpeador, porque fomos companheiros."

Ele estava chorando agora. Eve se inclinou, ps uma mo sobre ele, apesar das crostas que o cobriam. " Voc no sabia. No  sua culpa.  culpa deles. Que mais viu?" 

" No sei. " Seus olhos e nariz gotejaram. " Dormi talvez. Ento tal possivelmente despertei e olhei. No havia nenhum carro agora. Havia um carro ali? No sei. Esta saindo o sol, e me aproximo para ver o Snooks. Ele saber possivelmente se houvesse um grande carro negro. E eu o vejo, vejo o grande buraco nele, e o sangue. Sua boca totalmente aberto e seus olhos, tambm. Eles puseram um grande buraco nele, e talvez eles querem pr um em mim assim no posso ficar ali. No posso fazer isto, no. Assim tenho que tirar minhas coisas longe de ali. Tirar todas  minhas coisas dali. Ento isso  o que fao, aposte por isso, e logo bebi todo o resto da beberagem que consegui e voltar a dormir. No ajudei ao velho Snooks."

 " Voc o esta ajudando agora. " Eve se reclinou para trs. "vamos falar sobre as duas pessoas com os largos casacos um pouco mais." 



Ela o trabalhou outra hora, lhe levando de volta quando ele vagava muito longe por muito tempo. Embora ela no conseguiu tirar mais informao dele, Eve no considerou a hora perdida. Ele a reconheceria agora se ela o buscava outra vez. Ele a recordaria bastante bem, e recordaria que a reunio no tinha sido desagradvel. Particularmente desde que lhe ordenou uma comida quente e lhe deu cinqenta crditos ela sabia que ele os gastaria em beberagens e ilegais.

Ele deveria ter estado em um Psiquitrico, pensou ela, ou em uma casa de acolhida. Mas ele no se teria ficado. Ela faz muito tinha aceito que no podia salv-los a todos.

" Voc fez um bom trabalho com ele, Trueheart." 

Ele se ruborizou outra vez, e enquanto ela encontrava o rasgo um pouco encantado, esperava que ele aprendesse a control-lo. Os outro polis o comeria vivo antes que os tipos maus se tivessem a oportunidade de uma dentada.

" Obrigado, senhor. Avaliao que me tenha dado a oportunidade de ajudar com ele."

" Voc o encontrou, " disse Eve simplesmente. " Suponho que voc tem projetos para sair de Homicdios-lite."

 Esta vez ele quadrou seus ombros. "Quero uma placa de Detetive, quando me tiver ganho isso." 

Era estranho encontrar a um novato de uniforme sem aquela particular aspirao, mas ela assentiu. " Voc pode comear a ganhar sendo fiel. Eu poderia e estou disposta a pr uma tomada para sua transferncia -- ver que voc consiga outro posto e outro treinador. Mas vou pedir lhe que fique onde esta. Voc tem bons olhos, Trueheart, e eu gostaria que voc os usasse em sua ronda at que ns fechemos este caso." 

Ele estava to afligido com a oferta e a petio, que seus olhos quase se saam de seu rosto. " Eu serei fiel."

 " Bem. Bowers vai lhe dar a lata sobre isto." 

Ele fez uma careta. " Acostumar a isso."

Isto era uma entrada para lhe perguntar mais, para lhe tirar alguns detalhes do Bowers. Ela o deixou passar, no querendo pr ao novato na posio de falar sobre seu prprio treinador. "Bem, ento. Volte para sua estao e escriba seu relatrio. Se voc se encontrar por acaso com algo que voc pensa poderia aplicar-se a este caso, fique em contato comigo ou com o Peabody."

 Ela se dirigiu a seu escritrio, emitindo j ordens ao Peabody para ter uma cpia do disco da entrevista. "E  me consiga o relatrio detalhado sobre distribuidores conhecidos nessa rea. No podemos excluir absolutamente a conexo de ilegais. No posso acreditar que em um qumico-distribuidor se tire a seus esgotados clientes tirando cirurgicamente seus rgos vitais, mas coisas mas estranhas passaram. Controlaremos os cultos conhecidos, tambm, " ela contnuo enquanto Peabody introduzia as ordens em seu bloco de papel de notas. " sente-se errado, mas lhe daremos alguma ateno."

" Posso me pr em contato com o Isis, " sugeriu Peabody, refiriendo a uma Wiccan com quem elas tinham tratado em outro caso. " Ela poderia saber se qualquer dos cultos de magia negra tem uma rotina como esta."

 Eve grunhiu, assentiu, e agarrou o escorregador com o Peabody ao lado dela. "Sim, usa essa conexo. vamos eliminar aquele ngulo." 

Ela Miro para a parede da janela onde os tubos de vidro como os que ela evitava como se fossem veneno para polis, os dependentes, e os civis subiam e desciam por fora do edifcio. alm deles ela viu um par de unidades de apoio de ar rugindo para o oeste, a todo volume entre um dirigvel publicitrio e um transporte interurbano.
Dentro, o pulso do edifcio era rpido e forte. Vozes, ps apressados, uma multido de corpos com trabalhos por fazer. Era um ritmo que ela entendia. Ela Miro sua unidade de boneca, no contente vendo que logo que eram nove. Ela tinha estado de servio quatro horas, e o dia logo que comeava.
E vejamos se podemos conseguir um VO real da vtima," ela continuou quando deram um passo fora do escorregador. Obtivemos uma amostra de suas impresses digitais e seu DNA. Se Morris est metido na anlise pstuma, ento ao menos deveria ter uma idade aproximada.
Porei-me nisso". Peabody torceu   esquerda, serpenteando atravs da cinta enquanto Eve se dirigia a seu escritrio. Esta era pequena, mas ela a preferia desse modo. A nica janela era estreita, deixando entrar pouca luz e muito rudo do trnsito areo. Mas o Auto Chef funcionava e estava provido do impecvel caf do Roarke.
Ela ordenou uma taa grande, logo suspirou quando o perfume rico, e forte deste cheio seu sistema. Sentando-se, ela conecto seu enlace com a inteno do lhe atormentem ao Morris.
Sei que ele est fazendo um PM," disse ela ao assistente que tratou de bloque-la. Tenho informao para ele concernente ao corpo. me faa passar.
Ela se reclinou em sua cadeira, deu zz gosta com caf,  tamborilou contra a taa, e esperou.
Dallas". A cara do Morris fluiu na tela. "Voc sabe como dio ser interrompido quando coloquei minhas mos na matria cinza de algum."
Tenho uma testemunha que pe a duas pessoas na cena. Um grande carro brilhante, bonitos sapatos brilhantes. A gente levava uma bolsa de couro, a outra uma bolsa branca que para - abro aspas - rudos midos. Soa-lhe de algo?
Soa-me," disse Morris, franzindo o cenho agora. "Sua testemunha viu  que aconteceu?
No, ele  um alcolico, dormiu a maior parte do tempo. Quando o despertou j se foram, mas segundo a linha de tempo, ele descobriu o corpo. Poderia essa bolsa com rudo mido ser o que acredito que ?"
Poderia ser uma maleta de transporte de rgos. Este  claramente um trabalho de primeira, muito profissional, Dallas. Uma extrao de primeira classe de um rgo principal. Tenho algo de sangre no trabalho de atrs. Sua vtima recebeu uma agradvel, e cmoda dose de anestesia. Ele nunca sentiu nada. Mas se o que fica nele  uma indicao, ento o corao era algo sem valor. Seu fgado estava destroado, seus rins parecem uma calamidade. Seus pulmes so da cor de uma mina de carvo. Este no era algum que perdia o tempo com vacinas anti-cncer ou tratamentos mdicos regulares. Seu corpo estava cheio de enfermidade. Tivesse-lhe dado seis meses, mximo, antes de que ele tivesse estirado a pata por causas naturais.
"Assim tomaram um corao sem valor," Eve reflito. "Talvez tratem de pass-lo como um bom."
"Se for como o resto dele, ento um estudante de primeiro ano de medicina saberia sua condio".
Eles o queriam.  muito maldito trabalho para assassinar a um adormecido da calada".
As possibilidades circularam em sua mente. Vingana, algum estranho culto, uma fraude no mercado negro. Patadas, de entretenimento. Prtica.
Voc disse que foi um trabalho de primeira classe. Quantos cirurgies na cidade o poderiam dirigir?"
Sou um doutor de mortos," Morris disse com uma ameaa de sorriso. os dos vivos no esto nos mesmos crculos. Dos elegantes hospitais privados em Nova Iorque seria o Centro Drake. Eu comearia ali.
Obrigado, Morris. Posso usar os relatrios finais logo que voc os possa tirar.
"Ento deixe retornar a meu crebro". Com isso, ele termino a transmisso.
Eve se giro para seu computador, estreitando os olhos. Esta fazia um suspeito rudo de zumbido, um que ela tinha reportado duas vezes aos imbecis de manuteno. Ela se inclinou para esta, mostrando os dentes em ameaa.
Computador, voc tiro de mierda, procurar dados sobre o  Centro Drake, instalao mdica, Cidade de Nova Iorque".
Trabalhando
Teve soluo, choramingou, e a tela brilhou intermitentemente em um alarmante vermelho que chamuscava os olhos. "Retornar a tela azul, maldio.
Engano interno. A tela azul no est disponvel. Continuar a busca?
Odeio-te."  Mas ela ajustou seus olhos. "Continue busca".
Procurando. . . . O Centro Drake de Medicina, localizado na Segunda Avenida, Cidade de Nova Iorque, estabelecido em 2023 em honra do Walter C. Drake, creditada com o descobrimento da vacina anti-cncer.  uma instalao privada, a qual inclui hospital e clnicas do cuidado da sade, avaliado Classe A pela Associao Norte-americana de Mdicos, instalaes de ensino e treinamento tambm avaliadas Classe A, assim como laboratrios de investigao e desenvolvimento com classificao Classe A. Deseja voc a lista dos membros das juntas de todas as instalaes?
"Sim, em tela e impresso".
Trabalhando  Engano interno.
Houve um incremento distintivo do zumbido, e a tela comeou a brilhar tenuemente.
Por favor repita a ordem.
vou comer me a esses gilipollas de manuteno para o almoo".
A ordem no computa. Voc deseja ordenar o almoo?
Ja  ja. No. A lista dos membros de todas as juntas das instalaes do Centro Medico Drake.
Trabalhando. . . . Junta do Centro Mdico: Colin Cagney, Lucille Mndez, Ti Wo, Mike Waverly, Te converse Olhe... 
Dra. Olhe, " murmuro Eve. Era uma boa conexo. A doutora era uma dos mximos  perfiladores de criminosos na cidade e estava filiada ao departamento de polcia e segurana de Nova Iorque. Ela era tambm uma amiga pessoal.
Eve tamborilo seus dedos, escutando os nomes da junta das instalaes educativas. Uns poucos lhe soaram vagamente, mas o alarme se voltou mais forte quando o computador alcanou  junta do ramo de investigao e desenvolvimento.
Charlotee Zemway, Roarke --
"Espera, espera. Seus dedos se converteram em punhos.  Roarke? Maldita seja, maldita seja, maldita seja, no pode ficar ele fora de nada?"
Por favor replantee a pergunta.
"Fechamento a maldita boca". Eve pressionou seus dedos sobre seus olhos; suspirando. "Continue a lista," ela fez o pedido enquanto seu estmago continuava afundando-se. "Imprima-o, logo desconecte".
Engano interno. Incapaz de cumprir mltiplos ordens ao tempo.
Ela no gritou, mas desejava faz-lo.
depois de uns frustrantes vinte minutos de esperar que os dados sassem, dirigiu-se atravs da rea dos detetives e se aproximo da rea onde os escritrios dos assistentes e ajudantes estavam apinhados em cubculos do tamanho de um tubo de secagem.
"Peabody, tenho que sair".
obtive outros dados entrantes. Quer que os transfira a minha unidade porttil?"
No, voc fica aqui, terminando as comprovaes. No deveria me levar mais de um par de horas. Quando voc tenha terminado com isto, quero que consiga um martelo.
Peabody tinha tirado sua caderneta de notas, quase escrevendo a ordem, quando ela se deteve, franziu o cenho para o Eve.  Senhor? Um martelo?"
Isso. Um martelo realmente grande, e pesado. Logo voc o leva a meu escritrio e golpeia com ele a intil desculpa filha de puta de escupidor de dados que h em meu escritrio para tirar o p.
"Ah". Porque ela era uma mulher sbia, Peabody esclareo sua garganta em vez de soltar uma risada afogada. "Como um substituto dessa ao, Tenente, eu poderia chamar manuteno".
Bem, faa isso, e diz a todos que a primersima oportunidade, vou ali abaixo e vou matar os a todos eles. Uma matana em massa. E depois de que estejam todos mortos, vou chutar seus corpos ao redor, danando sobre eles, e a cantar uma cano feliz. Nenhum jurado me condenar.
Porque a idia do Eve cantando e danando em qualquer parte fez que seus lbios  tremessem, Peabody mordeu o interior de sua bochecha. Informar-lhes de seu descontente com seu trabalho".
"Faa isso, Peabody". Dando meia volta, Eve se encolheu de ombros em sua jaqueta e se afasto.
Teria sido mais lgico para ela procurar a Olhe primeiro. Como psiquiatra,  Medico, e criminalista, Olhe seria uma valiosa fonte neste caso. Mas Eve conduziu  parte alta da cidade para o arranha-cu brilhante que era o edifcio do quartel geral de Nova Iorque do Roarke.
Havia outros edifcios em outras cidades, dentro e fora do planeta. Seu marido tinha dedos preparados em muitos bolos para contar. Bolos substanciosos, ela sbia, bolos complicados. E faz tempo, bolos muito duvidosos.
Ela supunha que era inevitvel que seu nome aparecesse em conexo com muitos de seus casos. Mas no tinha porque lhe gostar de.
Ela deslizo seu veculo no espao que Roarke tinha reservado para ela na garagem multi-nvel. A primeira vez que ela tinha ido ali, no faz mais de um ano, ela no tinha tido tais privilgios. Nem sua voz e nem suas impresses digitais tinham estado programadas no sistema de segurana do elevador privado. Antes, ela tinha entrado pelo vestbulo principal com seus acres de ladrilhos, seus bancos de flores, suas telas e mapas em movimento, e tinha sido escoltada  a seus escritrios para lhe interrogar sobre um assassinato.
Agora a voz informatizada a saudou por seu nome, desejou-lhe um bom dia, e lhe disse que quando ela entrasse Roarke seria informado de sua visita.
Eve colocou suas mos nos bolsos, caminhou de cima abaixo pelo cubculo em seu fcil passeio  parte superior do arranha-cu. Ela imaginou que ele estava em meio de algum mega-trato ou em uma complicada negociao para comprar um planeta mdio ou a tirante financiamento de um pas. Pois bem, ele sozinho teria que esperar para fazer seu seguinte milho at que ela tivesse algumas respostas.
Quando as portas sussurraram ao abrir-se, a assistente do Roarke a esperava com um sorriso educado. como sempre, ela estava perfeitamente penteada, seu cabelo branco como a neve liso arrumado com estilo. Tenente, que agradvel lhe ver outra vez. esta Roarke em uma reunio. Ele queria saber se voc poria  esperar em seu escritrio s uns poucos minutos.
"Claro, estupendo, de acordo".
"Posso-lhe trazer algo enquanto espera? Ela dirigiu ao Eve atravs do ventanal de cristal onde Nova Iorque se apressava a uns sessenta pisos por debaixo. "Se voc no almoou, ento posso postergar a seguinte entrevista do Roarke para lhe acomodar."
A tranqila deferncia sempre a para sentir estpida -- imperfeita, pensou Eve, para si mesmo. No, isto no deveria demorar muito. Obrigado.
"Simplesmente me deixe saber se posso fazer algo por voc". Discretamente, ela fechou a porta e deixou sozinha ao Eve.
O escritrio era enorme,  obvio. Ao Roarke gostava de ter seu espao. O mar de janelas estava colorido para recortar o resplendor e oferecer uma vista assombrosa da cidade. Tambm gostava das alturas -- um gosto que Eve no compartilhava. Assim  que ela no passeio perto da janela a no ser sobre o luxuoso tapete.
Os acessrios na habitao eram inteligentes e nicos. O mobilirio elegante e confortvel, em tons de topzio e esmeralda. Ela sabia que a placa do escritrio de bano era simplesmente um centro mais de poder para um homem que exsudava poder tanto como respirar.
Eficincia, Elegncia, Poder. Ele nunca carecia de nenhum deles.
E quando, dez minutos mais tarde, ele entro atravs de uma porta lateral, foi fcil ver por que.
Ele ainda podia deter seu corao. Simplesmente por sua aparncia: Esse glorioso rosto, to perfeitamente esculpido como um estatua Renascentista, estava ressaltado pelo azul impossvel de seus olhos e uma boca desenhada para fazer que uma mulher a desej-la ardentemente na dela; Seu cabelo negro caa quase at seus ombros, lhe acrescentando um toque pcaro; E ela sbia como era de  forte e liso esse corpo, agora elegantemente vestido com um traje negro feito a medida.
Tenente". Com o murmrio da Irlanda, sedoso e romntico, em sua voz. "Um inesperado prazer.
Ela no era consciente de que franzia o cenho ou que ela freqentemente o para quando a alagava a lhe intoxiquem combinao de amor e luxria que ele causava nela. Preciso falar contigo."
Suas sobrancelhas se levantaram enquanto ele se aproximava dela. "Sobre?
"Assassinato".
"Ah". Ele j tinha posto suas mos nas dele, e se estava inclinando para um comprido, lento beijo de saudao. Estou sob arresto?
Seu nome apareceu durante uma busca. O que faz na junta do Centro Drake na  unidade de investigao e desenvolvimento? "
Ser um cidado honrado. Estar casado com uma poli faz isso a um homem. Ele dirigiu suas mos acima de seus braos para seus ombros, ao sentir a tenso ali, suspirou. Eve, estou em todo tipo de tediosas juntas e cometem. Quem est morto? "
"Um adormecido da calada de nome Snooks".
No acredito que nos conhecssemos. Sente-se; me diga o que tem isto que ver com que eu seja membro em uma junta do Centro Drake.
"Possivelmente nada, mas tenho que comear em alguma parte". Como, ela no se sentou, vagou pelo quarto.
Roarke a observou, contida-a, e nervosa energia que  parecia faiscar visivelmente ao redor dela. E conhecendo-a, ele entendeu que toda essa energia estava j enfocada em encontrar justia para os mortos.
Era s uma das razes pelas que lhe fascinava.
"O corao da vtima tinha sido removido cirurgicamente enquanto ele estava em seu refgio abaixo no Bowery," lhe disse. "O  ME afirma que o procedimento requereu um cirurgio de primeira classe, e o Drake  meu primeiro passo".
Boa eleio.  o melhor na cidade, e provavelmente o melhor neste Costa". Considerando-o, Roarke se apoiou contra seu escritrio. "Tomaram seu corao?
Isso. Ele era um alcolico, um cocainmano. Seu corpo estava desgastado. Morris diz que o corao era intil de qualquer maneira. O tipo poderia estar morto em seis meses. Ela deixou de caminhar e lhe confrontou, colocando seus polegares nos bolsos dianteiros. "O que sabe a respeito da comercializao de rgos no mercado negro?"
Isso foi algo no que nunca me coloquei, at em meus mais... flexveis dias," ele adiciono com um dbil sorriso. Mas os avanos em rgos criados pelo homem, o fornecimento ainda disponvel por mortes acidentais, os avanos na sade e a criao de rgos todo isso levou o mercado guia de ruas de rgos a nada. Esta rea alcanou seu mximo faz uns trinta anos atrs.
"Quanto cobram por um corao na rua?" Ela demando.
Realmente no sei". Sua sobrancelha se elevo, e um sorriso voou ao redor de seu sexy e potica boca. "Quer que o averige?"
Posso-o averiguar eu mesma."  Ela comeou a passear-se outra vez. "O que faz nessa junta?
Sou um assessor. Meu departamento de Desenvolvimento e Investigao tem um ramo mdico que coopera e assiste ao Drake. Temos um contrato com o Centro. Subministramos equipe mdica, mquinas, computadores. Ele sorriu outra vez. rgos artificiais. os de Desenvolvimento e Investigao do Drake trabalham primordialmente com frmacos, prtese, produtos qumicos. Ambos fabricamos rgos de substituio.
"Faz coraes?
Entre outras coisas. No comercializamos com tecido vivo.
"Quem  o melhor cirurgio do pessoal?"
Colin Cagney  o chefe do pessoal. Seu o conheceste, " adicionou Roarke.
Ela s grunhiu. Como podia recordar toda a gente que ela tinha conhecido em algumas reunies sociais desde que Roarke entro em sua vida? "Pergunto-me se ele fizer - como lhe chamaram eles - chamadas domsticas?
"Chamadas caseiras," Roarke corrigiu com um indcio de sorriso. Realmente no posso ver o distinto Dr. Cagney realizando uma cirurgia ilegal no refgio de um adormecido da calada ".
"Talvez terei uma opinio  diferente uma vez que lhe conhea outra vez.  Ela deixou escapar um profundo suspiro e passou seus dedos atravs de seu cabelo. "Lamento te haver interrompido o dia".
"Interrompe-o um pouco mais," ele sugeriu e se deu gosto aproximando-se dela e esfregando seu polegar sobre seu cheio lbio inferior. Almoa comigo".
No posso. Tenho papelada que fazer. Mas a ligeira frico em seu lbio o fez curvar-se. "Ento, o que estava comprando?
"a Austrlia," ele disse logo riu quando lhe olhou boquiaberta. "Simplesmente um pequeno pedao dela". Muito contente com sua reao, ele a aproximo bruscamente para um rpido, e duro beijo "Cristo, te adoro, Eve.
Se, bem. De acordo". Continuamente a deixava quente e frouxa ouvi-lo. Sab-lo. "Tenho que ir ".
"Voc gostaria que visse o que posso encontrar a respeito da investigao de rgos no Drake?"
Esse  meu trabalho, e sei como faz-lo. Seria realmente agradvel se no te envolvesse em este caso. Simplesmente... v comprar o resto da Austrlia ou algo pelo estilo. Verei-te em casa.
"Tenente? Ele se voltou para seu escritrio, abriu uma gaveta. Conhecendo como trabalhava, lhe lanou uma barra de energia. Seu almoo, suponho".
Isto lhe fez sorrir abertamente enquanto o guardava em seu bolso. "Obrigado".
Quando ela fechou a porta detrs dela, ele Miro sua unidade de boneca. Vinte minutos antes da seguinte reunio, Roarke calculo. Tempo suficiente.
Ele tomou assento em seu ordenador, sonriendo um pouco enquanto ele pensava em sua esposa, logo procuro dados do Centro Drake.


CAPTULO TRS
Eve descobriu que foi o melhor que no haver aonde Olhe primeiro. A doutora estava fora. Ela enviou um rpido E-mail pedindo consulta para um caso ao dia seguinte, logo se dirigiu para o Centro Drake.
Este era um desses edifcios de exagerados blocos que ela tinha visto um centenares de vezes e aos que nunca tinha emprestado ateno. antes do Roarke, claro esta. Aps, ele a tinha miservel, obrigado  fora, ou carregado aos centros de tratamento de emergncia muitssimas vezes. Quando, pensou ela agora, ela teria estado perfeitamente bem com um estojo de primeiro socorros de primeiros auxlios e uma sesta.
Ela odiava os hospitais. O fato de que ela entrando como uma poli e no como um paciente no lhe parecia que fizesse nenhuma diferena.
O edifcio central era de uma arenito velha e distinguida que tinha sido carinhosamente, e ela sups costosamente, conservada. As estruturas puras  e brancas se sobressaindo desta, fora dela, combinada com tubos  de ar brilhantes, e o anel espiral de deslizamento que cintilavam chapeados.
Haviam sobressalentes em branco que formavam o que ela supunha poderia ser restaurantes, tenda presentes, ou outras reas onde o corpo administrativo ou visitantes ou pacientes poderiam ter permisso para observar e desfrutar da vista. E enganar-se a se mesmos de que no estavam em uma estrutura cheia de enfermidade e sofrimento.
devido a que o computador de seu veculo era mais confivel que sua unidade no escritrio, ela pde ganhar acesso a alguns dados gerais. O Centro Drake era mais  uma cidade dentro da cidade que um centro mdico. Este continha instalaes de treinamento, instalaes de ensino, laboratrios, unidades de trauma, cirurgia, habitaes de pacientes e sutes, uma variedade de sales para o pessoal, e reas de visita como as que se esperariam em um centro mdico.
Mas alm disso, tnia uma dzia de restaurantes - dois dos quais eram avaliado de cinco estrelas - quinze capelas, um elegante pequeno hotel para a famlia e amigos de quo pacientes queriam permanecer perto, um pequeno, e exclusivo centro comercial, trs teatros, e cinco sales de servios completos.
Havia numerosos mapas mveis e centros de informao para ajudar s visitas a encontrar o caminho ao setor eleito. As cintas mecnicas percorriam da rea de estacionando s diversas entradas, e os tubos escorregadores de cristal cintilavam  luz do sol invernal enquanto se deslizassem de acima a deso pelos lados da gigantesca estrutura branca como gua.
Impaciente, e porque esta era a melhor seo, Eve ps seu carro na parte do ER, giro-o em um espao nivelado na rua, logo lhe grunho ao parqumetro eletrnico que demando saber a s leses que ela sofria.
Esta  uma rea de estacionamento s de emergncia. Suas leses ou sua enfermidade devem verificar-se em ordem para que seu veculo permanea nesta rea de estacionamento. Por favor declare a natureza e extenso de suas leses ou sua enfermidade e d um passo adiante para ser escaneado.
Tenho uma molstia terminal," lhe devolveu e se separou de um empurro a  tela. Assuntos policiais. Ocupe-se disso.
Enquanto o aparelho eletrnico grasnava, ela partiu dando meia volta para caminhar a grandes passos atravs das portas dobre de vidro.
O ER estava cheio de gemidos, soluos, e queixa. Os pacientes em diferentes etapas de desassossego se acurrucaban em cadeiras, enchiam as formas no leva-pantalla, ou esperavam com olhos frgeis seu turno.
Um regulamento estava ocupado enxugando sangue ou Deus sabe que, conservando o piso cinza ao desinfetado. As enfermeiras se moviam energicamente em plidos uniformes azuis. Ocasionalmente os doutores passavam por a com suas largas, e ondeantes bata de laboratrio e tomavam cuidado de no fazer contato visual com os que sofriam.
Eve localizou o primeiro mapa e pergunto pela asa de cirurgia. A rota mais rpida era a cinta mecnica subterrnea, assim  que ela se uniu a um paciente que gemia pacote a uma maca, dois esgotados internos, e um casal que se sentou muita junta cochichando a respeito de algum chamado Joe e sua oportunidade de um fgado novo.
Quando ela tomo a asa direita, subiu um nvel.
O piso principal aqui estava tranqilo como uma catedral e quase to meticulosamente  adornado com seus cus cetins de mosaico suspenso nas alturas e seus suntuosos quadros de flores e  de arbustos viosos. Havia vrias reas com assentos, todas com centros de comunicaes. Os droides de guia vestiam com  agradveis bonitos bolos para emprestar ajuda quando fora necessrio.
Esse era o custou de ser aberto por um bisturi laser, para reparar rgos internos ou substitui-los em uma instituio privada. O Centro Drake havia provida uma apropriada  rea de bem-vinda para aqueles que poderiam pagar estes servios.
Eve escolheu ao azar uma da meia dzia de consoles de recepo e mostrou sua placa ao dependente para garantir que no houvesse nenhuma evasiva. Preciso falar com o Dr. Colin Cagney ".
"Um momento, por favor, enquanto localizo ao doutor". O dependente tinha posto um traje cinza pedra e um preciso n de gravata. Eficientemente, ele dirigiu a busca em sua unidade, logo ofereceu ao Eve um sorriso educado. O Dr. Cagney est no dcimo piso. Esse  o nvel de consultas. Ele est atualmente com um paciente.
"H uma rea privada de espera nesse nvel?"
H seis reas privadas de espera no dcimo nvel. me deixe ver se houver uma disponvel para voc. Ele procuro em outra unidade, que enviava piscadas vermelhas ou verdes. A rea de espera trs esta disponvel. Estarei encantado de reserv-lo para voc.
Bem. lhe diga ao Dr. Cagney que estou esperando para falar com ele, e que estou escassa de tempo.
 obvio. Tome qualquer elevador no banco seis, Tenente. Boa sade.
"De acordo," ela resmungou. Qualquer to incesantemente educado a para estremecer. Qualquer treinamento que lhe dessem ao pessoal administrativo no-mdico devia ter includo uma drstica reduo de personalidade, ela decidiu. Com os nervos de ponta, ela montou o tubo para cima e saiu diretamente fora do quarto de espera.
Era um quarto pequeno, decorado com bom gosto com uma tela de relaxao enviando suaves cores, cambiantes. Essa foi a primeira coisa que ela desativo. Ignorando o sof baixo e duas profundas cadeiras, ela vagou pelo quarto.
Ela queria sair. O melhor substituto era uma janela com vistas  Segunda Avenida.
Ali, ao menos, a rua e o trfico eram predeciblemente ruidosos e sujos. Ela observo a um helicptero dos meios aproximar-se e dar voltas na trajetria de um dos blocos. Ela contou dois mais, uma ambu-jato, e cinco ambulncias guias de ruas antes de que se abrisse a porta atrs dela.
"Tenente". O doutor tinha um sorriso deslumbrante, seus dentes to brancos e retos como uma fila Naval. Ele os mostrou enquanto cruzava o quarto.
Apropriado, pensou Eve, O rosto suave, mimada, a  paciente, e inteligente olhar cinza baixo dramticas sobrancelhas negras. Seu cabelo era de um branco te cintilem emoldurado do lado esquerdo por uma mecha negra.
Ele no levava posta uma bata de laboratrio a no ser um traje belamente talhado do mesmo cinza  piarra de seus olhos. Sua mo, quando ele tomou as suas, era suave como a de um menino e firmes como uma rocha.
Dr. Cagney ".
Espero que voc se lembre de me chamar Colin". O sorriso apareceu outra vez enquanto ele apertava e soltava sua mo. Encontramo-nos algumas vezes em diversas funes. Mas imagino que  entre seus assuntos e os do Roarke, voc conhece muitas pessoas.
"Uma grande verdade, mas eu lhe recordo.  Ela o fez, logo que lhe tinha visto. O no tinha um rosto fcil de esquecer. Marcados mas do rosto, mandbula quadrado, frente alta. E suas cores conseguiam impressionar. Pele de ouro plido contra branco e negro. "Avaliao que acessasse a falar comigo".
"Estou feliz de faz-lo.  Ele gesticulou para uma cadeira. Mas espero que voc no tenha vindo procurando meus servios profissionais. Esta voc est doente?
No, estou bem.   meu trabalho o que me traz aqui. Embora preferia ficar de p, ela se sentou. Estou trabalhando em um caso. Um adormecido da calada foi assassinado esta manh cedo. Por algum com excelentes habilidades cirrgicas.
Suas sobrancelhas se uniram quando ele negou com a cabea. No o entendo".
Seu corao tinha sido removido e tirado da cena. Uma testemunha descreveu que um dos suspeitos levava o que vocs chamam uma bolsa de rgos.
"Meu Deus". Ele pregou suas mos em seus joelhos. A preocupao se moveu rapidamente em seus olhos junto com a confuso. Estou consternado de ouvi-lo, mas ainda no entendo. Voc me diz que seu corao estava cirurgicamente removido e transportado?
Exatamente. Ele foi anestesiado e assassinado em seu prprio refgio. viu-se duas pessoas entrando, algum levava o que se parecia muitssimo a uma maleta de doutor, a outra uma bolsa de trasporte. A operao foi realizada por algum muito perito. Sangradores, acredito que vocs lhe chamam, tiraram-no  completamente e o selaram, a inciso foi precisa. No estava feito por um principiante".
"Para que propsito?" Cagney se queixou. No soube que roubo de um rgo, no desta natureza, em anos. Um  dorme da calada? determinou voc sua condio de sade antes de que isto se feito? "
O  ME  diz que ele teria morrido enquanto dormia em questo de meses. No acreditam que tirassem um corao de primeira dele.
Com um pesado suspiro, ele se recostou. Imagino que voc v todo tipo de coisas o que faz os homens a outros homens em seu trabalho, Tenente. Eu uni as peas de corpos que estiveram quebrados, quebrados, cortados. A um nvel, amoldamos a isso. Devemos faz-lo. Mas a outro, nunca falta a conmocionar e a decepo. O homem continuamente encontra novos mtodos para matar homens.
"E sempre o far," Eve esteve de acordo. Mas o instinto me diz que a morte deste homem foi incidental. Eles obtiveram o que queriam dele. Tenho que lhe perguntar, Dr. Cagney, onde esteve voc esta manh entre a uma e as  trs a.m.?"
Ele pisco, e sua boca bem formada se abriu involuntariamente antes de que ele se recuperasse. Entendo". Ele falo devagar, sentando-se direito outra vez. Estaria em casa, dormindo com minha esposa. No tenho forma de provar isto, entretanto. Sua voz se esfriou, seus olhos se esfriaram. "Necessitar um advogado, Tenente?"
"Isso depende de voc," ela disse uniformemente. Mas no vejo razo para um neste momento. Precisarei falar com sua esposa em algum momento".
Com a  boca sombria agora, ele assentiu. "Entendo".
Cada um de nossos trabalhos correm com rotinas que freqentemente so desagradveis. Esta  a minha. Necessito uma lista dos mximos cirurgies na cidade, iniciando com esses que se  especializem em transplantes de rgos".
Ele se levantou, e passeio para  a janela. Os doutores se respaldam uns aos outros, Tenente. H orgulho e lealdade envolta aqui.
Os polis se respaldam uns aos outros. E quando um deles   descoberto sendo sujo, isto suja a todos. Posso ir atravs de outros canais para obter a lista que necessito, "ela adicionou, levantando-se, " mas apreciaria sua cooperao. Um homem foi assassinado. Algum decidido que ele no deveria ter permisso de terminar seus dias. Isso me desgosta muito, Dr. Cagney.
Seus ombros se moveram quando ele suspiro. Enviarei-lhe uma lista, Tenente," ele disse sem d-la volta. "Voc o ter para o final do dia".
"Obrigado".


Ela retornou de carro  Central de polcia, recordando sua barra de energia enquanto ela estacionava na garagem. Ela a comeu de caminho a seu escritrio, mastigando o nutriente e meditando sobre suas impresses do Cagney.
Ele tnia uma cara em que um paciente confiaria, inclusive temeria  um pouco, ela imagino. Algum se inclinaria a acreditar que sua palavra - mdica- era lei. Ela tinha a inteno de fazer uma investigao dele, mas lhe calculou que estava em sua meia parte ou a finais dos sessenta. Isso queria dizer que ele tinha sido doutor por mais da metade de sua vida at agora.
Ele poderia matar. Ela sbia que qualquer podia sob as condies adequadas. Mas podia matar ele to a sangue frio? ele poderia proteger, sob a capa de lealdade profissional, a algum mais que poderia faz-lo?
Ela no estava segura das respostas.
A luz de seu computador estava piscando em verde, indicando uma entrada nova de dados. Peabody, pensou ela, tinha estado trabalhando duro. depois de tir-la jaqueta, ela os solicito. S tomou cinco frustrantes minutos de chiados antes de que os dados se abrissem de repente com um pequeno som explosivo.
A vtima se identificou como Samuel Michael Petrinky, nascido 5-6-1961, Madison, Wisconsin. Numero de VO 12176-VSE-12. Pais defuntos. Nenhum irmo conhecidos. Estado civil: divorciado Junho de 2023. Antiga esposa Cheryl Petrinsky Sylva, idade 92. Trs filhos do matrimnio: Samuel, Diego, Luzia. Dados disponveis a pedido sobre arquivos cruzados.
Nenhum emprego conhecido nos ltimos trinta anos.
O que te passou, Sam? Ela se perguntou. por que deixaria a uma esposa e filhos e viria a Nova Iorque para fritar seu crebro e destroar seu corpo com beberagens e fumaa?
"Maldita forma de terminar," ela resmungou, logo pediu a referncia cruzada de seus filhos. Ela teria que notificar ao parente mais prximo.
Voc realizou uma funo ilegal. Por favor suprima petio e entre seu nmero de VO imediatamente ou todos os dados no guardados se destruiro.
"Voc filho de puta". Eve furiosa, ficou de p e deu murros ao lado do computador com o punho fechado. Mesmo que a dor cantou em seus ndulos, ela se disps a lhe dar murros outra vez. 
"Problemas com sua equipe, Tenente?"
Ela sopro, apertou os dentes, e se endireitou. Era estranho que o Comandante Whitney visitar seu escritrio. E no um momento muito feliz de lhe ter fazendo-o quando ela estava golpeando propriedade departamental.
"Respetuosamente, senhor, esta unidade empresta".
Poderia ter sido um sorriso o que  se moveu rapidamente em seus escuros olhos, mas ela no podia estar segura.
Sugiro-lhe que contate com manuteno, Dallas".
"Manuteno, Comandante, est cheio de atrasados mentais".
"E o presuposto est cheio de ocos". Ele entrou, fechou a porta a suas costas, o que fez tremer o estmago do Eve ansiosamente. Ele jogou uma olhada ao redor, logo negou com a cabea. Sua hierarquia lhe faculta um escritrio, Dallas. No uma masmorra.
"Isto vai bem comigo, senhor".
Como voc sempre diz. Esta esse Auto Chef sortido com seu caf ou o do departamento? "
O meu, senhor. Gostaria de um pouco?"
Certamente eu gostaria".
Ela se giro a lhe ordenar uma taa. A porta fechada queria dizer que ele desejava privacidade. A petio de caf indicava que ele queria tranqiliz-la.
A combinao ps nervosa ao Eve. Mas sua mo era estvel quando lhe ofereceu uma taa, e seus olhos ficaram fixos nos dele.
Sua cara era larga, tinha uma tendncia a ser dura. Ele era um homem grande com largos ombros, mos largas, e muito freqentemente, com a fadiga fazendo mais escuros seus olhos. "Voc recebeu um homicdio cedo esta manh," ele comeou, detendo-o suficiente para sorver e apreciar o genuno caf de genunos gros que o dinheiro do Roarke podia comprar.
Sim, senhor. A vtima acaba de ser identificada. Notificarei ao parente mais prximo. Lano a seu computador um olhar cruel. Quando puder tirar os dados  fora desse cacharro. Terei um relatrio atualizado para voc ao final do dia.
Tenho um relatrio do primeiro oficial na cena em meu escritrio agora. junto com uma queixa. Voc e Bowers aparecem ter suas cabeas chocando.
Ca em cima dela. Ela o merecia.
"Ela arquivou uma queixa de que voc usou linguagem ofensiva e imprpria". Quando Eve ps seus  olhos em branco, ele sorriu. Voc e eu, ambos sabemos que essa classe de queixa no  mas que uma molstia e geralmente faz ao demandante parea um parvo de costas empalada. Entretanto" Seu sorriso se desvaneceu. Ela tambm afirma que observou que seu trabalho em cena estava mal feito e descuidado. Que voc uso indevidamente a seu aprendiz e a ameaou com dano fsico.
Eve sentiu que o sangue comeava a crepitar quente sob sua pele. Peabody registrou a investigao na cena. Ter uma cpia disso em seu escritrio imediatamente.
Necessitarei isso para descartar a queixa oficialmente. Extraoficialmente, sou completamente consciente que  uma prataa.
Havia duas cadeiras. Mas as duas estavam to maltratados e chirriantes, que Whitney lhes deu um duvidoso olhar antes de decidir-se por uma. Eu gostaria de escutar sua verso antes de atuar".
"Minha investigao continuasse, e assim tambm se far com meu relatrio".
Ele cruzo seus dedos, conservando a expresso branda em sua larga cara. "Dallas," foi tudo o que ele disse e fez que ela expulsasse de um sopro o flego.
Dirigi-lo. No acredito em ir correndo aonde um oficial superior ou encher papis por um incidente menor entre polis. Quando ele s continuou olhando-a fixamente, ela colocou suas mos nos bolsos. O oficial de maior categoria na cena no tinha assegurado a rea corretamente a minha chegada. Ela foi apropiadamente repreendida a respeito da falta no correto procedimento. O oficial Bowers ostentou uma  tendncia marcada para a insubordinao, o qual foi, a meu parecer, dirigido apropiadamente. No outro, seu aprendiz me indicou que em um registro prvio da rea, havia outro refgio ao lado do da vitima, o qual, desde no dia anterior, tinha sido movido. Lhe tinha reportado o mesmo a seu treinador e sua observao tinha sido descartada. Esta observao, seguindo-a, produziu uma testemunha. Convidei ao aprendiz, Oficial Trueheart, a unir-se  entrevista desta testemunha, quem lhe conhecia ele. Trueheart, como estar indicado em meu relatrio, mostra um excelente potencial.
Ela fez uma pausa em sua lacnica explicao, e o calor brilhou intermitentemente em seus olhos pela primeira vez. Nego todos os cargos menos o ltimo. Muito bem poderia ter ameaado ao Oficial Bowers com dano fsico e pedirei a meu ajudante que o verifique. Meu lamento, a esta hora,  que no cheguei at o final com qualquer ameaa que lhe pude ter feito e lhe golpear seu gordo traseiro. Senhor.
Whitney levantou suas sobrancelhas para encobrir sua diverso. Era uma coisa estranha para sua tenente adicionar seu temperamento pessoal em um relatrio verbal. Se voc tivesse chegado at o final. Tenente, teramos uma pequena e bonita desordem em nossas mos. Assumo, conhecendo exatamente que to minuciosa , que voc ou seu ajudante tenham feito uma comprovao do Oficial Bowers. Ao menos uma mnima comprovao, e est por conseguinte contm seu registro de transferncias. Ela  o que chamamos um menino problema. O departamento se inclina a mover a seus meninos problemticos de rea em rea.
Ele fez uma pausa por um momento, esfregando uma mo sobre a parte de detrs de seu pescoo para aliviar alguma doena. Bowers  tambm uma campe enchendo queixa. Nada gosta mas a ela que arquivar queixa. Lhe tomou uma forte averso, Dallas, e extraoficialmente, advirto-lhe que provavelmente gostaria de lhe criar problemas, de qualquer forma que ela possa.
"Ela no me preocupa.
Vim aqui a lhe dizer que deveria preocup-la. Seu tipo se alimenta de problemas, de causar problemas a outros polis. E lhe tem na olhe. Ela enviou uma cpia ao Chefe Tibble e uma ao representante do departamento desta queixa. Ponha o registro da cena, e seu relatrio, e uma resposta cuidadosamente expressa a esta queixa em meu escritrio antes do final do dia. Use ao Peabody, " ele adicionou com um leve sorriso, "Ao menos. Ela ter a cabea fria.
"Senhor". O ressentimento brilhou tenuemente em sua voz, em seus olhos, mas ela guardou silncio.
Tenente Dallas, nunca tive a um melhor poli sob minhas ordens que a voc, e minha resposta pessoal para a queixa dir isso. Os poli como Bowers raramente chegam longe. Ela tropea em seu caminho fora do departamento, Dallas. Esta  s uma dificuldade em seu caminho. Tome-lhe a srio, mas no lhe d mais de seu tempo e sua energia do necessrio.
Passar mais de cinco minutos de meu tempo e energia nisto quando tenho um caso que fechar  excessivo. Mas obrigado por seu apoio.
Ele inclinou a cabea, levantou-se. "Maldito bom caf," ele disse tristemente e deixou a um lado a taa vazia. "Para o final de volta, Dallas," ele adicionou enquanto saa andando.
"Sim, senhor".
Ela no chutou o escritrio. Ela pensou nisso, mas seus ndulos ainda picavam por atirar um golpe contra outro objeto inanimado. Em vez do risco de machucar-se a se mesma outra vez, ela chamo o Peabody para ocupar-se da mquina e ganhar acesso aos nmeros de contato do parente mais prximo do Snooks.
Ela conseguiu localizar  filha que, embora no lhe tinha visto em quase trinta anos, desfeito-se em lgrimas.
Isto no fez nada para apaziguar o estado de nimo do Eve. O mais prximo a alegr-la foi ver a reao do Peabody pela queixa reportada do Bowers.
"Essa cara plaina, urina de matria cinza cadela! Com o rosto aceso, e as  mos em seus quadris, Peabody entrou em um discurso rimbombante completo. Deveria ir tirar a de no importa que oco no que ela est colocada e deveria chutar seu feio traseiro. Ela  uma mentirosa filha de puta, e pior, ela  uma poli piolhenta. Onde diabos ela crie que vai arquivar alguma queixa chor, imaginada contra suya? Desde onde saiu ela?
Peabody tiro sua unidade pessoal e comeou a baixar informao. Enviar esta agora mesmo e mostrarei a ela simplesmente como se  sente uma queixa quando te golpeia entre os olhos".
"Whitney disse que voc estaria com a cabea fria," disse Eve com um sorriso aberto. Estou to contente de ver que o comandante conhece assim de bem a suas tropas ". Logo ela riu porque os olhos do Peabody estavam quase para fora de sua cabea. Tome um par de flegos, Peabody, antes de que algo estale em seu crebro. Dirigiremos isto de uma maneira apropriada atravs dos canais corretos".
"Logo aplanaremos a essa cadela, verdade?"
"Supe-se que voc deve ser uma boa influncia". Com uma sacudida de cabea, Eve se sentou. Necessito que copie o registro da cena para o Whitney e escriba seu relatrio. Mantenha-o direto e simples, Peabody. Solo os fatos. Escreveremo-los independentemente. Terei que escrever uma resposta para a queixa, e quando voc tenha essa cabea fria que Whitney crie tem, voc pode passar a  isso por mim.
No sei como pode tomar-se isto to serenamente".
No o fao," Eve resmungou. me acredite. nos ponhamos mos  obra aqui.


Ela conseguiu termin-lo, mantendo-se em um tom sereno e completamente profissional. Durante o passo final de sua resposta, a lista que ela a  pediu ao Cagney chegou. Ignorando a dor de cabea que comeava a anunciar-se fortemente detrs de seus olhos, ela copiou todos os discos relacionado com o caso, fez o que ela considerou uma chamada racional, razovel a manuteno - ela s lhes chamou atrasados mentais duas vezes - logo se levo tudo com ela. Era o final do turno, e Por Deus, ela estaria em casa a tempo para variar, inclusive se ela tnia a inteno de trabalhar uma vez que chegasse ali.
Mas seu temperamento comeou a ferver a fogo lento e a aguilho-la enquanto conduzia. Suas mos apertavam e afrouxavam o leme. Ela tinha trabalhado duramente para converter-se em uma boa poli. Ela tinha treinado e estudado e observado e estava disposta a trabalhar at deprimir-se por manter-se como uma boa poli.
Sua placa simplesmente no definia o que ela era mas se quem era. E de algum jeito, Eve soube, que essa placa, o que representava, tinha-a salvado.
Os primeiros anos de sua vida tinham desaparecido ou eram um borro de dor e sofrimento e abuso. Mas ela tinha sobrevivido, tinha sobrevivido ao pai que a tinha golpeado, tinha-a violado, quem a tinha ferido tanto que quando ela foi encontrada quebrada e ensangentada em um beco, ela inclusive no tinha recordado seu nome.
Assim foi como ela se converteu no Eve Dallas, um nome que foi dado por um trabalhador social e um pelo que  ela tinha lutado para que significasse algo. Ser um poli queria dizer que ela no estava mais indefesa j. Mais inclusive, queria dizer que ela era capaz de apoiar a aqueles que estavam indefesos.
Cada vez que ela se parava ante um corpo, ela recordava como era ser uma vtima. Cada vez que ela fechava um caso, isto era uma vitria para os mortos, e para uma muchachita sem nome.
Agora alguma rgida scooper com uma m atitude tinha tentado pr uma mancha em sua placa. Para alguns polis, seria uma molstia, uma irritao. Para o Eve, era um profundo, insulto pessoal.
Uma mulher fsica, ela tratou de divertir-se a si mesmo imaginando como se sentiria ter ao Bowers em um suarento emano  mo. O satisfatrio som de osso contra osso, a doce essncia do primeiro sangue.
Com todo a imagem as engenhou para enfurec-la. Suas mos estavam atadas. Um oficial superior no podia aoitar a um de uniforme, por mais que ela o merecesse.
Assim  que ela atravessou de carro as portas e o gracioso caminho da estrada privada  entristecedora casa de pedra e cristal como era a do Roarke. Ela deixou seu carro em frente, esperando, realmente esperando, que o culo apertado do Summerset dissesse algo depreciativo a respeito dele.
Ela logo que sentiu o frio quando troto subindo as escadas e abriu a alta porta principal. Ali ela esperou, um golpe, dois. Normalmente lhe levava menos tempo ao mordomo do Roarke para deslizar-se no vestbulo e insult-la. Hoje, lhe queria, desejava-o ardentemente.
Quando a casa permaneceu em silncio, ela grunhiu de frustrao. O dia, pensou ela, ia simplesmente perfeito. Ela inclusive no poderia ter um combate com seu pior inimigo para soltar um pouco de vapor.
Ela realmente, realmente queria golpear algo.
Ela se Quito a jaqueta de couro, lanando-a deliberadamente sobre um novo perchero esculpido.  Mas mesmo assim, ele no se materializou.
Bastardo, pensou ela com desgosto e subiu as escadas. Que diabos se supunha que tnia que fazer ela com esta logo que controlada fria borbulhando dentro dela se no podia golpear duramente ao Summerset? Ela no queria uma ronda com o droide  de treinamento maldita seja. Ela queria contato humano. Bom, violento contato humano.
Ela entrou no dormitrio, tentando apagar o aborrecimento com uma ducha quente antes de ir ao trabalho. E ali estava Roarke. O Miro fixamente. Obviamente, ele acaba de chegar e estava sozinho pendurando a jaqueta do traje no armrio.
Ele se giro, inclinando a cabea. Os olhos brilhantes, a cara ruborizada, e a postura agressiva simplesmente lhe disseram que classe de estado de nimo tnia ela. Ele fechou a porta do armrio e sorriu. "Ol, carinho, e como foi seu dia?"
Emprestou. Onde est Summerset?"
Roarke arqueou uma sobrancelha enquanto ele cruzava o quarto. Ele no pde evit-lo vendo as ondas de temperamento e frustrao bombeando dela. "Ele tem a noite livre".
"Grandioso, bem.  Ela se afasto. "A nica vez que eu realmente quero ao filho de puta, ele no esta aqui".
A sobrancelha do Roarke se levantou mas enquanto ele lanava um olhar ao gordo gato cinza enroscado na cama. Compartilharam um olhar fixo breve, silenciosa, e Galahad, prefiriendo evitar a violncia, salto ao piso e se deslizo fora da porta.
Precavido, Roarke passou sua lngua ao redor de seus dentes. "Posso fazer algo por ti?"
Ela sacudiu a cabea ao redor, olhando-o com cenho. "Eu gosto de sua cara, assim no quero romp-la.
"Afortunado eu," Roarke murmuro. Ele observou por um momento como ela se passeava, rondando, chutado sem entusiasmo o sof na rea de descanso. E resmungava para si mesmo. Essa  um monto de energia que tem dentro, Tenente. Acredito que posso te ajudar com isso.
"Se me disser que tome um maldito tranqilizador, ento vou a --" isso foi o mas longe que ela chego antes de que seu flego sasse em um assobio e ela se encontrasse empurrada em cima da cama. No te coloque comigo, amigo". Ela trocou de posio, corcoveando. Estou de muito mau humor".
"J o vejo". Ele logo que bloqueou seu cotovelo, engenhando-lhe para agarrar em um punho suas bonecas com uma mo, e usar seu peso para mant-la dominada. "Vamos sozinho a pr todo isso em um  bom uso, fazemo-lo?"
"Quando queira sexo, lhe deixarei saber isso," disse ela entre dentes.
"De acordo". Ao mesmo tempo que ela sopro para ele, ele agachou sua cabea e lhe mordeu ligeiramente a garganta. Enquanto espero, divertirei-me sozinho um pouco. Tem um... sabor amadurecido quando est desgostada.
"Maldio, Roarke". Mas sua lngua estava fazendo coisas incrveis em um lado de seu pescoo, e os sucos movidos pela clera comearam a nadar em uma direo diferente. "Corta-o j," ela resmungou, mas quando sua mo livre se fecho sobre seu peito, seu corpo se arqueou para ele.
"Quase termino". Sua boca passou roando sua mandbula, logo se esmago em cima da dela em um beijo agudo e feroz que seu estado de nimo parecia exigir. Ele saboreou o temperamento, o fio de violncia, o ltego de paixo. Seu corpo se apertou, suas prprias necessidades apareceram. Mas quando ele se torno para trs, lhe dirigiu um sorriso brando. "Bem, se precisa estar sozinha --"
Ela escapo de seu frouxo agarre e lhe agarrou pela parte dianteira da camisa. Muito tarde, camarada. Agora quero sexo.
Sonriendo abertamente, lhe deixou que lhe empurrasse sobre suas costas. Ela ficou em cima, plantando suas mos em seu peito. "E me sinto malvada," lhe advertiu.
"Bem, eu disse para bem ou para mau". Ele se elevo, soltando o arns de sua arma antes comear a desabotoar sua blusa.
"Pinjente malvada". Seu flego j vinha abruptamente enquanto seus dedos se curvavam dentro de sua camisa negra. "Quanto te custo esta coisa?"
No tenho nem idia".
"Pois bem," ela se decidiu e a rasgo para abri-la. antes de que ele pudesse decidir-se j seja a rir ou a amaldioar, ela afundou, seus dentes profundamente em seu ombro. vai ser rude". Crescendo-se pelo sabor de carne, o passo suas mos por seu cabelo. "E vai ser rpido".
Sua boca mergulho na sua, tomando codiciosamente, levando o beijo para a violncia. Glorificando-se nele. Lhe arranho, lhe rasgando suas roupas quando comearam a rodar sobre a cama.
Lutando agora, as mos lutando por tomar, bocas famintas. Os gemidos frenticos, estremecimentos rpidos vieram dos duas quando a debilidade apareceu e exploro. Eles conheciam o corpo do outro e suas debilidades.
Toda a energia frustrada maximizou a fome, em uma necessidade de tomar e tomar rapidamente, de tom-lo tudo. Os  dentes dele em seu peito nu, suas mos lhe machucando a pele em sua pressa por possuir, s intensificava os apetites. Seu  prprio flego estava em farrapos e sua mente estava destroada quando ela se arqueava, pressionando sexo contra sexo.
Houve um feroz som em sua garganta quando ele a devoro bruscamente sobre seus joelhos, enquanto seus corpos se encontravam, torso com torso, e boca saqueando boca.
"Agora, Maldita seja. Suas unhas morderam na pele de suas costas, arranhando, deslizando sobre a pele com o suor. O desejo, do escuro e do perigoso formava redemoinhos dentro dela. Ela viu algo do mesmo refletido nos brilhantes olhos azuis do Roarke enquanto eles se arrastavam o um ao outro abaixo outra vez.
Ela se elevo sobre ele, lhe deixando abaixo em dois geis movimentos, e arqueou as costas com um gemido, quando o prazer lanador atravs dela.
Logo tudo foi a toda velocidade outra vez. Rpido, movendo-se, at com mais avareza. Mais e mais foi tudo o que ela pde pensar quando ele golpeou nela, mais duro, mais rpido. O orgasmo tnia garras.
Ele a observou atravessar pelo, para ele, seu corpo se inclinava para trs agora, brilhando com suor, seus olhos escuros e cegos a tudo menos ao que se deram o uma ao outro.
E quando ela se estremeceu, quando ela gritou, ele a devorou bruscamente abaixo, pondo a de um empurro sobre suas costas. E arrastando em alto seus quadris, empurrando profundamente, mais profundo, fazendo-os estalar.

CAPTULO QUATRO

Perezosamente, Roarke acariciou com o nariz a garganta do Eve. Ele amava o sabor escuro, enriquecedor que o bom, o sexo so trazia para sua pele. Sente-se melhor agora?"
Ela deixo sair algo entre um grunhido e um gemido que fez curvar seus lbios. Em um giro lento, suavizado com  a  prtica, ele intercambio suas posies, acariciou suas costas, e esperou.
Seus ouvidos estavam ainda repicando, seu corpo estava to frouxo que ela pensou que no poderia repelir a um menino que comea a caminhar com um laser de gua. As mos deslizando-se de acima a deso por suas costas a acalmavam amavelmente para o sonho. Ela estava balanando-se no bordo deste quando Galahad, decidindo que tudo estava espaoso, caminho brandamente de volta ao quarto para equilibrar-se alegremente sobre seu traseiro nu.
"Jesus! A sacudida de protesto o causou o balano do com suas pequenas garras. Ela gritou, corcoveio, e salto, logo engatinhou fora do Roarke para estar segura. Quando ela se giro para olhar em busca de sangue, ela percebeu o aberto sorriso do Roarke e viu o gato agora ronronando de forma frentica sob seus compridos, e preparados dedos.
No havia nada que fazer exceto lhes enrugar o cenho aos dois. Adivinho que ambos pensam que isto  gracioso.
"A cada um gosta de te dar a bem-vinda a casa a nossa maneira". Enquanto seus lbios se curvavam, ele estava se sentou, tomando seu rosto entre suas mos. dentro desse marco, suas bochechas estavam ruborizadas, sua boca mal-humorada, seus olhos sonolentos. V-te muito atractivamente. . . usada Tenente,". Sua boca baixo sobre a dela, mordiscando-a, e quase lhe fez esquecer-se que estava zangada com ele. "por que no nos damos uma ducha, logo, enquanto jantamos, pode-me dizer que  o que te incomoda".
" No tenho fome. Ela resmungou. Agora que seu temperamento tinha renascido, ela queria rumin-lo.
"Eu sim". Ele simplesmente a devorou fora da cama com ele.


Ele a deixou zangar-se, deixando-a especular, at que estiveram abaixo na cozinha. Conhecendo o Eve, ele decidiu que o que for que lhe tinha posto o sangue nesse ponto de ebulio estava relacionado com seu trabalho. Ela o diria, ele pensou enquanto escolhia carapaas cheios para os dois do menu do Auto Chef. Compartilhar suas cargas no era um ato natural para ela, mas ela o diria.
Ele serve o vinho, logo se sentou frente a ela na acolhedora rea de comer  que havia sob a janela. "Identificou a seu adormecido da calada?"
"Sim". Ela deslizo a ponta do dedo acima do p da taa, logo se encolheu de ombros. Ele era um desses marginados da post guerra Urbana.  pouco provvel que algum possa nos dizer por que ele trocou uma vida normal por uma miservel".
"Talvez sua vida normal era o suficientemente miservel.
"Se, Pode ser". Ela se desentendeu do assunto. Tnia que faz-lo. "Entregaremos o corpo a sua filha quando tivermos terminado.
"Isso fica triste," Roarke murmuro e lhe fez sustentar seu olhar.
"Isso no pode entrar em ti".
Isso fica triste," ele repetiu. "E a forma que o canaliza  encontrando a quem lhe matou ".
"Esse  meu trabalho". Ela recolheu seu garfo, cravando um dos carapaas de seu prato sem interesse. "Se mais pessoas fizessem  seus trabalhos em lugar de chatear s  pessoas que faz o seu, ento seramos jodidamente melhores".
Ah, ele pensou. "Ento, quem te chateio, Tenente?"
Ela comeou a encolher-se de ombros outra vez, queria atuar como se isto no tivesse uma maldita importncia. Mas isto borbulho acima por sua garganta e fora dela antes de poder lhe deter. Um maldito estirado scooper. Odeio a primeira vista, quem sabe por que.
"E assumindo que o estirado scooper  o que seu colorido nome indica, tem o um nome?"
Ela. Meio culo Bowers da uno-seis-dos a arquivado uma queixa em mim contra depois de que lhe dava um chamado de ateno por um trabalho mau feito. H dez anos que estou na fora, nunca tive uma queixa oficial em meu registro. Maldita Ela seja agarrou rapidamente o vinho, tragando-o.
No foi seu temperamento o que lhe deteve de estender uma mo sobre a dela a no ser a pura infelicidade que enchia seus olhos. " srio?"
" pura mierda," ela se recostou para trs, "mas est ali.
Roarke lhe giro sua mo, com a palma para cima, contra a dele, apertando-a uma vez. me conte sobre isso".
Saiu dela com considervel menos restrio que o relatrio oral formal que ela tinha dado ao Whitney. E enquanto ela mordia as palavras fora, ela comeou a comer sem dar-se conta disso.
"Ento," ele disse quando ela tinha acabado. "Basicamente, desgostou muito a uma buscapleitos que tomou represlias arquivando uma queixa chor -- algo que ela aparentemente tem o hbito de fazer - e sua comandante esta oficial e pessoalmente de seu lado".
" Se, Mas" Ela fechou sua boca, permanecendo em silencio por um momento porque certamente ele o tinha resumido tudo muito pulcramente. "No  to simples como o faz soar".
No o seria, Roarke reflito, no para o Eve. "Pode que no, mas o fato , que se qualquer pe seu registro  contra o dela, ento ela sozinho parecer mais idiota do que o faz agora".
Isso a animo um pouco. "Ela ps uma mancha em meu registro," Eve continuou. "Os parvos na IAB gostam de olhar manchas, e tive que lhe tirar tempo a um caso para responder a sua estpida acusao. Que por outro lado, poderia ter usada para esquadrinhar os dados dos cirurgies que me enviou Cagney. lhe importa um cominho o caso. Ela sozinho quer me disparar porque a repreendi e a mandei a trazer caf. Ela no tem lugar na fora.
"Muito provavelmente ela nunca cometeu o engano de ir depois de um poli muito limpo e muito respeitado como voc". Ele observo suas sobrancelhas unir-se devido a seu comentrio, sonriendo um pouco quando ela se retorceu.
"Quero ir pisotear sua cara".
" obvio," disse Roarke ligeiramente. "Ou no seria a mulher que adoro". Ele elevo sua mo, beijando seus dedos, e lhe agradou ver um relutante sorriso suavizar seus lbios. Quer que vamos procurar a e a venc-la? Sujeitarei seu casaco".
Esta vez ela riu. Seu solo quer ver brigar a duas mulheres. por que os tios se correm com isso?
Com olhos profundamente azuis e divertidos, Roarke sorveu seu vinho. Pela esperana constante de que durante a batalha a roupa seja arranco. Somos muito fceis de entreter.
"Seu me dir.  Ela Miro para baixo com certa surpresa ao ver seu prato vazio. Ela sups que tinha tido fome depois de tudo. Sexo, comida, e um ouvido compassivo. Solo uma das maravilhas, pensou ela, do matrimnio. Obrigado. Parece que me sinto melhor".
Porque ele tinha posto a comida, ela pensou que era justo que ela levantasse os pratos. Levou-os a mquina de lavar pratos, pondo-os dentro, e considerou o trabalho feito.
Roarke no se incomodou em mencionar que ela  tinha posto os pratos ao reverso e tinha tido o descuido de no dar  mquina nenhuma ordem. A cozinha no era o territrio do Eve, pensou. E Summerset se ocuparia disso.
Vamos acima a meu escritrio. Tenho algo para ti.
Uma cautelosa suspeita estreitou seus olhos. "Disse-lhe isso depois de Natal, no mais presentes".
"Eu gosto de te dar presentes," disse ele e optou pelo elevador em vez das escadas. Ele arrastou a ponta de um dedo sob a manga do suter de cachemira que lhe tinha dado. Eu gosto de verte-os postos. Mas este no  essa classe de presente.
Tenho trabalho.  tempo de faz-lo".
"Mmm-hmm".
Ela troco de postura quando o elevador se troco do modo vertical ao horizontal. No  uma viagem ou algo? No posso tomar uns dias depois de que perdi todos esses dias devido  leso do passado outono.
A mo que ele tinha posto ligeiramente sobre seu ombro se fecho em um punho antes de que ele pudesse control-lo. Ela tinha estado seriamente ferida uns meses atrs, e no gostava de record-lo. "No, no  uma viagem". Embora ele tnia a inteno de lev-la arrastando por ao menos um par de dias aos trpicos logo que seus horrios o permitissem.
Ela se relaxaria na praia,  pensou, da forma que ela parecia no fazer em nenhuma outra parte.
De acordo, ento o que? Porque realmente tenho que terminar isto em um par de horas.
"Nos consiga um pouco de caf, quer?  Ele disse descuidadamente enquanto entrava em seu escritrio. E fez que  ela chiasse os dentes. Ela tinha que recordar-se a si mesmo que lhe tinha deixado desafogar-se de suas frustraes, que lhe tinha escutado. E se tinha devotado a sujeitar seu casaco.
Mas seus dentes estavam ainda apertados de desgosto quando lhe colocou o caf no console.
Lhe deu um ausente murmrio de obrigado e j estava preparado dirigindo os controles. Poderia ter usado a ordem de voz, ela o sbia, mas freqentemente gostava de trabalhar em suas mquinas - brinquedos, como ela freqentemente pensava - manualmente. Conservando esses preparados dedos, uma vez de ladro, geis, ela reflito agora.
Seu escritrio em casa ia to bem com ele como o para seu luxuoso escritrio geral. A Lisa consola com controles coloridos e luzes era um excelente marco para ele quando se deslizava a trabalhar na profunda Ou.
alm da tecnologia de cores chamativas, os faxes e comunicadores, as opes de holograma e telas, havia uma elegncia no quarto, a classe que parecia ir da mo com ele onde quer que estivesse j seja em uma sala de juntas ou um beco.
Os primorosos ladrilhos do piso, as janelas expansivas para manter a privacidade, o desparramamiento de arte e artefatos, as mquinas aerodinmicas e os gabinetes que ofereceria exclusiva comida ou bebidas a mais descuidada ordem. 
Era, pensou ela, ocasionalmente desconcertante lhe olhar aqui dentro, enquanto trabalhava. Ver uma e outra vez que to magnifico era e saber que pertencia a ela. Isto tinha a tendncia de debilit-la nos momentos mais estranhos. Porque isto a debilitava agora, ela fez sua voz fria e cortante.
"Quer a sobremesa, tambm?"
"Talvez depois". Ele Miro fixamente seu rosto antes de assentir com  a cabea para a parede contrria. "Em telas".
"O que?"
"Sua lista de cirurgies, junto com dados pessoais e profissionais".
Ela deu um passo adiante, logo para trs to rapidamente que teria atirado seu caf em cima dos controles se ele no o tivesse tirado de seu caminho a tempo. "Cuidado, carinho".
Maldita seja, Roarke. Maldita seja! Disse-te especificamente que permanecesse fora disto.
"Fez-o?" Em direto contraste com a dela, sua voz era suave e divertida. Pareceria que desobedeci".
Este  meu trabalho, e sei como faz-lo. No quero seus nomes e dados de acesso".
"J vejo.". Ele passou sua mo sobre algo e as telas atravs do quarto ficaram em branco. "Tudo se foi," disse alegremente e observo, com deleite, como sua boca caa aberta. "Solo me porei ao dia com minha leitura enquanto passa a seguinte hora pouco mais ou menos acessando aos dados que j obtive para ti. Isso tem sentido.
Ela no poderia pensar em nada que dizer que no soasse idiota, assim solo fez sons de frustrao. Certamente tomaria uma hora, como mnimo, e com toda probabilidade, ela no poderia aprofundar tanto como ele o tinha feito. "Seu crie que  to malditamente preparado".
"No o sou?
Ela conseguiu conter a risada e cruzo os braos. Traz os de volta. Pode trazer os de volta ".
" obvio, mas agora te custar. Ele inclino a cabea, torcendo um dedo.
O orgulho batalhou com a convenincia. como sempre, o trabalho ganhou, mas ela conservou um semblante carrancudo enquanto se aproximava do console e se unia a ele detrs desta. "O que?" Ela demando, logo jurou quando ele a devorou bruscamente em cima de seu regao. "No vou jogar a nenhum de seus pervertidos jogos, camarada".
"E eu que tnia tantas esperanas". Ele voltou a passar uma mo sobre os controles, e os dados se abriram de repente com um pequeno som explosivo nas telas. "H sete cirurgies na cidade que tm os requisitos de seu caso".
"Como sabe os requisitos? No fui to especfica quando te vi hoje. Ela giro sua cabea at que estiveram nariz com nariz. Escavou em meus arquivos do caso?"
No vou responder a isso sem a presena de um advogado. Sua testemunha indicou a duas pessoas," Ele continuou enquanto lhe estudava com olhos entrecerrados. "Assumo que descartou s mulheres".
Escavo em seus arquivos?" Ela demando, enterrando um dedo em seu ombro para enfatizar cada palavra. Movo-me subrepticiamente perto de suas opes de negcios ou o que seja?"
Ela no poderia acessar a seus arquivos com um ordenador caseiro, mas ele s sorriu. "Minha vida  um livro aberto para ti, querida". Como estava ali, ele apanhou seu lbio inferior entre seus dentes e atirou amavelmente. Voc gostaria de ver o registro de vdeo de minha ltima reunio da junta?
Ela deveria lhe haver dito que a mordesse, mas ele j o tinha feito. "No importa". Ela se giro outra vez e fez um intento por no estar excessivamente agradada quando seus braos a rodearam confortavelmente. Assim, apoiou-se contra ele e permaneceu ali. "Ti Wo, cirurgio geral com especialidade em transplante e reparao de rgos, prtica privada, filiada ao Drake, cirurgia Este lado e a Clnica Nordick, Chicago".
Eve leu os dados iniciais atentamente. Descrio e visualizar em tela. Ela mede um metro oitenta," noto Eve " E  forte.  fcil para um alcolico confundi-la com um homem na escurido, especialmente se ela tinha posto um casaco comprido. O que sabemos a respeito da Dr. Wo?
Respondendo a sua ordem de voz, o computador comeou a enumerar detalhes enquanto Eve estudava a imagem de uma sria mulher de cinqenta e oito anos com cabelo liso, e escuro; frios, olhos azuis; E queixo bicudo.
Sua educao tinha sido excelente, seu treinamento superior. E ela levava quase trinta anos extraindo rgos que lhe tinham ganho um salrio anual deslumbrante, que supria vendendo os produtos do NewLife substituo de rgos, Inc. A fabricao desta assina, Eve noto com apenas um suspiro, era poseda e operada pelo Roarke Enterprises.
Ela se tinha divorciado duas vezes, uma vez de um homem, outra de uma mulher, e tinha estado solteira os ltimos seis anos. No tnia filhos, nenhum recorde criminal, e s trs demandas por malote pratica pendentes.
"Conhece-a? Perguntou Eve.
Hmm. Muito ligeiramente. Fria, ambiciosa, muito enfocada. Tem a reputao de ter as mos de Deus e a mente de uma mquina. Como v, ela foi presidente da Associao Norte-americana de Mdicos faz cinco anos.  uma mulher poderosa em seu campo".
"Parece como se ela desfrutasse abrir s pessoas," murmuro Eve.
Imagino que  assim. por que outra coisa o faria?
Ela encolheu um ombro e pediu o resto de nomes. Estudou-os um por um: Os dados, os rostos.
"Quantas destas pessoas conhece?"
"A todos eles," disse-lhe Roarke. Em uma sem conexo, forma social  maioria. Felizmente, nunca precisei seus servios profissionais.
E seus instintos, Eve pensou, estavam to bem definidos como sua sade. "Quem  a mais capitalista aqui?"
"Poder, esse seria Cagney, Wo, Waverly".
"Michael Waverly," ela murmuro, pedindo os dados de volta. "Quarenta e oito anos, solteiro, Chefe de cirurgia no Drake e presidente atual da AMA". Ela estudou a elegante cara, os intensos olhos verdes, e o abundante cabelo dourado.
"Quem  ele mais arrogante? Perguntou ao Roarke.
" Acredito que esse  um requisito para todos os cirurgies, mas se tivesse que escolher, ento apostaria pelo Wo outra vez, certamente Waverly, e incluiria o Hans Vanderhaven  Diretor de investigao no Drake, outro em transplantes de rgos afiliado aos trs mximos centros mdicos no pas, com slidas conexes no estrangeiro. Ele tem aproximadamente sessenta e cinco anos e esta casado pela quarta vez. Cada sucessiva esposa baixa uma dcada em idade. Ultima-a  uma modelo de corpo esculpido e apenas o suficientemente major para votar.
"No perguntava por intrigas," disse Eve, mas bem remilgadamente, logo contnuo. "Que mais?"
Seus anteriores algema odeiam sua guelra. A ltima probo a realizar um pouco de cirurgia improvisada nele com uma lima para unhas quando lhe descobriu jogando doutor com a modelo. A junta Moral de AMA a meneou o dedo a ele, e no fez mais ".
"Esses so os primeiros que olharei," decidiu ela. "O que fez ao Snooks tomou tanto arrogncia e poder como habilidade".
" Vai te dar com um monto de paredes nisto, Eve. Fechassem filas contra ti".
"Tenho um homicdio, com mutilao de corpo e roubo de rgo para jog-los a atrs. Ela arrastou as mos atravs de seu cabelo. Quando o calor sobe o suficientemente alto, as pessoas se do volta. Se um destes rebanadores sabe algo, ento o obterei deles".
"Se quiser um olhar mais pessoal, ento podemos assistir ao desfile de modas com jantar e baile da fundao do Centro Drake este fim de semana".
Ela se sobressaltou. Mas bem se teria enfrentado com as mos vazias a um viciado do Zeus. Um desfile de modas. Ela suprimiu um estremecimento. " Hurra. Se, faremos isso, mas deveria solicitar um pagamento por dor ".
"Leonardo  um dos desenhistas," lhe disse "Mavis estar ali.
O pensamento de seu amiga com tanta liberdade ao vestir-se, excepcionalmente elegante em uma funo da fundao mdica mal ventilada-lhe loiro o animo ao Eve. "Espera at que eles obtenham uma carga dela".

Se no tivesse sido pela situao com o Bowers, ao dia seguinte Eve teria optado por trabalhar no escritrio de casa em um computador que no dava pena. Mas a causa do orgulho, ela queria ser visvel na Central de polcia quando o rumor comeasse.
Passou a manh nos tribunais dando testemunho em um caso que tinha fechado alguns meses antes e chego  Central pouco depois da uma. Seu primeiro movimento foi procurar o Peabody. Em vez de ir diretamente a seu escritrio e cham-la desde  seu comunicador, Eve caminho atravs dos cubculos dos detetives.
"Oua, Dallas". Baxter, um dos detetives que mais desfrutava gastando brincadeiras, a ela, enviou-lhe uma piscada e um aberto sorriso. "Espero que  chute seu traseiro".
Isto era, Eve soube, uma amostra de apoio. Embora a animou, ela se encolheu de ombros e se manteve em movimento. uns quantos comentrios foram lanados dos escritrios e cubculos, sobre o mesmo tema. A primeira regra no negcio quando um dedo pontudo a um deles era romper o dedo.
"Dallas". Ian McNab, um detetive prometedor em asenso atribudo  Diviso de Detetives Eletrnicos, saiu fora do cubculo do Peabody. Ele era to belo como uma pintura com seu comprido corto dourado trancado para trs, seis brincos de prata penduravam de sua orelha esquerda, e um alegre sorriso na cara. Eve tinha trabalhado com ele em um par de casos e sbia que sob o exterior de menino bonito e a boca de falador escondia um crebro rpido e bons instintos.
"As coisas vo devagar no EDD, McNab?"
"Nunca". Lhe lanou um aberto sorriso. " Justamente fiz uma busca e uma investigao para um de seus moos aqui, pensei que acossaria ao Peabody antes de que me voltasse aonde os polis reais trabalham".
"Tiraria-me este amadureo em meu traseiro, Tenente?" Peabody se queixou, e ela realmente parecia acossada.
" No hei meio doido seu traseiro. Ainda ". McNab sorriu. Irritar ao Peabody era um de  seus passatempos favoritos. "pensei que talvez poderia usar um pequeno trabalho eletrnico nesse problema que tem".
Bem capaz de ler entre linhas, Eve levantou uma sobrancelha. Ele se oferecia a bordear canais e escavar no Bowers. " Estou dirigindo-o, obrigado. Necessito ao Peabody, McNab. Vete ".
"A sua ordem". Ele Miro para trs ao cubculo, olhando-a de soslaio. "Encontrar-te mais tarde, She-Body". Enquanto  lhe vaiava, ele se pavoneou para fora, assobiando.
"Idiota," foi tudo o que Peabody pde dizer enquanto sei punha de p. " Minhas provas litogrficas esto arquivados, Tenente. O que os ME encontraram chegaram faz uma hora e lhe esto esperando ".
" Envia  todo o relacionado com o homicdio atual  a Dra. Olhe. Seu escritrio me obtenho um espao para uma consulta rpida. Adiciona isto, " disse ela, lhe passando  ao Peabody um disco. "  uma lista dos mximos cirurgies na cidade. Desembaraa a maioria da papelada que possa para o seguinte par de horas. vamos retornar  cena ".
" Sim, senhor. Est bem?"
" No tive tempo para me preocupar com idiotas". Eve trocou de direo e se dirigiu para seu escritrio.
E ali ela encontrou uma mensagem dos idiotas de manuteno lhe dizendo que no havia nada mal com sua equipe. Ela se conformou olhando-o com cenho enquanto conectava seu tele-enlace para contatar ao Feeney no EDD.
Sua cara confortavelmente enrugada encheu a tela e a ajudou a ignorar o zumbido choro de seu udio.
" Dallas, o que  esta pilha de mierda? Quem diabos  Bowers? E por que a est deixando viver?"
Ela teve que sorrir. No havia ningum mais confivel que Feeney. " No tenho tempo para esbanjar nela. Tenho a um adormecido da calada morto a quem lhe falta o corao".
"Falta-lhe o corao?" As sobrancelhas em farrapos, decoloradas do Feeney subiram rapidamente. "por que no ouvi isso?"
"Deve ter estado dormindo," disse ela facilmente. " E  mais divertido fofocar a respeito de polis do esquadro que lutam um contra outro que de um adormecido da calada morto mais. Exceto este  interessante. me deixe te dar o relatrio detalhado".
Lhe disse, rapidamente, formalmente na forma que os polis o fazem como com em um segundo idioma. Feeney assentiu, franziu os lbios, negou com a cabea, grunhiu. "A vida s faz doentes," disse quando ela termino. "O que necessita?
"Pode fazer uma rpida verificao de delitos parecidos para mim?
"Na cidade, nacional, internacional, interplanetrio?
Ela provou um sorriso arrebatador. " Tudo? Tanto como possa para o final de volta?"
Sua cara habitualmente taciturna s sei escureceu um pouco mais. "Nunca pede coisas pequenas, moa. Se, arrumaremo-nos isso com isso ".
" Apreciaria-o. Teria golpeado ao IRCCA por mim mesma," ela continuou, em referncia a um dos amores do Feeney, Centro Internacional de Recursos sobre a Atividade Criminal, "mas minha equipe est quebrada outra vez ".
"No o faria se o tratasse com um pouco de respeito".
"  fcil para ti diz-lo quando um EDD obtm todas as coisas de primeira qualidade. vou estar na cena mais tarde. Se obtiver algo, ento te ponha em contato".
" Se houver algo para encontrar, ento o terei. Adeus, " ele disse e se desconectou.
Ela se tomou tempo para estudar o relatrio final do Morris, no encontrou surpresas ou dados novos. Assim  que Snooks poderia ir casa a Wisconsin, pensou ela, com a filha que no tinha visto em trinta anos. Era isso o mais triste, pergunto-se ela, que ele tivesse preferido viver a ltima parte de sua vida sem ningum, cortar com a famlia, cortar com seu passado?
Embora no tinha sido questo de eleio, ela tinha feito o mesmo. Mas essa ruptura, essa amputao do que tinha sido, tinha-a feito ser quem era. Tinha sido o mesmo para ele, na mais pattica das formas?
Tirando-lhe de cima, ela coajo a  sua mquina  golpeando-a duas vezes com o punho - para derramar a lista de distribuidores e os fabricantes qumicos da rea que rodeava a cena do delito. E um s nome lhe fez  sorrir, apertada e malvadamente.
O bom do Ledo, ela reflito, e se recostou em sua cadeira. Tinha pensado que o antigo distribuidor de fumaa e Jazz tinha estado como convidado do estado. Aparentemente, ele tinha sido chutado trs meses antes.
No deveria ser difcil de rastrear ao Ledo, ela decidiu, e coagi-lo - da mesma forma que tinha usado com sua equipe se era necessrio - para conversar.
Mas Olhe estava primeiro. Recolhendo o que necessitaria para ambas as entrevistas, Eve saiu de seu escritrio. Conecto com o Peabody no caminho e ordenou a seu ajudante encontrar-se com ela na garagem de veculos em uma hora.

O escritrio de Olhe podia ser uma cmara de compensao para problemas emocionais e mentais. Podia ser um centro para a disseminao, examinacin, e anlise da mente criminal, mas era sempre tranqilizadora, elegante, e com classe.
Eve nunca tinha entendido como podia ser ambas as coisas. Ou como a doutora mesma podia trabalhar dia detrs dia pior que a sociedade cuspia e mesmo assim manter seu calmo, seu sereno equilbrio.
Eve lhe considerava a nica, genuna e completa dama que conhecia.
Ela era uma mulher polida com o cabelo cor acobreada retida para trs de uma cara tranqilamente formosa. Favoravelmente magra, com trajes de cores suaves e to clssicas acessrias como uma colar de prolas.
Ela levava um posto hoje, com discretas prolas caindo de suas orelhas, para fazer jogo com um traje sem pescoo em um verde plido como o pinheiro. como sempre, assinalo ao Eve uma de suas cadeiras moldadas em forma de colher e ordenou ch de seu Auto chef.
"Tudo bem, Eve?
"Bem". Eve sempre tnia que lembrar-se de trocar suas engrenagens quando se reunia com Olhe. A atmosfera, a mulher, a atitude no lhe permitiam manter-se estritamente nos negcios. As coisas pequenas tinham importncia para Olhe. E, com o passado do tempo, Olhe tinha comeado a lhe importar ao Eve. Ela aceitou o ch que fingiria beber. "Ah, como foram suas frias?
Olhe sorriu, Eve agradada recordou que tinha estado ausente por uns poucos dias, e lhe tinha ocorrido perguntar. " Foi maravilhoso. Nada revitaliza o corpo e a alma to bem como uma semana em uma estao balneria. Fui esfregada, esfregada, polida, e mimada. " Ela riu e sorveu seu ch. "Teria odiado cada minuto disso".
Olhe cruzou suas pernas, balanando sua delicada taa e seu platito com uma graa casual que Eve decidiu que algumas mulheres nasciam simplesmente com isso. A porcelana a China floral feminina sempre o para sentir-se torpe.
" Eve, escutei a respeito desta dificuldade que est tendo com um dos uniformizados. isso lamento."
" No chega a ser algo importante," disse Eve, logo suspiro. Esta era, depois de tudo, Olhe. " Desgostou-me muito. Ela  um poli negligente com uma m atitude, e agora ps um manchn em meu registro ".
" Sei quanto significa o registro para ti ". Olhe se inclinou para frente, tocou com sua mo a do Eve. " Deveria saber que quanto mais alto chegue e sua reputao brilhe mais, a maioria de certo tipo de pessoa querero deslustr-lo. Isto no o far. No posso dizer muito, porque  privilgio de profisso, mas te direi que esta oficial em particular tem uma reputao de queixa frvolas e no  tomada a srio na maioria dos casos".
O olhar fixo do Eve se agudizo. "Avaliaste-a?
Inclinando a cabea, Olhe levantou uma sobrancelha. " No posso fazer comentrios sobre isso". Mas ela estava assegura de que  Eve sbia que a resposta era afirmativa. "Simplesmente quero, como uma amiga e uma colega, te oferecer meu apoio completo. Agora..." Ela se recostou outra vez, sorveu de novo seu ch. "Adiante com seu caso".
Eve reflito por um minuto antes de lembrar-se a si mesmo que seus assuntos pessoais no podiam interferir com o trabalho. "O assassino tem que estar treinado, e  altamente perito, na cirurgia com laser e a extrao de rgos".
" Sim, li as concluses do Dr. Morris e estou de acordo. Isto no quer dizer, entretanto, que esteja procurando um membro da comunidade mdica ". Ela sustentou um dedo em alto antes do Eve pudesse protestar. " Ele pode estar retirado ou poderia estar, como tantos outros, cirurgies o esto, queimado. Obviamente ele perdeu seu rumo, ou nunca teria violado ele mais sagrado dos juramentos e teria tomado uma vida. De todos os modos se  licenciado e praticante, no o posso dizer ".
"Mas est de acordo que se no agora, em algum momento foi".
" Sim. Indubitavelmente, apoiada em seus descobrimentos em cena e a anlise pstuma do Morris, anda procurando a algum com habilidades especficas que tomam anos de treinamento e prtica ".
Considerando-o, Eve inclino sua cabea. "E o que diria sobre o tipo de pessoa que fria e diestramente poderia assassinar a um homem essencialmente moribundo por um rgo essencialmente sem valor, logo salva ao seguinte paciente sob seu cuidado sobre a mesa na sala de operaes?. "
" Diria que  um possvel tipo de megalomania. O complexo de Deus que muitos doutores possuem. E muito freqentemente precisa possuir," ela adicionou, "para ter a coragem, at a arrogncia de fazer um corte no corpo humano ".
"Isso  o que fazem, desfrutam-no.
"Desfrut-lo? Olhe fez um murmrio. " Possivelmente. Sei que no lhe importam os doutores, mas a maioria tem uma vocao, uma grande necessidade de curar. Em qualquer profisso altamente perita h esses que so... Brusco," disse ela. "Esses que esquecem a  humildade". Ela sorriu um pouco. " No  sua humildade o que lhe faz uma excelente poli a no ser sua crena inata em seu talento para o trabalho".
"De acordo". Aceitando isso, Eve se recostou, assentindo.
" Entretanto,  tambm sua compaixo o que ajuda a no esquecer por que seu trabalho importa. Outros em seu campo e no meu perdem isso ".
"Os poli que o fazem, o trabalho se converte em rotina, com talvez um pouco de poder beliscado por dentro," Eve comento. "Com os doutores, teria que acrescentar o dinheiro".
"O dinheiro  um motivador," Olhe esteve de acordo. " Mas toma anos aos doutores r-embolsar o investimento financeira de sua educao e treinamento. H outras, compensaes mais imediatas. Salvar vistas  uma coisa poderosa, Eve, ter o talento, a habilidade de fazer isso  para uma certa quantidade uma classe de desdobramento de luz. Como podem ser como outros quando colocaram suas mos em um corpo humano e o curaram?
Ela fez uma pausa, sorveu pensativamente seu ch. "E para uma certa quantidade entre esse tipo de personalidade," ela continuou com voz suave, tranqilizadora, " Eles podem e freqentemente  assim com a defesa da distncia emocional. Este no  um humano sob meu bisturi,  um paciente, um caso ".
"Os polis fazem o mesmo".
Olhe Miro diretamente aos olhos do Eve. " No todos os polis. E os que no o fazem, quem no pode, poderia sofrer, mas marcam muito mais a diferena. Nesta investigao, acredito que podemos estar de acordo diretamente em algumas proposies bsicas. No anda procurando a algum com um rancor pessoal contra a vtima. Ele no  conduzido pela fria ou a violncia. Ele est controlado, determinado, organizado, e alheio de si mesmo".
No poderia ser qualquer cirurgio? Perguntou Eve.
" Sim. Ele realizou uma operao, exitosamente, para seu propsito. Ele se preocupa com seu trabalho, demonstrado pelo tempo e o esforo que se tomou na operao. A extrao de rgos e o transplante esto fora de meu campo, mas sou consciente que quando a vida do doador no  uma preocupao, tal procedimento no precisa esta classe de meticuloso cuidado. A inciso cuidadosa, a impermeabilizao da ferida. Ele se orgulha do que , muito provavelmente a passado o ponto de arrogncia. No lhe do medo as repercusses, a meu parecer, porque no acredita que haver alguma. No se preocupa por isso ".
"No teme ser apanhado?
" No, no o faz. Ou se sente protegido em caso de que suas aes sejam descobertas. Concluiria que tem xito - embora agora pratique ativamente ou no - seguro, dedicado a sua tarefa, e muito provavelmente desfruta de alguma proeminncia em seu crculo".
Olhe sorveu seu ch outra vez, franzindo o cenho. " Deveria dizer eles. Seu relatrio declarou que havia dois envoltos. Pensaria que  uma prtica comum levar a um anestesilogo ou um assistente treinado para dirigir o final do procedimento, ou um segundo cirurgio com algum conhecimento de anestesia para ajudar ".
" No tiveram que preocupar-se porque o paciente sobrevivesse, Eve assinalo. " Mas acredito que ele no se levaria a ningum mas que ao melhor. E teria que ser algum em quem confiava ".
" Ou controlasse. Algum que sbia era leal para o propsito ".
Eve levantou sua taa, logo teve que controlar um coice quando recordou que no era caf. "Que  o propsito?
" Refere-se ao motivo detrs de tomar o corao, s vejo dois caminhos. A gente  ganho, o qual parece muito estreito, dada a avaliao da sade global da vtima do Dr. Morris. O segundo seria experimentao ".
"Que classe de experimentos?
Olhe levantou uma mo, ondeou-a vagamente. " No sei, mas te direi, como uma doutora eu mesma, a possibilidade me assusta. Durante o auge da Guerra Urbana, a experimentao ilegal nos mortos e morrer era bastante aceito. No foi a primeira vez na histria que as atrocidades eram permitidas, mas um sempre espera que seja a ltima. A justificao ento foi que assim se poderia aprender muito, que outras vistas poderiam ser salvas, mas no h justificao".
Ela deixou a um lado seu ch, pregou as mos no regao. " Reza, Eve, para que este seja um incidente espordico. Porque se no o , pelo que se ocupa  mais perigoso que o assassinato. Pde estar tratando com uma misso, encoberta sob o vu do bem maior".
"Sacrificar a uns poucos para salvar a muitos?  Eve negou com a cabea lentamente. " Essa  uma posio que foi tomada antes. Sempre se desmorona.
"Sim". Havia um pouco de piedade e um pouco de medo nos tranqilos olhos de Olhe. "Exceto nunca o suficientemente logo".

CAPTULO CINCO
A maioria da gente so criaturas de hbito. Eve acreditava que um traficante segundn que desfrutava engolindo seus prprios produtos seguiria essa regra. Se a memria no lhe falhava, ao Ledo gostava de gastar seus dias sem valor tosquiando a parvos nos Compu-Pool ou Sexscapadas em um pequeno e sujo local chamado Gametown.
Ela no pensava que alguns anos em uma jaula tivessem trocado suas eleies recreativas.
Nos intestinos do centro, os edifcios estavam abarrotados com porcaria, as ruas se enchiam por todos lados com ela. depois de que uma reciclagem tinha sido atacado, sua estrutura quebrada e seu caminho destrudo, a unio tinha tachado esta seo de quatro blocos de sua lista. No havia um empregado da cidade que se aventurasse no que era conhecido como o Square sem um traje de combate e um atordoante. Estava em seu contrato.
Eve tinha posto um colete antimotines sob sua jaqueta e lhe tinha ordenado ao Peabody fazer o mesmo. Este no as salvaria de que lhes cortassem em tiras a garganta, mas deteria uma faca ao corao.
"Ponha seu atordoante na fila mas alto," Eve ordeno, e embora Peabody exalou agudamente, no disse nada.
Sua investigao sobre cultos que estivessem conectados de qualquer modo ao assassinato que investigavam no tinha descoberto nada. Ela tinha estado aliviada. Tendo dirigido essa classe de terror e aougue uma vez, Peabody soube que viveria felizmente se nunca tnia que ocupar-se disso de novo.
Mas quando chegaram ao Square, ela pensou que levaria a alguns crentes sedentos de sangue de Sat sobre os residentes deste setor qualquer dia da semana.
As ruas no estavam vazias, mas estavam silenciosas. A ao aqui esperava a escurido. A minoria que vagava nos portais ou pelas caladas mantinham seus olhos atentos e em movimento, suas mos nos bolsos que sujeitavam a arma de sua eleio.
A meio caminho de um bloco, um txi Rpido descansava sobre seu teto como uma tartaruga volteada. As janelas pareciam  pedaos, seus aros devastados, e vrias interessantes sugestes sexuais j tinham sido pintadas sobre seus lados.
"O condutor deveu ter um dano cerebral para trazer uma carreira aqui," Eve resmungo enquanto girava ao redor do txi abandonado.
"O que nos faz isso? Pergunto Peabody.
"Polis de culos fortes". Eve sorriu abertamente e notou que enquanto o graffiti se via muito fresco, no havia signos de sangue.
Eve observo a dois anti-motins fazendo sua ronda em um carro blindado branco e negro. Ela lhes fez gestos, sujeitando seu distintivo na janela.
"O condutor consigo sair?
" Estvamos na vizinhana e dispersamos ao povo ". O droide no assento do passageiro sorriu sozinho um pouco. Ocasionalmente algum Homem-E programava a um droide com um pouco de sentido de humor. " Asseguramos ao condutor e lhe transportamos ao bordo do setor".
"O txi  uma perda," ela comento, logo o esqueceu. " Conhece o Ledo?
"Senhor". O droide assentiu. " Sentenciado fabricante e distribuidor de ilegais ". Esse pequeno sorriso outra vez. "Reabilitado".
" Sim, claro. Ele  um pilar da comunidade agora.  Ainda anda no Gametown?
"  sua rea de diverso conhecida".
" Deixo meu carro aqui. Quero-o em uma pea quando retornar ". Ela ativou tudo os alarmes anti-roubos e vandalismo  e os impedimentos, logo saiu e escolheu seu guardio.
Ele era larguirucho, de olhos mdios, e sorvia mecanicamente de uma garrafa beberagem de caf enquanto se apoiava contra uma parede de ao gretada e decorada com diversas sugestes de atividades sexuais que foram pela mesma linha dessas que decoravam o txi derrubado. Vrias estavam mau escritas, mas os meios visuais no estavam mau.
Enquanto Peabody brigava para liberar seu corao que lhe bloqueava a garganta, Eve caminhou a grandes passos at ele, inclinando-se para sua cara. "V esse carro?
Sua boca se torceu em uma mofa. Parece um carro de uma cadela poli para mim".
"Isso  correto. Ela apanhou sua mo livre pela boneca, retorcendo-a duro antes dele pudesse colocar a mo no bolso. " E se volta e vejo que algum se meteu com o, esta cadela poli vai chutar seu Pelotas dentro de sua garganta, logo lhe atar isso ao redor do pescoo e te estrangular com elas. Entende-o?
Ele no se burlava agora. A cor tinha alagado suas bochechas, a ira brilho em seus olhos. Mas ele assentiu.
"Bem". Lhe soltou, caminhando para trs, ento se giro e se afasto sem olhar  atrs.
" Jesus, Dallas, Jesus. por que fez isso?
" Porque agora ele obteve um interesse em estar seguro que temos transporte quando vamos. Esse  tipo no se mete com polis. Ele sozinho tem pensamentos medocres. Usualmente,"  Eve acrescentou com um malvado sorriso aberto enquanto comeava a baixar as sujas escadas de metal do metr.
" Essa  uma piada, verdade? H h?  Os dedos do Peabody avanaram curvando-se sobre sua arma carregada a seu lado.
"Vigie suas costas," Eve disse brandamente enquanto se mergulhava na luz sombria, distorcida do metr de Nova Iorque.
Lodo, Eve reflito, tnia que proliferar em alguma parte. Esta era terra amadurecida para isso. debaixo das ruas, fora do ar, dentro do profundo, insalubre mundo das putas no autorizadas e cocainmanos condenados.
Cada poucos anos, a prefeitura para muito rudo a respeito de limpar o metr. Cada poucos anos, os canais de conversao nas telas debatiam e condenavam. Ocasionalmente, umas rpidas jogadas a rede de policiais medeio-idiotas e varridos de segurana, eram utilizados, um molho de perdedores eram recolhidos e jogados dentro de jaulas, algo do pior desta comunidade em uma operao de um dia ou dois.
Ela tinha sido um desses oficiais durante seus dias de uniforme, e ela no tinha esquecido o terror que afrouxava seu intestino, os gritos, o brilho de cuchillas ou o fedor dos atordoantes caseiros.
Ela no tinha esquecido que Feeney tinha sido seu treinador ento como ela o era do Peabody agora. E ele a tinha levado atravs disso inteiramente.
Agora ela conservou seu passo enrgico enquanto seu olhar intenso esquadrinhava lado a lado.
O eco da msica: Os sons rudes de roce, golpes nas paredes e as portas fechadas dos clubes. Os tneis no estavam quentes, no o estavam mais, e seu passado flego saa em nuvens brancas que se desvaneciam na luz amarela.
Uma usada puta em um esfarrapado casaco completava um transao financeira com um esgotado John. Ambos a olharam a ela, logo o uniforme do Peabody antes de escapulir-se para chegar ao corao do trato.
Algum tinha construdo um fogo em um barril em um dos estreitos becos. Os homens se acuclillaban ao redor deste, intercambiando crditos por pequenos pacotes de ilegais. Todo movimento se deteve quando ela caminho pela abertura do beco, mas ela continuou caminhando.
Ela podia ter arriscado sangue e ossos quebrados, podia ter chamado respaldo, esmagando-os. E eles ou outros como eles teriam estado distribuindo morte sobre o fedorento fogo para o anoitecer.
Ela tinha aprendido a aceitar que no tudo podia ser trocado, no tudo podia arrumar-se.
Ela seguiu o lhe serpenteiem tnel, logo fez uma pausa para estudar as luzes intermitentes do Gametown. Os lbregos vermelhos e azuis no luziam muito festivos, bombeando contra os generais amarelos doentios. Em certa forma ambos se viam ardilosos e se desesperados para ela, como a decadente puta que justamente tinha passado nos tneis.
E estas lhe recordaram a respeito de outra luz grit, pulsando em vermelho contra a janela suja do ltimo sujo quarto que compartilhou com seu pai. antes de que ele a violasse essa ultima vez.
antes de que lhe matasse e tivesse deixado a essa muchachita golpeada atrs.
"Senhor?
"No a lembrana," Eve murmuro enquanto as memrias ameaavam ultrapassando e afog-la.
" Quem? Tenente? Dallas? Inquieta com o olhar perdido nos olhos do Eve, Peabody tratou de olhar a todas partes imediatamente. "A quem v?
"A ningum". Ela se recuperou rapidamente, enfurecida porque os msculos de seu estmago se estremeceram com o brilho de cor. Isto ocorria uma e outra vez. Algo provocava essas memrias e o medo e a culpabilidade saam com elas. "A ningum," disse outra vez. "Entraremos juntas. Fique comigo, siga meus movimentos. Se as coisas ficarem feias, ento no se preocupe com o procedimento. Jogue sujo".
"OH, aposte-o". Tragando saliva, Peabody se aproximou da porta, logo a atravessou, ombro a ombro com o Eve.
Havia jogos e bastante deles. Exploses, gritos, gemidos,  risadas derramando-se das mquinas. Havia dois maquina de hologramas neste nvel, um em uso por um menino fraco com olhos ausentes pagando sua parte para brigar contra sua eleio de gladiador romano, terrorista na guerra Urbana, ou destruidor de colunas. Eve no se incomodou em observar a primeira ronda.
Para o entretenimento em vivo, havia uma luta de barro onde duas mulheres com enormes peitos implantados brilhantes com azeite grunhiam e reptaban para alegria do povo.
As paredes estavam vivas com telas que emitiam aes de dzias de eventos esportivos, dentro e fora do planeta. As apostas pareciam. O dinheiro perdido. Os punhos voaram.
Ela os ignorou tambm, abrindo-se caminho atravs das reas, alm dos tubos privados onde os patres bebiam e jogavam jogos de azar ou provavam sua habilidade em grave solido, passando a barra onde outros se sentavam malhumoradamente, e na seguinte rea onde a msica soava baixa e a escurido era uma cortina de fundo afiada para mais jogos.
Uma dzia de mesas de pool estavam alinhadas como atades, as luzes nos borde titilando enquanto as bolas golpeavam ou chocavam. A metade das mesas estavam vazias, mas nessas em uso, as apostas eram srias.
Um homem negro com sua brilhante cabea calva decorada com uma tatuagem dourada de uma serpente enroscada comprovava sua habilidade contra um dos droides da casa. Ela era alta, musculosa, vestida com um par de calas estreitas de verde non que cobriam suas tetas e seu entrepierna. Uma faca com uma magra cuchilla estava enfaixado, desencapado, em seu quadril.
Eve divisou ao Ledo na mesa de atrs, jogando o que parecia ser uma ronda a relgio com outros trs homens. Do sorriso presumido na cara do Ledo e a expresso escura de outros, era uma aposta segura quem ganhava.
Ela passou o primeiro droide, observou-lhe manusear sua correia em advertncia ou por costume enquanto o da tatuagem da serpente resmungava algo a respeito dos coos dos polis.
Eve podia ter feito um assunto disto, mas isso teria dado uma oportunidade ao Ledo de escapulir-se. Ela no queria ter que lhe caar ali abaixo uma segunda vez.
A conversao se deteve  mesa por mesa, com as murmuradas sugestes correndo de vis a molestas. Na mesma classe de gesto habitual enraizado como o do droide, Eve de um golpe abriu sua jaqueta, deslizando seus dedos sobre sua arma.
Ledo se inclino sobre a mesa, seu traje de desenho alfandegrio com a ponta de prata golpeio contra a bola cinco com um zumbido. A luz cambiante pisco sobre o bordo esquerdo. Se sua meta era bvia e ele o obtenho, afundou a bola, ficando acima com outros cinqenta crditos.
Ele no estava bbado ainda, ou fumado. Ele nunca tocava seus produtos durante um jogo. Estava to magro como nunca antes, seu corpo ossudo equilibrado, seu plido cabelo afastado de seu leitoso rosto. S seus olhos tinham cor, e eles eram de um caf chocolate que se voltava rosado nos borde. Ele deu alguns escorregadios passos atrs deixando passo a um drogado assustadio que srvia.
Se ele mantinha o hbito, ento seus olhos no ficariam em um ponto fixo o suficiente para jogar a bola.
Eve lhe deixou tomar seu turno. Suas mos tremiam ligeiramente, mas ele tinha ajustado o peso de seu taco para compensar. Ele fez estalar a luz, circundando o sino de pontuao, logo a bola rodou atravs da mesa e caiu limpamente na bolsa.
Embora ele era o suficientemente preparado para no fazer uma ovao, um sorriso aberto e largo dividiu sua cara enquanto ele se endireitava. Logo seu olhar fixo aterrissou no Eve. Ele no a identifico imediatamente, mas ele reconhecia a um poli.
" Hey, Ledo. Precisamos falar ".
" No tenho feito nada. Tenho um jogo em marcha aqui ".
"Parece que  tempo morto". Ela deu um passo adiante, logo ps seu olhar fixo lentamente pela massa de msculo que se ps em seu caminho.
Ele tnia a pele da cor do cobre, e seu peito era to largo como Utah. Um pequeno arrepiou de antecipao se deslizo acima de sua coluna vertebral enquanto ela subia seu olhar fixo para sua cara.
Ambas as sobrancelhas estavam perfuradas e luziam selos de ouro. Suas presas eram de prata e enchiam os pontos que cintilavam enquanto seus lbios se retiravam. Ele a superava em 30 cm de altura, e provavelmente em 50 quilogramas de peso.
Seu primeiro pensamento foi: Deus, ele  perfeito. E lhe sorriu.
Saia de meu caminho". Ela o disse quedamente, quase agradavelmente.
" Temos um jogo em marcha aqui". Sua voz retumbou como o trovo sobre um canho. " perdi com este cara jodida quinhentos. O jogo no termina at que eu tenha minha oportunidade para ganh-los outra vez".
"logo que a cara jodida e eu falemos, voc pode retornar a seu jogo".
Ela no estava preocupada porque Ledo corresse agora. No desde que os outros dois jogadores lhe tinha flanqueado e sujeitavam seus braos apertadamente. Mas a tabela de carne lhe bloqueando lhe deu um ligeiro tranco e lhe mostrou suas presas outra vez.
"No queremos a polis aqui dentro". Ele a empurrou outra vez. "Comemos aos polis aqui dentro".
" Pois bem, nesse caso..." Ela deu um passo para trs, observou seus olhos cintilar em triunfo. Logo, rpida como uma serpente, ela agarrou rapidamente o prezado taco do Ledo, golpeando duramente a ponta no estomago do homem acobreado. E quando ele grunhiu, encurvando-se para frente, ela o balanou como um rebatedor no fundo de um nono.
Este fez um satisfatrio som quando se conectou com o lado de sua cabea. Ele tropeou uma vez, sacudiu a cabea violentamente, logo com sangre em seu olho, equilibrou-se sobre ela.
Ela golpeio seu joelho em seu Pelotas, observando sua cara ir de brilhante cobre a um cinza pastoso quando ele caiu.
Apartando do caminho, Eve esquadrinhou o quarto. "Agora, algum quer fazer um intento de comer-se a este poli?
"Voc rompeu meu taco!" Perto das lgrimas, Ledo se equilibrou e agarrou a seu beb. O puxo sacudiu com fora para cima e golpeio ao Eve no ma do rosto. Ela viu estrelas, mas no pisco.
"Ledo, seu imbecil," comeou ela.
"Detenha-se.  O homem que caminhou dentro parecia  um de quo vistos escalam em excesso que corriam a toda velocidade ao longo das ruas vrios blocos ao norte. Ele era magro e elegante e limpo.
A magra capa de escria que recubra todo o resto no parecia lhe tocar.
Com uma mo retendo o Ledo, Eve se giro, tirando bruscamente sua placa. "No momento," disse ela uniformemente, " No tenho problemas com voc. Quer voc que troque isso?
" No..." Ele deu um olhar com seus olhos azuis chapeados a sua placa, sobre seu rosto, sotaque que passasse sobre o Peabody, quem ps alerta. " Tenente,"  ele terminou. " Temo-me que raramente temos uma visita to fina de qualquer de Nova Iorque neste estabelecimento. Meus clientes foram tomados por surpresa ".
Ele deixou cair seu olhar para o homem que at gemia no piso. "Em numerosas formas," adicionou. " Sou Carmine, e este  meu lugar. O que posso fazer por voc?
" Nada de nada, Carmine. Solo quero falar com um de seus... clientes".
" Estou seguro que gostaria de ter um lugar tranqilo para conversar. por que no lhe mostro um de nossa quartos de privacidade?"
" Esse sria estupendo, Carmine. Peabody?" Eve extraiu o taco do agarre pelo Ledo e se o passo. " Meu ajudante vai caminhar justo detrs de ti, Ledo. Se no continuar, ento  provvel que ela tropece e esse precioso seu taco poderia te golpear justo no traseiro".
"No tenho feito nada," Ledo clamou em algo prximo a um gemido, mas ele avanou ao mesmo passo que Eve quando ela seguiu ao Carmine atravs de uma rea acortinada para uma linha de portas.
Carmine abriu uma, gesticulando. "Posso fazer qualquer outra costure por voc, Tenente?
"Solo conserve a seus clientes tranqilos, Carmine. Nenhum de ns querem que NYPSD ordene um varrido neste lugar ".
Ele reconheceu a advertncia assentindo, logo os sotaque ss enquanto Eve lanava a um gimiente Ledo no quarto. "Espere fora, Peabody. Esta autorizada a usar sua arma se algum lhe piscar".
"Sim, senhor". Peabody afirmo seu agarre no taco, colocando sua mo livre sobre seu atordoante, e pondo suas costas contra a parede.
Satisfeita, Eve entrou, fechando a porta. Como um quarto acolhedor, era zero, com sua estreito cama de armar, sua embutida tela, e o piso pegajoso. Mas era privado.
"Pois bem, Ledo". Eve assinalou com um dedo o machucado fresca em seu ma do rosto - no porque doesse, embora o para. Ela usou o gesto para fazer ao Ledo tremer com o medo de retribuio. "A passado muito tempo".
"estive limpo," disse ele rapidamente, e ela riu, conservando o som baixo e afiado.
" No insulte minha inteligncia. No estaria limpo depois de seis dias em uma cmara de descontaminao. Sabe que  isto?  Ela golpeou ligeiramente um dedo em seu machucado facial. "Isto  assalto a um oficial e me d o direito para lhe registrar agora mesmo, para levar seu fraco traseiro  Central, e obter uma autorizao para ir a seu laboratrio".
"Hey, Dallas, hey". Ele levanto ambas as mos, Palmas acima. "Foi um acidente".
" Talvez lhe deixarei ir por isso, Ledo. Talvez o farei - se me convencer que est em um estado de nimo cooperativo ".
" Malditamente direito, Dallas. O que  o que quer? Um pouco de Jazz, de Fumaa, xtase?" Ele comeou a procurar em seus bolsos. " Sem nenhum cargo, nenhum algo para voc. No trouxe isso agora, mas o obterei ".
Seus olhos se estreitaram em duas fatias  brilhantes de ouro. " Se saca algo de seus bolsos que no sejam seus feios dedos, Ledo,  voc inclusive mais estpido do que acreditei. E acreditei que tnia um crebro do tamanho de uma noz ".
Suas mos se congelaram, sua cara magra ficou branca. Logo ele provou uma afogada risada viril, levantando suas mos vazias. " Como disse, Dallas, passou muito tempo. Acredito que talvez me esqueci como voc est de p sobre a mierda. Nenhum dano, verdade?
Ela no disse nada, simplesmente ficou olhando-o fixamente  at que o suor saiu de improviso sobre seu lbio superior. Ela veria que ele estivesse de retorno a uma jaula, ela reflito,  primeira oportunidade. Mas por agora, ela tnia um peixe maior na olhe.
" Voc -- voc quer informao? No sou seu mexeriqueiro. Nunca fui o mexeriqueiro de nenhum poli, mas estou disposto a intercambiar informao ".
"Intercambiar? Disse ela, framente.
"Dar". At seu diminuto crebro comeou a fazer clique dentro. " Voc pergunta, se eu souber, o conto todo. Que tal isso?
" No esta mau. Snooks ".
"O velho das flores?" Ledo se encolheu o que tinha que seus ombros. "Algum lhe abriu, isso escute. Tomaram umas peas dele. No me meto nessas coisas ".
"Negociava com ele".
Ledo fez seu melhor intento para parecer cauteloso. "Talvez fizemos alguns negcios, de vez em quando".
"Como pagava ele?
" Ele mendigava alguns crditos, ou vendia algumas de suas flores e porcarias. Ele tnia capacidade quando ele necessitava um pouco de algo  o qual era a maioria de vezes ".
"Alguma vez te extorquo ou a alguns dos outros distribuidores?
" No. No d aos adormecidos de calada nada a menos que paguem totalmente primeiro. No se pode confiar neles. Exceto Snooks, ele estava bem. Nenhum dano. Ele sozinho emprestava ateno ao prprio. Ningum estava fazendo para ele do que escute. Bom cliente, nenhuma molstia ".
"Trabalha a rea onde ele acampava regularmente?
"Tnia que ganhar a vida, Dallas". Quando lhe paraliso com seu olhar fixo outra vez, ele se deu conta de seu engano. " Se, negcio ali.  em sua major parte meu territrio. Outro par se deslizam dentro e fora, mas no nos metemos no caminho dos outros. Livre empresa ".
"Viu algum que no parecia como se pertencesse l abaixo ultimamente, algum indagando a respeito do Snooks ou desses como ele?
"Como em traje?
Eve sentiu seu sangue saltar, mas s se inclino casualmente contra a parede. "Que traje?
" Um tipo veio abaixo uma noite, um tipo dos de acima. De maneiras muito frite, o homem. Me Miro de acima a baixo". Mais cmodo agora, Ledo se sentou sobre a estreita cama, cruzando uma perna magra sobre a outra. "Acreditei que ao princpio ele no queria comprar suas coisas em seu bairro, voc sabe. Assim  que ele deve visitar os bairros baixos. Mas ele no andava procurando colocar-se ".
Eve esperou enquanto Ledo se entreteve a si mesmo cortando um pouco suas cutculas. "O que estava procurando ele?
" Ao Snooks, acredito. O tipo disse como lucia, mas no posso dizer que significasse uma mierda para mim. Em sua major parte os adormecidos se parecem. Mas ele disse como este desenhava coisas e para flores, assim  que consegui identificar ao Snooks por isso ".
"E lhe disse onde Snooks punha seu refgio".
"Seguro, por que no? " Ele comeou a sorrir, logo seu diminuto crebro comeou o rduo processo de deduo. "Homem, mierda, o do traje abriu ao Snooks? Para que faria ele isso? Olhe, olhe, Dallas, eu estou limpo aqui. O tipo pergunta onde o adormecido tem seu refgio, eu o digo. Quero dizer, por que no, verdade? No sbia que o que ele tnia em mente era ir matar a algum ".
O suor surgiu outra vez quando ele ficou rapidamente em p. " No pode me fazer me carregar isto . Solo fale com isso bastardo  tudo".
"Como lucia ele?
"No sei. Bem ". Em splica ou frustrao, Ledo abriu seus braos. " Um tipo. Em traje. Limpo e brilhante ".
"Idade, raa,  altura, peso," Eve disse rotundamente.
"Homem, homem". Agarrando seu cabelo, Ledo comeou a caminhar de cima abaixo pelo diminuto quarto. " No empreste ateno. Foi faz um par, ou faz trs noites. Um tipo branco? " Ele o exps como uma pergunta, lhe enviando ao Eve um olhar esperanzadora. S lhe observou. "Acredito que ele era, talvez branco. Estava olhando seu casaco, sabe. Comprido, um casaco negro. via-se realmente quente e suave".
Atrasado mental, foi tudo o que Eve pde pensar. "Quando falo com o, teve que olhar para cima, ou para baixo, ou diretamente?
"Ah... Vamos!" Ele sorriu resplandecientemente como um menino passando um exame. " Se, ele era um tipo alto. No recordo sua cara, Dallas. Homem, estava escuro e ns no estvamos de p na luz nem nada. Ele tinha posto um chapu, seu casaco todo abotoado. Estava frio como uma puta morta ali fora ".
" Alguma vez lhe viu antes? No retornou aps?
" No, simplesmente essa nica vez. Um par - ou trs noites atrs. Somente essa vez ". Ledo golpeio a palma de sua mo sobre sua boca. " No tenho feito nada.
" Voc deve tatuar-se isso na frente, Ledo, assim no teria que diz-lo cada cinco minutos. terminei por agora, mas quero ser capaz de lhe encontrar, realmente fcil, se preciso falar com voc outra vez. Se tiver que lhe buscar, ento vai enfurecer me completamente ".
" Estarei por a.  Seu alvio foi to grande, que seus olhos se voltaram brilhantes com lgrimas. "Todo mundo sabe onde me encontrar.
Ele comeou a sair precipitadamente, logo se congelou como um pedao de gelo quando Eve sujeitou com uma mo seu brao. " Se vir o do traje outra vez, Ledo, ou um como ele, fique em contato. No diga nada para que o  do traje se v logo pe seu traseiro em seu enlace e me chama.  Ela mostrou seus  dentes em um sorriso que fez que seus intestinos se afrouxassem. "Todo mundo sabe onde me encontrar, tambm".
Ele abriu sua boca, logo decidiu que a aparncia fria em seus olhos queria dizer que ele no deveria tratar de negociar um pagamento pelo sopro. Ele oscilou de cima abaixo sua cabea trs vezes e saltou atravs da porta quando ela a abriu.

Os msculos no estomago do Peabody no se desenredaram at que estiveram de retorno em seu veculo e trs blocos ao este. "Bem, isso foi entretido," ela disse com voz brilhante. "A prxima vez, encontremos alguns tubares e vamos nadar".
"Voc agento, Peabody".
Os msculos que justo se afrouxaram se estremeceram com prazer. Para o Eve, isso era o mximo em cumpridos de polis. "Assustei-me diretamente at os dedos do p".
" Isso  porque no  estpida. Se voc fosse estpida, ento no iria de carro comigo. Agora sabemos que eles queriam ao Snooks em particular, " Eve reflito. " No s a qualquer adormecido, no s qualquer corao. A ele. o dele. O que o para to malditamente especial?  Ponha seus dados outra vez, leia-o tudo".
Eve escutou os fatos, os passos da vida de um homem, do nascimento at a perdida, e negou com a cabea. " Ali tem que haver algo. Eles no lhe tiraram de um maldito chapu. Uma coisa de famlia talvez..." Ela deixou que a teoria voasse por sua mente. " Um de seus Filhos ou netos, aborrecido pela forma que ele os abandono, deixou-lhes rotundamente. O corao. Poderia ser simblico ".
"Rompeu meu corao, tomo o seu?
"Um pouco parecido". As famlias, todos esses graus de amor e de dio que se criava nelas, confundiam-na e desconcertavam. "Aprofundaremo-nos na famlia, trabalharemos com esta idia um pouco, principalmente solo para fechar o de uma vez.
Ela deu marcha de volta  cena, esquadrinhando a primeira rea. Os sensores policiais estavam ainda no lugar, tudo assegurado. Aparentemente, no havia ningum nesta vizinhana com a habilidade ou o conhecimento para bordearlos e ficar com o que seja que ficava do refgio do Snooks.
Ela divisou a um par de vendedores de carrinhos planadores na esquina, acurrucndose infelizmente na fumaa esvaziando da churrasqueira. O negcio no era movido.
Um par de mendigos vagaram sem rumo fixo. As licenas de caritativos pendurados claramente  vista ao redor de seus pescoos fracos e ossudos. E, Eve pensou, que eram provavelmente falsificados. Na rua do frente, os sem lar e os loucos se amontoavam ao redor de um barril com fogo de que parecia dispersar mais fedor que calor.
Fale com os vendedores," Eve ordeno ao Peabody. " Eles vem mais que a maioria. Poderamos ter sorte. Quero outro olhar a esse refgio ".
"Ah, arrumado que falariam mais fcil se comprasse um co de soja".
Eve arqueou uma sobrancelha enquanto saam por portas opostas. "Deve estar se desesperada se estiver disposta a arriscar ficando algo que venha deste bairro em sua boca".
"Bastante desesperada," Peabody esteve de acordo e quadrou seus ombros, caminhou a grandes passos resolutamente para a churrasqueira.
Eve sentiu olhos sobre ela quando decodifico os sensores o suficientemente compridos para passar atravs. Os olhos queimaram em suas costas: A clera, o ressentimento, a confuso, o sofrimento. Ela poderia sentir-se todo isso, cada grau de desespero e esperana que rept seu muito atravs da imunda rua para engatinhar sobre sua pele.
Ela lutou para no pensar nisso.
Movendo para trs a manta infestada de ratos, ela se agacho dentro do refgio, vaia uma vez atravs de seus dentes pelo persistente fedor de desperdcios e morte.
Quem era voc, Snooks? O que era voc?
Ela recolheu um pequeno buqu de papel, revestido agora com a magra capa de p que os varredores da equipe de delito tinham deixado atrs. Teriam absorvido cabelo, fibras, fludos, as clulas mortas do corpo de completa rotina. Teria havida imundcie e lama e sujeira para descartar. Uma cena to suja como esta levaria tempo. Separar, analisar, identificar.
Exceto ela no acreditava que os descobrimentos realizados lhe dessem as respostas que ela necessitava.
"Voc tomou cuidado," ela murmuro para o assassino. " Estava limpo. No deixou nada de voc mesmo aqui. Ou isso  o que pensou ".
Ambos, a vtima e o assassino sempre deixavam algo. Um rastro, um eco. Ela sbia como olhar e escutar para consegui-lo.
Tinham chegado em seu carro de fantasia, em plena noite, no mais robusto do inverno. Vestidos abrigadamente, bem vestidos. No tinham entrado pouco a pouco, no tinham tratado de mesclar-se.
Arrogncia.
No se tinham apressado, no se tinham preocupado.
Confiana.
Desgosto. Eles o haveriam sentido, medianamente, quando correram o pano de fundo para trs e o aroma os golpeou. Mas os doutores estariam acostumados aos aromas desagradveis, sups ela.
Traziam postas mscaras. Mscaras cirrgicas. E suas mos teriam sido comprimidas em luvas ou com selador. Por amparo, por rotina, por cautela.
Tinham usado anti-sptico. Esterilizado? Rotina, ela reflito, simplesmente rotina como se no tivesse importncia se o paciente tivesse padecido de qualquer contaminao.
Teriam necessitado iluminar. Um pouco mais forte e mais limpo que a incandescncia vacilante da bituca da vela ou o brilho da bateria  que Snooks mantinha posta em uma de suas prateleiras desequilibradas.
Na bolsa do doutor, ela sups. Uma mini-abajur de alta potencializa. Micro-congelantes. O bisturi do laser, e outros instrumentos de trabalho.
despertou ele ento? perguntou-se ela. Saiu  superfcie do sonho s um momento quando a luz brilhou intermitentemente? Teve tempo de pensar, perguntar-se, medo antes de que a seringa de presso penetrasse a carne e dormisse?
Logo foi todo negcio. Exceto ela no podia imaginar-lhe Ela no sbia nada da rotina dos doutores abrindo corpos. Mas ela pensou que seria simplesmente assim.  Mais rotina.
Trabalhar rapidamente, competentemente, dizendo pouco.
Como se sentia sujeitar o corao de um homem nas mos?
Era isso rotina tambm, ou disparava uma emoo de poder, de realizao, de glorifica atravs da mente? Ela pensou que o faria. At se era por um nico instante, ele ou ela se sentiria como um deus.
Um deus o suficientemente orgulhoso para tomar o tempo, de usar seus talentos para fazer um bom trabalho.
E isso  o que eles tinham deixado atrs, pensou ela. O orgulho, a arrogncia, e o sangue-frio.
Seus olhos estavam at entrecerrados pela concentrao quando seu comunicador soou. Apartando as flores de papel, ela o alcano.
"Dallas".
A cara triste do Feeney nadou na minipantalla. " Encontrei outro, Dallas. Melhor vem e feitas um olhar.

CAPTULO SEIS
"Erin Spindlente," Feeney comeou, inclinando a cabea para a imagem na tela em uma das salas de juntas mais pequenas na Central Policial.   " Mulher de raa mista, idade setenta e oito, acompanhante autorizada, aposentada. Nos ltimo anos, ela dirigiu um estabelecimento pequeno do LC. Todos trabalhadores guias de ruas. Obtendo regularmente citaes. Deixava que uma certa quantidade de licenas de suas garotas se vencessem ou no se incomodava com as verificaes de sade de regulao. Ela at dirigia fraudes no Johns algumas vezes mas estava poda".
Eve estudou a imagem. Uma cara afiada, magra, pele descolorida por massa amarela, olhos duros. A boca plaina com um rictus, desconforme encurvando-o. "Em que seo trabalhava?
" O sob Este Lado. mantinha-se separada da parte alta da cidade. Parece como se ela tivesse tido alguma aula se se retrocederem cinqenta anos. Um olhar usado, iniciada". Ele moveu os ombros. "Tem um gosto de Jazz, e esses no chegam baratos da parte alta da cidade. Ela foi de puta de livro de entrevista a ser recolhimento quando ela rondava os quarenta ".
"Quando foi assassinada?
" Seis semanas atrs. Um dos LC a encontrou tiragem na doze ".
Tomaram seu corao?
" Nop. Os rins ". Feeney se giro e trouxe os dados  tela. " Seu edifcio no tnia nenhuma  segurana, portanto no h registro de quem entrou e saiu. O relatrio do Investigador esta inconcluso no que se refere a si ela deixou entrar em assassino ou ele rompeu seus ferrolhos. Nenhum signo de luta, nenhum assalto sexual, nenhum roubo aparente. A vtima foi encontrada na cama, sem os rins. A anlise pstuma situa sua morte sobre doze horas antes de encontr-la ".
"Qual o estado do caso?
"Aberto". Feeney fez uma pausa. "Inativo".
"Que diabos quer dizer com, inativo?
"Pensei que isso te chegaria. Sua boca se afino enquanto ele subia mais dados. " O primrio - algum cabea de chorlito chamado Rosswell atribudo  estao uno-seis - dois concluiu que a vtima foi assassinada por um John irado.  sua deciso que a natureza do caso  inconcluso e que no vale o tempo do departamento ou os esforos ".
" Uno-seis-do-la? A mesma estao do Bowers. Criam atrasados mentais l abaixo? Peabody, " ela estalou, mas seu ajudante j tnia o enlace aberto.
" Sim senhor, contatando ao Rosswell na uno-seis-dos. Assumo que lhe querer aqui logo que seja possvel para uma consulta ".
" Quero seu lamentvel traseiro em meu escritrio dentro de uma hora. Boa pesquisa, Feeney, obrigado.  Obteve alguma outra?
" Este foi o nico crime local dessa classe. Acreditei que quereria mover-se nisso imediatamente. Tenho ao McNab correndo o resto ".
. lhe deixe saber que quero uma chamada se algo aparecer. Pode enviar estes dados a meu escritrio e a minha unidade de casa?
"J o tenho feito". Com um dbil sorriso aberto, Feeney atirou fortemente de sua orelha. " No tive muita diverso ultimamente. Incomodaria-te se te observo destroar ao Rosswell?
" Nem um pouco. De fato, por que no me ajuda?
Ele deixou escapar um suspiro. "Esperava que dissesse isso".
" Faremo-lo aqui dentro. Peabody?
"Rosswell se reportar em uma hora, Tenente". Lutando por no ver-se presumida, ela meteu em seu bolso o enlace. " Acredito que poderamos dizer que lhe tem terror.
O sorriso do Eve foi lenta e sombria. " Ele deveria. Estarei em meu escritrio; me avise quando chegar ".
Seu enlace estava soando quando entrou. Ela respondeu distradamente enquanto caava em suas gavetas algo que pudesse parecer-se com a comida.
"Ol, Tenente".
Ela pisco para a tela, logo se sentou para continuar a busca quando viu que era Roarke. "Algum a roubado meu caramelo outra vez," ela se queixou.
 No h policiais confiveis". Quando ela s bufou, seus olhos se estreitaram. te aproxime.
"Hmm". Maldita seja, ela queria sua barra de caramelo. "O que?
"Onde obteve isso?
"Obter o que? Estraga! No encontrou este, no  assim, bastardo ladro". Com triunfo ela extraiu um Gooybar de debaixo de uma  pilha de folhas amarelas.
"Eve, como te machucou o rosto?
"Meu o que? Ela j tinha aberto o pacote, tomando um bocado. "OH, Isto? Foi a molstia, apenas audvel baixo essa voz musical, o que lhe fez sorrir. "Jogando pool com os meninos. ficou um pouco rude por um minuto. Agora h um par deles que no sero os mesmos nunca mais ".
Roarke se ordenou a si mesmo relaxar as mos que tinha fechado em punhos. Ele odiava ver marcas nela. " Nunca mencionou que voc gostasse do jogo. Teremos que ter uma partida".
" Quando quiser, amigo. Onde queira ".
" No esta noite, temo-me. Chegar tarde".
"OH". Ainda quo sobressaltada ele to rotineiramente lhe deixasse saber seu paradeiro. "Tem uma entrevista?
" J estou ali. Estou em New Los Angeles --- Um pequeno problema que fugiria ateno pessoal imediata. Mas estarei em casa esta noite ".
Ela no disse nada, sabendo que ele queria lhe assegurar que no teria que dormir sozinha, onde os pesadelos a perseguiriam. "Um, como esta o clima?
"  precioso. Ensolarado e a trinta graus ". Lhe sorriu. " Fingirei no desfrut-lo j que no est comigo".
" Faz isso. Verei-te mais tarde ".
"Fique fora dos bilhares, Tenente".
"Sim". Ela observou a tela voltar-se branca e desejo no ter este vago descontente porque ele no estaria ali quando fora a casa. Em menos de um ano, acostumou-se muito a que ele estivesse ali.
Molesta com ela mesma, acendeu seu computador. Seu estado de nimo estava o suficientemente distrado para que no se incomodasse em golpe-lo quando lhe zumbiu.
Ela extraiu os arquivos do Snooks e Spindlente, ordenando ambas as imagens, na tela dividida.
Usados, ela pensou. O auto-abuso, a negligncia. Estava ali em ambas as caras. Mas Snooks, bem, havia uma doura lastimosa em sua cara. Por isso respeita ao Spindlente, ali no havia nada doce nela. Havia mas ou menos uns vinte anos entre suas idades. Diferentes sexos, diferentes raas, diferentes lugares de nascimento.
"Desdobrar as fotos da cena do crime, Spindlente," ela ordeno.
O quarto era um fracasso, pequenos, partes o lotavam, com uma s janela do largo de uma mo posta em uma parede. Mas, Eve notou, estava poda. Em ordem.
Spindlente estava deitada na cama, em descoloridas savanas que estavam manchadas de sangue. Seus olhos estavam fechados, sua boca lassa. Ela estava nua, e seu corpo no era um bonito quadro. Eve poderia ver que o que parecia ser uma camisola estava pulcramente dobrado e posto na mesa ao lado da cama.
Ela poderia ter estado dormida de no ser pelo sangue que manchava as savanas.
Tinham-na drogado, Eve decidiu, logo a despiram. Dobraram o pijama. Pondo-o em ordem, organizado, preciso.
Como tinham escolhido eles a este? Ela se perguntou. E por que?
Na seguinte foto, a equipe da cena do delito tinha girado o corpo. A dignidade, a modstia se esfumo quando o zoom da cmara disparo. Pernas fracas e ossudas em um corpo fraco e ossudo. Peitos cansados, pele enrugada. Spindlente no tinha gasto seus lucros mantendo seu corpo, o qual provavelmente foi sbio, reflito Eve, quando seu investimento tivesse sido danificada.
"Aproximao  ferida," ela ordeno, e a foto mudana de posio. Eles a tinham aberto, as incises to finas como Eve tinha suposto. Quase delicadas. E embora ningum se incomodou nas fechar outra vez, tinham usado o que ela agora sbia era um saco de congelamento cirrgico para deter o fluxo de sangue.
Rotina outra vez, concluiu ela. Orgulho. Os cirurgies freqentemente no permitiam que um subordinado fechassem as incises por eles? O trabalho grande, importante j tinha sido feito, ento por que no deixar que algum menos proeminente fizesse um pouco de costura?
Ela perguntaria a algum, mas pensava que tinha visto isso na tela do vdeo.
"Computador, analisar procedimento cirrgico em ambos os sujeitos. Processar a probabilidade de copi-lo. Que percentagem de probabilidade de que ambos os procedimentos fossem realizados pela mesma pessoa?
Trabalhando. . . A anlise tomar aproximadamente dez minutos.
"Bem". Ela se levantou, caminhando para a janela para observar o trnsito areo chispar. O cu se passou ao prpura. Ela podia ver um dos mini-helicpteros flutuando enquanto tentando compensar uma rajada de vento.
Nevaria ou cairia aguanieve antes do final do turno, pensou. O trajeto em carro a casa seria horrendo.
Pensou no Roarke, a trs mil milhas de distncia, com palmeiras e cus  azuis.
Pensou nessas almas perdidas, annimas lutando por encontrar um pouco de calor ao redor de um feio fogo em um barril oxidado e onde estariam esta noite quando as neves viessem e o vento uivasse abaixo nas ruas como uma coisa enlouquecida.
Distradamente, pressionou seus dedos na janela, sentiu o calafrio em sua pele.
E veio a ela, zarpazos como uma bofetada, uma memria comprido tempo sepultada com outras memrias da garota que tinha sido uma vez. Pequenos, olhos afundados, e apanhada em um desses horrveis quartos interminveis onde as janelas estavam gretadas e rotas por onde  o vento gritava e gritava contra o vidro prejudicado e sacudia as paredes e arrasava sobre sua pele como punhos de gelo.
Frio, to frio. To faminta. To assustada. Sentando-se na escurido, a ss na escurido. Todo isso enquanto sbia que ele retornaria. Ele sempre retornava. E quando o fizesse, ele poderia no estar o suficientemente bbado como para solo cair sobre a cama e deix-la tranqila.
Ele poderia no deix-la acurrucarse na cadeira infestada de ratos que cheirava a  fumaa e suor onde ela tratava de esconder-se dele e do frio quebradio.
Ela cairia em um ligeiro sonho tremendo, observando seu flego formar-se e desvanecer-se na escurido.
Mas quando ele chegou a casa, no estava o suficientemente bbado, e ela no poderia esconder-se dele ou da amargura.
"Chicago". A palavra exploro fora dela, como um veneno que queimava sua garganta, e ela retorno a si mesmo com ambas as mos em punhos duros contra seu corao.
E estava tremendo, tremendo outra vez como o esteve nesse quarto glido durante outro inverno.
De onde tinha vindo isso? perguntou-se enquanto brigava por emparelhar sua respirao, por tragar de volta a enfermidade que tinha fluido a jorros em sua garganta. Como sbia que foi Chicago? por que estava to segura?
E que importncia tnia? Furiosa agora, tamborilou um de seus punhos ligeiramente, ritmicamente contra a janela. Parecia, estava terminado.
Tnia que estar terminado.
Anlise completa...  Comeando proporo de probabilidade...
Ela fechou seus olhos um momento, esfregou-se as mos duramente sobre os lbios secos. Isto, ela se recordou a si mesmo, era o que importava. O que era agora, o que por volta de agora. O trabalho, a justia, as respostas.
Mas sua cabea estava palpitando quando se giro para o computador, sentando-se.
Proporo de probabilidade completa. A probabilidade de que os procedimentos em ambos os sujeitos estejam feitos pela mesma pessoa  97.8 %.
"De acordo," disse Eve brandamente. " De acordo. Ele fez ambos. Agora, quantos mais?
Dados insuficientes para computar. . .
" No perguntava a voc, imbecil". Ela falou distradamente, logo, inclinando-se para frente, esqueceu seu estmago nauseabundo, sua cabea dolorida enquanto comeava a andar com muito cuidado atravs dos dados.
Ela tinha avanado com dificuldade atravs da massa quando Peabody golpeou a porta energicamente e inseriu sua cabea na porta.  Rosswell esta aqui".
" Genial. Bem ".
Houve um brilho nos olhos do Eve quando se levantava que fez que Peabody sentisse uma agitao de piedade pelo Rosswell, e - ela era humano, depois de tudo - uma onda de antecipao pela funo a ponto de arrancar. Ela tomou cuidado de silenciar ambas as reaes enquanto seguia ao Eve  sala de juntas.
Rosswell era gordo e calvo. O salrio de um detetive deveria haver talher uma manuteno padro de corpo se ele era muito preguioso ou estpido para exercitar-se. Deveria haver talher um tratamento capilar elementar de substituio se ele tivesse um pouco de vaidade. Mas a auto-imagem no poderia competir com o amor profundo e apaixonado do Rosswell pelo jogo.
Este amor era unilateral. Os jogos de azar no devolvia o amor ao Rosswell. Castigavam-lhe, ria dele. Golpeava-lhe sobre a cabea com suas faltas de habilidade na rea. Mas ele no podia manter-se afastado.
Assim  que vivia em um pequeno apartamento um pouco melhor que um buraco a um bloco de sua delegacia de polcia - e a dois minutos de caminhada da sala de jogos mais prxima. Quando ele era o suficientemente afortunado para lhe dar s probabilidades, seus lucros eram reaplicadas para cobrir perdas prvias. Ele constantemente esquivava e para entendimentos com os cobradores.
Eve obteve alguns desses detalhes dos dados que justamente tinha esquadrinhado. O que viu esper-la na sala de juntas era a um poli arruinado, um que tinha perdido seus limite e simplesmente navegava para sua penso.
Ele no se levantou quando ela entrou, continuou vadiando na mesa de negociaes. Para estabelecer sua dominao, Eve cravou meramente os olhos nele silenciosamente at que se ruborizou e ficou de p.
E Peabody estava no correto, ela notou. Sob a aparncia da falta de preocupao, havia um brilho de medo em seus olhos.
"Tenente Dallas?
"Assim , Rosswell". Convidou-lhe a sentar-se destacando com um dedo a cadeira. Outra vez, ela no disse nada. O silncio tnia uma forma de raspar os nervos em carne viva. E os nervos alterados tinham uma forma de balbuciar fora a verdade.
" Ah..." Seus olhos, de um avel nublado em uma cara pastosa, moveram-se dela ao Feeney ao Peabody, logo depois de volta. "De que se trata isto, Tenente?
"Trata-se de um trabalho policial de medeio-culo". Quando ele pisco, Eve se sentou no bordo da mesa. Isto deixou sua cabea por cima da dele, lhe forando a inclin-la para olh-la. " O caso Spindlente -- seu caso, Rosswell. me conte sobre isso".
"Spindlente? Sua cara fico em branco, ele encolheu os ombros. "Jesus, Tenente, obtenho um monto de casos. Quem recorda nomes?
Um bom poli recorda, pensou ela. "Erin Spindlente, LC aposentada. Talvez isto ajude a sua memria. Ela perdeu alguns rgos internos ".
"OH, claro". Ele ficou diretamente de bom humor. " Ela o conseguiu na cama. Parece um pouco gracioso j que ela o conseguia ali em abundncia ". Quando ningum recife em conta de sua ironia, ele se esclareceu voz. "Foi bastante direto, Tenente. Ela para farrapos a suas garotas e Johns todo o tempo. Tnia um representante para isto. mantinha-se embotada pelo Jazz a maioria das vezes. Ningum teve algo bom que dizer a respeito dela, posso-lhe dizer. Ningum derramo uma lgrima. Acredito que uma de suas garotas ou um dos clientes se indigesto e o fez. Qual  o problema? Ele perguntou, encolhendo seus ombros outra vez. "No  uma grande perda para a sociedade".
" Voc  estpido, Rosswell, e apesar de que isso me incomoda, tenho que acreditar que talvez voc nasceu estpido. Mas voc tem uma placa, assim que isso significa que no pode ser descuidado, e sem dvida alguma no pode decidir que um caso no vale seu tempo. Sua investigao sobre este ponto foi uma brincadeira, seu relatrio pattico, e suas concluses estpidas ".
"Hey, cumpri com meu trabalho.
"Ao inferno que o fez". Eve acendeu o computador, disparou uma imagem sobre a tela. A fatia limpa na carne do Spindlente dominando-a. " Diz-me que uma garota guia de ruas fez isto? por que no inferno no estaria ela acumulando sete figuras ao ano em um centro mdico? Um John, pode ser, mas Spindlente no trabalhou com o Johns. Como se aproximou dela? por que? por que infernos tomou seus rins?"
"No sei o que h na mente de algum assassino luntico, pelo amor de Cristo.
"Por isso  pelo que me vou assegurar que no trabalhe em  Homicdios a partir de hoje".
"Espere solo um maldito minuto ". Ele estava de p, cara a cara com ela. Peabody deu ao Feeney um olhar rpido para medir sua reao e viu seu aberto sorriso espaado, malvada. " Voc no tem motivo para ir a meu chefe com isto e me criar problemas. Segui o livro neste caso ".
"Ento seu livro perdeu umas quantas pginas". Sua voz era acalmada, mortalmente acalmada. " Voc no investigo centros de rgos de substituio ou centros de distribuio. No fez uma comprovao dos cirurgies, nunca tentou contatar com fontes do mercado negro no re-embarque ilegal de rgos ".
"por que infernos o faria? Seus sapatos se chocaram com os seu quando ele se inclinou para frente. "Algum psico a curto e tomou algumas lembranas. Caso fechado. Quem diabos d uma mierda por uma puta usada?
" Eu o fao. E se no estar fora de minha cara em cinco segundos, ento lhe chutar acima ".
Tomou trs, seus dentes apertando-se audiblemente, mas ele se foi. "Fiz o trabalho," disse, mordendo as palavras completamente as lanando como dardos. "Voc no tnia causa para escavar meu caso e me dar a lata".
" Voc fez um trabalho de mierda, Rosswell. E quando um de seus casos se cruza com um meu, e vejo justo que mierda de trabalho fez, tenho bastante causa. Tenho a um adormecido que perdeu o corao. Minha probabilidade comparada me diz que o mesmo que lhe abriu o fez com o Spindlente ".
" ouvi que a jodido neste caso". Ele sorriu agora, o suficientemente aterrorizado para desafi-la.
"Conhece o Bowers, verdade? Lhe sorriu de volta, to ferozmente que ele comeou a suar outra vez.
"Ela no  uma f dela".
" Agora, isso machuca, Rosswell. Realmente machuca meus sentimentos. E quando meus sentimentos se machucam, eu gosto de aplac-los em algum ". Ela se inclino. "Quer que seja em voc?
Ele se lambeu os lbios. Se tivessem estado sozinhos, ento ele podia haver-se tornado atrs facilmente. Mas havia dois polis mais no quarto. Duas bocas mais que poderiam tagarelar. " Se voc me puser as mos em cima, ento apresentarei uma queixa. Justo como Bowers. Ser o mascote do Whitney no lhe salvar de uma investigao do IAB ento ".
Sua mo se fecho em um punho. E, OH, ela ansiou us-lo. Mas s manteve seus olhos estveis nos dele. " Escuto isso, Feeney? Rosswell aqui vai contar lhe ao professor sobre mim ".
" Posso-lhe ver tremer de medo por isso, Dallas". Alegremente, Feeney se adiantou. "Deixe golpear a este jodido traseiro gordo por voc".
" Isso  realmente agradvel de sua parte, Feeney, mas tratemos de dirigir isto como adultos amadurecidos primeiro. Rosswell, adoece-me. Talvez ganhou essa placa anos atrs, mas voc no a merece agora. Voc no merece trabalhar na mierda e desperdcios dos detalhe da extrao em um corpo. E isso  justo o que vai dizer em meu relatrio. Enquanto isso, voc  relevado como primrio no caso do Spindlente. Dar-lhe todos os dados e toda a informao a meu ajudante ".
" No farei isso a menos que o tenha por escrito diretamente de meu chefe". Salvar a cara era de capital importncia agora, mas at seu valente intento por soar desdenhoso foi curto. " No trabalho para voc, Dallas, e sua fila, seu representante, e todo o dinheiro de seu marido no significam uma mierda para mim".
"Cotado," Eve disse levemente. "Peabody, contate com o Capito Desevres na uno-seis-dos".
"Sim, senhor".
Ela sustentou seu temperamento, mas lhe custou. A dor de cabea parecia ferver a fogo lento, e os ns em seu estmago apertaram seus dentes. Ajudou um pouco observar ao Rosswell suar enquanto ela meticulosamente esboava os detalhes, rasgando sua investigao em migalhas, e pediu a transferncia do caso, com todos os dados e todas as informaes, a ela.
Desevres pediu uma hora para revisar o assunto, mas todos sabiam que isso era pelo bem das formas. Rosswell estava fora, e provavelmente muito em breve receberia chamado de ateno muito mas forte do chefe de sua prpria diviso.
Quando acabou a transmisso, Eve recolheu os arquivos e discos. "Lhe d permisso para sair, Detetive".
Sua cara ficou branca como o osso com fria e frustrao, ele ficou de p. "Bowers tnia razo. Espero que ela a enterre ".
Eve Miro em sua direo. "Detetive Rosswell, tem permisso para sair. Peabody, contate ao Morris no escritrio de ME. Ele precisa ser informado deste homicdio em conexo. Feeney, podemos acender fogo sob o McNab? Veja que a encontrado at agora?
A vergonha de ser ignorou coloro, de um feio vermelho, outra vez a cara do Rosswell. Quando a porta se fechou de um golpe detrs dele, Feeney transmitiu ao Eve um sorriso aberto.
"Seguro faz montes de amigos novos estes dias".
"  meu engenho e brilhante personalidade. No o podem resistir. meu deus, que asno ". Mas ela se sentou, lutando por no  fazer caso da molstia. " vou revisar a Clnica Canal Street. Spindlente o usou para suas verificaes de sade nos ltimos doze anos. Talvez Snooks o visito um par de vezes.  um lugar para comear. Peabody, voc vem comigo".
Ela tomou o elevador direto ao nvel da garagem e s tinha dado um passo atravs das portas quando Feeney a conecto por comunicador. "O que conseguiu?
" McNab deu com um fabricante qumico chamado Jasper Mott. Outro roubo de rgo, trs meses atrs ".
" Trs meses? Quem  o primrio? Quais so as pistas?
" No foi um assunto do NYPSD, Dallas. Foi em Chicago ".
"O que? O frio veio brilhando tenuemente sobre sua pele, a imagem da larga telaraa no cristal da janela.
"Chicago," ele repetiu, estreitando seus olhos. "Esta bem?
"Sim, Sim.  Mas ela ficou olhando abaixo ao comprido tubo da garagem para onde Peabody esperava pacientemente em seu veculo. "  Pode lhe conseguir ao Peabody o nome do primrio neste caso, os dados necessrios? Terei seu contato para os arquivos e o estado ".
" Claro, no h problema. Talvez deveria comer algo, pequena. Parece doente ".
" Estou bem. Diga ao McNab que pinjente bom trabalho, e que continuei assim." 
Problemas, senhor?
"No". Eve cruzou para seu carro, no codificado, e subiu dentro. "Temos outro em Chicago. Feeney vai enviar lhe os detalhes. Faa uma petio para o primrio e seu chefe de diviso para uma cpia de dados apropriados. Com copia  para o comandante. Faa-o de acordo com as regras, mas faa-o rpido ".
"A diferena de alguns," Peabody disse remilgadamente, " conheo todas as pginas. por que um idiota como Rosswell se faz detetive?
"Porque a vida," Eve disse com sentimento, "freqentemente empresta".

A vida definitivamente emprestava para os pacientes na Clnica Canal Street. O lugar estava repleto com os sufrientes, os desesperados, e os moribundos.
Uma mulher com a cara maltratada amamentava a um infante enquanto um menino que comeava a caminhar se sentava a seus ps e gemia. Algum tossiu hmedamente, montonamente. Uma meia dzia do LC da rua se sentava com o olhar vidriosa e perfurada, em espera de sua reviso de regulao para limp-los para o trabalho da noite.
Eve se abriu aconteo trabalhosamente at a janela onde a enfermeira de servio estava em um escritrio. "Ponha seus dados na forma correta," ela comeou, o bordo de tdio flamejando em sua voz. "No esquea seu nmero de carto mdico, VO pessoal, e direo atual".
Por resposta, Eve tirou sua placa e a  sustentou sobre o vidro reforado. "Quem est a cargo?
Os olhos da enfermeira, cinzas e aborrecidos, voaram sobre a placa. "Essa seria a Dra. Dimatto hoje. Ela est com um paciente ".
"H um escritrio ali atrs, um quarto privado?"
"Se voc quer lhe chamar assim". Quando Eve simplesmente inclino a cabea, a enfermeira, molesta, soltou o ferrolho codificado da porta.
Com relutncia bvia, ela caminhou arrastando os ps para baixo por um vestbulo pequeno. Quando se escabulleron pela porta, Peabody olhou por cima de seu ombro. "Nunca estive em um lugar como este antes".
Considere-se afortunada. Eve tinha passado tempo em abundncia em tais lugares. Uma criao pelo estado no inclua cuidados de sade privados ou Clnicas de alta escala.
Ao gesto da enfermeira, ela entrou em um quarto do tamanho de uma caixa que os doutores em rotao usavam como escritrio. Duas cadeiras, um escritrio apenas maiores que uma caixa de madeira empacotadora, e a equipe, Eve reflito, olhando o sistema de ordenador, pior ainda que o que ela estava reduzida a usar na Central.
O escritrio no tnia em seu haver uma janela, mas algum tinha tratado de substitui-la com um par de psteres de arte e uma videira verde lhe pugnem em uma panela picada.
E ali, em uma prateleira da parede, no que se  para dobras em meio de uma pilha de discos mdicos e um modelo do corpo humano que se balana, estava um ramalhete pequeno de flores de papel.
"Snooks," Eve murmuro. "Ele usava este lugar".
"Senhor?
"Suas flores". Eve as recolheu da prateleira. " lhe gostava de algum aqui o suficiente para dar-lhe e a algum importado o suficiente para as conservar. Peabody, justo obtivemos nossa conexo ".
Ela ainda sujeitava as flores quando a porta se abriu de repente. A mulher que caminhou a grandes passos era jovem, diminuta, com a bata medica sobre um suter abolsado e decolorados calas jeans. Seu cabelo era curto e at mais despenteado que o do Eve. Mesmo assim, sua cor mel contrastava com a cremosa cara bastante rosada.
Seus olhos eram da cor das tormentas, e sua voz era uma ameaa.
" Voc obteve trs minutos. Tenho pacientes esperando, e uma placa no quer dizer uma mierda aqui dentro ".
Eve arqueou uma sobrancelha. A abertura a teria irritado sob a maioria das circunstncias, mas ela notou as sombras de fadiga sob os olhos cinzas e a rigidez da postura que era uma defesa contra esta.
Ela tinha trabalhado at a extenuao o suficiente freqentemente para reconhecer os signos e compadecer-se deles.
" Seguro somos populares estes dias, Peabody. Dallas, " disse brevemente. "Tenente, Eve. Necessito dados de um par de pacientes ".
" Dimatto, Dra. Louise, e no damos dados de pacientes. Nem para polis, nem para ningum. Assim se isso  tudo -- "
"Pacientes mortos," Eve disse quando Louise se giro para a porta outra vez. "Pacientes assassinados. Sou de Homicdios ".
Girando-se de volta, Louise Miro mais cuidadosamente ao Eve. Ela viu um corpo magro, uma cara difcil, e olhos cansados. "Investiga um assassinato?
" Assassinatos. Dois ". Observando a Louise, ela sustentou em alto as flores de papel. "Delas?
" Sim. Y..." Ela se retraiu e a preocupao bairro sobre sua cara. " OH, no Snooks! Quem mataria ao Snooks? Ele no pde ser mais inofensivo.
"Foi seu paciente?
"Ele no foi paciente de ningum, realmente". Ela se moveu para um antigo Auto chef e programo caf. " Tiramos uma mini-vejam uma vez  semana, fazemos tratamentos no stio". A mquina fez um assobio, e jurando, Louise devorando bruscamente abriu a porta. Dentro havia um atoleiro que parecia ser um ofensivo fluido do corpo. "Fora das taas outra vez," resmungou e deixou a porta aberta balanando-se enquanto ela se girava. "Seguem  recortando nosso pressuposto".
me conte sobre isso," Eve disse secamente.
Com uma meia sorriso, Louise passo suas mos sobre sua cara e seu cabelo. "Estava acostumado a ver o Snooks ao redor quando era minha rotao na mini-vejam. Subornei-lhe para um exame guia de ruas uma noite aproximadamente faz um ms. Custou-me dez crditos averiguar que ele estaria morto de cncer dentro de aproximadamente seis meses sem tratamento. Tratei-lhe de explicar tudo, mas a ele sozinho no importou. Deu-me as flores e me disse que era uma garota agradvel ".
Ela deixou escapar um comprido suspiro. "No acredito que nada estivesse mal com sua mente -- embora no lhe pude levar em um psico. A ele sozinho no importou ".
"Tem os registros do exame?".
" Posso-os desenterrar, mas com que fim? Se ele foi assassinado, ento o cncer no lhe destruo ".
" Eu gostaria para meus arquivos," disse Eve. " E qualquer registro que tenha sobre o Erin Spindlente. Ela se para suas verificaes de sade aqui ".
"Spindlente? Louise negou com a cabea. " No sei se ela era uma de meus. Mas se voc quiser os registros de pacientes, ento Tenente, vai ter que me dar mais dados. Como morreram?
"Durante uma cirurgia, por diz-lo assim," Eve disse, e disse a ela.
depois da primeira sacudida que  salto aos olhos da Louise, estes ficaram frios e planos. Ela esperou, considerando-o, logo negou com a cabea. " No sei do Spindlente, mas lhe posso dizer que no havia nada no Snooks que valesse o esforo, nem mesmo para o uso do mercado negro ".
" Algum tomou seu corao, e fizeram um trabalho superior nisto. Quem  seu superior em consulta cirrgica?
"No temos consulta externa," Louise disse cansadamente. " Assim sria eu. Assim  que se quer me levar para uma entrevista ou para levantar cargos, ento solo ter que esperar at que acabe com meus pacientes ".
Eve quase sorriu. " No levantar cargos, Doutora, esta vez. A menos que gostasse de confessar. Sobre isto ". De sua bolsa, Eve tomou duas fotos, uma de cada vtima, oferecendo-lhe 
Com os lbios franzidos, Louise as estudo, exalando devagar. "Algum tem mos mgicas," ela murmuro. " Sou boa, mas no estou inclusive perto deste nvel de habilidade. Para dirigir isto dentro do refgio de um adormecido, pelo amor de Deus. Baixo essas condies ". Ela negou com a cabea, devolvendo as fotos. Posso odiar o que essas mos fizeram, Tenente, mas admiro sua habilidade".
"Alguma sugesto de quem poderiam ser essas mos?
" No fao amigos com os deuses profissionalmente, e isso  o que voc olhe aqui. Um dos deuses. Terei ao Jan conseguindo o que necessita. Tenho que retornar a meus pacientes ".
Mas ela fez uma pausa, estudando as flores outra vez. Algo passo por seus olhos que estavam mais que cansados. Podia ter sido pena. " Ns erradicamos ou aprendemos a curar quase a qualquer assassino natural dos seres humanos exceto um. Alguns sofrem e morre antes de tempo de todas formas porque so muito pobres, esto muito assustados, ou so muito teimosos para procurar ajuda. Mas continuamos desgastando isso a pedacinhos. Eventualmente, ganharemos ".
Ela olhou para trs ao Eve. " Acredito nisso. Ganharemos nesse frente, mas no seu, Tenente, nunca haver uma vitria completa. O depredador natural do homem sempre ser o homem. Assim  que continuarei tratando os corpos que os outros cortaram ou tm feito talhos ou golpearam, e voc continuar limpando o desperdcio ".
" Obtenho minhas vitrias, Doutora. Cada vez que ponho a um depredador em uma jaula, obtenho minha vitria. E conseguirei uma para o Snooks e Spindlente. Voc pode contar com isso ".
" No conto com nada mais j". Louise saiu aonde o dano e o desespero esperavam.

Sou... divertido. A obra professora deve ser simtrica com perodos de descanso e entretenimento, depois de tudo. Em meio do meu, encontro-me mesmo sentindo compaixo contra uma mulher com uma reputao de tenacidade. Uma mulher lista, em todos os aspectos, e decidida com grande habilidade em seu campo eleito.
Mas por muito tenaz, lista, e determinada que Eve Dallas pudesse ser, ela seguia sendo uma poli. tratei com polis antes, e so facilmente despachados de uma maneira ou outra.
Que to absurdo que esses que impem as leis - as leis que se alteram to fcil e to mido como o vento - deveriam acreditar que tm alguma jurisdio sobre mim.
Preferem chamar o que eu fao assassinato. A extrao - a extrao humanitria, deveria adicionar - do prejudicado, o intil, o improdutivo no  mais assassinato que a extrao de piolhos de um corpo humano  assassinato. Certamente, as unidades que selecionei no eram nada menos que inseto. Insetos doentes e moribundos no que a isso se refere.
Contagiosas, corruptas, e condenadas pela mesma sociedade cujas leis agora lhes vingassem. Onde estavam as leis e os gritos de justia quando estas criaturas patticas se acuclillaron em suas caixas e armazenavam seu desperdcio? Enquanto viveram, estavam sujeitos com repugnncia, ignorncia, ou desprezados.
Essas vasilhas emprestaram um servio a um propsito muito mais grandioso mortos do que em toda a vida puderam ter obtido vivos.
Mas se o assassinato  seu trmino, ento o aceito. Como aceito a provocao da tenaz Tenente. Deixe-a atiar e aguilhoar, fazer clculos e deduzir. Acredito que gozarei a justa.
E se ela se converte em uma molstia, ento se por algum golpe de sorte ela tropea muito perto de mim e meu trabalho?
Ela ter que dirigi-lo.
At a Tenente Dallas tem suas debilidades.

CAPTULO SETE
McNab encontrou a outro adormecido  nos becos de Paris. Ele tinha perdido o fgado, mas seu corpo tinha estado to mutilado pelos gatos guias de ruas que vagavam pelos bairros baixos que a maior parte da evidncia fsica se destruiu. Mesmo assim, Eve ps o nome em seus arquivos.
Ela os levou casa, optando por trabalhar ali at que Roarke retornasse de Nova Los Angeles Summerset no a decepcionou esta vez, pois se deslizo no vestbulo momentos depois de que ela entrasse atravs da porta.
Seus olhos escuros se deslizaram sobre ela, seu nariz elegante enrugado. "Como est realmente atrasada, Tenente, e no viu motivo para me notificar de seus planos, assumo que j jantou esta noite".
Ela no tinha comido da barra de chewy que tinha procurado entre suas gavetas, mas solo sacudiu seus ombros quando os encolheu ao tir-la jaqueta. " No necessito que me arrume o jantar, s".
" uma sorte. Lhe observou lanar a jaqueta sobre o saguo. Um ato que ambos sabiam ela repetia porque incomodava seu rgido sentido da ordem. "Porque no tenho inteno de faz-la desde que se rehso a me manter informado de seu horrio".
Ela sacudiu a cabea, dando a seu corpo alto, fraco o mesmo olhar que ele a tinha dado a ela. "Isso me ensinar.
" Voc tem uma ajudante, Tenente. Seria um assunto singelo faz-la me notificar de seus planos assim as rotinas da casa poderia manter um pouco de ordem." 
Peabody tem coisas melhores que fazer, e eu tambm".
"Seu trabalho no me concerne," ele disse com mofa. " As rotinas da casa sim. acrescentei a AMA da fundao a sua agenda. espera-se que est lista e apresentvel..." Ele fez uma pausa o tempo suficiente para soprar a suas botas raiadas e a suas calas enrugadas. "Se isso for possvel, ento s sete e trinta na sexta-feira".
Ela deu um significativo passo adiante. Mantenha seus ossudos dedos fora de minha agenda".
"Roarke me  pediu que fizesse a anotao e que lhe recordasse sobre o compromisso". Agradado, ele sorriu.
Ela decidiu que teria um pequeno bate-papo com o Roarke a respeito de lhe endossar o pessoal nazista. "E eu lhe digo que se mantenha fora de meus assuntos".
" Recebo minhas ordens do Roarke, no de voc".
"E eu no as recibo tampouco de voc," ela se feito para atrs enquanto comeava a subir as escadas. "Assim me remoa.
separaram-se, os dois medianamente satisfeitos com o encontro.
Ela foi diretamente ao Auto chef em sua cozinha do escritrio e teria estado envergonhada se tivesse sabido que Summerset tinha plantado o pensamento do jantar em sua mente, sabendo que recordaria comer embora fora por desgost-lo. De outro modo, provavelmente o teria esquecido.
Havia bife e guisado como prato principal no menu, e como este ultimo era um de seus pratos favoritos, ela programou um tigela. No momento que a mquina emitiu um bip aceitando sua ordem, o gato serpenteio ao redor de suas pernas.
"Sei malditamente bem que j tiveste o teu," resmungou. Mas logo que abriu a porta e o vapor fragrante se propago no ar, Galahad lano um lhe chiem miado. Tanto por defesa como por afeto, ela ps um pouco em seu prato. Ele saltou sobre este como se fora um camundongo vivo que poderia escapar.
Eve levou o guisado e o caf a seu escritrio, comendo distradamente enquanto acendia seu computador e comeava a revisar dados. Ela sbia o que seus intestinos lhe diziam, o que seus instintos lhe diziam, mas tnia que esperar a transferncia de arquivos e fotos para pedir uma comprovao de probabilidades para verificar suas concluses.
Ela esquadrinho os registros mdicos do Spindlente da Clnica Canal Street que manifestava que o paciente tnia uma desordem de rim, resultado de alguma infeco na infncia. Seus rins eram funcionais mas defeituosos e tinham precisado tratamento regular.
Um corao folgazo, ela reflito, e rins defeituosos. Apostava o pagamento de um ms que quando ela tivesse os dados dos assassinatos em Chicago e Paris, esses rgos provariam ser defeituosos tambm.
Especfico, pensou ela. Vtimas especficas para partes especificamente defeituosas.
" Voc se desembrulha bem, no  assim, Dr. morte?
Nova Iorque, Chicago, Paris. Onde mais tinha estado, e aonde iria  depois?
Ele poderia no ter sua base em Nova Iorque depois de tudo, especulou ela. Ele poderia estar em qualquer parte, viajando pelo mundo e seus satlites para seus desperdcios. Mas algum lhe conhecia, reconheceria seu trabalho.
Ele era amadurecido, ela decidiu, acrescentando suas concluses ao perfil de Olhe. Educado e treinado. Era provvel que tinha salvado incontveis vidas em sua carreira. O que lhe tinha feito tomar ?
Loucura? Nenhuma loucura ordinria se parecia com isto. Arrogncia, sim. Ele tnia arrogncia e orgulho e as mos de um deus. Seu trabalho era metdico, e percorria  os mesmos tipos de reas nas cidades para selecionar seus espcimes.
Espcimes, pensou ela, franzindo os lbios. Sim, pensou que assim era como os via ele. Experimentos ento, mas de que classe, com que propsito?
Ela teria que iniciar uma busca no departamento de investigao do Drake.
Que relao poderia encontrar entre o palcio da sade do Drake e o ghetto da Clnica Canal Street? De algum jeito ele tinha visto os registros, conhecia os pacientes. Ele conhecia seus hbitos e suas imperfeies.
Eram as imperfeies o que perseguia.
Com a frente enrugada, ela ordenou uma busca dos artigos e dados de transplante de rgos e reconstruo.
Uma hora mais tarde, as palavras se empanavam, sua cabea estava palpitando. A frustrao se elevou a nveis mximos enquanto se via forada a pedir definies e explicaes de centenares de trminos e frases.
Levaria-a por sempre acessar e decifrar esta mierda mdica, pensou. Necessitava um assessor perito, algum que j conhecesse esta rea ou quem pudesse estud-la e explicar-lhe em trminos singelos. Em trminos de polis.
Um olhar a sua unidade de boneca lhe disse que era perto de meia-noite e muito tarde para contatar j fora com Olhe ou Morris. Estes eram os nicos mdicos nos que confiava.
Vaiando de impacincia, comeou a avanar com dificuldade at o final de outro artigo, logo seu crebro se descongestionou com uma sacudida quando leu um relatrio de um artigo do peridico datado em 2034.
CLNICA NORDICK PARA A SADE ANUNCIA GRANDE ADIANTAMENTO MDICO depois de mais que duas dcadas de investigao e estudo no desenvolvimento de rgos artificiais, o Dr. Westley Friend, chefe de investigao da Clnica Nordick, anunciou o desenvolvimento e implantao bem-sucedida do centro de um corao, pulmo, e rins em Pacientes X. Nordick, junto com o Centro Drake em Nova Iorque, dedicaram quase vinte anos  busca no desenvolvimento de  rgos que pudessem ser fabricados em serie para substituir e funcionar melhor que a malha fina humana.
O artigo continuava, detalhando o impacto na medicina e a sade. Com o descobrimento de um material que o corpo aceitava facilmente, a comunidade mdica danava no cu. Embora era estranho com experimentos Vitro e reparao para meninos que tivessem nascido com um defeito de corao, por exemplo, uma certa quantidade funcionava. Um rgo podia construir-se usando a malha fina do paciente, mas isso levava tempo.
Agora o corao defeituoso podia ser rapidamente removido e substitudo pelo que Friend chamava uma substituio de longevidade que continuaria funcionando bastante depois de que o menino tivesse gasto sua durao mdia de vida de cento e vinte anos.
Poderiam, o artigo continuou, ser reciclados e implantados em outros pacientes no caso de morte do dono original.
Entretanto a investigao na reconstruir de rgos humanos foi discontinuada em ambos os centros, o trabalho em dispositivos artificiais se adiantava.
Reconstruir rgos humanos se havia descontinuado faz vinte anos, pensou Eve. Havia algum decidido a retroceder e trazer o de volta?
O Centro Nordick em Chicago. O Drake em Nova Iorque. Um enlace mais. "Computador, busca e desdobramento dados do Friend, Dr. Westley, anexo  Clnica Nordick da sade, Chicago ".
Trabalhando... Friend, Dr. Westley, VO No 987-002-34RF, nascido em Chicago, Illinois, 15 de dezembro, 1992. Morte, Setembro, 12, 2058... 
" Morto? Como?
A morte se decretou como auto-terminao. O sujeito se injeto uma dose fatal de barbitricos. Sobrevivem-lhe sua esposa, Ellen, seu filho, Westley Jr., sua filha, Clare. Netos -
"Alto," ordeno Eve. Ela se preocuparia com dados pessoais mais tarde. "Acesso a todos os dados do suicdio do sujeito".
Trabalhando. . . . Petio desautorizada. Os dados esto selados.
Selados, meu culo, pensou Eve. Sortearia isso na manh. Ela se levanto para passear-se  e pensar. Queria saber tudo o que terei que saber sobre o Dr. Westley Friend, seu trabalho, e seus scios.
Chicago, pensou outra vez e se estremeceu. Poderia ter que fazer uma viagem a Chicago. Ela tinha estado ali antes, recordou-se a si mesmo. Nunca lhe incomodou.
Exceto nunca antes o recordou.
tirou-se de cima isso e foi preencher seu caf. Tinha conectado os dois centros, as duas cidades. Encontraria que havia um centro afiliado em Paris tambm? E talvez em outras cidades, outros lugares?
 Isso teria sentido, no  assim? Ele encontraria a sua espcime, tomaria sua prova, logo ele no gostaria de trabalhar em subrbios: --laboratrios de primeira classe - lugares onde no seria conhecido e questionado?
Ento ela negou com a cabea. Como podia dirigir experimentos, fazer a busca, ou o que demnios estava fazendo no laboratrio com semelhante facilidade? Ali tnia que haver papelada, abria pessoal. Ali tinham que haver perguntas e procedimentos.
Mas ele estava tomando as malditas coisas, e tnia um propsito.
esfregou-se seus olhos cansados, cedendo o suficiente para sentar-se na cadeira de sonho. Um recesso de cinco minutos, disse-se a si mesmo, para lhe dar a seu crebro uma oportunidade de jogar com esta nova informao. Simplesmente cinco minutos, voltou a pensar e fechou os olhos.
Caiu no sonho como uma pedra em um lago.
E sonhou com Chicago.

O vo a casa da costa lhe tinha dado tempo Roarke para ocupar-se do ltimo de seus assuntos comerciais. Assim chegou a casa com a mente limpa. Imaginou que encontraria ao Eve em seu escritrio. Ela tendia  a evitar sua cama quando ele no estava a seu lado.
Odiava saber que os pesadelos a perseguiam quando os negcio lhe mantinham longe de casa. Durante os ltimos meses, tinha manobrado o que pde para manter suas viagens no mnimo. Por ela, pensou enquanto se tirava o casaco. E pelo mesmo.
Agora havia algum para retornar a casa tambm, algum que importava. Ele no tinha estado sozinho antes de que ela tivesse entrado em sua vida, certamente no se havia sentido insatisfeito. Tinha estado contente, enfocado, em seus negcios - os muitos ramos e  buracos destes - tinham-lhe satisfeito.
Outras mulheres lhe tinham entretido.
O amor trocava a um homem, decidiu enquanto caminhava para o exploratrio domstico. Depois do amor, todo o resto tomava um segundo lugar.
"Onde est Eve? Perguntou.
A Tenente Dallas est em seu escritrio.
"Naturalmente," murmuro Roarke. Ela estaria trabalhando, pensou enquanto subia as escadas. A menos que o excessivo cansao finalmente lhe tivesse cansado em cima e se houvesse acurrucado na cadeira de descanso para uma de suas curtas sestas. Conhecia-a muito bem e encontrava um estranho conforto nisso. Sbia que este caso ocuparia sua mente e seu corao, todo seu tempo e suas habilidades, at que estivesse fechado. At que ela tivesse encontrado justia, outra vez, para os mortos.
Poderia-a distrair por curtos perodos de tempo, aliviando a tenso. E poderia  trabalharia com ela. Esse, tambm, era um benefcio mtuo. Tinha descoberto que desfrutava das etapas do trabalho policial, o quebra-cabeas armando-se lentamente, pea por pea.
Possivelmente isto era  porque tinha passado a maior parte de sua vida do outro lado da lei que parecia ter um talento natural para isto. Isso lhe fez sorrir, um pouco nostalgicamente, pelos velhos dias.
No trocaria nada, nada do que tinha feito, pois cada passo de sua vida havia lhe trazido aqui. E havia a trazido para ela.
Giro em um corredor, um de tantos na enorme casa cheia de arte e tesouros que tinha colecionado - pelas boas ou pelas ms  atravs dos anos. Eve no entendia completamente seu deleite pelas  posses materiais, decidiu. Como possuindo e sendo dono deles, at a doao deles, punha mais distancia entre ele e o menino dos becos do Dubln que no tnia mais que seu engenho e sua guelra para conseguir o seu.
Deu um passo no marco onde o mais precioso de seus tesouros estava acurrucada, completamente vestida, com sua arma at em seu flanco, na cadeira.
Havia sombras sob seus olhos e a marca de violncia em sua bochecha. Algum lhe concernia quase tanto como a outra, e at se tnia  que recordar a si mesmo outra vez que cada uma eram um signo de quem e que era ela.
O gato estava convexo desgarbadamente sobre seu regao e despertou ficando com o olhar fixo sem pestanejar.
" A estas cuidando? Assumirei o mando agora ".
Um sorriso curvou seus lbios enquanto comeava a aproximar-se quando Eve comeou a gemer. Ela se moveu agitadamente uma vez, um soluo se obstruo em sua garganta.
Atravessou o quarto com grande rapidez, sustentando-a quando ela lutou e lanou um forte golpe.
" No o faa No me machuque outra vez ".
Sua voz era a voz rota, e indefesa de um menino, e isto rompeu seu corao.
" Est bem. Ningum vai machucar te. Estas em casa. Eve, estas em casa. Estou aqui ". Devasto-lhe que uma mulher o suficientemente forte para confrontar  morte dia detrs dia pudesse ser to golpeada em sonhos. Conseguiu cont-la at que pde sentar-se, pondo-a em cima de seu regao, e balanando-a. " Estas a salvo. Est a salvo comigo ".
Ela deu arranhes tratando de escapar e sair do sonho. Sua pele estava mida, pegajosa e tremente, seu flego uma dura queimao em sua garganta. E lhe cheirou, sentiu-lhe, ouviu-lhe. " Estou bem. Estou bem ".
A debilidade, o  tremor de medo saiu do sonho com ela, e a deixou envergonhada. Mas quando tratou de afastar-se, ele no a sotaque. Ele nunca o para. "Solo me deixe te sujeitar. Ele falou quedamente, acariciando suas costas. Sostenme de volta.
Ela o fez, curvando-se nele, pressionando sua cara em sua garganta, lhe sustentando, at que os tremores se detiveram. " Estou bem," ela disse outra vez, e quase o estava esta vez. " No foi nada. Simplesmente um brilho de cor".
Sua mo se deteve, logo se deslizou acima para apaziguar os msculos em  ns detrs de seu pescoo. "Uma nova? Quando ela simplesmente se encolheu de ombros, ele a giro para lhe olhar a cara. "me conte.
"Simplesmente outro quarto, outra noite". Ela tomo um profundo flego, deixando-o sair lentamente. " Chicago. No sei como estou to segura que foi Chicago. Estava to frio no quarto, e a janela estava gretada. Escondia-me detrs de uma cadeira, mas quando ele voltou para casa, encontrou-me. E me violou outra vez. No  nada j no soubesse ".
"Sab-lo no faz que aduela menos".
" Suponho que no. Tenho que me mover, " ela murmuro e se levanto passeando-se para sacudir o tremor. " Encontramos outro corpo em Chicago - mesmo MO. Suponho que isto trouxe a memria de volta a meu crebro. Posso dirigi-lo".
"Sim, pode e deve". Ele se levantou tambm, cruzou-se com ela para colocar suas mos sobre seus ombros. "Mas no tem que dirigi-lo sozinha, nunca mais".
Esta era outra coisa que ele no permitiria, e isto a punha - por turnos - agradecida e inquieta. " No estou acostumada a ti. Cada vez que penso que o estou, no o estou". Mas ela estendeu suas mos sobre as dele. " Me alegro que esteja aqui. Me alegro que esteja em casa ".
" Traga-te um presente".
"Roarke".
A exasperao refletida em sua voz lhe fez sorrir abertamente. "No, voc gostasse deste. Ele beijou a covinha de seu queixo, logo se giro para recolher a pasta que tinha deixado cair quando entro no quarto.
" J necessito um armazm para todas as coisas que me compraste," ela comeou. "Realmente precisa ter um pouco de controle nisto".
" por que? D-me prazer ".
" Se, pode ser, mas me faz..." Ela se calo, desconcertada, quando viu o que tirou da pasta. "Que diabos  isso?
" Acredito que  um gato". Com um sorriso, ele sustentou fora o boneco para ela. " Um brinquedo. No tem suficientes brinquedos, Tenente ".
Uma risada afogada fez ccegas em sua garganta. " parece-se justo ao Galahad". Ela passado um dedo abaixo pela grande, cara sorridente. "Justo at nos estranhos olhos".
" Tive que lhes pedir que arrumassem esse pequeno detalhe. Mas quando acertei a v-lo, no pensei que pudssemos prescindir dele ".
Ela sorria abertamente agora, acariciando o suave, e gordo corpo. No lhe ocorreu que nunca tinha tido um boneco antes - mas lhe tinha ocorrido ao Roarke. "  realmente tolo".
"Agora,  essa a maneira de falar de nosso filho? Ele Miro para trs ao Galahad que tinha tomado posse da cadeira outra vez. Seus olhos de duas cores estreitadas com suspeita antes de que ele se girasse, levantado sua cauda com irritao, e comeasse a lavar-se. "A rivalidade de irmo," murmuro Roarke.
Eve ps o boneco em uma posio proeminente em seu escritrio. Vejamos o que se fazem o um ao outro".
"Precisa dormir," Roarke disse quando lhe viu olhar ceudamente seu computador. "Ocuparemo-nos do trabalho na manh".
" Se, suponho que tem razo. Todas esses trminos mdicos esto retumbando em minha cabea. Sabe algo a respeito do NewLife substituo de rgos?
Sua sobrancelha se levanto, mas ela estava muita distrada para emprestar ateno. "Poderia. Falaremos disso na manh. Vem a cama ".
"No posso contatar a ningum at manh, de todos os modos". Enterrando sua impacincia, ela guardo os dados, e a desconecto. " Poderia ter que fazer uma viagem, para falar com outros primrios em pessoa".
Ele simplesmente fez um murmurando  de acordo e a conduziu para a porta. Se Chicago lhe trazia ms lembranas, ento ela no iria sozinha.

Ela despertou ao raiar o dia, surpreendida do profundamente que tinha dormido e que to alerta estava. Em algum momento durante a noite, enroscou-se ao redor do Roarke, pernas e braos encurvados para lhe amarrar a ela. Era to estranho despertar e no lhe encontrar j acordado e iniciando seu dia que saboreou a sensao do calor contra calor e se deixou ir  deriva.
Seu corpo estava to duro, to refinado, to... saboroso, pensou ela, roando sua boca sobre um ombro. Sua cara, relaxada pelo sonho, seu corao se deteve por sua beleza puramente masculina. Ossos firmes, cheios, boca esculpida, grossos, cabelos escuros.
lhe estudando, ela sentiu seu sangue comear a mover-se. Uma baixa necessidade propagando-se, enchendo sua barriga, e seu corao comeou a pulsar pesadamente pela antecipao e pelo conhecimento de que podia lhe ter, lhe conservar, lhe amar.
Sua aliana de casamento cintilou  luz que se derramava atravs da janela do forro do teto sobre a cama quando ela deslizou uma mo acima por suas costas, acariciando sua boca com a sua. Seus lbios, j quentes, abriram-se com os dela para um lento baile, enredado de lnguas.
Devagar, fcil, e no menos intenso por sua familiaridade. O ligeiro roce de mos sobre curvas, planejando, ngulos fluindo conhecidos, s acrescentava  excitao que se criava, capa por capa,  luz cristalina do amanhecer. Do mesmo modo que seu corao comeou a golpear contra o dela, conservaram o ritmo impreciso e preguioso.
Seu flego se entupo uma vez, duas vezes, quando ele a cavou, enquanto a enviava acima sobre essa larga, largusima curva que brilhava tenuemente como um vinho ao  sol. E seu gemido se mesclo com o dela.
Cada pulso em seu corpo pulsando, cada poro aberto. A necessidade de tomar nela, formar casal, era uma dor no corao to doce como as lgrimas.
Ela se arqueou para ele, respirando seu nome, logo deu um suspiro quando ele se deslizo nela. A viagem foi lento, escorregadio, um fluxo baixo e sedoso de flego e corpos. Sua boca encontrou a sua outra vez, com uma ternura interminvel que a alagou.
Lhe sentiu remontar outra vez, apertar-se ao redor dele, tremer. Levantando sua cabea, observou-a  luz arruda do inverno. Seu corao retumbando, o amor lhe destruiu, quando observou o prazer brilhar em seu rosto, observou esses olhos caf dourados que se empanavam inclusive enquanto se enfocavam nele.
Aqui, pensou, estavam ambos os indefesos. E levando sua boca a dela outra vez, deixo ir.

Ela se sentia gil, estvel, e muito perto da alegria quando se deu uma ducha. Quando saiu, ouviu o som mudo das notcias matutinas sobre a tela e se imagino ao Roarke escutando os titulares pela metade enquanto estudava os reporte das aes e sorvia sua primeira taa de caf.
Isto era to de casados, pensou com um rpido bufido,  saltando no tubo secador. Quando saiu ao dormitrio, estava exatamente como o tinha imaginado. Ele bebia caf na rea do saguo, estudando os dados financeiros no computador, enquanto Nadine Furst dava no Canal 75 as notcias do dia na tela justo sobre seu ombro.
Quando se moveu frente a ele para o armrio, seus olhos a seguiram. E ele sorriu. "V-te descansada, Tenente".
" Sinto-me bastante bem. Preciso me pr de um salto ao dia, entretanto ".
"Pensei que j o tnhamos feito".
Isto fez que ela lanasse um sorriso aberto sobre seu ombro. "Deveria haver dito no dia trabalhista".
"Deveria poder te ajudar nessa rea tambm". Lhe observou ficar sobre os ombros uma camisa branca plaina, abotoando-a energicamente. " O ltimo relatrio meteorolgico informa de baixas temperaturas no meio da tarde. No estar o suficientemente quente com isso ".
"Estarei dentro a maior parte do dia". Ela s ps os  olhos em branco quando ele se levantou, cruzando ao outro lado, e selecionou um pulver azul marinho de l suave, quente. Alcanando-lhe  uma lata, Roarke".
"Que opo tenho? Quando ela arrastou o suter sobre sua cabea, ele sacudiu o seu e ajustou o pescoo da camisa dela ele mesmo. " Ordenar-te o caf da manh".
" Conseguirei algo na Central," ela comeou.
" Acredito que querer tomar o tempo para consegui-lo aqui assim poderemos discutir um par de assuntos. Mencionou os produtos do NewLife ontem  noite ".
"Sim". Ela o recordou vagamente. Tinha estado cansada e at um pouco sacudida pelo sonho. "  um ngulo que investigarei mais tarde. So substituies artificiais feitas dessas coisas de longevidade descobertas na Clnica Nordick, mas pode haver uma conexo com os roubos de rgo dos que me ocupo ".
" Se a houver, ento ambos estaremos muito infelizes por isso. Comprei NewLife faz uns cinco anos ".
Ela o Miro fixamente. " Mierda, Roarke".
" Sim, pensei que se sentiria assim sobre isso. Embora te contei que uma de minhas companhias fabricava rgos artificiais ".
"E justamente tnia que ser NewLife".
" Aparentemente. por que no nos sentamos? Pode-me dizer como concluiu isso a respeito do NewLife, e farei o que possa para te conseguir todos os dados que necessite".
Ela se disse a si mesmo que era intil estar irritada, enquanto arrastava ambas as mos por seu cabelo. Era certamente injusto querer grunhir ao Roarke. Assim agarro umas calas do armrio e os apertou em suas pernas.
" De acordo, vou tratar de ver isto como uma boa coisa. No obterei nenhuma evaso ou um monto de frescura da companhia quando necessitar informao. Mas maldio". Ela devorou bruscamente as calas sobre seus quadris e lhe grunhiu igual. Tem que possui-lo tudo?
Ele o considerou por um momento. "Sim," disse e sorriu belamente. " Mas este  realmente um assunto diferente. Agora quero um pouco de caf da manh ".
Ele ordenou a ambos um prato de panqueques de alta protena, um pouco de fruta fresca da estao, e mais caf. Quando se tornou para atrs em sua cadeira, Eve estava ainda de p. Olhando-o com cenho.
"por que tem que possui-lo tudo?
" Porque, querida Eve, posso. Bebe seu caf. No estar to zangada quando o fizer ".
" No estou zangada. Que estpida palavra  essa, de qualquer maneira ". Mas ela se sentou, recolhendo sua taa. "  um bom negcio, o dos rgos artificiais?
" Sim, NewLife tambm fabrica extremidades.  tudo muito proveitoso. Quer os estados financeiros?
" Poderia," ela murmuro. Tem doutores na lista de nomes, como assessores?
"Acredito que se, embora seja mais engenharia que outra coisa". Ele se encolheu de ombros. "Temos um departamento de Busca  e Investigao em curso, mas os produtos bsicos foram refinados anos antes de que assumisse o controle da companhia. Como encaixa NewLife com sua investigao?
" O processo de produzir rgos artificiais em massa foi desenvolvido no Centro Nordick, em Chicago. Tem conexes com o Drake. Tenho corpos em ambas as cidades. Tenho outro em Paris, e preciso ver se houver outro centro mdico que se conecte a estes dois. NewLife foi o produto que Westley Friend desenvolvo especificamente ".
" No tenho a informao de Paris, mas a posso obter. Muito depressa ".
" Conheceu dr. Westley Friend?
" S ligeiramente. Ele estava na junta do NewLife durante a aquisio, mas nunca tive motivos para tratar com ele de outra maneira. Suspeitas dele?
"Difcil faz-lo, j que se suicido o passado outono".
"Ah".
" Se, ah. Pelo que pude obter dos dados que repasse, ele era a cabea da equipe que desenvolvimento o processo de produo de rgos em massa. E no momento em que isto foi implementado, a investigao de reconstruo de rgos humanos foi atalho. Talvez algum se decidiu a p-lo em marcha outra vez, a sua maneira ".
" Dificilmente parece efetivo. O crescimento de rgos consome tempo e  muito caro. A reconstituio, do pouco que sei, no se considera vivel. Podemos fabricar um corao em mas ou menos cinqenta dlares. Eve acrescentando a demanda e o ganho, pode ser vendido aproximadamente a duas vezes esse valor. Acrescenta o pagamento ao doutor, os custos do centro mdico pela operao, e mesmo assim obtm um novo corao, a gente garantido por um sculo, por menos de mil.  um trato excelente ".
Tirando o fabricante, ocupar do tema de um rgo prejudicado, ou a gente doado, repar-lo, reconstrui-lo, e o mdico se leva todas as lucros".
Roarke sorriu um pouco. " Muito bem, Tenente. Essa  uma vista clara dos negcio no trabalho. E com isso em mente, acredito que pode te sentir segura de que nenhum dos acionistas principais do NewLife dariam importncia a esse panorama ".
"A menos que no se tratasse de dinheiro," disse ela. " Mas comearemos ali. Necessito tudo o que me possa dar do trato que fez, quem estava envolto por ambos os lados. Quero uma lista de empregados, concentrada na investigao e desenvolvimento. E de todos os assessores mdicos ".
" Lhe posso conseguir isso dentro de uma hora".
Ela abriu a boca, empreendendo uma pequena guerra pessoal, e a perdeu. "Poderia usar qualquer dado que me possa conseguir do Friend. Seu suicdio parece muito oportuno e conveniente ".
"Encarregarei-me disso.
" Se, obrigado. Em ao menos dois dos casos, ele esteve detrs de rgos defeituosos especificamente. Snooks perdeu seu defeituoso corao, Spindlente seus maltratados rins. Arrumado que encontraremos o mesmo nos outros dois. Essa tem que ser a razo ".
Atentamente, Roarke sorveu seu caf. "Se ele for um doutor, praticando, porqu no confisca os rgos danificados que se removeram durante um procedimento legal?
" No sei". E a irritou que seu crebro tinha estado muito pesado a noite anterior para ver essa greta em sua teoria. " No sei como funciona isto, mas devem haver  registros, doados ou permisses do parente mais prximo, e a faculdade mdica poderia descobri seus experimentos ou indagar ou algo".
Ela tamborilou seus dedos em seu   joelho um momento. " Est na junta, verdade? Est na junta do Drake, verdade? A poltica do Drake sobre istocomo a definiria? De alto-risco ou possivelmente experimentao radical.
" Tm um departamento de investigao de primeira classe e uma poltica muito conservadora. Tomaria uma grande quantidade de trabalho de escritrio, debate, teorizar, justificar - e isso sria antes de que os advogados entrem para brigar ruidosamente, e as pessoas de relaes pblicas vissem como apresentar o programa para os meios noticiosos ".
"Assim  que sria complicado".
"OH". Ele sorriu sobre o bordo de sua taa. " Quando no o , quando tem que acontecer comit? A poltica, Eve, retarda at a roda mais escorregadia ".
"Talvez ele fico apanhado em algum ponto - ou sbia que o faria - assim  que o est fazendo por sua primeiro conta.  Ela apartou seu prato e se levantou. " Tenho-me que pr em marcha.
"Temos a funo do Drake esta noite".
Seus olhos se voltaram sombrios. "No me esqueci".
"No, j o vejo ". Ele tomou sua mo, devorando-a abaixo para um beijo. "Estarei em contato.
Ele sorveu seu caf enquanto ela saa e soube que esta vez ela chegaria a tempo a um acontecimento social. Para ela, para os dois agora, eram negcios.



CAPTULO OITO

Como seus planos tinham sido ir diretamente a trabalhar, Eve no esteve agradada ao ver a IAB esperando-a em seu escritrio. Ela no teria estado agradada em todo caso.
Saia de minha cadeira, Webster".
Ele se manteve sentado, girando sua cabea, e lhe sorriu. Tinha conhecido a Dom Webster em seus primeiros dias da academia. Ele tinha estado um ano completo por diante, mas se tinham tropeado o um com o outro de vez em quando.
Tinha-lhe tomado semanas inteirar-se de que ele tinha feito um esforo extraordinrio para assegurar-se de que tropeassem. Recordou agora que tinha estado um pouco adulada, um pouco molesta, e logo lhe tinha descartado.
Suas razes para unir-se  academia no tinham sido para socializar e ter sexo a no ser para treinar-se.
Quando ambos tinham sido atribudos  Central de polcia, encontraram-se um pouco mais.
E uma noite durante seu ano de novata, depois de seu primeiro homicdio, embebedaram-se e tido sexo. Concluo que no tinha sido mais que uma distrao para ambos, e tinham permanecido apartados amigavelmente.
Logo ao Webster o tinham transferido a Assuntos Internos e seus caminhos raramente se cruzaram.
"Hey, Dallas, v-te bem.
Saia de minha cadeira," ela repetiu e caminhou direto ao Auto chef por caf.
Ele suspirou, e se levantou. "Esperava que pudssemos manter isto amigablemente".
" Nunca me sinto amigvel quando um rato de esquadro espreita em meu escritrio".
Ele no tinha trocado muito, notou. Sua cara era aguda e estreita, seus olhos de um azul afresco e agradvel. Tnia um sorriso rpido e bastante encanto que parecia encaixar com o fluxo ondulado de seu cabelo caf escuro. Recordou que seu corpo podia ser resistente e disciplinado, seu humor era ardiloso.
Tinha posto o traje negro boxy que era o uniforme extra-oficial do IAB, mas o tinha  individualizado com uma gravata de formas e cores estridentes.
Recordou, tambm, que Webster tinha sido um seguidor da moda desde que lhe tinha conhecido.
Ele se sacudiu o insulto, logo se giro para fechar a porta. " Quando a queixa veio abaj, pedi me encarregar. Pensei que podia faz-lo mais fcil ".
" No estou nem um pouco interessada no fcil. No tenho tempo para isto, Webster. Tenho um caso para fechar ".
" vai ter que procurar tempo. Entre mais coopere, ento menos tempo ter que procurar ".
"Voc sabe que essa queixa  pura mierda.
"Seguro, sei". Ele sorriu outra vez e lhe saiu uma s covinha em sua bochecha esquerda. "A lenda de seu caf alcanou altos vos na IAB. O que h a respeito disso?
Ela sorveu, lhe observando sobre o bordo. Se, pensou, tnia  que tratar com este sem sentido, melhor dirigi-lo atravs de diabo conhecido. Programou outra taa.
" Foi um poli guia de ruas bastante bom, Webster. por que se traslado ao IAB?
" Duas razes. Primeira,  a rota mais direta  administrao. Nunca quis  as ruas, Dallas. Eu gosto da vista da torre ".
Sua sobrancelha se levanto. Ela no se precaveu de que tivesse ambies que apontassem para chefe ou delegado. Tomando o caf, o deu. "E a razo nmero dois?
"Os maus polis me enfurecem". Ele sorveu, fechou seus olhos com prazer, suspirando fortemente. " Est  altura da publicidade". Reabriu os olhos, estudando-a.
Tinha tido um teimosia por ela faz doze anos, pensou agora. Foi sozinho um pouco mortificante saber que nunca se deu conta disso. No obstante, sempre tinha estado muita enfocada no trabalho para dar a um homem muita ateno.
At o Roarke, reflito.
"  difcil imaginar como uma mulher casada. Sempre foram negcios para ti. Sempre foi o trabalho ".
" Minha vida pessoal no altera isso.  ainda o trabalho ".
"Se, me imaginava". Trocou de posio, endireitando-se. " No tomei esta queixa simplesmente pelos bons velhos tempos, Dallas".
" No tivemos muitos velhos tempos para gerar um bom".
Ele sorriu outra vez. "Talvez voc no". Sorveu mais caf. Seus olhos ficaram nos dela e ficaram srios. "Voc  um bom poli, Dallas".
Disse-o to simples que calmo o bordo de seu temperamento. Ela se giro, olhando fixamente fora da janela. "Ela sujo meu registro".
" S em papel. Eu gosto, Dallas, sempre eu gosto, assim  que me saio um momento de procedimento para lhe contar -para adverte - ela quer seu sangue ".
"Para que diabos? Porque a dava um rapapolvo sobre um trabalho mau feito?
" Isto  mais profundo. Incluso no a recorda? Da academia ".
"No".
" Pode apostar seu excelente traseiro a que lhe recorda. graduou-se comigo, estvamos saindo quando voc entrava. E voc brilhou, Dallas, de um princpio. As classes, as simulaes, as provas de resistncia, treinamento de combate. Os instrutores diziam que era o melhor que alguma vez veio atravs dessas portas. As pessoas falaram de voc ".
Sorriu outra vez quando ela olhou por cima seu ombro, suas sobrancelhas elevadas. "No, no o teria ouvido," disse. "Porque no teria estado escutando. Voc se concentrou em uma coisa: Obter sua placa ".
Ele recostou um quadril no escritrio, saboreando o caf enquanto falava. "Bowers falo pestes a respeito de voc ao casal de amigos que consigo fazer. Resmungado que provavelmente dormia com a metade dos instrutores para obter um trato preferencial. Tive minha orelha no cho incluso ento, " adicionou.
" No a lembrana.  Eve se encolheu de ombros, mas a idia de ser pasto de intrigas queimou um oco ao redor de seu intestino.
" Poder no faz-lo, mas posso lhe garantir que lhe recorda. Vou fora do procedimento e lhe dizer que Bowers  um problema. Arquiva queixa mais rpido do que um droide de trfico escreve citaes. A maioria so desprezadas, mas de vez em quando, encontra um fio para devorar e a carreira de um poli se desbarata. No lhe d um fio, Dallas ".
Que diabos se supe que devo fazer? Demando Eve. " Me jodio, crav-la por isso. Esse  o todo trato aqui. No posso me sentar a me preocupar se por acaso vai fazer me a vida difcil. Vou atrs de algum que esta abrindo a pessoas e ficando com partes delas. Ele vai continuar fazendo-o a menos que lhe encontre, e no lhe posso encontrar a menos que possa fazer meu trabalho malditamente bem ".
"Ento, acabemos com isto ". Ele tirou um micro-gravador de seu bolso, colocando-o no escritrio. " Faremos a entrevista - mantenha-a poda e formal  esta ir ao expediente, e esqueceremos que  isto ocorrido alguma vez. me crie, ningum no IAB quer ver que voc se esquenta por isso. Todos conhecemos o Bowers".
"Ento por que infernos no a est investigando a ela? Eve resmungou, logo franziu os lbios quando Webster sorriu, apertada e afiadamente. "Pois bem, pode ser que a brigada de rato tenha algum uso, depois de tudo".

A experincia lhe deixou sentindo-se arruda e irritada, mas se disse a si mesmo que o assunto no estava fechado. Ps a chamada a primeiro Paris, e serpenteou atravs da papelada burocrtica at que alcano a Detetive Enjoe DuBois, primria no caso do mesmo delito.
J que seu contraparte francesa dirigia muito pouco o ingls e Eve no falava francs, trabalharam atravs do programa de traduo em seus computadores. A frustrao comeou a crescer o dobro quando seu computador enviou suas perguntas ao DuBois em Alemo.
Espere um minuto, me deixe enviar a procurar a meu ajudante," pediu Eve. 
DuBois pestanejo, franziu o cenho, negou com a cabea. "por que?" Animada-a voz do computador exigiu, "Diz que aceito humilhaes para o caf da manh?
Eve lanou para cima suas mos pelo desgosto. Apesar da barreira, sua frustrao e sua desculpa deveu mostr-lo suficientemente clara. Enjoe riu. "  sua equipe, sim?
" Sim. Sim. Por favor, espere ". Eve contato ao Peabody, logo cautelosamente trato outra vez. " Minha equipe  um problema. Sinto muito ".
" Nenhuma necessidade. Tais problemas so, para os polis, universais.  Est interessada no caso Leclerk?
" Muito. Tenho dois crmenes anlogos. Seus dados e suas entradas do Leclerk seriam muito teis ".
Enjoe franziu os lbios e o humor danou em seus olhos. " Diz que gostaria de ter relaes sexuais comigo. No acredito que isso seja correto ".
"OH, para o amor de Cristo. Eve golpeou ruidosamente um punho contra a mquina quando Peabody entro.
" Esse no foi um ligeiro golpe de amor".
" Este pedao de mierda acaba de lhe fazer uma proposio a detetive francesa. O que esta mal com meu programa de traduo?
"Me deixe jogar uma olhada". Peabody rodeio o escritrio, comeando a cantarolar enquanto estudava o monitor. "Ela  muito atrativa. No culpemos ao computador por tent-lo ".
" Ja  ja, Peabody. Arrume ao jodido ".
" Senhor. Correr os sistemas de comprovao, atualizao e limpeza do programa de traduo. Voltar a carregar ".
Trabalhando.....
" S deveria tomar um minuto. aprendi um pouco de francs; Acredito que posso lhe explicar o que acontece.
Com certa vacilao, Peabody falo em seu francs de colgio privado e fez sorrir a Enjoe.
"Oui, ps de quoi".
"Ela diz, que esta bem".
Defeito de sistema reparado. Programa atual limpo e carregado.
Faa outro intento," Peabody sugeriu. "No posso lhe dizer quanto agentasse a reparao".
" De acordo. Tenho dois crmenes anlogos, " Eve comeou de novo, e o mais rpido possvel esboou sua situao e seus requerimentos.
" Enviarei-lhe cpias de meus arquivos, uma vez que o deixe preparado," Enjoe acessou. "Acredito que beira que, dada a condio do corpo no momento do descobrimento, o rgo lhe faltem no foi considerado incomum. Os gatos, " ela adicionou curvando seu lbio," tinham jantado bem nele ".
Eve pensou no Galahad e seu apetite rapace, logo rapidamente decidido no ir mas l. " Acredito que encontraremos que sua vtima encaixa dentro do perfil. foram seus registros mdicos comprovados?
" No houve maneira. O caso Leclerk no  uma prioridade, temo-me. A evidncia estava comprometida. Mas agora eu gostaria de ver tambm seus dados nos crmenes anlogos ".
" Posso fazer isso. Pode-me dar uma lista dos Centros mais prestigiosos em busca e investigao em Paris, particularmente qualquer centro que tenha uma facilidade extensiva em substituio de rgos?
As sobrancelhas de Enjoe se arquearam. "Sim.  para a aonde se dirige sua investigao?
"  uma rota. E voc querer inteirar-se aonde ia Leclerk a suas verificaes de sade. Eu gostaria de conhecer a condio de seu fgado antes de que ele o perdesse".
" Comear com a papelada, Tenente Dallas, e tratarei de pressionar assim ambas teremos o que necessitamos logo que seja possvel. determinou-se que Leclerk foi um incidente espordico. Se isso for incorreto, ento a prioridade no caso trocasse ".
" Compare os cortes dos corpos. Acredito que querer elevar a prioridade. Obrigado. Estarei em contato ".
Pensa que este tipo viaja pelo mundo por amostras?  Perguntou Peabody quando Eve se desconecto.
" Partes especficas no mundo, vitima especficas, provas especficas. Penso que ele  muito organizado. Chicago est depois ".
Apesar de que podia prescindir do tradutor, teve muitos mais problemas com Chicago do que tinha tido com Paris.
O oficial de investigao se retirou menos de um ms depois do incio do caso. Quando pediu falar com o detetive que tinha assumido o caso, foi posta em espera e entretida por uma publicidade para estpidos da Fundao CPDS.
Justo no momento em que decidiu que seu crebro estalaria de tdio, o Detetive Kimiki ficou ao enlace. "Se, que posso fazer por voc. Nova Iorque ".
Explicou-lhe a situao e seus requerimentos enquanto Kimiki se via um pouco aborrecido. " Se, se, conheo esse caso. Um beco sem sada. McRae no chegou a nenhuma parte. No havia nenhuma parte aonde chegar. Mantivemo-lo aberto e est em seu registro percentual mas o puseram abaixo como no-resolvido ".
" Justamente lhe hei dito que tenho crmenes anlogos aqui, Kimiki, e tm um vinculo. Seus dados so importantes para meu caso ".
" Os dados so bastante escassos, e lhe posso dizer que no vou pr isto encabeando minha lista. Mas se voc quiser, perguntarei ao chefe se pode ser transferido". 
dio lhe ver trabalhar at que sue, Kimiki".
Ele meramente sorriu pelo comentrio sarcstico. " Olhe, quando McRae tomou um retiro cedo, a maior parte de seus casos abertos foram transladados a mim. Dito e escolho quando suo. Obterei-lhe os dados quando puder. Chicago Fora ".
"Maldio," Eve resmungou, logo se massageio o n de tenso na base do pescoo. " Retiro cedo? Miro ao Peabody. Inteire-se como de cedo".

Uma hora mais tarde, Eve caminhava de cima abaixo pelos corredores do necrotrio, esperando que Morris a recebesse. No minuto em que os ferrolhos soaram ao abrir-se, atravessou as portas e entro no quarto de autpsia.
O aroma lhe golpeio primeiro, forte, fazendo-a que tomasse ar entre os dentes. O doce, fedor amadurecido de carne decomposta nublava o ar. Miro brevemente a massa abotagada sobre a mesa e agarrou uma mscara de ar.
"Jesus, Morris, como o agenta?
Ele continuou fazendo seu corte padro em E, seu flego vnia lento at atravs de sua mscara. "Simplesmente outro dia no paraso, Dallas". O filtro de ar dava a sua voz um bordo mecnico, e detrs dos culos, seus olhos eram grandes como os de uma r. "Esta senhorita foi descoberta ontem  noite depois de que seus vizinhos finalmente decidissem seguir seus narizes. Estava morta faz quase uma semana. Parece um estrangulamento manual ".
"Tnia um amante?
" Acredito que o primrio atualmente trata de lhe localizar. Posso dizer, com relativa certeza, que nunca ter outro".
" Um rio de  risada como sempre, Morris. Comparou os dados do Spindlente com o Snooks?
" Fiz-o. Meu relatrio incluso no esta acabado, mas j que est aqui, assumo que quer respostas agora. Minha opinio  que as mesmas mos foram usadas em ambos".
" J isso tnia. me diga por que o caso Spindlente estava fechado ".
"Um trabalho mau feito," ele resmungou, escorregando-se suas mos seladas no corpo inchado. " No fiz o Post Mortem nela, ou teria cansado na conta imediatamente quando vi seu corpo.  obvio, se o tivesse feito, ento tivesse feito outros descobrimentos. O examinador que fez o trabalho foi repreendido ". Ele olhou acima de seu trabalho e encontrou os olhos do Eve. " No acredito que ela cometa um engano similar outra vez. No  por desculp-la, mas reclama que o primrio a saco, insistindo em que ele sbia como morreu ".
"De qualquer forma que ocorresse, necessito os registros completos".
Agora Morris se deteve e olhou para cima. " H um problema ali. Parece que no podemos localiz-los ".
"O que quer dizer?
" Quero dizer que no esto. Todos seus registros desapareceram. No poderia ter sabido que veio aqui se voc no tivesse podido obter acesso aos arquivos do primrio. No obtivemos nada ".
"O que  o que seu examinador tem que diz a respeito disso?
" Jura que tudo foi arquivado corretamente".
"Ento esta mentindo ou  estpida ou foram apagados".
" No a vejo como mentirosa. E esta um pouco verde, mas no  estpida. Os registros puderam ter sido inadvertidamente apagados, mas a busca e recuperao no encontrou nada. Zero. Incluso no temos ao Spindlente no inicial de dentro".
" Apagados ento? por que?  Ela sopro atravs do tubo de respirao, colocando suas mos nos bolsos. "Quem tem acesso aos registros?
"Todo o corpo administrativo de primeiro nvel". Pela primeira vez, sua preocupao comeou a mostrar-se. "programei uma reunio, e terei que implementar uma investigao interna. Confio em meu pessoal, Dallas. Conheo quem trabalha para mim ".
"Como de  forte  a segurana em sua equipe?
"Obviamente, no o suficiente forte".
" Algum no queria que a conexo fora feita. Pois bem, feito-se," ela disse mdio para si mesmo enquanto dava passados compridos e lentos. " Esse idiota da um- seis-e dois vai ter muitssimo pelo que responder. Tenho casos anlogos, Morris, To longe como em Chicago e Paris. Temo-me que vou encontrar mais ".
Fez uma pausa, trocando de direo. " obtive uma possibilidade, uma forte, uma conexo com um par de centros mdicos de classe alta. Trato de avanar com dificuldade atravs de um monto de jargo e artigos mdicos. Necessito um assessor que conhea essas coisas ".
" Se voc me tiver na olhe, ento estaria encantado de lhe ajudar. Mas minha especialidade  um campo distinto. Voc quer a um reto -- e preparado  Doutor em medicina".
"Olhe?"
"Ela  uma doutora em Medicina", Morris esteve de acordo, " exceto seu campo tambm  diferente. Mesmo assim, entre ns dois -- "
" Espera. Acredito que poderia ter a algum ". Devolveu-se para ele. "Provarei com ela primeiro. Algum esta jodiendo conosco, Morris. Quero que faa cpias do disco para mim de todos os dados que tem do Snooks. Faa um para voc mesmo e ponha-o em um lugar que considere seguro.
O fantasma de um sorriso passo ao redor de sua boca. " J tenho um. O seu est caminho a sua casa por mensageiro privado. me chame paranico".
"No, acredito que no". Tirou-se de cima a mscara e se apressou  porta. Mas algum instinto a fez olhar atrs uma vez mais. "Morris, cuide seu traseiro".
Peabody se levantou de seu assento no corredor. " Finalmente consegui acesso a alguns dados do McRae em Chicago.  mais fcil colocar a um scoop em um psiquiatra que a um poli ".
"Protegendo o seu," Eve resmungo enquanto caminhava a grandes passos para a sada. Isso a preocupava.
" Se, bem, nosso colega logo que roa os trinta - s tem oito anos dentro. retiro-se com menos de dez por cento de sua penso completa. Em outros dois anos, podia dobrar isso ".
"Nenhuma incapacidade, nenhuma fadiga mental, nenhuma petio de administrao para que renunciasse?
" Nenhuma no registro. O que pude obter ". O vento golpeio ao Peabody no rosto quando saiu. "O que pude obter," disse outra vez uma vez que recuperou o flego, " que foi um poli bastante slido, abriu-se caminho das tropas, foi candidato para uma promoo padro em menos de um ano. Teve uma boa taxa percentual fechando casos, nenhuma sombra em seu registro, e trabalho em Homicdios os ltimos trs anos ".
" Obtn qualquer dado pessoal a presso conjugal lhe pde ter empurrado fora do trabalho, problemas de dinheiro, ameaa de divrcio. Talvez ele bebia ou se drogava ou apostava ".
"  difcil obter dados pessoais. Tenho que fazer uma petio padro e ter uma causa ".
" Eu o conseguirei," disse Eve, deslizando-se atrs do leme. Pensou no Roarke e suas habilidades. E seu escritrio privado com a equipe sem registrar e ilegal. "Quando o tiver, seria melhor que no perguntasse como o obtive.
Obteve o que?  Perguntou Peabody com um sorriso fcil.
" Exatamente. Tomaremos um pouco de tempo pessoal agora, Peabody. Registre-o. No quero nossa seguinte parada no registro ".
" Genial. Quer dizer isso que vamos procurar a alguns homens e a ter sexo repugnante, e impessoal?
"No est obtendo bastante com o Charles?
Peabody se esclareo garganta. "Bem, posso dizer que sinto um pouco mais soltas certas reas estes dias. Despacho " disse a seu comunicador. "Peabody, Oficial Delia, pedindo tempo pessoal em nome de Dallas, Tenente Eve".
" Admitido e reconhecido. Voc est fora de registro ".
"Agora, a respeito desses homens," Peabody disse confortavelmente. lhes faamos que nos comprem o primeiro almoo".
" Eu compro o almoo, Peabody, mas no vou ter sexo com voc. Agora, tire sua mente fora de seu estmago e hormnios, e lhe atualizarei ".
Quando Eve se deteve em frente da Clnica Canal Street, os olhos do Peabody estavam sbrios. "Pensa que isto se volta mas profundo, mais profundo que um molho de adormecidos guias de ruas e LC mortos ".
"Acredito que comearemos a fazer uma cpia de segurana de todas as informaes e os dados, e sossegaremos certas reas de investigao.
Divisou a um alcolico de olhos sonolento vadiando no portal e curvo um dedo para ele. "Voc tem suficientes neurnios at para ganhar um de vinte?
"Sim". Seus olhos avermelhados se iluminaram. "por que?
"Meu carro na mesma forma em que esta agora quando sair, e voc obtm vinte".
Bom negcio. Ele se agacho com sua garrafa e cravou os olhos em seu carro como um gato em uma ratoeira.
"Simplesmente pde lhe ameaar lhe chutando as Pelotas na garganta como fez com o tipo do outro dia," assinalo Peabody.
"No h nenhum motivo em ameaar aos inofensivos. passou facilmente as portas da clnica, notando que a rea de espera se via muitssimo como estava em sua visita prvia, e caminho diretamente para a janela do mostrador de faturamento.
" Preciso falar com a Dra. Dimatto ".
Jan a enfermeira deu ao Eve um olhar mal-humorado. "Est com um paciente".
" Esperarei, no mesmo lugar de antes. lhe diga que no tomarei muito de seu tempo ".
"A Dra. Dimatto est muito ocupada hoje ".
" Que estranho. Tambm eu ". Deixando as coisas assim, Eve Miro a porta de segurana, levantado uma sobrancelha e ficou olhando  enfermeira.
Ela deixou sair o mesmo suspiro aborrecido que tinha deixado sair na primeira visita do Eve, afastado sua cadeira com o mesmo irritante movimento. O que, Eve se perguntou, para que tantas pessoas se resintieran por fazer seus trabalhos?
Quando os ferrolhos se abriram, entrou, encontrando-se com os olhos do Jan ao mesmo nvel. " Crcholis, obrigado. Posso ver por sua alegre atitude quanto ama trabalhar com pessoas ". poderia ver pela expresso confundida do Jan que tomaria um momento que o comentrio sarcstico lhe chegasse dentro.
Eve se voltou e se estabeleceu no pequeno escritrio estreito para esperar a Louise.
Tomou vinte minutos, e a doutora no se via particularmente contente de ver o Eve outra vez. " Faamos isto rapidamente. Tenho um brao quebrado esperando para ser recolocado ".
" Bem, necessito um assessor perito em meu caso para os trminos mdicos das coisas. As horas emprestam, o pagamento  penoso. Pode haver alguma possibilidade de risco, e sou muito exigente com a gente que trabalho comigo ".
"Quando devo comear?
Eve sorriu com tal humor e inesperado calor,  que a Louise quase lhe saltaram os olhos. "Quando  seu prximo dia livre?
" No tenho dias inteiros, mas no inicio minha rotao de amanh at as duas".
" Isso funcionasse. Este no escritrio de  minha casa amanh, s oito em ponto. Peabody, dele a direo ".
"OH, sei onde vive, Tenente". Foi o turno da Louise de sorrir. "Todo mundo sabe onde vive Roarke".
"Ento lhe verei as oito".
Satisfeita Eve, retiro-se.  Me vai gostar de trabalhar com ela".
"Quer que ponha a petio e os documentos de identificao para acrescent-la como assessora?"
"Ainda no". Pensando nos registros apagados, de polis que no pareciam particularmente interessados em fechar os casos, negou com a cabea enquanto subia de volta a seu veculo. "Mantenhamo-lo extra-oficial durante um tempo. nos ponha de novo em registro ".
Usando seu melhor olhar lastimoso, Peabody s disse, "Almoo?
" Infernos. Bem, mas no vou comprar nesta vizinhana de consumao interna". Como uma mulher de palavra, dirijo  parte alta da cidade e se deteve quando viu um carrinho de descida medianamente limpo.
Ela as arrumou com um pacote de batatas fritas em azeite enquanto Peabody se deleitou em um pacote  de soja e um kabob vegetal.
Eve ps seu veculo em automtico, lhe deixando conduzir sem rumo fixo enquanto comia. E pensava. A cidade formou redemoinhos a seu redor, o rudo e penoso avano do trfico na rua, o zumbido interminvel de empregados que viajavam por ar. As lojas anunciando suas vendas de liquidao anuais de inventario com o monlogo interminvel dos dirigveis no alto ou os enormes signos, vistosos.
Os caadores de gangas enfrentavam as frite temperaturas e faziam migalhas os caminhos das pessoas enquanto foram a seus negcios. Era um mau momento para os ladres de carteira e os artistas da fraude. Ningum permanecia o suficientemente quieto para ser  roubado ou atrado com engano.
Mesmo assim, divisou trs jogos de cartas monte e a mais de um ladro em aerodeslizadores.
Se se queria algo o suficientemente forte, refletiu, um pequeno inconveniente no te deteria.
Rotina, pensou. Toda era uma rotina, os estelionatrios e os assaltantes e os que arrancavam bolsas. E o pblico sbia que estavam ali e simplesmente esperavam poder  evitar o contato.
E os adormecidos tinham os seus. Eles podiam tremer e sofrer atravs do inverno e esperar fugir do beijo da morte que vnia com temperaturas de baixo zero enquanto se escondiam em seus refgios
Ningum emprestava muita ateno se eles tinham xito ou no. Era com isso com o que ele tinha contado? Que ningum emprestasse muita ateno? Nenhuma de suas vtimas tinha tido famlia prxima para fazer perguntas e demandas. Sem amigos, Sem amantes.
Ela no tinha ouvido um s relatrio do recente assassinato em nenhuma das notcias e os canais de informao. Isto no para uma nota interessante, sups. No subia  ndices de audincia.
E sorriu para si mesmo, perguntando-se como se sentiria Nadine Furst a respeito de uma oferta de uma exclusiva cara a cara. Mastigando uma batata, comunico-se com a reprter.
" Furst. Faa-o rpido e faa-o bem. Saio ao ar em dez ".
"Quer um cara a cara, Nadine?
"Dallas". A ardilosa cara do Nadine resplandeceu com um sorriso. "O que tenho que fazer para isso?
" Simplesmente seu trabalho. Tenho um homicdio  de um adormecido  -- "
" Espera. No esta bem. Fizemos uma reportagem o ms passado de adormecidos. Eles se congelam, aparecem cortados. Fazemos nosso servio de interesse pblico duas vezes ao ano.  muito logo para outro ".
"Este ficou talhado  lhe abriram logo seu corao foi removido e tirado da cena".
" Bem esse  um pensamento feliz. Se esta trabalhando, em um ngulo de culto, fizemos uma reportagem nessa rea em outubro para o Halloween. Meu produtor no vai aprovar outro. No por um adormecido. Agora, uma reportagem dele e do Roarke, em como  por dentro seu matrimnio, isso poderia arrum-lo".
" dentro de meu matrimnio  meu assunto, Nadine. Tenho  a um LC aposentado que dirigia guias de ruas. Ela foi atalho e  aberto um par de meses atrs. Algum tomou seus rins ".
A leve irritao nos olhos do Nadine se esclareo, e estes se agudizaron. "Conectados?
Faa seu trabalho," Eve sugeriu. "Logo chame meu escritrio e me faa essa pergunta outra vez".
Ela desconecto e volta o carro a manual.
"Isso foi bastante hbil, Dallas".
" Desenterrar mais para dentro de uma hora do que seis droides de investigao poderia em uma semana. Logo me chamar e me pedir uma declarao oficial e uma entrevista. Sendo uma mulher cooperativa, a darei ".
"Deve-lhe fazer saltar atravs de uns selos, simplesmente para manter a tradio".
" Se, mas manterei os selos acessveis e lhes conservarei baixo. nos ponha de volta ao sistema, Peabody. vamos revisar o lugar do Spindlente, e o quero no registro. Se algum tnia alguma dvida de que a conexo sria feita, quero que saibam que a fizemos. Quero que comecem a suar ".
A cena do crime tinha sido limpeza semanas antes, mas Eve no andava procurando evidncia fsica. Queria impresses, a histria das paredes, e esperanzadoramente, uma conversao ou dois.
Spindlente tinha vivido em um edifcio pr-fabricado que tinham sido feitos para substituir esses que se desmoronaram ou destrudos mais ou menos na poca da guerra Urbana.
O plano tinha sido fazer algo  rpido, e temporrio para ser substitudo por um mais slido e esttico agradando as estruturas dentro da dcada, mas vrias dcadas mais tarde, vrios dos edifcios de feios metais permaneciam no lugar.
Um artista guia de ruas tinha feito um trabalho maravilhoso com pintura orvalhada de casais nus em diversas etapas de cpula sobre a superfcie cinza desafilada. Eve decidiu que seu estilo e perspectiva eram excelentes, como o era seu sentido do lugar. Este edifcio em particular alojava a maior parte do LC guias de ruas nesta rea.
No havia cmara de segurana cercando, nenhum artefato. Se ali alguma vez houve tais delicadezas nesse stio, ento faz muito tempo tinham sido pilhadas ou saqueadas.
Entrou em um vestbulo grampeado sem janelas que sujeitava uma linha de rolhas gretadas e um s elevador que estava fechado com cadeado.
"Ela tnia o 4C," disse Peabody, antecipando-se ao Eve, logo olhou o oco da escada manchado de passos em barro. " Suponho que subiremos andando.
"Trabalhasse por seu almoo".
Algum tinha elevado sua eleio de entretenimento musical a um grito. O sujo som ecoou abaixo pela escada e aterrisso nos ouvidos tirados o som do primeiro piso. Mesmo assim, era melhor que os sons de bufos e ofegos que se ouviam atravs de uma das magras portas no segundo piso. Algum LC afortunado ganhava seu pagamento, imagino Eve enquanto se dirigia para cima.
" Suponho que podemos deduzir que a isolao no  um dos bons costumes desta encantada pequena unidade," comento Peabody.
" Duvido que aos inquilinos os importncia nada. Eve se deteve diante do 4C, golpeando. As prostitutas guias de ruas trabalhavam vinte e quatro horas/ sete dias, mas usualmente por turnos. Pensou que algum estaria por a, e desempregado.
" No trabalho se no at o pr-do-sol," veio em resposta. "Assim  que perca-se.
Em resposta, Eve sustentou sua placa sobre o visor de segurana. " Polcia. Quero falar com voc ".
" Minha licena est ao dia. Voc no pode me chatear ".
"Abra a porta, ou ver simplesmente com que rapidez lhe posso chatear.
Houve um barboteo, uma maldio, o estalo continuado de ferrolhos. A porta abriu uma fatia e um s olho caf avermelhado Miro com ateno fora. " O que? No trabalho em horas, e trato de dormir um pouco aqui ".
Pela aparncia desse s olho, tinha estado obtendo esse sonho com um pouco de ajuda de um produto qumico. "Faz quanto tempo viveu neste apartamento?
" Umas poucas semanas. E que maldita seja?
"antes disso?
"  frente no vestbulo. Olhe, obtive minha licena, minhas verificaes de sade. Sou slida ".
"Era voc uma das do Spindler?
"Sim". A porta se abriu outra frao. O outro olho e uma dura boca apareceram. "E que maldita seja?
"Tem um nome?
" Mandy. E que -- "
" Se, j entendi essa parte. Abra, Mandy, preciso lhe fazer algumas pergunta a respeito de seu anterior chefe ".
" Ela est morta. esteve morta. Essas so as nicas respostas que tenho". Mas abriu a porta. Seu cabelo era curto e arrepiado. Mais fcil, Eve sups, para ser um dos  muitos LC guias de ruas com perucas que gostavam de jogar com elas. Provavelmente no tnia mas de trinta, mas se via dez anos mais velha se observava sua cara.
Qualquer ganho que Mandy para obviamente ia a seu corpo, que era exuberante e curvado, com peitos enormes, que se estreitavam contra o fino material de uma suja tnica rosada.
Era, Eve decidiu, o investimento correto para uma mulher de seu campo. No Johns raramente olhavam a cara.
Eve entrou e notou que a rea de receber se transformou a fim de que se acomodasse a ambos os negcio. Uma cortina riscava o centro, cortando em dois o quarto. Em uma metade havia duas camas em rodas giratrias com taxas e servios claramente postos entre elas.
A outra metade tnia um computador, um sistema de tele-enlace, e uma s cadeira.
Assumiu o controle dos negcio do Spindlente?
" Quatro de ns o fizemos juntos. Supusemos, que algum teria que dirigir os estbulos, e se formos ns, podemos economizar tempo na rua ". Ela sorriu um pouco. " Ser como, executivos. Cantando para o Johns no inverno  de morte".
" Me imagino.  Esteve perto a noite que assassinaram ao Spindlente?
" Suponho que estava por a - dentro e fora, voc sabe, dependendo. Lembrana que o negcio estava bastante bem ". Ela se sentou na nica cadeira, estirando as  pernas. "No para to maldito frio".
"Tem seu livro de entrevistas?
Os olhos do Mandy se voltaram mal-humorados. " Voc no tem necessidade de escavar em meus livros. Estou sendo sincera".
" Ento me diga o que sabe, onde estava. Voc recorda, " Eve disse antes de que Mandy o pudesse negar. "At nesta classe de oco, voc no encontra a seu chefe talhado qualquer noite ".
"Seguro que o recordo". Ela sacudiu com fora um ombro. " Estava tendo  um descanso quando Lida a encontrou e ficou como louca. Jesus, gritou como uma virgem, sabe? Veio gritando e chorando e golpeio duramente minha porta. Disse que a velha puta estava morta e que havia sangue, assim que lhe disse que fechasse a puta boca e chamasse os polis se queria. Retornei  cama ".
"No foi e se asseguro por si mesmo?
" Para que? Se ela estava morta, bem e justo. Se no o estava a quem lhe importava?
"Quanto tempo trabalho para ela?
"Seis anos". Mandy bocejou enormemente. "Agora trabalho para mim.
"A voc no gostava ".
" Odiava sua guelra. Olhe, como pinjente ao outro poli, conhec-la era odi-la. No vi nada, no ouvi nada, e no me teria importado se o tivesse feito ".
"Com que poli falo?
"Uma da classe dela". Assinalo com o queixo em direo do Peabody. " Logo um de sua classe. Eles no fizeram um grande caso disto. por que deveria voc?
" Voc no conhece minha classe, Mandy. Mas eu conheo a sua ". Aproximo-se, inclinando-se. " A mulher dirige um estbulo, mantm um pouco de dinheiro solto. Negocia com dinheiro em efetivo, e no sai na noite a fazer um depsito at a mudana de volta. Estava morta antes disso, e no vejo nada no relatrio a respeito de algum dinheiro em efetivo encontrado neste lugar ".
Mandy cruzou as pernas. "Ento, um dos polis se ajudou a si mesmo. E que maldita seja?
" Acredito que um poli  o suficientemente preparado para no tomar o contrabando inteiro. No acredito que houvesse algo para tomar uma vez que chegaram. Agora, voc  sincera comigo, ou a levarei a voc e seu livro a interrog-la e a tirar-lhe Importa-me uma mierda se tomou o contrabando, mas posso me preocupar com o que aconteceu aqui essa noite ".
Esperou um batimento do corao para estar segura que  Mandy agarrasse o sentido completo. "Para repassar: Seu amiga  vinho gritando a sua porta e lhe disse o que estava acontecendo aqui. Agora, ambas sabemos que no se deu a volta e volta  cama. Assim tentemos essa parte outra vez ".
Mandy estudou a cara do Eve, atentamente. Uma mulher de sua profisso que tnia a inteno de sobreviver at a aposentadoria aprendia a ler as caras e as atitudes. Esta poli, decidiu, empurraria at que obtivesse suas respostas. "Algum ia tomar o dinheiro, assim  que o fiz eu. Lida e eu o dividimos. A quem lhe importa?
"Voc entrou e a olhou.
" Assegurei-me que estava morta. No tive que acontecer a porta do dormitrio para isso. No com o sangue e o aroma ".
" De acordo, agora me diga sobre a noite anterior. Voc disse que estava dentro e fora, foi uma noite. Voc sabe a classe do Johns que usam este lugar. Viu voc a algum que no encaixasse?
"Olhe, no me enredo em nenhuma mierda de poli sobre essa cadela velha ".
" Voc quer ficar desenredada, diz a quem e que viu. De outro modo, converte-se em uma importante testemunha, um que pode ter comprometido a cena de delito". Um novo e mais sujo sentido, Eve reflito, outra pausa para deixar que isso impregnasse a fundo. " Posso obter uma ordem para uma prova da verdade por isso, e ret-la por algum tempo ".
"Maldita seja ". Mandy saiu da cadeira, e caminho para a mini-geladeira, e encontrou uma cerveja. " Olhe, estava ocupada, me deixando o culo trabalhando. Talvez vi um par de tipos que se viam desconjurado sair do edifcio quando trazia para um John. Solo pensei, joder, eu obtenho a este tolo, e uma das outras garotas trouxe para estes dois petimetres quem se via como se tivessem o suficiente dinheiro para dar uma gorjeta muito boa ".
"Como se viam eles?
" Casacos caros. Cada um levando algo, como bolsas. Acreditei que traziam seus brinquedos sexuais ".
" Homens? Est segura que viu dois homens?
"Dois deles". Seus lbios se franziram brevemente antes de que tomasse outro gole de cerveja. " Acreditei que eram homens, mas me tive uma boa vista porque o parvo j babava incontroladamente sobre mim".
Eve assentiu, sentando-se na esquina do escritrio. "De acordo, Mandy, vamos ver se falando de tudo isto outra vez  melhora sua memria".

CAPTULO NOVE

Normalmente, Eve assistia com desgosto a acontecimentos sociais como os de medicina. Evitava-os sempre que fora possvel  o qual no era o suficiente freqentemente agora que estava casada com o Roarke - e quando no podia manter-se fora, apertava os dentes, tragava rpido e duro, e tratava de ignorar o mau sabor em boca.
Mas estava olhava para frente ao evento social do Centro Drake.
Esta vez, assistia ao acontecimento como a um trabalho.
Mas ia sentir saudades o peso reconfortante de sua arma. No havia nenhum lugar para encobri-la no vestido que tinha posto. Tinha parecido apropriado ter posto um dos desenhos do Leonardo, j que ele sria um dos desenhistas de moda celebrados no desfile de modas.
Tinha tido muitssimo que escolher desde que Leonardo tinha chegado  vida do Mavis - e por conseguinte a do Eve - seu guarda-roupa se estendeu dramaticamente de jeans, calas, camisas, e um velho traje cinza a incluir o que considerava muitos roupas de fantasia para equipar a uma companhia de teatro.
Tinha escolhido um vestido do armrio ao azar, porque gostou do tom escuro cobre deste. Uma larga, coluna suave, caa diretamente de seu sob decote do ombro at seus tornozelos, o qual a fez considerar guardar seu paralizador.
Ao final, inseriu este e sua placa na pequena bolsa de tarde que levava. Simplesmente, disse-se a si mesmo, no caso de.
As armas pareciam fora de sitio no brilho do salo de baile, no brilho suave de pessoas belas vestidas em roupas ligeiras e emitindo brilho pelo cintilar de ouro e pedras preciosas. O ar estava cheio com fragrncias de flores de estufa, de  cabelo e pele perfumada. E a msica, um batimento do corao baixo, elegante, tocava discretamente.
O champanha e outras bebidas exticas muito de moda, eram servidas em taas de cristal por distinguidos garons em uniformes negros. A conversao era um murmrio sofisticado, enfatizada por uma risada baixa ocasional.
Para os olhos do Eve, nada podia  ver-se mais tramado, mais encenado, ou mais tedioso. Estava a ponto de dizer isso ao Roarke quando houve um chiado de contente, uma quebra de onda de cor e movimento, e o agudo som de cristais estrelando-se no cho.
Mavis Freestone ondeou uma jubilosa mo que estava tachonada com anis em cada dedo, ofereceu um sorriso nervoso de desculpa ao garom com o que tinha chocado, e tinha arrojado atravs das taas perfeitamente equilibradas em uma bandeja de prata de cinco polegadas desenhada para mostrar uma obra pintadas de azul eltrico.
"Dallas! Gritou agudamente outra vez e se lano  a si mesmo aos braos do Eve. "Isto  to sper! No pensei que viria. Espera at que Leonardo te veja. Ele retorno  rea do camarim tendo um verdadeiro caso de nervos. Disse-lhe que tomasse uma plula fria ou algo ou juro que vai devolver o tudo sobre algum. Oua, Roarke!"
antes de que Eve pudesse falar, Mavis tinha saltado para abraar ao Roarke. "Homem, vocs dois se vem muito frios! tomou algo j? Os chaves de fenda so assassinos. tomei trs ".
" Eles  parecem estar de acordo contigo". Roarke no podia evitar o sorriso aberto. Ela era pequena como uma fada, muito feliz, e em boa forma para estar completamente bbada.
" Se, posso apost-lo. tomei um liquidificado para a sobriedade assim  que posso me sustentar enquanto os desenhos do Leonardo golpeavam a passarela. Mas por agora. . ."
Ela comeou a agarrar outro copo de um garom que passava, quase tornando-lhe em cima. Eve simplesmente lhe deslizou um brao ao redor de seus ombros. "por agora, vamos olhar que tem que comer".
Faziam um quadro interessante: Roarke, sexy e elegante em um suave traje de etiqueta; Eve, alta e magra em seu vestido tubo de cobre; E Mavis, em um vestido prateado que se via molhado ao toque e passando a uma transparncia  debaixo de seu entrepierna, enquanto a tatuagem  temporria de um lagarto sonriendo abertamente reptaba acima por sua coxa direita. Seu cabelo se derramava em seu ombro e estava tingido do mesmo azul que faz resplandecer suas unhas.
" Obtemos comida verdadeira depois da funo," Mavis comento, mas jogou um canap em sua boca.
"por que esperar? "Divertida pelo brilhante resplendor nos olhos do Mavis, Eve no obstante amontoou um prato com pasabocas, logo o sujeitou enquanto seu amiga se abria passo.
"Homem, estas coisas so o mximo". Ela tragou. "O que  isso?
"Um disfarce".
Com um bufido de  risada, Mavis pressionou uma mo em seu estmago. "Melhor me cuido ou serei a nica vomitando. Acredito que tomarei meu liquidificado para estar sbria e retornarei a ver se posso sujeitar a mo do Leonardo. fica muito estresado antes de uma funo. Realmente me alegro que estejam aqui meninos. A maior parte destas pessoas so, j sabe... chatos ".
"Retorna e fica com o Leonardo," Eve disse. " Tenho que ficar aqui e falar com os chatos".
" Sentaremo-nos juntos no jantar, de acordo? E h uma diverso deles. Digo, a algum desses trajes!" Com uma sacudida de seu cabelo azul, ela se foi correndo.
" Pusemos  sua gravao e seu vdeo tarde este ms," Roarke disse ao Eve. "O que vai fazer o mundo com o Mavis Freestone?"
" No podero resisti-la. Sonriendo agora, contemplou ao Roarke. " Assim, me apresente a alguns dos chatos. Espero pr a algum muito nervoso esta noite ".
Eve no pensava no tdio agora. Cada cara nova que conhecia era um suspeito potencial. Alguns sorriram, alguns assentiram, uns levantaram as sobrancelhas quando se inteiraram que era um poli de  homicdios.
Ela divisou   Doutora Olhe, ao Cagney, e com um pouco de  surpresa, a Louise Dimatto. Reservaria-lhes para mais adiante, decidiu, e tendeu sua mo para formalizar a apresentao  Doutora Ti Wo.
" escutei sobre voc, Tenente".
"Realmente?
" Sim, nunca me perco as notcias locais. foi apresentada o ano passado ou assim bastante - atravs de suas cruzadas e sua conexo com o Roarke ".
Sua voz era grosa como o cascalho mas no desagradvel. via-se severo e digna em negro bsico. No levava posta joalheria s um pequeno, alfinete de ouro, com o antigo smbolo mdico de duas serpentes ao redor delas mesmas com umas asas.
" Nunca pensei no trabalho de polcia como uma cruzada".
Wo sorriu, como um rpido reflexo que curvou seus lbios para cima por um breve instante, seus olhos no eram quentes, logo se sereno outra vez. " Sem inteno de ofender. Freqentemente considero as notcias como a mxima forma de  entretenimento. Mais que os livros ou os vdeos, estas mostram s pessoas em sua forma real, recitando suas prprias linhas. E estou realmente fascinada com o crime ".
"Eu, tambm". Como abertura, isso era perfeito. " Tenho um que encontraria interessante. Investigo uma srie de assassinatos. As vtimas adormecidos, viciados, LC guias de ruas ".
"  uma vida desafortunada para eles".
" Uma morte desafortunada para alguns. Cada uma destas vtimas tinham um rgo removido cirurgicamente. Muito diestramente removido, roubado do doador involuntrio ".
Os olhos do Wo titilaram, estreitando-se "No escutei nada disso".
"Far-o," disse Eve facilmente. "Estou fazendo conexes agora mesmo, seguindo as pistas. Voc  especialista em transplantes de rgo, Doutora Wo ". Esperou um pouco enquanto a boca do Wo se abria  e se fechava. " Pergunto-me se poderia ter algumas teorias, de um ponto de vista mdico?"
"OH, bem". Seus largos dedos se levantaram para brincar com o alfinete. Suas unhas estavam muito curtas, sem pintura. "O mercado negro seria uma possibilidade, embora a fcil disponibilidade de rgos artificiais limitou essa jurisdio dramaticamente".
"Estes no eram rgos ss".
" Doentes? Um louco, " ela disse com uma sacudida de sua cabea. " Nunca entendi a mente. O corpo  bsico,  forma e funo, uma mquina que pode ser reparada, sintonizada, como quem diz. Exceto a mente, inclusive quando  clnica ou legalmente saudvel, tem tantas avenidas, tantas raridades, to potencial para o engano. Mas tem razo,  realmente fascinante ".
Seus olhos tinham trocado, fazendo que Eve sonriera para si mesmo. Ela queria ir-se, pensou, solo que no conseguiu encontrar como desfazer-se de mim sem ofender ao Roarke - e a todo seu dinheiro.
"Minha esposa  uma poli tenaz". Roarke deslizou uma mo sobre o ombro do Eve. "No se render at que encontre a quem e o que procurava. Suponho que tm bastante em comum, " ele continuou brandamente. " Os poli e os doutores. Um horrio exigente e um propsito singular ".
" Sim. Ah -- " Wo fez sinais, levantando um dedo.
Eve reconheceu ao Michael Waverly da foto em sua folha de dados. Ele era o mais jovem de sua lista de cirurgies, solteiro, recordou, e o atual presidente da AMA.
Ele era o suficientemente alto, decidiu, para ter tido ao Ledo olhando para cima. Era bastante atrativo, mas depravado, e ligeiramente menos tradicional que seus colegas. Seu cabelo dourado encaracolado sobre seus ombros, e levava posta uma camisa negra, sem pescoo com botes de prata reluzentes com seu smoking formal.
Seu sorriso era um brilho rpido de poder e encanto.
"Ti". Apesar de sua postura rgida, ele a beijou na bochecha, logo tendeu uma mo ao Roarke. " Me alegro de lhe ver outra vez. Ns no Drake apreciamos muitssimo sua generosidade ".
" Enquanto seja posta em bom uso,  um prazer. Minha esposa, " Roarke disse, conservando uma possessiva mo no ombro do Eve. Ele entendeu a aparncia de puro interesse masculino nos olhos do Waverly quando estes encontraram seu rosto. E ele  particularmente no o apreciou. " Eve Dallas. Tenente Dallas ".
"Tenente? Waverly ofereceu sua mo e outro potente sorriso. " OH sim, estou seguro isso sbia. D-me muito gosto conhec-la. Podemos assumir que a cidade esta segura enquanto esta livre para unir-se a ns esta noite?
"Um Poli nunca assume, Doutor".
Ele riu, dando a sua mo um acolhedor aperto. "confessou Ti sua fascinao secreta com o crime? A nica coisa que em toda a vida lhe vi ler alm das publicaes mdicas so homicdios misteriosos ".
" Justamente lhe contava sobre um de meus. Da variedade da no-fico ". Ela esboou os fatos, vigiando uma variada coleo de expresses cruzar pela cara do Waverly. Suave interesse, surpresa, perplexidade, e finalmente compreenso.
" Voc acredita que  um doutor -- um cirurgio. Isso  muito difcil de  aceitar ".
"por que?
Dedicar-se a si mesmo por anos a treinamento e prtica para salvar vistas s para tomar sem nenhuma razo aparente? No o posso entender.  desconcertante mas intrigante. Tem um suspeito?
" Um nmero deles. Mas sem nenhum prmio, at agora. Tomar um olhar mais atento aos cirurgies mximos na cidade neste ponto ".
Waverly soltou uma risada curta. " Isso me incluiria e a meu amiga aqui. Que adulador, Ti, somos suspeitos de uma investigao de homicdio ".
"Algumas vezes seu humor cai muito baixo, Michael. Com a clera faiscando em seus olhos, Wo lhes voltou as costas. "me desculpem.
"Ela se toma as coisas muito seriamente," Waverly se queixou. "Pois bem, tenente, no me vai perguntar por meu paradeiro a noite em questo?
"Tenho mas de uma noite em questo," Eve disse facilmente. "E isso seria muito til".
Ele pisco pela surpresa, e seu sorriso no brilhou to brilhantemente. "Bem este  logo que parece o tempo e lugar para discuti-lo.
"Programarei uma entrevista logo que seja possvel".
"Far-o? Sua voz se esfriou vrios graus e bordeaba o  frio. "Vai diretamente ao ponto, j vejo, Tenente".
Eve decidiu que lhe tinha insultado mas no lhe tinha enervado. No era um homem que planejasse ser questionado, concluiu. " Aprecio sua cooperao. Roarke, deveramos saudar olhe ".
"  obvio. nos desculpe, Michael. Isso esteve brandamente feito, " ele murmuro no ouvido do Eve enquanto se  moviam atravs da multido.
"Observei-te pr a alguns de  joelhos atentamente o suficiente freqentemente para tomar o truque.
" Obrigado, querida. Estou muito orgulhos ".
"Bem. me encontre outro ".
Roarke examinou a multido. "Hans Vanderhaven deveria satisfazer seu estado de nimo".
Ele a guiou pela multido direto para um homem grande com uma brilhante cabea calva e uma pulcra barba branca, a seu lado havia uma diminuta mulher com enormes peitos e uma cascata de cabelo vermelho com reflexos dourados.
"Essa seria a esposa mais nova do doutor," Roarke murmuro na orelha do Eve.
"Gosta bastante jovens, no  assim?
"E operadas," Roarke esteve de acordo, adiantando-se antes de que Eve pudesse  adicionar um comentrio contundente a sua observao. "Hans".
"Roarke". Sua voz era enorme, varrendo para fora e ecoando atravs do quarto. Vivido-los olhos da cor das castanhas aterrissaram no Eve, medindo-a. " Esta deve ser sua esposa. Encantado. Est no departamento de polcia?
"Isso  verdade," Ela no disposto muita ateno  forma em que tomou sua mo, ou ao modo em que esses olhos planejaram sobre ela quando beijou seus ndulos. Mas isto no pareceu incomodar a mais nova senhora Vanderhaven, quem sorriu estupidamente com um copo de champanha em uma mo e um diamante do tamanho de Pittsburgh na outra. " Minha esposa Fawn, Roarke Y..."
"Dallas, Eve Dallas".
"OH". Fawn riu nervosamente, olhos batendo seus olhos azuis. " Nunca falei com uma mulher polcia antes".
Se Eve podia fazer algo respeito a isso, ento no foram trocar esse registro por muito. Ela meramente sorriu, lhe dando ao Roarke um ligeiro mas no muito sutil cotovelada. Compreendendo, ele trocou de posio para o Fawn e, reconhecendo seu tipo e prioridades, comeou a elogi-la por seu vestido.
Eve se afasto da risada nervosa e ps sua ateno no Vanderhaven. Note  que a  Doutora Wo tem um alfinete como o que traz posto ".
Ele subiu uma mo larga, para o alfinete de ouro em sua lapela. " O lhes caduque. Nossa pequena medalha de honra. Imagino que esses em sua profisso tm seus smbolos. Agora, no imagino que pediu ao Roarke que distraia a minha encantadora esposa para que pudssemos discutir acessrios ".
" No. Voc  um observador, Doutor ".
Seus olhos se puderam sbrios, sua voz de barril decresceu. " Colin me disse que investiga um homicdio que envolve roubo de rgo.  certo que acredita que um cirurgio est envolto?"
"Assim , um muito perito. Assim ali no haveria uma dana, nenhuma boas maneiras. Vanderhaven podia estar em sua curta lista de suspeitos no momento, mas poderia encontrar espao para ser agradecida. " Espero que possa contar com sua cooperao. Programarei entrevistas nos seguinte dias ".
"Isto  insultante ". Ele levantou um copo pequeno. Da cor e a essncia, ela soube que devia ser usque, at acima, em vez de uma das elegantes bebidas da festa. "Necessrio desde seu ponto de vista, estou seguro, mas ofensivo. Nenhum cirurgio, nenhum doutor por prpria vontade, inutilmente teria terminado uma vida como descreveu ao Colin".
"  s intil at que conheamos seus motivos," Eve disse uniformemente e observo os lbios do Vanderhaven fechasse hermeticamente. "O assassinato parecia, o rgo levado, e segundo vrias fontes peritas, o procedimento cirrgico foi realizado por mos peritas. voc tem outra teoria?
"Um Culto". Ele o disse em pouco tempo, logo tomou um sorvo de usque, aspirou profundamente. " Voc me perdoar por ser to sensvel a respeito deste assunto, mas falamos sobre minha comunidade, minha famlia, em uma forma muito real. Um culto, " repetiu em um tom que exigiu que ela aceitasse. " Com um membro ou membros treinados no campo mdico, certamente. Os dias de doutores que extraam dos corpos parte se acabaram. Temos pouco uso para rgos danificados ".
Ela deixou seus olhos ao nvel dos dele. " No acredito que mencionasse que o rgo levado estava prejudicado.
Por um momento ele s ficou com o olhar fixo, logo piscada. "H dito que provinha de um indigente. Deveu ser defeituoso. Desculpe-me. Minha esposa e eu deveramos socializar ".
Ele tomo ao Fawn que sorria bobamente firmemente pelo cotovelo e a afasto.
Tem uma dvida comigo". Roarke agarrou uma taa de champanha de uma bandeja e tomou um comprido sorvo. " Vou ouvir essa irritante risada nervosa em meus sonhos".
"Ela tnia um monto de artigos caros". Eve considerou, inclinando sua cabea enquanto estudava o brilho de luz e brilho do Fawn atravs do quarto. "So todas as coisas que leva reais?
"No tenho minha lupa de joalheiro em cima," disse ele secamente, " mas parece ser assim. E estimaria que esta dentro, OH, apenas de uma quarta de milho ou assim de safiras e diamantes de primeira classe. Nada que um cirurgio de alto vo no possa oferecer, " ele seguiu, e o passado a taa. "Embora ele deve sentir um poquito de estreite tendo s ex- algemas e os diversos meninos reduzindo drasticamente uma certa quantidade de suas entradas".
" Interessante. Estava informado do caso, e bastante zangado por meu ngulo de investigao ". Ela sorveu o champanha, passando a taa ao Roarke. "Sonha como se ele e Cagney tivessem consultado a respeito disso".
"  compreensvel. So amigos tanto como colegas ".
"Talvez Olhe me possa dar alguns dados pessoais deste grupo".
Roarke percebeu a mudana no ritmo da msica. " esta desfile a ponto de iniciar. Teremos que socializar com Olhe mais tarde. Ela parece estar tendo uma conversao muito intensa no momento ".
Eve tinha visto isso por si mesmo. Cagney se inclinava para baixo perto, mantendo a mo no brao de Olhe. Ele estava, Eve noto, mantendo mais que uma conversao, com uma aparncia dura, enfocada em seus olhos que indicava que o que dizia era vital e desagradvel.
Olhe simplesmente negou com a cabea, dizendo pouco, logo, pondo a mo em cima da dele, aplaudiu-a uma vez antes de apartar-se.
"Incomodou-a. O quase feroz sentido de amparo a assombrou. "Talvez deveria ver o que est mau.
Mas ento a msica soou, a multido se formo redemoinhos para garantir-se boa vista do desfile de moda. Eve perdeu de vista a Olhe e se encontrou cara a cara com a Louise.
"Dallas". Louise inclinou a cabea serenamente. Seu cabelo estava estilizado e liso, seu vestido de sereia simples e belamente talhado. Os diamantes em suas orelhas no luziam como simulaes. No espere lhe ver aqui".
"Igual eu". Ou lhe ver voc, pensou Eve, vendo-se arrumada, perfumada, e prspera. Esta a muita distncia da clnica, Dra. Dimatto ".
"Voc esta a muita distncia da Central de polcia, Tenente".
Vivo para socializar," Eve disse to secamente que os lbios da Louise se curvaram.
Quase tanto como eu, suponho. Sou Louise Dimatto. Ela tendeu uma mo ao Roarke. vou ser assessora em um caso de sua esposa. Acredito que  seremos amigas rpido ou nos odiaremos mutuamente antes de que terminemos.
Roarke sorriu abertamente. "Deveria correr apostas?"
"No calculei as probabilidades muito bem ainda". Ela elevo o olhar para observar o passe de modelos que se desenvolvia. Sempre me fazem pensar em girafas".
"As girafas so mais divertidas de observar," comento Eve. "Parece-me que se Drake tomasse a todos os recursos que gastam e os pudesse na  Fundao conjuntamente, no necessitariam uma maldita Funo".
"Querida,  muito lgica para entender o propsito da funo e o de  implorar. Quanto mais caro  o acontecimento, mais alto o bilhete de doao, e os mais altos desses envoltos oportunamente se daro golpecitos nas costas uns aos outros depois do contagem da coleta.
"E logo acrescente a conexo social," Louise acrescentou, favorecendo ao Roarke com um rpido sorriso. "Esses proeminentes em medicina fazendo sua entrada, trazendo para suas algemas ou amantes, socializando uns com outros, e com diversos pilares da comunidade como Roarke".
Eve bufou. "Alguns pilares".
Acredito que Louise entende que qualquer com uma certa posio financeira automaticamente se converte em um pilar".
"E sua esposa obtm o mesmo status".
"Os polis fazem pilares piolhentos". Eve Quito seu olhar fixo do projetor da coleo quente da prxima primaveril e estudo a Louise. "Ento estabelecemos por que Roarke e eu estamos aqui, mas O que sobre voc? Como faz um doutor para fazer tempo de uma clnica livre e conseguir um bilhete para o evento principal do Drake?"
"Sendo a sobrinha do chefe do pessoal". Louise conseguiu alcanar atravs de corpos uma taa de champanha. Ela a usou para brindar.
 a sobrinha do Cagney?
"Assim .
Amigos, colegas, parentes, pensou Eve. Um pequeno grupo incestuoso - e tais grupos tendem a agrupar-se muito juntos como o barro se condensa para bloquear a outros. "E o que esta fazendo trabalhando em uma ratoeira em vez de na parte alta da cidade?"
Porque, Tenente, fao o que quero. Verei-a na manh. Assentiu ao Roarke, logo se escabull pela multido.
Eve se giro a seu marido. Acabo de subir a bordo a uma assessora que  a sobrinha de um de meus suspeitos".
"Conservar-a?
"No momento," Eve murmuro. Veremos que sai disto".


depois de que a ltima modelo de largas pernas se deslizou sob a rampa chapeada e a msica tinha baixado a uma melodia que atraiu aos casais aos ladrilhos da pista de baile Eve trato de identificar que forma de nutrio estava disfarada na estrutura pseudo-artstica de forma e cores no prato de seu jantar.
Ao lado dele, muito excitada para comer, Mavis saltava sobre seu assento. Os desenhos do Leonardo foram o mximo, no  verdade? Nenhum dos outros estava na mesma rbita. Roarke, tem que comprar o vestido sem costas vermelha para Dallas.
"Essa cor no iria bem. Leonardo, com seu enorme emano cobriu as do Mavis, Miro para baixo a ela. Seus olhos dourados  brilharam com amor e alvio. Ele foi criado como uma sequia e tnia o corao, e freqentemente os nervos, de um menino de seis anos chegando a seu primeiro dia de escola.
Havia certamente, como Mavis to elegantemente o tinha posto, devolvido antes da funo.
Agora o cetim verde" Ele sorriu timidamente ao Roarke. Admito que a tnia em mente quando o desenhei. A cor e o corte so perfeitos para ela.
Ento ter que o ter. No  assim, Eve?
Preocupada com descobrir  se havia um pouco parecido  carne ou um de seus substitutos em seu prato, ela meramente grunhiu. "H frango enterrado aqui ou o que?"
" Cozinha Artstica," Roarke lhe disse, e lhe ofereceu um cilindro do tamanho de um chip de crdito. "Onde a esttica freqentemente tem prioridade sobre o sabor". Inclinando-se, ele a beijou. Conseguiremos uma pizza de caminho a casa".
Boa idia. Deveria dar uma volta, ver se posso encontrar a Olhe, e se posso descobrir qualquer outra coisa.
"Darei a volta contigo". Roarke se levantou, lhe retirando a cadeira.
Bem. Foi um grande show, Leonardo. Eu gostei especialmente essa coisa verde.
Lhe sorriu brilhantemente, logo a devorou abaixo para beijar sua bochecha. Quando partiu dando meia volta, Eve ouviu o Mavis rir nervosamente e lhe dizer ao Leonardo que necessitava um tornado para celebre.
As mesas com tecidos blanqusimas e candelabros de prata se pulverizavam a todo o comprido do salo de baile. Seis enormes arranha de luzes caam do cu raso elevado orvalhando luz suave e chapeada. O pessoal de servio circulava atravs, vertendo vinho, removendo os pratos com uma elegante coreografia.
As generosas bebidas tinham afrouxado umas poucas lnguas, observo Eve. O nvel de som era alto agora, e a risada mais forte.
O trocar de mesas era um esporte popular, e Eve noto como vagavam a maioria que os comensais admirando sua comida mas no comendo-a.
" O que era essa coisa, cinco, dez mil por um prato? " Ela perguntou ao Roarke.
"um pouco mas, em realidade".
" Que fraude. Ali est Olhe, saindo. Deve estar um pouco molesta porque seu marido no esta com ela. Irei atrs dela ". Ela inclino a cabea ao Roarke. "por que no limpa a multido por mim para que se afrouxe um pouco?
" eu adoraria. Logo quero um baile, querida Eve, e Peperoni em minha pizza ".
Ela sorriu abertamente e no se preocupou com todos os olhos que os observavam quando a beijou. " Pode apostar por ambos. No demorar".
Ela caminhou diretamente ao par de portas que Olhe tinha usado, trocou de direo atravs do suntuoso vestbulo, e procurou o penteadeira de mulheres.
As aranhas de luzes brilhavam intermitentemente na rea do saguo onde um dependente droide vestido em negro e branco esperava para assistir ou prover. O comprido mvel mostrador rosado tnia mais de uma dzia de espelhos individuais iluminados, um ordenado e imponente conjunto de garrafas decorativas enche com essncias e natas. Havia pentes e escovas descartveis, gel  de cabelo, sprays, e brilhos.
Se a senhora tinha perdido ou tivesse esquecido seu labial ou qualquer outro realce, o droide estaria mais que feliz de abrir o gabinete da parede para prover  convidada de uma variada eleio das melhores marca em todas os tons populares.
Olhe se sentava ao final do mvel mostrador em uma cadeira faldeada. Ela tinha conectado seu espelho assim que as luzes resplandeciam, mas ainda no tinha refrescado sua maquiagem.
via-se plida, pensou Eve. Plida e infeliz. Sentindo-se abruptamente envergonhada e intrusa, quase se retiro da habitao, mas Olhe percebeu o movimento, giro-se, e sorriu.
" Eve. Ouvi que estava aqui ".
"Vi-te mais cedo". Eve caminho para a fila de cadeiras. "Mas ento o desfile de modas iniciou, e fomos tragados".
" Foi entretido. H algumas peas preciosas, embora deva admitir que o estilo do Leonardo  nico.  um de seus desenhos o que tem posto?
Eve Miro para baixo a sua saia. "Sim. Ele o mantm bastante simples para mim ".
"Ele te entende.
"Est molesta," Eve expressou impulsivamente e viu os olhos de Olhe ampliando-se pela surpresa. "O que esta mau?
" Estou bem. Uma leve dor de cabea, isso  tudo. Queria sair da multido por um momento ". Deliberadamente, giro-se para o espelho e comeou a retocar seus lbios.
"Vi-te mais cedo," Eve lhe recordou, " Falando com o Cagney. Ou ele falando contigo. Ele te incomodo. por que?
"Este no  um quarto de interrogao A," Olhe respondeu, logo fechou seus olhos molesta quando Eve retrocedeu com fora. "Sinto muito. Sinto-o muito, isso foi desnecessrio. No estou molesta, mas estou. . . Perturbada. E pensei que o tinha dissimulado muito bem".
"Sou uma observadora adestrada". Eve provou um sorriso. "Nunca te v desarrumada," continuou. "Sempre te v sozinho perfeita".
"De verdade? Com uma risada baixa, Olhe Miro fixamente seu prprio rosto no espelho. Viu imperfeies. A vaidade de uma mulher sempre escolheria as imperfeies, reflito. Mas que elogioso e inquietante saber que uma mulher como Eve pensava que era perfeita. "E s pensei que poderia usar o salo de tratamento.
" No falava s a respeito de como luzes mas sim de seu comportamento.  seu comportamento a desarrumao esta noite. Se for pessoal, ento me manterei fora, mas se tiver algo que ver com o Cagney e o caso, ento quero sab-lo".
" Ambos. Colin  um velho amigo ". Seu olhar se elevo, encontrando a do Eve. "Fomos uma vez mas que amigos".
"OH". Eve ridiculamente envergonhada, abriu sua bolsa, logo se precaveu que no tinha posto nada nele exceto sua placa e sua pistola. Fechou-o outra vez e recolheu uma escova.
" Faz muitssimo tempo, antes de que conhecesse meu marido. Permanecemos como amigos, no particularmente prximos, enquanto os anos passavam. As pessoas tendem a ir  deriva, " disse Olhe tristemente. " Mas temos uma histria, Eve. No acreditei que tivesse importncia lhe contar isso quando me pediu acessria no caso. Incluso no acredito, profissionalmente. Mas  difcil para mim a um nvel pessoal ".
"Olhe, se quer te voltar atrs -"
" No, no quero. E isso foi o que disse ao Colin mais cedo. Ele esta comprensiblemente inquieto com sua investigao, sabendo que ele e muitos cirurgies que conhece sero suspeitos at que feche o caso. Esperava que lhe mantivesse informado de meus descobrimentos e os teus, ou se no fora assim, renunciasse a este caso ".
"Pediu-te que lhe acontecesse dados confidenciais?"
"No em tantas palavras," Olhe disse precipitadamente e se giro para confrontar ao Eve diretamente. "Tem que entender, sente-se responsvel pela gente que trabalha para ele, com ele. Est em uma posio de autoridade, e isso suporta uma responsabilidade".
"Um amigo no te teria pedido que comprometesse sua tica".
" Possivelmente no, mas est sob uma grande quantidade de tenso nervosa. Este assunto por tenso a nossa amizade, no caso de que o supere. isso lamento, doer-me. Mas eu tenho uma responsabilidade tambm". Logo ela inspirou profundamente. " Como primrio, tem - com a informao que acabo de te dar - o direito de me pedir que atribua outro perfilador neste caso. Entenderei se isso  o que quer fazer ".
Eve devolveu a escova, encontrando-se com os ligeiramente preocupados olhos de Olhe. " vou ter mais dados tua manh. Espero que me possa dar um perfil por cedo a semana entrante ".
"Obrigado".
" No tem que me agradecer. Quero a melhor, e essa  voc". Ela se levantou rapidamente, enervando-se quando viu alagados de lgrimas os tranqilos olhos de Olhe. "Ah, o que sabe sobre a sobrinha? Louise Dimatto?"
"No grande coisa". Recuperando a compostura, Olhe guardo seu tubo de lbios. "Sempre vai por seu prprio caminho.  muito brilhante, muito dedicada, e muito independente ".
Posso confiar nela?"
Olhe quase disse sim por puro reflexo, logo empurrou seus sentimentos pessoais a um lado. " Acreditaria que sim, mas como pinjente, no a conheo muito bem.
" De acordo. Ah, quer-me para... fazer algo aqui?"
O som que Olhe fez estava entre uma risada afogada e um suspiro. Eve soada quase aterrada de que a resposta fora sim. " No. Acredito que solo me sentar aqui por um momento, na tranqilidade".
"Ento melhor volta. Eve ficou em marcha, logo se giro. "Olhe, se comear a dirigir-se para ele, ento ser capaz de dirigi-lo?
" Se se dirigir para ele, ento no seria o homem que pensei que conhecia. O homem que uma vez amei. Sim, dirigi-lo, Eve ".
Mas quando Eve inclinou a cabea e a deixou sozinha, Olhe fechou seus olhos e se permitiu chorar um pouco.

CAPTULO DEZ


Os instintos, Eve decidiu a manh seguinte, era uma coisa. Os fatos outra. Uma conexo familiar entre o Colin Cagney e sua prxima assessora era um pouco muito prxima para sua comodidade. Assim, com suas mos nos bolsos e com as costas apoiada  janela onde a neve grosa obscurecia a vista, ordenou a seu computador correr os dados sobre a Louise Dimatto.
Dimatto, Louise Anne, Idaho Numero de VO 3452-100-34FW. Nascida o  1 Maro, 2030, Westchester, Nova Iorque, Estado Civil, solteira. Sem filhos. Pais Alicia Cagney Dimatto e Mark Robert Dimatto. Nenhum irmo. Residncia atual, 28 Houston, unidade C, Cidade de Nova Iorque. Posio atual, mdico general de medicina, Clnica Canal Street. Ocupa esse posto por dois anos.
Graduada  da escola de medicina do Harvard, com tudas as honras. Completou sua residncia  no Hospital Roosevelt...
"Dados financeiros," ordeno Eve, e observo distradamente como Roarke entrava.
Trabalhando... Salrio da  Clnica Canal Street, trinta mil anuais...
Eve bufou. No comprou essas rochas que levava posta nas orelhas com uns lastimosos trinta mil ao ano. Isso  menos do que eu ganho, pelo amor de Cristo".
Ganhos  de fundo fiducirio, aes liberadas, e interesses, aproximadamente $268,000 anuais...
" Isso  mais acreditvel. Assim, com essa classe de ganhos, por que no est vivendo em alguma casa de fantasia na parte alta da cidade?"
"Um quarto de milho no compra o que usou," disse Roarke facilmente e se moveu para observar o monitor. A quem est investigando, a jovem doutora?
" Sim. Estar aqui em poucos minutos. Tenho que me decidir entre chut-la ou entr-la ". Eve franziu o cenho. " Um fundo fiducirio com altas conexes no Drake, mas ela passa o tempo em uma miservel clnica livre onde trata a pessoas da rua  como centavos. por que?
Sacudindo a cabea, Roarke se sentou ao bordo do escritrio. " Sei de certa poli quem agora tem o que alguns chamaria um ingresso pessoal substancial e altas conexes em quase cada nvel de negcios em qualquer rea dentro ou fora do planeta, mas ela continua trabalhando as ruas, freqentemente ficando a si mesmo em risco pessoal. Por centavos". Ele fez uma pausa. "por que?
"As coisas de dinheiro, so seu assunto," resmungou Eve.
" No, carinho,  teu. E talvez o dela. Talvez, como voc, isso  quem  ".
Ela o considerou um momento, pondo seu dinheiro e a sua parte dele a um lado -- onde o preferia. "voc gostou".
" De uma curta primeira impresso, sim. Mais at, a ti tambm ".
"Talvez ". Ela se deteve um momento. "Se,  assim, mas no sei o que far se a flecha assinala a seu tio". Giro  seus ombros uma vez. " Acredito que solo teremos que averigu-lo. Computador, arquivar e salvar todos os dados e desconectar".
" Tenho a informao que me pediu ontem". Roarke tiro um disco de seu bolso, deslizando-o no dela. " No sei que to til vai ser. No vi alguma conexo entre seu caso e NewLife. E no que respeita ao Westley Friend, no parecia ter muito escondido. Vem como um homem dedicado a sua famlia e a seu trabalho".
" Quanto mais se sabe, mais se pode atravessar completamente. Aprecio-o".
" Em qualquer momento. Tenente". Roarke tomou suas mos, deslizando as suas at suas bonecas, e a trouxe mais perto. Agradou-lhe sentir seu pulso pulsar um pouco mais rpido por seu contato. "Devo assumir  que vais estar nisto a maior parte do dia?"
" Esse  o plano. No vai a seu escritrio?"
" No, estarei trabalhando aqui.  sbado ".
"OH, certo". O pequeno sentimento de culpa a teve lutando para no retorcer-se. "No tnhamos, alguns planos para o fim de semana, verdade?
"No". Seus lbios se curvaram, e aproveitando sua momentnea distrao, ele troco suas mos a seus quadris. "Mas poderia fazer alguns, para algumas horas".
"Sim? Seu corpo se chocou com o seu, e seus msculos se afrouxaram e pulsaram. "Que classe de planos?
"Planos ntimos". Ele agachou sua cabea para apanhar e jogar com seu lbio inferior com os dentes. " Querida Eve, aonde voc gostaria de ir? Ou deveria te surpreender?
"Suas surpresas so usualmente bastante boas". Seus olhos queriam fechar-se, seus ossos queriam derreter-se. "Roarke, estas nublando minha mente".
"Pois, obrigado". Com uma risada baixa, ele trocou de ngulo para esfregar seus lbios sobre os dela. "por que no s termino o trabalho," sugeriu e elevou o poder e o calor do beijo.
Quando Louise deu um passo atravs da porta com o Summerset apropiadamente detrs dela, parou-se bruscamente. Sups que poderia - deveria  esclarec-la garganta ou fazer algum som. Mas era to interessante observar essa luz trmula de paixo, essa facilidade de unio. E ver a nervosa, algo abrupta Tenente Dallas, em um momento privado que provava que era uma mulher com corao e necessidades.
Era realmente precioso, decidiu, a forma em que estavam emoldurados na janela com a estvel nevada detrs deles, a mulher com uma camisa quase cruelmente simples e calas com o arns de sua arma fixa a um lado, e o homem elegantemente casual de negro. Realmente precioso, pensou, que pudessem estar to completamente perdidos o um no outro. O qual queria dizer, sups, que o matrimnio no sempre matava as paixes.
Assim foi Summerset quem se esclareceu garganta. " Desculpem. A Dra. Dimatto chegou ".
Eve comeou a retroceder, logo desistiu quando Roarke simplesmente a apanho contra ele. Cada vez que tratava sair-se de um abrao pblico, lhe dava muita importncia a isto. Luto com a vergonha, tratando de parecer informal. Enquanto todo o tempo, seu sangue corria doce e grosa como um xarope quente.
"Chega a tempo, doutora," as engenhou.
" Sempre, Tenente. bom dia, Roarke ".
"bom dia". Divertido por tudo isso, Roarke afrouxou seu agarre no Eve. "Podemo-lhe oferecer algo?  Caf?"
" Nunca rechao um caf. Tem uma casa excepcional, " adicionou enquanto continuava entrando no quarto.
"Este lugar? A voz do Eve era aridamente seca. "Ser til at que encontremos algo maior".
Louise riu, deixando a um lado sua pasta. A pouca luz atravs da janela toco o pequeno alfinete de ouro em sua lapela. Eve levantou uma sobrancelha. "A Dra. Wo tnia um desses em seu vestido ontem  noite. Tambm Vanderhaven ".
"Isto". Distradamente, Louise subiu uma mo ao alfinete. "Tradio. Imediatamente depois da mudana de sculo, a maioria das  instalaes mdicas comearam a dar um alfinete do caduceo aos doutores que tinham completado seu perodo de treinamento. Imagino que muitos deles terminaram em uma poeirenta gaveta em alguma parte, mas eu gosto ".
" Deixarei-lhes ficar a trabalhar. Roarke deu a Louise seu caf, logo passeio o olhar sobre sua esposa. O brilho em seus olhos lhe disse tudo. " Verei-te mais tarde, tenente, e poderemos realizar esses planos".
"Seguro". Maldita seja, seus lbios estavam ainda vibrando pelos dele. "Faremo-lo.
Louise espero at que ele se foi por uma porta de conexo, fechando-a. "Espero que no se de por ofendida se lhe digo que esse  o homem mais belo que vi em toda a vida ".
" Raramente me ofendo pela verdade. Assim tentemos conseguir outra. Seu tio  um de meus suspeitos. Neste momento, est em minha lista, e no pode ser eliminado. vai ser isso um problema para voc?"
Uma linha se formo foto instantnea e profundamente entre as sobrancelhas da Louise. Diretamente por irritao, decidiu Eve.
" No ser um problema porque tenho muita confiana em que lhe ajudarei a elimin-lo muito depressa. O tio Colin e eu estamos em desacordo em muitas reas, mas ele esta, sobre tudo, dedicado a assegurar a qualidade da vida humana ".
"Essa  uma frase interessante". Eve caminho ao redor do escritrio, sentando-se no bordo deste. Teriam que provar uma a outra, soube, antes de que pudessem trabalhar ombro a ombro. "No salvando vistas, as mantendo, as prolongando?
H alguns que acreditam que sem um nvel de qualidade, a vida  s dor".
" essa sua crena?
"Para mim, a vida mesma  o bastante, enquanto o sofrimento possa ser aliviado".
Eve assentiu, recolhendo seu caf, embora se havia posto frio. "A maioria no diria que Snooks, por exemplo, desfrutasse de alguma qualidade de vida. Estava doente, estava morrendo, era um indigente. Terminar todo isso para ele poderia haver-se considerado uma misericrdia de alguma classe ".
Louise ficou plida, mas seus olhos permaneceram estveis. " Nenhum doutor com tica, com princpios morais, com uma crena em seus juramentos e seu dever, Terminaria a um paciente sem consentimento. Primeiro no fazer mal. Esta, sem lugar a dvidas,  uma promessa com a que meu tio vive ".
Eve assentiu. " vamos ver. Quero que jogue uma olhada aos dados aos que acessei, logo traduza-o para mim em trminos que algum que no se acha graduado do Harvard possa entender ".
As sobrancelhas da Louise se elevaram. "Fez indagaes sobre mim".
"Pensou que no o faria?
"No". Outra vez, a cara da Louise se relaxo com um sorriso. " Estava segura que o faria.  bonito estar no correto".
"Ento comecemos. Eve evocou os dados, gesticulando para a cadeira atrs do monitor, logo olhou acima quando Peabody entro lanando bufos atravs da porta. "Chega tarde.
"O metro --" Peabody sustentou uma mo em alto enquanto lutava para recuperar o flego. " atraso-se. O clima empresta. Sinto muito ". Tirou-se o casaco coberto de neve. "Caf. Por favor. Senhor".
Eve meramente sacudiu um polegar em direo ao Auto chef, logo respondeu seu enlace. "Dallas".
"No comprova alguma vez suas mensagens? Nadine demando. " estive tratando de contat-la desde ontem  noite".
" Estava fora, agora estou aqui. O que?
" Oficialmente peo um cara a cara relacionado com os assassinatos do Samuel Petrinsky e Erin Spindler. Informam-me que  o primrio na primeira e a substituio no segundo ".
Esse era um jogo que ambas conheciam. Os sinais do Tele-enlace podiam ser comprovadas. " O departamento ainda no tem feito uma declarao em nenhum desses casos. Ambas as investigaes esto em curso".
" Os quais, segundo minha investigao e fontes, parecem estar conectados. Pode no dizer nada e eu sairei ao ar com o que obtive, ou pode fazer algum controle de danos acessando a uma entrevista antes de que conte a histria. Depende de voc, Dallas ".
Ela pde haver-se evadir mas, freqentemente o tinha feito. Mas pensou que isso era suficiente para o registro. " Estou trabalhando em casa hoje".
"Bem, estarei ali em vinte minutos".
"No, sem cmaras em minha casa". Nisso era firme. " Encontrarei-lhe em meu escritrio na Central em uma hora".
" Faa-o na metade disso. Tenho uma data de entrega ".
" Uma hora, Nadine. Tome-o ou deixe-o ". E com isso, cortou a transmisso. " Peabody, trabalhe com a Dra. Dimatto. Retornar logo que possa ".
O trfico  desagradvel, Tenente," Peabody disse, lastimosamente agradecida de no estar sendo arrastada fora outra vez. "Os atascos da estrada no comearam a limpar-se ainda".
S uma aventura mais," Eve resmungo e saiu a grandes passos.
Pensou que sairia limpamente, mas o monitor do vestbulo piscou diante enquanto tratava de agarrar sua jaqueta. Vai a alguma parte, Tenente?
" Jesus, Roarke, por que no simplesmente me golpeia na cabea com um instrumento desafilado. me mantendo observada?
" O mais freqentemente possvel. Ponha o casaco se for sair. Essa jaqueta no  o suficientemente quente para este clima".
" Solo vou  Central por um par de horas".
"Ponha o casaco," ele repetiu, " e as luvas dos bolsos. Enviar-te um carro ".
Abriu a boca, mas ele j se desvaneceu. "Chato, chato, chato," resmungou, ento quase salto quando retorno outra vez   tela.
" Eu te amo, tambm," disse ele facilmente, e ela ouviu sua risada afogada enquanto a imagem se desvanecia outra vez.
Seus olhos se estreitaram, manuseou a jaqueta, considerou assumir uma postura. Mas recordou justo que to quente e suave era o casaco. No era como se fora   cena de um homicdio, assim parecia mesquinho no render-se, solo esta vez. envolveu-se a cachemira sobre suas velhas calas e sob os degraus para a tempestade de neve de neve enquanto um veculo prateado brilhante rodou brandamente  base das escadas.
Este sria, pensou, um suave passeio. Poderoso e robusto como um tanque negro. subiu, divertida e tocou para encontrar o calor que j soprava. Roarke nunca perdia um truque. Para entreter-se, programou-o em manual, agarrando a mudana de marcha, e saindo disparada pelo caminho.
desagrado-se sobre vrias polegadas de neve como se conduzisse em asfalto fresco.
O trfico era enredado e sujo. mais de um veculo estava atirado nos laterais das ruas abandonados. Contou trs guardafangos abandonados nos primeiros quatro blocos. Timone ao redor deles facilmente, automaticamente dando a localizao dos desperdcios ao despacho por seu comunicador.
At os vendedores de carrinhos de descida, quem se enfrentava quase a qualquer clima para fazer uma venda, tomavam o dia livre. As esquinas das ruas estavam desertas, o cu no alto muito nublado com neve para que pudesse ver ou ouvir qualquer trnsito areo.
Era, pensou, como conduzir atravs de um desses velhos globos de vidro onde nada se movia exceto a neve quando se agitava livremente.
Poda, pensou. No duraria, mas agora mesmo, a cidade estava poda, antiga, irreal. E o suficiente quieta para lhe fazer estremecer-se.
Sentiu algo prximo ao alvio depois de que tinha estacionado na garagem e caminho ao rudo e  confuso da Central de polcia.
Com mais de meia hora para gastar antes da entrevista, fechou a porta de seu escritrio -- em caso de que Nadine se apressasse -- e contatou com sua comandante em casa.
"Lamento interromper seu dia livre, Comandante".
" tambm o seu, se mal no recordar". Ele olhou por cima de seu ombro. "Fiquem-nas botas, estarei fora em solo uns poucos minutos. Netos, " ele disse ao Eve com um sorriso rpido e estranho. "Estamos a ponto de ter uma guerra de neve".
" No lhe farei perder isso, mas pensei que deveria informar que estive de acordo em um cara a cara com o Nadine Furst. Contatou-me esta manh em casa. A  encontrado alguns dados nos casos do Petrinsky e Spindlente. Pensei que era melhor redigir uma declarao oficial, responder algumas pergunta bsicas, que lhe deixar sair ao ar com especulaes ".
"Coopere, mas conserve-o to curto como  possvel". O sorriso que tinha suavizado sua cara quando tinha falado de seus netos tinha desaparecido, deixando-a dura e vazia. " Podemos esperar que outros meios exijam declaraes depois de que saia ao ar com isto. Qual  o estado atual?"
" Estou trabalhando com um assessor mdico em alguns dados agora. Tenho potenciais enlaces com outros dois homicdios, um em Chicago, um em Paris. contatei com os primrios em cada um, e estou esperando a transferncia de dados. McNab ainda investiga crmenes anlogos. Minha investigao aponta para uma possvel conexo com vrias instalaes mdicas grandes e ao menos dois, se no mas, pessoal mdico anexo a elas".
" Dele o menos possvel. me envie um relatrio completamente atualizado hoje, a minha casa. Discutiremos isto na segunda-feira na manh".
"Sim, senhor".
Bem, pensou Eve enquanto se inclinava longe do enlace, uma base coberta. Agora danaria o compasso com o Nadine e veria que reao causava.
levantou-se para desbloquear a porta, logo se sentou e Mato o tempo de espera comeando o relatrio para o Whitney. Quando ouviu o estalo de saltos caminhando energicamente pelo vestbulo, Eve salvo o documento, arquivou-o, e ps em branco sua tela.
" Deus! Pude ficar pior ali fora? Nadine passado uma mo sobre seu cabelo preparado para a cmara. "S os dementes saem  neste clima, o qual nos faz lunticas, Dallas".
" Os polis riem das tempestades de neve. Nada detm a lei ".
" Bem, isso explica por que passamos duas patrulhas de caminho  estao. Obtive uma atualizao de nosso meteorologista antes de sair. Diz que  a tormenta do sculo ".
"Quantas dessas tivemos  neste sculo at agora?
Nadine riu e comeou a desabotoar seu casaco. Isso  verdade, mas ele diz que podemos esperar que esta tormenta continue diretamente at manh, com acumulaes at na cidade de mais de dois ps. Esta vai deter Nova Iorque de repente ".
" Genial. As pessoas se matasse umas a outras por um cilindro de papel higinico para a tarde ".
"Pode apostar a que armazeno fornecimentos". Ela comeou a pendurar seu casaco no gancho dobrado ao lado do do Eve, logo se deteve com um ronrono. "Oooh, cachemira. Fabuloso.  teu? Nunca te vi lev-lo posto ".
" No o levo quando estou de servio, o qual no estou hoje oficialmente. sujaria-se em um batimento do corao. Agora, quer falar da moda de casacos, Nadine, ou de assassinato?
"  sempre o assassinato primeiro contigo". Mas ela se deu o gosto lhe dando o casaco uma ltima, larga carcia antes de que lhe fizesse gestos a seu operador de cmara. " Enfoque-a para cima assim a audincia poder ver a neve caindo. Faz uma agradvel imagem visual e acrescenta o esprito de dedicao de nosso poli aqui e sua tenaz reprter ".
Abriu um compacto iluminado, comprovou sua cara, seu cabelo. Satisfeita, sentou-se, cruzando suas sedosas pernas. "Seu cabelo  uma runa, mas suponho que no  lhe importa".
vamos terminar com isto. Eve vagamente molesta, passo seus dedos atravs de seu cabelo duas vezes. Maldita seja, o tinha arrumado antes de Natal.
" De acordo, estamos preparados. Farei a edio e as provas de volta na estao, assim entremos diretamente ao tema. Deixa de franzir o cenho, Dallas, assustar  audincia. Isto no girar sobre nenhum relatrio, mas vai tomar em segundo lugar pelo clima ". Mas como, Nadine pensou reflexivamente, eram as suspenses. Tomou um profundo flego, fechou seus olhos brevemente, levanto um dedo ao operador para que pusesse a andar a cinta.
Logo abriu os olhos, pego um solene sorriso em sua cara. " Esta  Nadine Furst, informando do escritrio da Tenente Eve Dallas na Central de polcia. Tenente Dallas, voc  primrio em um homicdio recente, um que envolve a um adormecido que foi assassinado algumas noites atrs. Pode confirmar voc isso?
" Sou primrio no assunto da morte do Samuel Petrinsky, apelidado Snooks, quem foi assassinado em algum momento durante as tempranas horas de doze de janeiro. A investigao est aberta e em curso ".
"Houve, entretanto, condies incomuns no que se refere a esta morte".
Eve olhou firmemente ao Nadine. "H condies incomuns no que se refere a qualquer homicdio.
" Isso pode ser certo. Neste caso, entretanto, o corao da vtima tinha sido removido. No foi encontrado na cena. Confirma isso?
" Confirmarei que a vtima foi encontrada em seu refgio habitual, e que sua morte ocorreu durante o que pareceu ser uma perita operao cirrgica durante a qual um rgo foi removido".
"Suspeita de um culto?
"Essa linha de investigao no  a principal, mas no ser descartada at que os fatos o garantam.
"Est sua investigao centrada no mercado negro?
"Outra vez, essa linha no ser descartada".
Pela nfase, Nadine se inclino sozinho um pouco, seu antebrao descansando sobre sua coxa. " Sua investigao foi, segundo minhas fontes, expandida para incluir a morte similar do Erin Spindlente, quem foi encontrada assassinada vrias semanas atrs em seu apartamento. Voc no foi o primrio nessa investigao. por que assumiu esse cargo agora?"
" A possvel conexo entre os casos  causal para que ambos sejam atribudos a um primrio. Isto agiliza a investigao.  simplesmente procedimento ".
"Tem, at agora, estabelecido um perfil do assassino ou os assassinos?
Aqui, pensou Eve era o ponto onde caminharia por uma linha muito fina entre a poltica departamental e suas necessidades. " O perfil est sendo construdo. Neste momento se acredita que o perpetrador h ajusto bem treinado nas habilidades mdicas".
"Um Doutor?
"No todos os empregados mdicos bem treinados so doutores," disse ela brevemente. " Mas essa, tambm,  uma linha de nossa investigao. O departamento, e este investigador, poro todos seus esforos por encontrar ao assassino ou os assassinos do Petrinsky e Spindlente. Essa  minha prioridade neste momento".
"Tem algumas pistas?
Eve esperou um momento, solo um momento. " Seguimos cada uma das pistas".
Eve lhe deu outros dez minutos, dando voltas e retornando  informao que queria no ar. Havia uma conexo, havia habilidade mdica, e ela se  enfocava em encontrar ao assassino.
"Bem, genial". Nadine sacudiu seu cabelo para trs, rodando seus ombros. "Acredito que recortar e editarei e o tirar duas partes. Necessito algo que compita com esta maldita neve ". Enviou a seu operador um acolhedor sorriso. "Se doce e v  adiante at vo? essa envia noticia  estao. Estarei a em um momento".
Esperou at que ele se foi, giro seus sagazes olhos ao Eve. "Fora de registro?
"Dentro ou fora, no te posso dar muito mais".
" Pensa que  um doutor, um cirurgio. Um muito perito ".
" O que penso no  o que sei. At que saiba, o caso est aberto".
"Mas no falamos  de um culto ou mercado negro."
" Extraoficialmente, no, acredito que no. Nenhum sacrifcio para algum sangrento deus, nenhum ganho rpido. Se o dinheiro for parte disto,  um investimento largo. Faa seu trabalho, Nadine, e se encontrar algo interessante, investigue-o por mim. Confirmarei-o ou o negar, se puder".
O justo  justo, pensou Nadine. E Eve Dallas podia ser muito confivel nos entendimentos. "E se desenterrar algo que no tem, e se o passo? O que intercambiaria?
Eve sorriu. "Obter a exclusiva quando o caso resolva".
" agradvel fazer negcios com voc, Dallas". Ela se levantou, olhando fixamente para a cortina branca fora da janela. " dio o inverno," resmungou e saiu a grandes passos.
Eve tomou a seguinte hora na Central para afinar seu relatrio e transmitir uma cpia ao Whitney. Enquanto terminava a transmisso, uma entrante soou. Enjoe Dubois tinha conseguido comunicar-se.
Prefiriendo ler todos os dados sem distraes, atrasou sua volta a casa. Era depois do meio-dia quando arquivou, salvou e copiou, pondo o disco em sua bolsa.
A neve caa mais rpido, mais pesada, quando conduziu atravs dela outra vez. Por precauo, conecto os sensores do veculo. Sem dvida alguma no queria golpear um veculo encalhado porque a neve a cegasse.
Assim foi como, os sensores lhe liberaram de atropelar a um homem deitado de barriga para baixo na rua e sendo rapidamente sepultado pela neve.
"Mierda". Ela se deteve umas poucas polegadas antes de que suas rodas encontrassem a cabea, e abriu de um empurro a porta, saindo para comprovar sua condio.
Tratava de alcanar seu comunicador para exigir uma unidade de tecno-mdicos quando ele se levantou de um salto como um foguete e com um rpido reverso na cara, tombou-a.
A irritao veio to rapidamente como a dor. Fazer uma maldita boa ao, pensou enquanto ficava de p, recebendo um murro na cara.
" Voc deve estar desesperado, amigo, para tratar de assaltar a algum neste clima. E s para sua sorte, sou uma malditamente poli". Trato de alcanar sua placa, logo viu sua mo subir. Nesta havia uma arma muito similar a que pendurava em seu flanco.
" Tenente Dallas".
Ela soube exatamente o que se sentia  receber uma descarga de uma arma como a que sujeitava. devido a que esta era uma experincia que no desejava repetir, manteve suas mos  vista.
No um homem, precaveu-se agora que tnia uma melhor vista. Um droide. Um que tinha estado especificamente programado para det-la.
" Assim . Que deseja?
" Estou autorizado para lhe dar uma eleio".
A neve, pensou, muito provavelmente nublava sua vista tanto como a dela. Obteria uma abertura, Por Deus, e queimaria seus circuitos. "Que eleio? E faa isto rpido antes de que algum condutor imbecil venham e nos matem".
"Sua investigao no assunto do Petrinsky e/ou Spindlente deve ser abandonada dentro de vinte e quatro horas".
"OH sim? Ela troco de postura, girando um quadril no que pareceria ser arrogncia. Mas isto lhe ps sozinho um passo mais perto. "por que faria algo como isso?
" Se no cooperar com este requerimento, ento ser eliminada, e seu marido, Roarke, ser eliminado. Estas eliminaes no sero agradveis ou humanitrias. H certos crculos que tm conhecimento do corpo humano completo e usaro tal conhecimento para fazer suas mortes muito dolorosas. Estou autorizado para lhe dar detalhes completos dos procedimentos ".
Com o estomago retorcido, ela tropeou para frente. "No machuque a meu marido". Deixou que sua voz tremesse, observando com olhos entrecerrados como o droide trocava a posio da arma o suficiente para tender sua mo livre e deter seu movimento.
S tomou um instante.
Ela golpeio com seu antebrao a mo que sustentava a arma, lhe desarmando, logo, confiando em suas botas para a trao, deu uma cruel patada em volta de atrs. Golpeou-lhe para trs um p, mas no o suficiente para lhe dar tempo a liberar sua arma.
A neve amorteceu o pior da queda quando ele a atacou. Brigaram em quase silencio, enlameados pela neve. Mas ela saboreou sangue e amaldioou quando ele se escorregou por seu guarda e golpeio com um punho sua boca.
Um cotovelo em sua garganta rodou seus olhos quando o joelho na virilha no lhe fez nada.
"No anatomicamente correto, huh? Ofegou, rodando com ele. " mais barato sem Pelotas". Apertando seus dentes, Consigo tirar sua arma e pression-la em  sua garganta. "me diga, voc filho de puta, quem esta to economicamente disposto? Quem demnios lhe programo?"
" No estou autorizado a lhe dar essa informao".
Ela apertou de um empurro a arma mais dura contra sua garganta. "Isto lhe autoriza.
"Dados incorretos," ele disse e seus olhos tremeram de medo. " Estou programado para me auto-destruir a esta hora. Dez segundos para a detonao, nove..."
"Jesucristo". Ela se afasto, dando um derrapagem e deslizando-se na neve enquanto tratava de afastar-se da exploso. Apenas lhe ouviu cantarolar "dois, e um" quando se precipitou para baixo, cobrindo o parte de atrs de sua cabea com as mos, e abraando-se.
A exploso retumbo em seus ouvidos, o ar se desagrado sobre ela, e algo quente voou no alto, mas a grosa neve amorteceu o pior da exploso.
Sobressaltando-se, ficou de p e coxeou de retorno aonde lhe tinha derrubado. Encontrou a neve enegrecida, os emplastros disso at vaiavam pelas chamas, e os pedaos esparramados, retorcidos de metal e plstico.
" Maldita seja, maldita seja. No fico o suficiente para encher um depsito de  reciclagem ". Esfregou-se os olhos e caminho com passo pesado ao veculo.
A parte de atrs de sua mo direita estava queimada, e olhando abaixo, notou que o major parte de sua luva tinha sido chamuscado fora da pele, e a carne estava crua e vermelha. Desgostada, e simplesmente um pouco enjoada, se Quito ambos e os arrojo abaixo  neve.
Afortunada, decidiu, vaiando quando entro no veculo. Seu cabelo podia ter apanhado uma fasca e haver-se aceso. Isso no teria sido uma aventura. Chamo do incidente, reportando os escombros caminho a casa. Para o momento que conseguiu chegar, os achaques e machucados cantavam um coro completo. Ela grunhia quando se deslizo dentro.
"Tenente," Summerset comeou, logo a observo. "O que tem feito? Esse casaco est arruinado. Voc no o teve um ms ".
" Ele no deveria haver-me feito pr isso, no  assim? Maltita seja ". Ela se o Quito bruscamente, furiosa ao ver os rasges, queimaduras, e as manchas. Desgostada, deixou-o cair no piso e coxeando subiu as escadas.
No estava nem um pouco surpreendida de ver o Roarke chegando pelo corredor superior para ela. "Solo no pde esperar para te fazer saber que arruinei esse casaco, verdade?
"Disse que estava ferida," Roarke disse desagradablemente. "Que to mau ?"
"O outro tipo est em pedaos que tero que ser recolhidos com pinzas".
Ele s suspirou, tirando um leno. "Sua esta boca sangrado, carinho".
"Abriu-se outra vez quando me encontrei com o Summerset". Ignorando o tecido, deu toques ligeiros no sangue com o dorso da mo. "Sinto o do casaco".
"Provavelmente conservou certas partes tuas de ser rasgadas, assim que o consideraremos afortunado". Ele pressiono um beijo em sua frente. " Venha. H um doutor na casa ".
" No me interessam muito os doutores agora mesmo".
"Quando lhe interessaram? Mas ele a conduziu firmemente para seu escritrio onde Louise continuava trabalhando.
" Mais que nunca, ento. Nadine teve o tempo suficiente para emitir sua prova litogrfica. Mas no houve suficiente tempo para que algum o visse, me seguir, programar ao droide, e lhe enviar detrs de mim. Pus nervoso a algum ontem  noite, Roarke ".
"Bem, j que esse era seu plano, deveria dizer que tiveste realmente um dia bem-sucedido".
"Sim". Ela sopro. "Mas perdi minhas luvas outra vez".

CAPTULO ONZE
Ao cair a tarde, enquanto a neve continuada caindo, Eve se sentou sozinha em seu escritrio e repassou as tradues simples que Louise fazia com os dados mdicos que se recolheram.
Basicamente, os rgos artificiais -- o processo inicialmente descoberto pelo Friendly e sua equipe e refinao com os anos -- eram baratos, eficientes, e confiveis. O transplante de rgos humanos no o era. Era necessrio encontrar um compatvel, remover o de um doador saudvel, conserva e transportar o rgo.
A construo de rgos das prprias malhas finas do paciente era mais vantajoso, j que no havia risco de rechao, mas era muito  custoso em tempo e dinheiro.
Com o conhecimento mdico atual, os doadores humanos eram poucos e a grandes intervalos. Na maioria dos casos, os rgos ss eram colhidos -- doados ou vendidos -- de vtimas de acidentes que no podiam recuperar-se.
A cincia, segundo Louise, era uma moeda de duas caras. Quanto mais larga pudssemos preservar a vida, mais estranhos se voltariam os doadores humanos. Mais de 90 por cento dos transplantes bem-sucedidos eram artificiais.
Certas condies e enfermidades podiam ser e foram curadas, deixando ao paciente com seus rgos originais em bom estado. Outros, muito longe do progresso e mais usualmente em caso dos pobres ou os privados de direitos, deixava o rgo to danificou e o corpo muito fraco para estes tratamentos. As substituies artificiais eram a nica via de tratamento.
por que tomar o que  intil? perguntou-se Eve. por que matar por isso?
Ela elevo o olhar enquanto Roarke entrava. "Possivelmente  sozinho outra misso, depois de tudo," comeou. " Solo um luntico mais, este com uma habilidade altamente afiada e uma agenda. Talvez ele sozinho quer liberar ao mundo desses que considera por de sob dele e os rgos no so mais que trofus ".
"No h conexo entre as vtimas?
" Snooks e Spindlente ambos tinham conexes com Canal Street, e isso  tudo. No h outro enlace entre eles, ou para relacion-los com as vtimas em Chicago e Paris. Exceto quando se olhe o que eles eram".
Ela no precisava ler os dados do Leclerk para refrescar sua memria. " O tipo que encontraram em Paris era um fabricante de drogas, finalizava os sessenta, nenhum parente prximo conhecido. Ele tnia um refgio quando podia pag-lo, vivia na rua quando no podia. Usava uma clnica livre de vez em quando, jogando com o sistema para obter seu programa medico social quando no podia comprar um preparado. Tem que te submeter a um reconhecimento mdico se quiser as drogas. Os registros mdicos indicam que tnia uma avanada cirrose de fgado".
"E isso  o que lhes conecta".
" Fgado, corao, rins. Esta fazendo uma coleo. Isto vem de um centro mdico, estou segura disso. Mas se for Drake ou Nordick ou outro distinto, no sei ".
"Talvez no  s um," Roarke sugeriu, e Eve assentiu.
" pensei nisso. E eu no gosto das implicaes. O tipo que procuro  de alta posio. sente-se protegido. Est protegido ".
Ela se recostou. " Ele  educado, bem-sucedido, e organizado. Tem uma razo para o que est fazendo, Roarke. Estava disposto a matar a um poli para proteger isto. Solo no posso averiguar que protege".
"Apostas?"
"No acredito. Ela fechou os olhos e trouxe a imagem de cada vtima a sua cabea. " No houve regozijo nele. Foi um profissional, cada vez. Arrumado que tirou uma emoo disso, mas essa no foi a fora motriz. Simplesmente um subproduto feliz, " murmuro.
Ele se inclino, em cima de sua cara, observando os machucados. "Isto lhe esta amassando. Tenente".
" Louise fez um trabalho bastante aceitvel em mim. No  to molesta como a maioria dos doutores ".
"Necessita uma mudana de cena," ele decidiu. " Uma distrao para que possa retornar a isto com a mente clara na segunda-feira. Vamos ".
"Vamos? Aonde?" Ela gesticulou  janela. "Em caso de que no o tenha notado, temos uma nevada".
"Ento,  por que no tomar vantagem disso?" Lhe devorou sobre seus ps. Construamos um boneco de neve".
Ele a surpreendia, constantemente, mas esta vez, ela sozinho boque. "Quer construir um boneco de neve?"
"por que no? Tinha pensado que voaramos, para passar o fim de semana no Mxico, mas" At sustentando sua mo, ele Miro fora da janela e sorriu. "Que to freqentemente temos uma oportunidade como esta?"
"No sei como construir um boneco de neve".
" Eu tampouco. Vejamos o que podemos fazer".
Ela fez um monto de murmrios, saindo com  sugestes alternativas que incluam sexo selvagem em uma cama quente, mas ao final, encontrou-se abrigada de ps a cabea com um traje para clima extremo e saindo aos dentes da tempestade de neve.
" Cristo, Roarke, isto  uma loucura. No se pode ver cinco ps".
"Fabuloso, no  assim?" Sonriendo abertamente, ele agarro com sua mo enluvada a dela e a levo atravs de montes de neve.
"Seremos sepultados vivos".
Ele simplesmente se agacho, tomando um punhado, e fechando a mo. "Se compacta bastante bem," comentou. " Nunca vi muita neve de menino. Dubln  chuva. Necessitamos uma boa base ".
Inclinando-se, comeou a amontoar neve.
Eve observou por um momento, assombrada de como tentava seu sofisticado marido, em seu casaco negro, recolher e amontoar neve.
" esta uma coisa de ' fui um menino depravado'? "
Ele olhou para cima, elevando uma sobrancelha. "No  fomos?"
Ela recolheu um punhado de neve, distradamente enviando-o em cima do montculo. "Bastante bem o compensamos," murmuro, logo franziu o cenho. " Faz-o muito alto. Deveria ser mais largo ".
Ele se endireitou, sorriu, logo emolduro sua cara com as mos cobertas de neve, beijando-a enquanto ela gritava agudamente. me d uma mo ou te aparte.
Ela Quito a neve de sua cara, soprando. " vou construir um s e ele chutar o traseiro de seu boneco de neve.
" Sempre admirei sua nervura competitiva".
"Se, pois bem, te prepare para te assombrar.
Ela se moveu a um lado um pouco e comeou a cavar.
No se considerava a si mesmo uma artista, assim que o compenso com suas fortalezas: msculo, determinao, e resistncia.
A forma que construo podia ter estado ligeiramente desequilibrada, mas era grande. E quando Miro para o Roarke, notou com regozijo que o dela ultrapassava o seu por um bom p.
O frio picou suas bochechas, seus msculos esquentados com o exerccio, e sem cair em conta disso, relaxou-se. Em lugar de enerv-la, o puro silncio a apaziguo. Era como estar no centro de um sonho, um sem som, sem cor. Um que acalmava a mente e dava um descanso ao corpo.
Para o momento que termino a cabea, estava amontoando e dando forma com abandono. " Estou perto de terminar aqui, amigo, e meu menino  como um defesa de areia. Seu lastimoso intento est condenado".
Isso o veremos". Ele deu um passo atrs, estudou sua escultura de neve com olhos entrecerrados, logo sorriu. "Sim, isto funciona para mim.
Ela observo sobre seu ombro e bufou. "Melhor o engrossa antes de que meu menino o mastigue e lhe cuspa".
"No, acredito que esta  a forma correta". Ele esperou enquanto Eve aplaudia os peitorais protuberantes de seu boneco de neve, logo caminho com passo pesado atravs da neve para ele.
Seus olhos se fecharam em frestas. "O teu tem tetas".
"Sim, umas primorosas.
Estupefata, Eve ps suas mos nos quadris e ficou com o olhar fixo. A figura era magra e curvilnea, com enormes peitos de neve que terminavam em umas malvadas pontas.
Roarke acariciou um peito de neve ligeiramente. "Ela passeasse a seu pedao de carne ao redor pelo nariz".
Eve s pde  negar com a cabea. " Pervertido. Esses peitos esto fora de proporo".
"Um moo necessita seus sonhos, carinho". Ele sentiu uma bola de neve no centro de suas omoplatas e se giro com um sorriso lobuna. "Esperava que fizesse isso. Agora que derramaste primeiro sangue..." Ele manteve seus olhos nela enquanto recolhia neve, formado uma bola com ela.
Ela esquivo para a esquerda, fazendo rapidamente outra bola, e lhe ps a voar com a graa e velocidade de um lanador treinado. Ele recebeu esta no corao, assentindo em reconhecimento de sua destreza e velocidade, e foi a por ela.
A neve voou, exploses duras, pesadas como balas de canho, uma surriada de fogo. Ela observou um mssil explorar em sua cara e, sonriendo ferozmente, contnuo com um trio de golpes ao corpo.
Era to bom como ela, inclusive causo que gritasse agudamente uma vez quando recebeu um duro golpe na parte de atrs da cabea, mas pensou que pde lhe haver derrubado, podia lhe haver derrubado, se no tivesse comeado a rir.
No pde deter-se, e isto lhe fez lenta e torpe. Enquanto lutava pelo flego, seus braos tremeram, lhe fazendo falhar. Respirando com dificuldade, elevo uma mo. " Trgua! Alto ao fogo ".
A neve se pulverizou alto em seu peito e em sua cara. " No te posso ouvir," Roarke disse, movendo-se firmemente para frente. "Disse, rendo-me?
"No, maldita seja". Ela brigou para inalar ar, agarrado fracamente suas munies, logo expulso um grito risonho quando ele saltou sobre ela.
Ela recife, rebalsndose em uma grossa almofada de neve com o Roarke em cima dele. "Manaco," ela trato e se concentrou em recuperar o flego.
"Perdeu".
"No o fiz".
" Parece que estou no topo das coisas, Tenente". Consciente de que to trapaceira podia ser, ele sujeitou suas mos sobre as dela. " Agora est a minha merc".
"A si? No me assusta, menino rude ". Ela sorriu abertamente para ele. O casaco de pele negro que ele se ps estava branco com a neve que o cobria, o glorioso cabelo se derramada deste molhado e brilhante. " Feri-te meia dzia de vezes.  homem morto".
" Acredito que tenho justo a suficiente vida para te fazer sofrer". Ele sob a cabea, mordendo ligeiramente sua mandbula. "E para te fazer suplicar".
Sua lngua delineio seus lbios e nublou os borde de sua mente. " Se estas tendo idias de comear algo aqui fora..."
"O que?"
"Bem," ela disse e se arqueou para encontrar sua boca com a sua.
Quente e faminta ao princpio. Com um pequeno som de avareza, ela tomou mais. Isto exploro atravs dele, to selvagem, aumentando a necessidade que s tinha sentido com ele, por ele. Apanhada no redemoinho branco, ela se deu a si mesmo nisso.
"Dentro". Ele se perdeu nela. Ningum mais lhe tinha tomado to profundamente como ela podia. "Precisamos ir dentro.
Ponha suas mos em mim". Sua voz era grosa, seu flego rasgado. "Quero suas mos em mim".
Ele estava tentado a rasgar fora seu  resistente, mido traje, para encontrar sua pele debaixo. Para afundar seus dentes nela. Devorou-a bruscamente para cima at que estiveram sentados na depresso de neve, emaranhados e ofegantes.
Cravaram os olhos o um no outro por um momento, ambos atordoado de que to rapidamente seu estado de nimo tinha trocado de brincalho a desesperado. Logo seus lbios se curvaram. "Roarke?"
"Eve?"
" Acredito que deveramos entrar e lhes dar a estas pessoas de neve um pouco de privacidade".
"Boa idia".
"Solo uma coisa mas". Moveu-se para ele, deslizando os braos a seu redor, levando sua boca mas perto. Logo, rpida como uma serpente, aparto o pescoo de seu traje e jogo  neve sob o.
Ele ainda soprava quando ela ficou de p.
"Armadilha".
"Pode me fazer pagar por isso quando te deixar nu".
Com um arrepiou descendo por suas costas, ele ficou de p. "Estarei encantado.

Comearam na piscina, na curva fluda onde com um mero toque dos controles, a gua se agitava e se  esquentava. Ali dentro do calor lhe pulsem, ps suas mos nela de qualquer maneira que quis, lhes levando a ambos de um bordo a outro, lhes devolvendo bruscamente, momento detrs momento uma s descarga de relaxao completa.
Ela estava enjoada, dbil, seu corpo balanando-se na borda, quando lhe ps de p. A gua escorrego deles e o vapor subiu em nuvens.
" cama," foi tudo o que ele disse, e que a elevo para levar a da piscina ao elevador.
"te apresse". Ela pressionou a cara contra seu pescoo, mordendo-o.
Seu corao estava acelerado. Ela se perguntou se este no sairia sozinho precipitadamente atravs de suas costelas e cairia em suas mos. Ele j o possua. E a ela.
Delirantes, golpeados com mais do que a fcil luxria lhes podia dar a cada um com um olhar, ela se curvo nele. " Amo-te, Roarke".
Isto golpeio dentro dele. Essas palavras sortes por ela eram preciosas e estranhas. Podiam debilitar seus joelhos, fazer a seu corao doer. Saiu a grandes passados do elevador, subindo para onde sua cama se localizava sob o centrou de uma janela no teto velada pelo branco da neve. E caiu em cima da cama com ela.
"Diga-me isso outra vez". Sua boca acolheu a dela, devorando-a, tragando seu gemido. "diga-me isso outra vez, enquanto te toco.
Suas mos se moveram a grande velocidade sobre ela, abaixo dela, causando que sua pele tremesse. Ela se arqueou baixo ele, querendo que a cobrisse onde o calor pulsava, para penetr-la. Para ench-la.
Ela estava lista e ardente onde seus dedos se deslizavam, e grito quando a lano pelo bordo. Mas o estremecimento no se detinha, a necessidade no se desvaneceu. Cresceu outra vez, capa sobre capa, enquanto o sabor dele pulsou atravs de seu sistema como uma droga.
"Diga-me isso outra vez". Ele se conduziu a si mesmo dentro dela com um golpe violento. "Maldio, diga-me isso outra vez. Agora ".
Ela fecho as mos em seu cabelo, precisando ancorar-se, lutando para sustentar-se, solo para sustentar um momento mais. E olhar dentro desses selvagens olhos azuis. " Amo-te. Sempre. S. A ti".
Logo se enrolo ao redor dele, e lhe deu o resto de si mesmo.

Um fim de semana com o Roarke, pensou Eve, podia alisar os bordos mau acabados de um vidro quebrado.
O homem era assombrosamente... criativo.
Ela trato trabalhar no domingo, mas antes de que pudesse comear a sair da cama, estava sendo tirada a fora e levada por volta do quarto de hologramas. A seguinte coisa que soube, era que estava totalmente nua em uma simulao de Giz. Era  um pouco difcil queixar da gua azul morna, das colinas escuras, e o quente sol, e quando ele implemento o funcione e evoco um luxurioso, picnic de impacto, rendeu-se e o desfruto.
Nova Iorque estava enterrada baixo dois ps de neve. As patrulhas de esqui dirigiam qualquer ameaa de pilhagem, e as equipes de tira-nieves a tiravam das ruas. Todos exceto os de  emergncias e o pessoal necessrio da cuidem receberam ordens de ficar em casa.
Ento por que no passar o dia na praia comendo gordas uvas prpuras?
Quando despertou na manh da segunda-feira, estava gil, racional, e recarregada. Manteve um ouvido nas notcias da tela do dormitrio enquanto se vestia. As reportagens eram que todas as ruas principais tinham sido descongestionadas. Embora no acreditou isso nem por um minuto, pensou que podia arriscar-se a levar seu veculo  Central.
Quando seu enlace soou, acabava de  aboto-la camisa, recolheu seu caf, e respondeu.
"Dallas".
Despacho a, Dallas, Tenente Eve. Prova litogrfica  adormecido no Village, Bowery. Homicdio reportado, Prioridade um. Uniformizados na cena.
" Notifique ao Peabody, Oficial Delia. Recolherei-a na rota. Estou em caminho. Dallas Fora ". Ela curto a transmisso, trocando seu caf pelo arns de sua arma. " Maldita seja. Ele obteve outro ". Seus olhos eram planos e frios enquanto olhava  ao Roarke. " Qui-lo em meu turno. O esta fazendo pessoal ".
"Vigia suas costas, Tenente," Roarke ordeno enquanto ela saa a grandes passos. Logo sacudiu a cabea. "Sempre  pessoal," murmuro.
No levantou seu nimo ver que os uniformizados na cena eram Bowers e Trueheart. Ela se abriu passo para  a sarjeta da rua que estava cheia de grumos e escorregadias com a neve. Logo se deu tempo para uma larga inspirao.
" Se parecer como se fora a golpe-la...
"Sim senhor?
"Me deixe," Eve estalou e saiu do carro. Suas botas se afundaram na neve, e manteve seus olhos no Bowers enquanto passava laboriosamente atravs desta. O cu no alto era to duro e frio como seu corao.
" Oficial Bowers. Seu relatrio?"
"Sujeito feminino, idade e identidade indeterminvel ". Pela esquina do olho, Eve viu o Trueheart abrir a boca, logo fech-la outra vez.
" Encontramo-la em seu refgio, ao igual a com a vtima Snooks. Entretanto, h sangue considervel neste caso. Como no sou um tecno-mdico, no posso assegurar que pea foi removida, ou se a houve ".
Eve observo a rea. Vendo que esta vez havia mais de uma dzia de rostos, plidos, magros, com olhos mortos de olhar fixo na linha de sensores da polcia.
"H entrevistado a alguma destas pessoas?"
"No".
Ento faa-o," ela ordeno, logo se giro para o refgio que tinha sido demarcado com sensores da polcia.
Bowers sacudiu com fora sua cabea ao Trueheart, lhe enviando a faz-lo, mas sotaque cair ao lado do Eve. " J arquivei outra queixa".
"Oficial Bowers, este no  o momento ou o lugar para discutir assuntos Inter-departamentais."
" No vai se sair com a sua me chamando a casa, para me ameaar. Deu um passo de mas, Dallas".
Desconcertada e irritada, Eve se deteve um momento o suficientemente largo para estudar a cara do Bowers. Havia clera, sim, e ressentimento, mas havia tambm uma classe de doentia satisfao em seus olhos. " Bowers, no lhe contatei em casa ou em qualquer outra parte. E no fao ameaas ".
" Tenho o registro em meu enlace  como prova ".
"Bem". Mas quando Eve comeou a inclinar-se outra vez, Bowers agarrou seu brao. A mo do Eve se curvo em um punho, mas ela obteve no golpear duramente a cara do Bowers. "Oficial, constamos nos registros, e voc interfere com minha investigao em um prova litogrfica de homicdio. Afaste-se".
"Quero-o no registro". Bowers disparo um olhar a grabadora na lapela do uniforme do Peabody. A excitao bombeava atravs dela, e o controle se escorregava lentamente de suas mos. " Quero no registro que fui aos canais oficiais corretos para reportar sua conduta. E que se a ao apropriada no  tomada pelo departamento contra voc, ento exercitarei meu direito para cercar um julgamento contra ambos, voc e o departamento ".
" Cotado, oficial. Agora, d um passo atrs antes de que comece a exercer meus direitos ".
"Quer me golpear, no  verdade? Seus olhos brilharam intensamente, seu flego comeou a levantar-se. "Assim  como as de sua classe dirigem as coisas".
" OH, se, eu gostaria de chutar seu arrogante traseiro, Bowers. Mas tenho algo um pouco mais importante que fazer no momento. E devido a se rehsa a seguir ordens, esta relevada de seu dever a partir deste momento. Quero-lhe fora de minha cena do delito".
"  minha cena do delito. Chegue primeiro  cena ".
"foi relevada, Oficial". Eve sacudiu com fora seu brao livre, deu dois passos, logo deu meia volta, mostrando os dentes, quando Bowers lhe agarro outra vez. " me ponha as mos em cima outra vez, e lhe chutar na cara, logo farei a meu ajudante lhe pr baixo arresto por interferir com uma investigao. Temos um problema pessoal aqui, de acordo e entendido. Podemo-lo arrumar mais tarde. Pode escolher a hora e o lugar. Mas no ser aqui; No ser agora. Saia da jodida cena, Bowers ".
Ela esperou um momento, esforar-se por manter-se seu prprio temperamento sob controle. "Peabody, notifique  Tenente do Bowers que foi relevada e lhe ordenou sair da cena. Pea que outro uniformizado seja enviado a nossa posio para ajudar ao Oficial Trueheart a controlar a multido ". 
" Se eu for, ele se vai".
"Bowers, se no estar detrs dos sensores em trinta segundos, ser algemada  e lhe levantassem cargos". No confiando em si mesmo, Eve se afasto. "Peabody, escolte ao Oficial Bowers de volta a seu veculo".
" Ser um prazer, senhor. Horizontal ou vertical, Bowers?" Ela disse agradavelmente.
"vou levar a  runa. A voz do Bowers tremeu de fria. "E voc ira com ela". J compondo sua queixa de registro, Bowers se foi atravs da neve.
"Esta bem, Dallas?"
" Estaria melhor se a tivesse podido golpear um momento". Eve deixo sair um suspiro atravs de seus dentes. " Mas ela j esbanjou suficiente de nosso tempo. vamos fazer nosso trabalho ".
Ela se aproximou do refgio, encurvando-se, afasto o plstico andrajoso que srvia de portal.
Sangue, rios desta, derramou-se, enchendo-o, congelada. Colocando a mo em sua equipe de campo, Eve tirou o selador. " A Vtima  uma mulher, negra, idade entre noventa e cem. Ferida visvel em abdmen parece ser causa da morte. A vtima foi sangrada. No h signos visveis de luta ou abuso sexual ".
Eve avanou lentamente no refgio, ignorando o sangue que manchava a ponta de suas botas. "Notifique aos ME, Peabody. Necessito ao Morris. A primeira vista, diria que seu fgado no esta. Jesus, mas ele no esteve preocupado por ser limpo esta vez. Borde-os da ferida esto direitos e limpos, " adicionou depois de concentrasse nos micro congelantes, inclinando-se mais perto. " Mas no foi cauterizado como se evidencio nas outras vtimas. No houve impermeabilizao para acautelar o sangrado".
Ela levava ainda seus sapatos, noto Eve, duros, negro sem cordes que muitos dos refgios da cidade repartia para os sem lar. Havia um mini - jogo lado do estreito colcho e uma garrafa cheia de beberagem guia de ruas.
"Nenhum roubo". Ela murmuro e continuou trabalhando. "Tempo da morte, calculada pela baixa temperatura ambiental se estabelece na cena s duas e meia". Estendeu a mo, encontrando uma licena para mendigar expirada.
"A vtima  identificada como Jilessa Brown, idade noventa e oito, sem direo fixa".
" Tenente, pode mover seu ombro esquerdo? Necessito uma fotografia de corpo inteiro para o registro ".
Eve se correu  direita, afastando-se outra polegada, e sentiu sua bota raspar algo sob o atoleiro de sangue. Inclinando-se, fechou seus dedos selados sobre um pequeno objeto. E extraiu um alfinete de ouro.
As serpentes enroscadas do caduceo corriam com sangue.
"Olhe o que temos aqui," murmuro. " Peabody, em registro. Um alfinete de lapela em ouro, recolhido aparentemente quebrado, foi encontrado perto do quadril direita da vtima. O alfinete  identificado como um caduceo, um smbolo da profisso mdica ".
Ela o selou, deslizando-o em um abolsa. " Ele foi muito, muito negligente esta vez. Ira? Descuido? Ou simplesmente pressa?" se feito para trs, sotaque que a bolsa plstica voltasse para seu lugar. Vejamos o que sabe Trueheart ".

Eve passou um pano sobre o sangue e o lhe selem em suas mos enquanto Trueheart reportava. "A maioria lhe chamavam Honey. Ela era muito querida, muito maternal. Ningum com quem falei viu nada ontem  noite. Foi duro aqui fora, realmente frio. A neve finalmente se deteve perto de meia-noite, mas os ventos eram cruis; Por isso  que obtivemos todos este movimento".
"E por que nunca obtemos algo que valha a pena". Ela olhou a terra pisoteada. "Encontraremos o que possamos a respeito dela. Trueheart,  assunto dele, mas se estivesse em seus sapatos, ento pediria a outro treinador quando retornasse  estao. Quando o p esclarea um pouco, vou recomendar sua transferncia  Central, a menos que tenha outra idia".
" Senhor. No. Estou muito agradecido ".
" No o este. Daro-lhe no traseiro na Central ". Ela se giro para ir-se. " Peabody, vamos a Canal Street antes de ir  Central. Eu gostaria de ver se Jilessa Brown era paciente ali ".

Louise estava fora na medi-van fazendo os tratamentos para o congelamento e a exposio. Sua substituio na clnica se via o suficientemente jovem para ainda estar jogado doutor no assento traseiro de um carro com a rainha do baile de graduao.
Mas lhe disse que Jilessa Brown no s foi uma paciente, mas tambm a favorita da clnica. Uma habitual, Eve reflito enquanto lutava com o trfico e as entupidas ruas em seu caminho  Central. Uma que tinha entrado em menos uma vez  semana simplesmente para sentar-se e falar com outros na sala de espera, para agarrar algum dos chupa-chups -- que os doutores mantinham guardados em uma jarra para os meninos.
Ela tinha sido, segundo o doutor, uma mulher socivel com um gosto pelos doces e um defeito mental que no tinha sido tratado durante seu crescimento. Isto lhe tinha deixado falando confusamente e com a capacidade mental de um menino de oito anos.
Ela tinha sido inofensiva. E tinha estado recebendo tratamentos nos ltimos seis meses para um cncer de fgado, em etapa avanada.
Havia alguma esperana de que remetesse, se no se transbordava.
Agora no haveria nenhuma.
A luz de mensagens resplandecia quando entrou em seu escritrio, mas ela a ignorou e localizo ao Feeney.
" Tenho outro".
" Isso escute. Viaje pelo mundo".
" Houve um alfinete de lapela na cena -- este  o smbolo mdico. Tomei para o laboratrio, sente-se sobre esse cabea de chorlito at que te assegure que  ouro. A coisa real. Pode investig-lo para mim? Olhe se pode averiguar quem os vende?
" Farei-o. Falou com o McNab?"
"Ainda no". Seu estmago se ato. "por que?
Ele suspirou, e houve um som plstico enquanto colocava a mo na bolsa de suas amndoas favoritas. "Londres, seis meses atrs. Drogado achado inerte. Tinha ocorrido uns poucos dias antes de que lhe encontrassem. Faltavam-lhe os rins ".
" Isso  o que temos com o Spindlente, mas esta cena era um asco. Sangue por toda parte. Ele tnia pressa, ou no lhe importa mais j. Comunicar-me com o McNab e obterei os detalhes ".
" Ele est em caminho por l. Enviei o alfinete de volta  com ele, e o investigar".
"Obrigado". Seu enlace soou com uma chamada entrante no minuto que acabou a transmisso. "Dallas".
" Necessito-lhe em meu escritrio, Tenente. Agora".
Bowers foi em tudo o que Eve pde pensar, mas assentiu energicamente. " Sim, Comandante. Estou em caminho".
Ela chamo o Peabody em seu caminho ao despacho. " esta McNab em caminho com detalhes de uma vtima potencial em Londres. Trabalhe com ele nisso. Use meu escritrio ".
"Sim, senhor, mas--" Ela se interrompeu, e optou no humilhar-se e queixar-se  costas de sua tenente. "Infernos". Preparando-se para passar uma hora irritante ou pouco mais, Peabody recolheu suas coisas e se apressou para o escritrio do Eve. Queria chegar antes do McNab para reclamar o escritrio.
Whitney no manteve ao Eve esperando abordo diretamente o tema. sentava-se em seu escritrio, suas mos dobrado, seus olhos neutros. "Tenente, teve outra briga com o Oficial Bowers".
" Sim, senhor. No registro da cena esta manh ". Maldita seja, pensou Eve, odiava isto. Era como jogar fofoqueiro com o diretor da escola. " Ela se voltou difcil e insubordinada. P-me as mos em cima e lhe ordeno sair da cena ".
Ele assentiu. "No o pde haver manejo de outra maneira?"
Refreando uma rplica aguda, Eve alcanada sua bolsa e saco um disco. " Senhor, esta  uma cpia do registro da cena do crime. Olhe-o, logo me diz se poderia ou deveria hav-lo dirigido de outra maneira ".
Sinta-se, Dallas".
"Senhor, se devo ser repreendida por cumprir com meu trabalho, prefiro ser repreendida enquanto estou de p.
" No acredito que lhe tenha repreendido, Tenente". Ele falou brandamente, mas se levantou tambm. " Bowers j tinham arquivado outra queixa depois do pequeno incidente desta manh. Ela afirma que voc a contatou em sua casa na sbado na tarde e a muito ameno com dano fsico".
"Comandante, no tenho que contatar ao Bowers em sua casa ou em qualquer outra parte". Era difcil, mas ela manteve seus olhos estveis e sua voz fria. "Se e quando a ameacei -- depois de uma provocao --, ento foi cara a cara, e em registro".
"Ela introduziu uma cpia do registro de seu enlace, no qual a pessoa que chama se identifica a si mesmo como voc ".
Os olhos do Eve se esfriaram. "Minha impresso de voz consta nos registros. Peo que seja comparado com a impresso do registro de seu enlace".
" Bem. Dallas, sinta-se. Por favor ".
Lhe observou lutar, logo sentar-se rigidamente. " No tenho dvidas de que as impresses no correspondero. Tal como no tenho dvidas de que Bowers lhe continuar criando problemas. Quero lhe assegurar que o departamento dirigisse isto, e a ela ".
"Permisso para falar francamente?"
" obvio".
" Ela no deveria estar na rua, no deveria estar de uniforme.  perigosa, Comandante. Essa no  uma opinio pessoal,  uma opinio profissional ".
" E uma com a que me inclino a estar de acordo, mas no  sempre to simples como deveria ser. Chamei-lhe para outro assunto. O prefeito me contatou o fim de semana. Parece que ele foi contatado pelo Senador Brian Waylan com o pedido de que  as investigaes, nas que voc  o primrio, sejam reasignadas".
"Quem demnios  Waylan?" Eve estava de p outra vez. "O que tem que ver algum poltico superalimentado com meu caso?"
" Waylan  um suporte inquebrvel da Associao Norte-americana de Mdicos. Seu filho  um doutor e pertence ao pessoal do Centro Nordick em Chicago.  sua crena que sua investigao, e o suporte lgico informtica resultante, afetou  comunidade mdica. Que pode iniciar o pnico. A AMA est preocupada e resolvida a financiar sua prpria investigao privada, nestes assuntos ".
" Estou seguro que o faro, como  claro que  um dos seus quem assassina pessoas. Este  meu caso, Comandante. Tenho a inteno de fech-lo ".
" provvel que obtenha pouca cooperao da comunidade mdica daqui em diante," Whitney continuou. "  tambm provvel que haja um pouco de presso poltica contra o departamento para trocar a natureza da investigao".
Ele foi indulgente consigo mesmo com o mais fraco dos cenhos, logo sua cara voltou lentamente h ser neutro. " Quero que fechamento este caso, Dallas, e rapidamente. No quero que se distraia por um agente... irritante, " decidiu. "E ento lhe peo que deixe que o departamento dirija a situao com o Bowers".
" Conheo minhas prioridades".
" Bem. At novo aviso, este caso, e todos os dados relacionados, sero bloqueados aos meios noticiosos. No quero que nada novo se filtre. Todos  e cada um dos dados em relao devero estar na base, com cpias codificadas para minha ateno ".
"Acredita que temos uma fuga no departamento?"
" Acredito que Est. Washington est muito interessado em nossos negcios. Junte uma equipe, Mantenha-o em cdigo cinco neste ponto, " ele ordeno, bloquear e selar qualquer informao Inter-departamental e acrescentar um bloqueio ao suporte informtico. Meta este atrs das grades.

CAPTULO DOZE

" Posso conseguir uma busca de probabilidade de volta no EDD na metade do tempo que te vai levar faz-lo a ti neste desperdcio".
"No est no EDD, McNab".
" Olhe a quem o conta. E se quiser uma investigao completa da vtima de Londres bem feita, ento a deveria estar fazendo eu. Eu sou o Detetive -E".
" Eu sou a ajudante do primrio. Deixe de respirar em mim ".
"Voc cheira bastante bem, She-Body".
"No vai ter nariz com a que cheirar aproximadamente para dentro de cinco segundos".
Eve se deteve fora da porta de seu escritrio e tamborilou seus punhos contra os lados de sua cabea. Este era sua equipe, discutindo como um casal de cinco anos enquanto a me estava ausente.
Deus a ajudasse.
Eles se fulminavam o um ao outro quando ela entrou. Ambos se tornaram para trs, trocando sua ateno para ela, e lutaram por ver-se inocentes.
" O recesso termino, meninos. Moveremo-nos  sala de conferncias. Chamar o Feeney em meu caminho para ali. Quero todos os dados de todos os casos agilizados e comprovados vrias vezes para o final do turno. Precisamos encerrar a este bastardo antes de que aumente sua coleo ".
depois de que ela giro sobre seus tales e saiu a grandes passos, McNab mostrou um sorriso aberto. " Homem, amo trabalhar com ela. Crie que teremos o quartel geral no escritrio de sua casa em este caso? Roarke tem os melhores brinquedos de todos ".
Peabody s inalou pelo nariz e comeou a recolher discos e arquivos. "Trabalhamos onde a Tenente diga que trabalhemos". Levantou-se, encontrando-se bruscamente com ele, sentiu que seus nervos crepitar. ficou olhando lastimeramente seus alegres olhos verdes. "Esta em meu caminho, McNab".
" Sigo-o tentando. Assim como esta Charlie?"
Ela contou at dez, logo respondeu, " Charles est bem, e no  de sua incumbncia. Agora mova seu fraco traseiro ". Obteve certo prazer em lhe acotovelar a um lado enquanto saa.
McNab somente suspirou, esfregando-se sua costela machucada. "Seguro o faz por mim, She-Body," ele resmungou. "Cristo sabe por que.
Eve caminhou de cima abaixo pela sala de juntas. Precisava expulsar ao Bowers e essa situao de sua mente. Estava quase ali, disse-se a si mesmo. Solo umas poucas maldies mas, passear-se um pouco mas, e teriam metido ao Bowers em algum oco profundo, escuro. Com uns poucos ratos por companhia, decidiu, e uma s casca de po mofado.
Se, essa era uma boa imagem. Tomou dois profundos flegos mais e se giro para o Peabody quando seu ajudante entro. " A cena do crime at, esta na tela. Trabalhe com um mapa de posio, ressaltando cada cena de crime. Os nomes das vitima em referncia com a cidade apropriada ".
"Sim, senhor".
" McNab. Deme o que trouxe".
"De acordo, bem --"
"e mantenha o falatrio e os comentrios ao mnimo" Eve acrescentou e fez rir ao Peabody disimuladamente.
"Senhor," ele comeou, de mau humor, "obtive os mximos centro em sade e investigao nas cidades em questo. No computador central, disco e cpia em papel". J que a cpia em papel estava  mo, a aproximo dela atravs do escritrio. "Comprovei vrias vezes sua curta lista de doutores em Nova Iorque. Pode ver ali que todos tm uma filiao com ao menos um dos outros centros. Minha investigao assinala que s h trezentos cirurgies com a extrao de rgos como especialidade que possuem a habilidade requerida para ter realizado o procedimento que matou a todas as vtimas ".
Ele se deteve, malditamente orgulhoso de seu rpido e pontual relatrio,. "Ainda investigo delitos anlogos. A razo para o atraso de tempo ao ach-los e investigo caminhos alternativos em outras reas ".
Ele sozinho no poderia suport-lo mais. sentou-se sobre o bordo do escritrio, cruzou suas magras botas de ar verdes nos tornozelos. " Olhe, parece-me que alguns dos meninos de homicdios enterraram os casos porque estes eram, desses de, a quem lhe importa, ou acreditaram que eram simplesmente outro estranho crime guia de ruas. Eles tinham que resolv-los antes de que IRCCA o possa recolher no primeiro momento. De modo que, temos que cavar, o que estou fazendo. O que estou procurando principalmente so cultos e coisas domsticas. obtive muitos castraes caseiras por algemas ou CO-habitantes irados. Homem, no acreditaria quantas mulheres desfiguram a um tipo permanentemente porque no mantiveram seu pnis nas calas. Seis novos eunucos na Carolina do Norte nos passados trs meses.  como uma epidemia ou algo ".
"Esse  um fascinante pedao de trivialidades, McNab," Eve disse secamente. "Mas por agora, nos adiramos aos rgos internos". Assinalo com o polegar o computador. "Estreite a lista. Quero um centro mdico por cidade que encaixe ".
"Voc pede, e parece.
"Feeney". Os ombros do Eve se relaxaram uma frao quando ele se passeou dentro, levando sua bolsa de frutos secos. "O que obtiveste que alfinete?"
" Nada deste. Trs locais na cidade levam esse desenho de dezoito quilates. A joalheria no Centro Drake, Tiffanys na quinta, e DeBower no centro da cidade".
Ele abriu a bolsa distradamente, observando ao Peabody dirigir silenciosa a tela. "os de dezoito quilate custam perto de cinco dos grandes. A maior parte dos alfinetes de classe de mdicos se adquirem a uma conta com o Tiffany. Eles os compram por quantidades para  dar-lhe aos internos que se gradan. Ouro ou prata, dependendo da posio. O ano passado, Tiffany vendeu setenta e um de ouro, e noventa e seis de prata. O noventa e dois por cento destes foram a contas diretas com os hospitais ".
"Segundo Louise, a maioria de doutores os tm," Eve comento. " Mas no todos os levam postos. Vi ti Wo usando um, ao Hans Vanderhaven. E a Louise," adicionou com cenho. "Teremos que ver se podemos encontrar quem perdeu um recentemente. Observe detalladamente as trs lojas. Quem quer que o fez poderia querer substitui-lo ".
Ela colocou suas mos nos bolsos e se giro ao computador. "antes de comear, precisa saber que o Comandante posto um bloco aos meios em ns. Sem entrevistas, Sem comentrios. Estamos em cdigo cinco, assim que todos os dados relacionado com algum destes casos esto agora na base. Os arquivos devem estar codificados".
"Uma fuga departamental?" Feeney quis saber.
" Talvez. Mas h presso, presso poltica, entrando do Est. Washington. Feeney, que tanto pode encontrar sobre o Senador Waylan de Illinois sem lhe alertar a ele ou seu pessoal em uma busca?"
Um lento sorriso iluminou a enrugada cara do Feeney. "OH, solo tudo entre algo at o tamanho de sua cueca".
"Arrumado por um gordo traseiro e um pnis pequeno," ela resmungou e fez bufar ao McNab. " De acordo, hei aqui meus pensamentos. Ele  um colecionador," comeou, movendo-se para a tela  gesticular aos dados. " Por diverso, por dinheiro, porque pode. No sei. Mas esta colecionando sistematicamente rgos defeituosos. Remove-os da cena. No ultimo caso, sabemos que houve uma bolsa de trasporte, assim que as probabilidades so que o patro tem aplicao com todos. Se tomar cuidado para preservar o rgo, ento tem que ter algum lugar para conserv-los ".
"Um Laboratrio,"  Disse Feeney.
" Isso funcionria. Privado. Talvez inclusive em sua casa. Como os encontra ele? Ele os selecionou a cada um deles com antecipao. Estes trs, "Eve acrescentou, golpeando ligeiramente um dedo nas fotos," Todos foram tomados em Nova Iorque e todos tinham conexo com a Clnica Canal Street. Ele tem acesso a seus dados.  ou um associado da clnica ou tem a algum dentro lhe passando o que quer ".
"Poderia ser um poli," Peabody murmuro e trocou de posio com inquietao quando todos os olhos se giraram a ela. "Senhor". Esclareceu-se voz. " Os poli da p e os scoopers conhecem esta gente. Se estamos preocupados com uma fuga no departamento, ento talvez deveramos considerar que a fuga inclui acontecer dados ao assassino ".
"Tem razo," Eve disse depois de um momento. " Podia estar justo a nossa porta".
"Bowers trabalha o setor onde duas das vtimas foram tomadas ". McNab deu voltas em sua cadeira. " J sabemos que  um pouco louca. Posso realizar uma busca em todos os  nveis e esquadrinh-la".
"Mierda". Eve inquieta, caminhou com passos largos  janela, sobressaltando-se pelo resplendor do sol ao cair na neve. Se ordenava a busca, teria que passar atravs de canais, que seriam registrados. Isso poderia, e faria que em algum quartel, cheirasse a perseguio.
"Podemo-lo ordenar fora do EDD," Feeney disse, compreendendo. "Meu nome iria na petio, isto te deixaria fora.
"Sou o primrio," Eve murmuro. Assim que esse era seu dever pelo trabalho e pelos mortos. " A ordem sai daqui, com meu nome nela. lhe envie agora, McNab, isto no nos deixasse seguir".
"Sim, senhor". Ele se balanou de retorno ao computador.
"No estamos obtendo cooperao do primrio em Chicago," ela seguiu. " Assim subimos o calor ali. Esperaremos os dados que chegam de Londres ". Ela retorno  tela, estudando as caras. " Mas to seguro como o inferno que temos suficiente para nos manter ocupados enquanto isso. Peabody, o que sabe sobre a poltica?"
"Um mal necessrio que poucas vezes funciona sem corrupo, abuso, e esbanjamento". Ela sorriu um pouco. "Os Free-Agers raramente aprovam aos polticos, Dallas. Mas somos terrorficos nos protestos no violentos ".
" Deixe seu Free-Ager e jogue uma olhada  Associao Norte-americana de Mdicos. Veja quanta corrupo, abuso, e esbanjamento pode encontrar. vou pr fogo baixo esses idiotas do CPSD, e consultar ao Morris para ver se tiver terminado a autpsia da Jilessa Brown".
De volta em seu escritrio, ela trato com primeiro Chicago, e quando estava outra vez mandando um E-mail ao Kimiki, grunhiu e optou por passar sobre sua cabea.
"Maldio," disse sob seu flego e esperou a ser transferida a sua Comandante a cargo.
" Tenente Sawyer".
"Tenente Dallas, NYPSD," disse ela energicamente, medindo a seu homem. Ele tnia uma cara larga, magra, da cor do tabaco, olhos de um cinza profundo, e uma boca  to magra como um estilete de esquina a esquina. " Estou trabalhando em uma srie de homicdios aqui que parecem coincidir com um caso em sua casa".
Ela continuou observando sua cara enquanto detalhou a informao, viu a dbil linha entre suas sobrancelhas. "Um minuto, Nova Iorque".
Ele ps em branco a tela, deixando ao Eve golpeando seus dedos no escritrio por trs minutos completos. Quando ele retornou, sua cara estava cuidadosamente serena. " No recebi uma petio para transferir dados sobre este assunto. O caso ao que se refere se troco a inativo e no resolvido".
" Olhe, Sawyer, falei com o novo primrio faz uma semana. Fiz a petio. Tenho  trs corpos, e minha investigao proporciona uma conexo com o seu. Quer desfazer do caso, estupendo, mas descargelo aqui. Tudo o que peo  um pouco de cooperao profissional. Necessito esses dados ".
" O detetive Kimiki est atualmente de licena em, Nova Iorque. Temos nossa parte de arquivos mortos em Chicago, tambm. Diria que sua petio simplesmente recife atravs das gretas ".
"vai arrumar o?"
" Ter os arquivos dentro de uma hora. Desculpo-me pelo atraso. me deixe seu nmero de VO e transferirei a informao. Dirigi-lo pessoalmente".
"Obrigado".
Um menos, pensou Eve quando termino com Chicago. Ela agarrou ao Morris em seu escritrio.
" Estou-lhe pondo junto agora, Dallas. Solo sou um homem".
"Deme o de mas interesse".
"Ela est morta.
"Voc  to graciosos, Morris".
" Algo para iluminar seu dia. A ferida do abdmen foi a causa de morte. A ferida foi causada por um bisturi laser, outra vez manipulado com uma habilidade considervel. A vtima foi anestesiada antes da morte. Neste caso, a ferida ficou sem selar, e a vtima sangrou. Seu fgado foi removido. Ela tnia  um caso avanado de cncer, o qual certamente tinha afetado esse rgo em particular. Teve algum tratamento para isso. Havia uma cicatriz que  tpica em uma etapa avanada, mas h um pouco de malha fina rosado tambm. O tratamento estava retardando o progresso, dando a luta. Poderia, com cuidado regular e contnuo, hav-lo superado".
"A inciso - coincide com as demais?"
"  poda e perfeita. No teve pressa quando curto. A meu parecer, so as mesmo mos. Mas o resto no coincide. No houve nenhum orgulho em este, e ela no ia morrer. Tnia um bom mdio de vida por outros dez anos, talvez mais ".
" De acordo. Obrigado ".
Ela se recostou, fechando os olhos para ajudar a todos os novos dados encaixar em sua mente. E os abriu outra vez para ver o Webster em sua porta.
"Sinto incomodar sua sesta".
" O que quer, Webster? Segue apresentando-se, vou ter que chamar a meu defensor ".
" No seria m idia. Obteve outra queixa em seu contrrio.
"  falsa. Comparo os rastros de voz?" O temperamento que ela tinha conseguido conter pulsava cruelmente por liberar-se. " Maldita seja, Webster, voc me conhece. No fao chamadas de ameaa".
Ela se levanto da cadeira. At esse momento, no se tinha precavido simplesmente de quanta fria tinha estado contendo. Esta trovejou atravs dele, rasgando sua garganta at, que por falta de algo melhor, agarrou uma taa vazia de caf do escritrio e a elevou contra a parede.
Webster se levantou, seus lbios se franziram, assentindo para os pedaos de vidro quebrado. se sente melhor?
"um pouco, se," ela respondeu.
" Estamos comparando os rastros de voz, Dallas, e no espero que coincidam. Eu sei. Voc  direta, a classe de mulher que faz frente. Vazias ameaas por enlace no so seu estilo. Mas tem um problema com ela, e no o minimize. Alega a respeito de seu trato na cena do delito esta manh ".
" Isso consta nos registros. Observe-o, logo me conta".
" O vou fazer," ele disse cansadamente. " Vou atravs dos canais nisto, passo a passo, porque ser melhor para voc. Agora vejo que ordenou uma busca e investigao dela. Isso no luz bem ".
" Aplica-se a um caso. No  pessoal. Ordenei uma do Trueheart, tambm ".
"por que?"
Seus olhos ficaram planos e frios. " No posso responder isso. A IAB no tem nada que ver com meus arquivos mortos, e recebi ordens para conservar todos os dados codificados.  um cdigo cinco por ordens do Whitney ".
"Solo vai fazer isto mais duro para voc".
" Estou fazendo meu trabalho, Webster".
" Estou fazendo o meu, Dallas. Jodido A, " ele resmungou, e colocou suas mos nos bolsos. "Bowers justo foi aos meios ".
" Sobre mim? Pelo amor de Cristo".
" Foi um discurso um pouco rimbombante. Ela afirma encobrimento departamental, toda classe de mierda feliz. Seu nome tem tendncia a subir audincia, e esta histria vai estar toda na tela para a hora do jantar ".
 "No h histria".
"Voc  a histria," Webster corrigiu. " A melhor poli de homicdios, a poli que derrubo a um dos mximos polticos do pas faz um ano. A poli que se casou com o filho de puta mais rico dentro e fora do planeta -- quem tambm parece ter um passado muito escuro. Vocs so audincia, Dallas, e de uma forma ou outra, os meios vo seguir esta histria".
"Esse no  meu problema". Mas sua garganta estava apertada e seu estmago inquieto.
"  problema do departamento. As perguntas vo ser realizadas e precisam ser respondidas. vai ter que arrumar quando e como fazer uma declarao para difundir esta situao ".
" Maldita seja, Webster, tenho um bloco dos meios. No posso falar com eles porque muitos deles tratassem de tocar levianamente minha investigao".
Lhe dirigiu um leve olhar, esperando que soubesse que era de amigo a amigo agora. " Ento me deixe te dizer, a que estas em um apuro. Os registros de voz sero comparados, e uma declarao dos resultados ser expedida. O registro da cena do delito esta manh ser revisado, e a deciso sobre sua conduta e a dela sero dadas. Sua petio para uma busca e investigao ser posta em espera pendente dessas decises. Essa  a linha oficial que estou obrigado a lhe dar. Agora, em uma nota pessoal, digo-lhe, consiga um advogado, Dallas. Consiga o melhor jodido advogado que o dinheiro do Roarke possa comprar, e resolva isto".
"No uso a ele ou a seu dinheiro para limpar minha desordem".
" Sempre foi uma teimosa cadela, Dallas. Essa  uma das muitas coisas que encontro atrativo em voc ".
"Me remoa.
"J o fiz. No funciono ". com olhos sombrios outra vez, ele deu um passo adiante. " Preocupo-me com voc -- como amigo e colega. Advirto-te, ela tem a inteno de te afundar. E no todo mundo vai tender uma mo para lhe manter a flutuao. Quando a gente  est na posio que voc a alcanado -- profissional e pessoalmente - h um monto de cimes latentes fervendo a fogo lento. Esta  a classe de coisa que os desentope".
"Dirigi-lo
"Bem". Ele negou com a cabea e ficou em marcha. " Solo o direi outra vez: Cuide seu excelente traseiro".
Ela se sentou, baixando sua cabea s mos, e se perguntou que diabos ia fazer depois.

Ao final de seu turno, optou por largar-se de uma vez. levo-se os arquivos com ela, incluindo os dados que Chicago finalmente tinha transferido. Mas iria Por Deus a casa a tempo. Uma cruel dor de cabea lhe acompanho no caminho.
enredo-se  no trfico em direo norte, entre a cinqenta e um e a cinqenta e dois no Madison enquanto Bowers subia as escadas do metro no Delancy. Ela estava, para ser Ellen Bowers, decididamente alegre. At onde lhe concernia, tinha escaldado o traseiro do Eve Dallas. Frita cadela, pensou e quase se recife da calada.
Tinha sido to te gratifiquem parar-se diante de uma cmara, tendo o reconhecimento de um  reprter, enquanto detalhava todo o abuso que tinha sofrido.
Demnios OH demnios, j era o maldito momento de que sua cara aparecesse em tela,  que suas palavras fossem escutadas.
Ela tinha querido, OH, tinha querido lhes dizer como tinha comeado todo anos atrs, na academia quando Dallas tinha entrado e tinha assumido o controle. Follando por seu lugar. Rompendo todos as marcas. Se, ela as tinha quebrado, de acordo. as rompendo pelo trabalho que os para aos instrutores. Provavelmente fazendo-o com as instrutoras femininas, tambm. E qualquer com um pouco de sentido sbia que a prostituta o tinha estado fazendo com o Feeney e provavelmente com o maldito Whitney por anos. Deus sbia que classe de doentes jogos sexuais ela jogava com o Roarke nessa casa grande, de fantasia.
Seus dias estavam acabados, Bowers decidiu e se obrigo a deter-se em um 24/7 e comprar um quarto de galo de sorvete de chocolate. Comeria o maldito quarto de galo inteiro enquanto escrevia seu relatrio dirio em seu jornal privado.
A cadela pensou que podia tratar a patadas ao Ellen Bowers e sair-se com a sua. Surpresa, surpresa. Todo isso havia ricocheteando de parede a parede, de atribuio a atribuio finalmente tinha pago.
Ela tnia bons Contatos. Malditamente bons. Conheceu pessoas.
Conhecia as pessoas corretas.
Esta vez, a destruio do Eve Dallas seria seu trampolim  fama, ao respeito, e ela seria a nica sentando-se em um escritrio em Homicdios.
Ela seria a nica com seu rosto na tela.
Se, Se, j era o maldito momento, pensou outra vez enquanto o negro dio engatinhava em sua barriga. E quando houvesse esmagando a Dallas no p, ia ocupar se de que o pombinho do Trueheart pagasse para sua deslealdade.
Ela sbia malditamente bem que Dallas lhe tinha deixado follarla.
Essa era a forma em que era, essa era a forma em que funcionava. Por isso nunca tinha deixado a algum miservel de lngua doce colocar seu pnis dentro dela. Sbia o que as pessoas pensavam; sbia o que as pessoas diziam. Seguro o para.
Diziam que era uma buscapleitos. Diziam que era um poli negligente. Diziam que possivelmente que tnia um pouco de luz no crebro em alguma parte.
Todos eram imbeciles, todos e cada um deles, desde o Tibble at o Trueheart.
No foram apartar a tranqilamente do departamento, tir-la do trabalho com meia penso. Ela haveria jodido a todo o NYPSD quando tivesse acabado.
Todos estavam acabados, todos eles, comeando com Dallas.
Porque tudo comeou com Dallas.
A fria surgiu sob sua alegria. Sempre estava ali, lhe murmurando ao ouvido. Mas o podia controlar. Ela o tinha controlado por anos. Porque era preparada, mais lista que todos eles. Em algum momento algum idiota do departamento lhe ordenava fazer um test de personalidade, ela silenciava esses sussurros com uma cuidadosa dose de calmantes e os passava.
Talvez necessitava dose mais altas ultimamente, e era mais conveniente se lhe acrescentava  mescla um pouco do Zoner para um agradvel coquetel de tranqilidade, mas ainda tnia o controle.
Sbia como desembrulhar-se com os imbeciles e suas provas e perguntas. E sbia que botes pulsar, seguro que sbia. Seu dedo estava no gatilho agora, e ficaria ali.
Tnia uma pista interior - e ningum o sbia exceto ela. E agora tnia um bonito monto, de crditos impossveis de rastrear  sozinho por fazer o que tinha querido fazer em primeiro lugar: fazer-se publica.
Seus dentes brilharam em um sorriso enquanto girava na esquina e caminhava pela rua escuro para seu edifcio. ia ser rica, famosa, poderosa, como sempre teve a inteno de ser.
E com uma pequena ajuda de seu amigo, cravaria a Dallas na parede.
"Oficial Bowers?"
"Sim?" Seus olhos se estreitaram, giro-se, observando com ateno na escurido. Sua mo baixo, perto de seu atordoante. "O que?"
" Tenho uma mensagem. De um amigo".
OH sim? "Sua mo mudana de posio, elevando sua vasilha de sorvete. "Qual  a mensagem?"
"  delicado. Necessitamos privacidade ".
"Nenhum problema". Ela deu um passo adiante, estremecendo-se porque poderia haver mais do que podia dirigir. "Venha adiante ".
" Temo-me que precisa baixar. O droide saltou da escurido, seus olhos incolores, seu rosto branco. Ele balanou um tubos de metal uma vez, golpeando-a contra o lado de sua cabea antes de pudesse agarrar ar para gritar.
O sorvete voou, aterrissou com um som mido. O sangue sujando a calada enquanto ele a arrastava por ela. Seu corpo ricocheteou com os degraus das escadas quando ele chego  porta aberta do poro e a empurro.
Eficazmente, ele subiu outra vez, jogando cadeado  porta. Ele no necessitava luz. Tinha sido programado para ver na escurido. Rapidamente, tirou-lhe o uniforme, tomou seu VO, sua arma, e guardo tudo, incluindo o tubos, em uma bolsa grande que havia trazido com ele. Meteria-o em um depsito de reciclagem que j tinha escolhido e tinha sabotado.
E ali na fria escurido, com habilidade sem emoo, ele uso suas mos e seus ps para parti-la em dois.




CAPTULO TREZE

"Trabalho mau feito, de medeio-culo". Eve jogava fumaa enquanto caminhava de cima abaixo pelo escritrio do Roarke. Ela tnia que descarregar-se com algum, e ele estava ali. O para rudos compassivos enquanto lia um fax entrante e ia sobre o ltimo relatrio do progresso de uma de suas empresas interplanetrias maiores, o complexo Olympus.
Lhe ocorreu que o complexo necessitava outra visita pessoal e sua esposa o poderia usar como centro vacacional. Ele fez uma nota mental para procurar um oco em  seus horrios.
"Dois primrios diferentes," ela continuou, caminhando a grandes passos ao redor do escritrio. " Dois polis diferentes, e os dois jodieron o caso. O que esto usando para trein-los em  Chicago -- velhos vdeos dos Trs bobos?"
" Acredito que so assobiados," Roarke murmuro.
"O que?"
Ele olhou para cima, enfocando-se completamente nela, e sorriu ante a absoluta fria de frustrao em sua cara. " Assobiados, querida. Os trs assobiados".
" Qual  a diferena, at seguem sendo incompetentes cabeas ocas. A metade da papelada falta. No h documentao de entrevista de testemunhas ou provas litogrficas, os documentos post-mortem se perderam. As engenharam para identificar  vtima, mas ningum fez uma comprovao a fundo. Ou se foi feita, ento no est no arquivo ".
Roarke fez algumas notas no fax - um pequeno ajuste de detalhes de aproximadamente trs quartas de milho e mudana, e o mando a seu escritrio no centro para a ateno de seu assistente. "O que tem?
"Um tipo morto," ela estalou, "com um corao lhe faltem". Ela franziu o cenho quando Roarke se levanto para selecionar uma garrafa de vinho de sua caixa fria. " Posso imaginar a um poli danificando um caso. Eu no gosto, mas me posso imaginar isso. Mas dois polis danificando o mesmo, simplesmente no se sustenta. E agora os dois esto fora de contato, assim  que vou ter que me entender com seu chefe amanh".
Ela tnia muita clera e muita frustrao dentro. " Talvez algum influencio neles. Subornando-os, ameaando-os. Mierda. A fuga poderia no estar no NYPSD, poderia estar sobre tudo o maldito lugar ".
"E seu intrometido senador  do grande estado de Illinois, segundo lembrana".
"Sim". Cristo, ela odiava a poltica. "Tenho que esclarecer isto com o Comandante, mas provavelmente deveria tratar com o chefe de Chicago em pessoa".
Tomando-se seu tempo, Roarke serve duas taas, as levando atravs do quarto para parar-se frente a ela. "Eu te respaldar.
" So assuntos policiais".
"E seu   meu poli". Lhe levantou a mo, curvando seus dedos ao redor do p da taa . " No ir a Chicago sem mim, Eve. Isto  pessoal. Agora, toma um pouco de vinho e me conte o resto ".
Ela pde ter replicado, por cumprir. Mas parecia um esbanjamento de energia. "Bowers a arquivado um par de queixa mais". Ordenou-se a si mesmo relaxar a mandbula e tomar um pouco. "Estava primeiro na cena esta manh, e provocou problemas assim que a releve do servio. Consta nos registros, e quando os revisarem, no podero me jogar a culpa de minhas aes, mas ela realmente esta golpeando minha cara".
Os msculos de seu estmago comearam a apertar-se com a tenso enquanto falava disso, pensava nisso. "Meu contato no IAB veio para me advertir que ela esta avivando o fogo, que foi aos meios noticiosos".
"Carinho, o mundo est cheio de idiotas e imbeciles". Ele elevo uma mo, roando com um dedo a covinha em seu queixo. " A maioria so surpreendentemente reconhecveis. Ela terminar afundando-se a si mesmo ".
"Se, eventualmente, mas esta Webster preocupado.
"Webster?"
"O tipo que conheo no IAB".
"Ah". Esperando distrai-la um pouco, ele cavou uma mo detrs de seu pescoo, esfregado. " No acredito que tenha ouvido esse nome antes. E que to bem lhe conhece, querida?"
"No nos encontramos muito j".
" Mas houve um tempo..."
Ela se encolheu de ombros, teria trocado de posio, mas seus dedos se apertaram o suficiente para que entrecerrara os olhos. " No foi nada. Faz muito tempo disso ".
"Como foi?"
"Quando nos embebedamos e despimos e nos derrubamos o um no outro," ela disse entre dentes. "Contente?"
Ele riu ahogadamente, inclinando-se para beij-la ligeiramente. " Estou desolado. Agora ter que te embebedar e te despir e te derrubar comigo para compens-lo ".
No teria machucado seu ego, ela se precaveu, se ele tivesse pretendido estar sozinho um pouco ciumento. "Tenho que trabalhar".
"Eu, tambm". Ele deixou sua taa at lado, levando-a contra ele. " muito trabalho, Tenente".
Ela giro sua cabea, dizendo-se a si mesmo que no ia desfrutar do modo em que seus dente raspavam ao longo de seu pescoo justo no ponto perfeito. "No estou bbada, amigo".
"Bem". O Quito a taa das mos, pondo-a  parte. "dois de trs funcionam para meu," ele decidiu e a ps sobre o cho.

Quando o sangue deixou de troar em sua cabea e pde pensar outra vez, disse-se a si mesmo que no lhe deixaria saber que tinha desfrutado ser seduzida no piso do escritrio. "Bem, teve sua diverso, s, agora te tire de cima".
Com um pequeno som de ronrono, ele mordeu sua garganta. "Amo seu sabor. Justo aqui ". Enquanto ele mordiscava, sentiu seu corao ganhar velocidade outra vez e golpear contra ele. "Mais?"
"No, basta j". Seu sangue comeou a zumbir outra vez. "Tenho trabalho". Lhe apartou, pondo um pouco de msculo nisso enquanto ainda podia. Houve uma combinao de alvio e decepo quando ele rodar para um lado.
ficou de p, agarrando sua camisa j que era a mais  mo. Lhe enviou um olhar brando. Cristo, foi tudo o que pde pensar, o homem tnia tal corpo. "vais permanecer a deitado, nu e presumido, toda a noite?"
" Faria-o, mas temos trabalho para fazer".
"ns?"
"Mmm". Ele se levantou e ficou as calas. " Seus documentos perdidos. Se at existirem, ento posso recuper-los para ti".
"Pode --" Ela se deteve si mesmo, sustentando em alto uma mo. "No quero saber como poderia conseguir isso, realmente no quero. Mas vou dirigir isto atravs dos canais apropriados ".
logo que o disse, quis mord-la lngua. Essa pequena declarao ia fazer difcil lhe pedir que desenterrasse os  dados, extraoficialmente, do o suicdio Westley Friend.
"Como deseja". Ele se encolheu de ombros, recolhendo seu vinho outra vez. "Mas provavelmente poderia te ter esses dados em um par de horas".
Era tentador, muito tentador. Ela negou com a cabea. " Conseguirei-os por minha conta, obrigado. Esse  meu  enlace," adicionou, olhando atrs atravs da porta de conexo com seu escritrio.
"Transferirei-o aqui". Ele se moveu ao redor do escritrio, teclando uma rpida srie de chaves, e teve seu prprio enlace soando. "Roarke".
"Roarke, maldita seja, onde esta Dallas?"
Ele manteve seu olhar fixo na imagem do Nadine na tela, captando a enrgica negao do Eve. " Sinto muito, Nadine, ela no est disponvel agora mesmo. Posso fazer algo por voc?"
" Acenda sua tela, canal 48. Mierda, Roarke. lhe diga que me chame que com uma refutao. Posso p-la em vivo no minuto que ela o faa".
" O farei saber. Obrigado ". Ele desconecto, logo olhou atravs do quarto. "Acender tela, canal 48".
Instantaneamente, a tela se encheu com a cara do Bowers e seu veneno. "Com trs queixa separadas reportadas, o departamento no poder acontecer mais j por alto o comportamento corrupto e ofensivo da Tenente Dallas. Sua sede de poder causou que cruzamento a linha, que ignore as regras, manipule informao, e use indevidamente a testemunhas para fechar casos a seu favor ".
"Oficial Bowers, essas acusaes so srias".
"Cada um  um fato". Bowers aponto um dedo para o reprter perfeitamente asseado. " E cada uma ser provada atravs da investigao interna que j esta em marcha. Assegurei-me que Assuntos Internos tenha toda  a documentao deste assunto. Incluindo essas que prova que Eve Dallas habitualmente intercambiou favores sexuais por informao e para promoes dentro do NYPSD ".
"por que, prostituta," Roarke disse facilmente, e escorregou um solidrio brao ao redor de sua esposa incluso enquanto seu sangue comeava a ferver. " Terei que me divorciar de ti agora".
"Isto no  uma brincadeira".
" Ela  uma brincadeira, Eve. Uma lastimosa e pobre. Tela fora".
" No, Acender tela. Quero ouvi-lo tudo ".
" Por muito tempo se suspeitou, e ser verificado, que o marido de Dallas, Roarke, est envolto em uma variedade de atividades criminais. Ele era, de fato, o principal suspeito em uma investigao de homicdio a princpios do ano passado. Uma investigao da que Dallas estava -- convenientemente -- a cargo. Roarke no foi acusado nesse assunto, e Dallas  agora a esposa de um capitalista, e rico homem que usa suas conexes para cobrir suas atividades ilegais ".
"Ela vai muito longe". Sob a mo do Roarke, Eve comeou a vibrar com ferocidade. "Vai muito longe quando te mete nisto".
Seus olhos estavam frios, muito frios, enquanto ele estudava a cara na tela. "Logo que poderia ficar fora.
"Oficial Bowers, por sua prpria admisso, a Tenente Dallas  uma mulher poderosa, possivelmente perigosa. O reprter ao ar no podia manter o brilho de deleite fora de seus olhos. "me diga, por que se est arriscando fazendo pblico neste momento suas suspeitas?"
"Algum tem que dizer a verdade. Bowers levanto o queixo, compondo sua cara em  linhas sbrias e girando-se um pouco para ficar com o olhar fixo diretamente na cmara. "O departamento pode preferir encobrir a um poli sujo, mas honro minha uniforme com excesso para ser parte disso".
" Penduraro-lhe por isso". Eve inspiro, expulsando-o lentamente. Por muito que salpique a meu, ela acaba de terminar sua prpria carreira. No a transferiro esta vez. Jogassem-na".
"Tela fora," Roarke ordeno outra vez, logo envolveu ao Eve em seus braos." Ela no te pode machucar. Ela pode, por um curto tempo, incomodar e irritar, mas isso  tudo. Seu pode, se quiser, demand-la por difamao. Cruzou por cima da  liberdade de palavra. Mas..." Ele passo suas mos acima e abaixo pelas costas do Eve. " Toma o conselho de algum que h capeado essas fundas e flechas antes. Deixa-o ir ". Ele pressiono um beijo em sua frente, de apoio e calma. "Dava sozinho o necessrio. Fica por cima disto, e quanto mais o faa, mais rpido passar ".
Fechando os olhos, lhe deixou lhe inspirar, lhe embalar a cabea em seu ombro. " Quero mat-la. Simplesmente um rpido estalo de seu pescoo ".
" Posso ter um droide feito como ela. Pode lhe matar to freqentemente como gosta".
Isto lhe fez rir um pouco. " No poderia fazer mal. Olhe, vou tratar de terminar um pouco de  trabalho. No posso pensar nela; Tira-me de gonzo ".
"De acordo". Lhe deixou ir, escorregado suas mos nos bolsos. "Eve?"
"Sim?" Ela se deteve no marco, olhando para trs
" Poderia-o ver se a miras atentamente, se observar seus olhos. Ela no est completamente s ".
"Observe-a. E no. No, ela no o esta ".

Por conseguinte, Roarke reflito enquanto sua esposa fechava a porta entre eles, Bowers era muitssimo mais perigosa. A Tenente no o passaria, pensou, mas no podia evit-lo. Ele trabalharia em sua quarto privado essa tarde, em sua equipe sem registrar.
E qualquer dado do Bowers estariam em suas mos para amanh.



Era, Eve pensou enquanto se sentava em seu desmantelado veculo e estudava a multido que bloqueava o porto que  conduzia  casa, o suficientemente revoltante ter que capear com os reprteres quando se tratava de trabalho, quando estava na cena ou na Central.
Mas estava alm da indignao ter trs filas de reprteres lhe gritando perguntas atravs dos barrotes de ferro de seu porto. Quando era pessoal. Quando no tnia nada que ver com o trabalho.
Continuou sentada, observando a temperatura da multido aumentar do mesmo modo que a temperatura ambiental lutada por subir comeando a derreter a neve em atoleiros. detrs dela, os tolos bonecos de neve que ela e Roarke faziam perdiam peso rapidamente.
Considerou diversas opes, incluindo a sugesto casual do Roarke de implementam corrente eltrica no porto. Em sua mente visualizou dzias de babeantes reprteres tremendo incontroladamente pela sacudida e caindo impotentes ao cho com seus olhos em branco.
Mas preferiu, como sempre, uma aproximao mais direta.
Acendeu o megafone e comeou a deslizar-se a uma velocidade lenta mas constante.
" Isto  propriedade privada, e no estou  de guarda. Afastem do porto. Qualquer que atravesse o porto ser detido, acusado, e detido por transpass-lo ".
No se moveram nenhuma polegada. Ela podia ver bocas abrindo-se e fechando-se, enquanto as perguntas eram disparadas como flechas. As cmaras estavam acesas, adiantando-se com os lentes como ansiosas bocas esperando para tragar-lhe 
"Sua eleio," ela resmungou. Aciono o mecanismo do porto, lhe deixando abrir-se lentamente enquanto se aproximava.
Os reprteres penderam em cima dos degraus ou saram em correria para a abertura. Ela sozinho continuou conduzindo, mecanicamente repetindo sua advertncia.
Deu-a certa satisfao observar a alguns deles engatinhar para cobrir-se quando se deram conta que no ia deter se. Percorreu perniciosamente com esse olhar o suficientemente atrevidos para agarrar o cabo aos lados de seu veculo e de passagem gritar atravs da janela fechada.
Ao minuto que transpasse o porto, fechou-o de repente, esperando apanhar uns poucos dedos durante o processo. Logo, com um sorriso apertado, oprimiu o acelerador e enviou a um par de idiotas saltando para esquiv-la.
O eco de suas maldies foi como msica que manteve seu estado de nimo avivou toda o caminho ao centro.
encaminhou-se diretamente  sala de juntas quando chegou  Central e, resmungo quando a encontrou vazia, sentando-se para dirigir o computador ela mesma.
Tnia, segundo seus clculos, uma hora para trabalhar antes de que tivesse que dirigir-se ao Drake e sustentar suas primeiras entrevistas.
Peabody ps a seus doutores como patos de tiro. Eve tnia a inteno de derrub-los um por vez antes do final do dia. Com um pouco de sorte, reflito, um pouco de sorte de tudo, tocaria algumas sinos.
Ela pediu os dados:
Centro Drake, Nova Iorque
Clnica Nordick, Chicago
Sainte Joan d'Arc, a Frana
Centro Melcount, Londres
Quatro cidades, pensou. Seis corpos conhecidos.
depois de abrir-se caminho atravs dos dados aos que McNab tinha acessado, limitou a busca aos centros de sade e investigao. Todos tinham em comum algo interessante: Westley Friend tinha trabalhado neles, tinha dado conferncias, ou tinha estado afiliado a cada um deles.
Bom trabalho McNab," murmuro. " Um trabalho excelente. Voc  a chave, Friend, e  outro homem morto. Solo quem foi seu amigo? Computador, qualquer conexo pessoal ou profissional entre o Friend, Dr. Westley, e Cagney, Dr. Colin ".
Trabalhando...
No to depressa," disse brandamente. " Todas as conexes similares entre o sujeito Friend e Wo, Dr. Ti; Waverly, Dr. Michael; Vanderhaven, Dr. Hans ". Bastava com essa lista por agora, decidiu. "Conectar".
Recalibrando... Trabalhando...
"Faa isso pequena coisa," ela murmuro e se levanto do escritrio para servir uma taa de caf. sobressaltou-se instantaneamente pelo aroma. havia-se mal ensinado, pensou, quando a beberagem oleosa se verteu malvadamente na taa. Tinha havido um dia quando tinha golpeado por uma dzia de taas do veneno  da Central sem uma queixa.
Agora, inclusive olh-lo-a para estremecer-se.
Divertida consigo mesma, deixou-o a um lado e desejou Por Deus que Peabody se reportasse assim poderia ter algo do caf decente de seu escritrio.
Considerava fazer uma viagem rpida ali, quando Peabody entrou, fechando a porta atrs dela.
"Chega tarde outra vez," Eve comeou. " Esse  um cacoete. Como diabos  supe que... " calo-se, enfocando sua ateno na cara do Peabody. Branca como uma savana com os olhos enormes e escuros. "O que acontece?"
" Senhor. Bowers -- "
"OH, Jodida Bowers". Eve agarrou rapidamente o miservel caf e o tragou. "No tenho tempo para me preocupar com ela agora. Trabalhamos em um assassinato aqui ".
"Algum trabalho nela".
"O que?"
"Dallas, ela est morta. Peabody se concentro em respirar, dentro e fora, para ajudar a desacelerar o rpido golpe de seu corao. " Algum a Mato a golpes ontem  noite. Encontraram-na faz um par de horas, no poro de seu edifcio. Sua uniforme, sua arma, VO, tudo tinha sido tirado e tirado da cena. Eles a identificaram pelas impresses digitais". Peabody passado uma mo sobre seus lbios brancos. "Palavra no fico ali suficiente de sua cara para faz-lo visualmente".
Muito cuidadosamente, Eve colocou abaixo sua taa. " A identificao  positiva?"
"  ela. Fui e inspecionei depois de ouvi-lo pela rdio. As impresses digitais e o DNA concordam. Eles acabam de confirm-lo".
" Jesus. Jesucristo ". Sobressaltada Eve, pressionou os dedos em seus olhos, tratando de pensar.
Dados completos. . .. Em tela, vocal ou impresso?

" Guardar e arquivar. meu deus". Ela deixou cair suas mos. "O que tm sobre isso?"
" Nada. Ao menos nada que eu pudesse achar. Nenhuma testemunha. Ela vivia sozinha, assim que ningum a esperava. Houve uma chamada annima reportando problemas nessa direo. Entrou aproximadamente s cinco e meia. Um par de uniformizados a encontraram. Isso  tudo o que sei ".
" Roubo? Assalto sexual?"
" Dallas, no sei. Tive sorte de obter um tanto. Guardam-no rpido. Nenhum dado entra, nenhum dados sai".
Houve um n de mal-estar em seu estmago, um peso rodando ali que realmente no reconheceu como temor. "Conhece quem  o primrio?"
" Ouvi que Baxter, mas no sei com segurana. No o pude confirmar ".
"De acordo". Ela se sentou, passando-os dedos atravs do cabelo. " Se for Baxter, ento me dar os dados que possa.  provvel, que no este conectado conosco, mas no o podemos descartar". Eve levantou seu olhar outra vez. "Golpeada at morrer?"
"Sim". Peabody tragou.
Ela sbia o que era ser atacada com os punhos, estar indefesa para det-los. Sentir a agonia entristecedora de um osso quebrado. Ouvir o som deste solo sob seu prprio grito. "  uma m maneira," ela contnuo. " isso lamento. Era um mau poli, mas isto lamento.
"Todo mundo esta bastante sacudido ".
"No levo muito tempo aqui". Ela se beliscou a ponte do nariz. " Contataremos ao Baxter mais tarde, veremos se pode suprir alguns detalhes. Mas por agora, devemos pr isto apartar. Tenho que comear com as entrevistas em menos de uma hora, e preciso me preparar ".
"Dallas, precisa saber... ouvi seu nome surgir.
" O que? Meu nome?"
"Sobre o Bowers," ela comeou, logo se calo com frustrao quando seu enlace soou.
" Espere. Dallas ".
"Tenente, necessito que subida, imediatamente".
"Comandante, me estou preparando para uma sesso programada de entrevista".
"Agora," ele disse brevemente e curto a transmisso.
" Maldio. Peabody, olhe atravs dos dados aos que acabo de  ingressar, veja que sonha, e faa uma cpia em papel. Revisarei-o de caminho s entrevistas ".
"Dallas --"
"Detenha a intriga at que tenha tempo". Ela se moveu rpido, sua mente nas prximas entrevistas. Queria conseguir uma excurso  asa de investigao do centro. Uma das perguntas que tinha aparecido de repente em sua mente a noite anterior poderia ser respondida ali.
Simplesmente o que faziam as instalaes mdicas com os rgos danificados ou doentes que removiam? Estudavam-nos, desfaziam-se deles, experimentavam com eles?
Este colecionador tnia que ter um propsito. Se esse propsito em certa forma se relacionou com as leis e aprovao da  investigao mdica, ento teria mais sentido. Isto lhe daria uma pista.
A investigao tnia que ser financiada, no  assim? Talvez deveria seguir o dinheiro. Podia pr a trabalhar ao McNab rastreando concesses e doaes.
Distrada, entrou no escritrio do Whitney. A pequena bola de temor em seu estmago rodou outra vez, dura, quando viu o Webster, sua Comandante, e ao chefe Tibble esperando.
"Senhor".
"Fechamento a porta, Tenente". Ningum se sentou. Whitney permaneceu de p detrs de seu escritrio. Eve teve um momento para pensar que ele tnia mau semblante antes que Tibble se adiantasse.
Ele era um homem alto; Reto incansvel, e honesto. Olhava ao Eve agora com escuros olhos que permaneceram estveis e no diziam nada. "Tenente, quero lhe aconselhar que tem direito a ter a seu defensor presente neste momento".
"Um defensor, senhor? " Ela deixo vagar o olhar ao Webster, logo depois de volta  a seu chefe. " Isso no ser necessrio, senhor. Se a IAB tiver mais pergunta para mim, responderei-as sem o suporte. Sou consciente de que houve uma emisso nos meios ontem  noite onde acusaes e declaraes onde meu carter e meu comportamento profissional foram atacados. So lhes embainhem. Confiou que qualquer investigao interna provasse que o so".
"Dallas," Webster comeou, logo fechou a boca quando Tibble lhe imobilizo com um olhar.
"Tenente,  consciente que o Oficial Ellen Bowers foi assassinada ontem  noite?"
" Sim, senhor. Meu ajudante acaba de me informar".
" Preciso lhe perguntar seu paradeiro a passada noite entre as dezoito e trinta e as vinte e uma".
Ela tinha sido uma poli por onze anos e no podia recordar nunca ter sido golpeada to eficazmente. Seu corpo se sacudo antes de que o pudesse controlar, sua boca ficou seca. Ouviu sua prpria inspirao, e expirao.
" Chefe Tibble, devo entender que sou suspeita no assassinato do Oficial Bowers?"
Seus olhos nunca vacilaram. Ela no poderia ler o que havia neles. Olhos de poli, pensou com uma trmula arrepiou de pnico. Tibble tnia bons olhos de poli.
"O departamento requer verificao de seu paradeiro durante o tempo em questo, Tenente".
" Senhor. Entre as dezoito e trinta e as vinte e uma, estava em caminho da Central a minha casa. Acredito que sa do registro s  dezoito e dez ".
Sem dizer nada, Tibble caminhou  janela e deu as costas  habitao. O temor era uma dor agora, o qual apertava seu intestino com diminutas garras, afiadas. "Comandante, Bowers me estava causando dificuldades, potencialmente srias, as quais dirija atravs dos  canais adequados e o procedimento correto ".
"Isso est documentado, Tenente, e entendido". Ele manteve suas mos detrs das costas, as juntando com frustrao. "O procedimento adequado deve ser seguido. A investigao do assassinato do Oficial Bowers est em processo, e neste momento, voc  um suspeito.  minha crena que ser absolvida rpida e completamente ".
"Absolvida? De matar a golpes a um companheiro poli? De abandonar tudo no que acredito e pelo que trabalhei? E por que teria feito isso?" O pnico tinha enviado uma linha de frio suor, gelado, reptando abaixo por sua coluna vertebral. "Porque ela tratou de me afundar no departamento e nos meios de comunicao? Pelo amor de Cristo, Comandante, qualquer podia ver que estava autodestruyndose ".
"Dallas". Este vez Webster deu um passo adiante. " Voc a ameaou com dano fsico, em registro. Chame a seu defensor ".
"No me diga que chame a meu defensor," ela estalou. " No tenho feito nada exceto meu trabalho". O pnico tnia dente agora, afiados e fortes. Tudo o que poderia fazer era super-lo com seu temperamento. " Quer-me em uma entrevista, Webster? Estupendo, faamo-lo. Aqui mesmo, agora mesmo ".
"Tenente!" Whitney ladro a palavra, observando sua cabea girar com um estalo, a fria nos olhos dela era quente e manifesta. " O departamento deve conduzir investigaes internas e externas no assunto da morte do Oficial Bowers. No h alternativa". Ele deixo sair um comprido flego. "No h alternativa," repetiu. "Enquanto esta investigao este aberta e ativa,  suspensa de servio".
Ele quase se sobressaltou quando viu seus olhos ir de quentes e vivos a brancos e aturdido. Quase se encolhido quando viu que  cada ona de cor se foi de sua cara. " com desacordo, Tenente, com grande desacordo pessoal, que lhe peo que devolva sua arma e sua placa".
Sua mente se havia posto morta, completamente morta, como se alguma corrente eltrica tivesse sido fechada. No poderia sentir suas mos, seus ps, seu corao. "Minha placa?"
"Dallas". Ele deu um passo para ela, sua voz suave agora, seus olhos assaltados com emoo. " No h alternativa. Esta suspensa do servio, pendente dos resultados das investigaes internas e externas no assunto da morte do Oficial Ellen Bowers. Devo lhe pedir sua arma e sua placa ".
Ela ficou com o olhar fixo em seus olhos, no podia olhar a nenhuma outra parte. dentro de sua cabea havia um grito: Delirante, distante, desesperado. Suas articulaes se sentiam oxidadas quando recolheu sua placa, ento mais ao soltar sua arma. Seu peso na mo lhe fez tremer.
as pr nas do Whitney foi como arrancar seu corao.
Algum disse seu nome, duas vezes, mas ela saiu do quarto, cega, indo para a cinta rpida, suas botas soando sobre o cho. Enjoada, ela agarrou o passamanes at que seus ndulos ficaram brancos.
"Dallas, maldita seja". Webster ficou a seu passo, agarrando seu brao. "Chame a seu defensor".
me tire as mos de cima". As palavras eram dbeis, trementes, e ela no pde encontrar a fora para atirar. Tire-se de cima e mantenha-se afastado.
"Me escute. Ele a saco da cinta, e a empurrou contra uma parede. "Ningum nesse quarto queria isto. No havia alternativa. Maldita seja, voc sabe como funciona isto. Absolvemo-lhe, voc recupera sua placa. Voc toma uns dias de frias. vai ser assim de simples ".
"Mantenha-se jodidamente afastado de mim".
"Ela tnia dirios, discos". Ele falou rapidamente, temendo que se soltasse e corresse. "Ps toda classe de mierda sobre voc". Ele estava cruzando a linha e no lhe importava. "Tem que ser investigado e descartado. Algum a partiu em pedaos, Dallas, em malditos pedaos. Estar tudo nos meios noticiosos dentro de uma hora. Est atada a ela. Se no ser automaticamente suspensa, parecer um encobrimento ".
" Ou parecer que meus superiores, meu departamento, meus colegas acreditam em mim. No me toque outra vez, " lhe advertiu em uma voz que se estremeceu tanto que ele deu um passo atrs.
" Tenho que  ir com voc". Ele falou rotundamente agora, furioso de que  suas prprias mos no estivessem estveis. "Para ver que desembaraa s artigos pessoais de seu escritrio, e escolt-la fora do edifcio. Preciso confiscar seu comunicador, sua chave e cdigos do veculo ".
Ela fechou os olhos, lutando por sustentar-se. No me dirija a palavra.
Ela conseguiu caminhar. Suas pernas se sentiam como borracha, mas ps uma em frente da outra. meu deus, necessitava ar. No podia respirar.
Enjoada, empurro com uma mo a porta da sala de juntas. Esta pareceu nadar diante de seus olhos, como se a olhasse atravs da gua. "Peabody".
"Senhor". Ela se levantou de um salto, olhando-a fixamente. "Dallas?"
"Eles tomaram minha placa".
Feeney cruzo o quarto como a bala de uma pistola. Ele tnia uma mo na camisa do Webster e a outra j fechada em punho e lista. " Que classe de mierda  esta? Webster, jodido bastardo -- "
"Feeney, tem que te encarregar das entrevistas". Ela ps uma mo em cima de seu ombro, nem tanto para lhe deter de golpear duramente ao Webster, mas sim como suporte. No soube quanto tempo tnia  antes de que sucumbisse. "Peabody tem... Peabody tem o horrio, os dados".
Seus dedos se relaxaram, fechando-se amavelmente sobre os seus, e os sentiram tremer. "Do que se trata isto?
"Sou suspeita". Era to estranho ouvir as palavras, ouvir sua prpria voz flutuando. "No homicdio do Bowers".
"Isso  puro lixo".
" Tenho-me que ir".
"Espera s um maldito minuto ".
"Tenho-me que ir," ela repetiu. Olhou ao Feeney com olhos aturdidos pelo shock. "No posso ficar aqui".
" Levar-te, Dallas. me deixe te levar ".
Ela olhou Peabody, negando com a cabea. " No. Voc est com o Feeney agora. No posso -- fique aqui ".
Ela escapou.
"Feeney, Jesus". Com os olhos alagados, Peabody se giro para ele. "O que fazemos?
" Arrumamo-lo, maldita seja, filho de puta, arrumamo-lo. Chama o Roarke, " ele ordeno e aliviou um pouco de fria chutando cruelmente o escritrio. Assegure-se que ele este ali quando ela chegue a casa.


Agora ela paga. A cadela estpida. Agora paga um preo que considera mais valioso que sua prpria vida. O que far agora, Dallas? Agora que o sistema pelo que gastou sua vida lutando lhe traiu?
Agora ver, agora que treme, que o mesmo sistema pelo que suou  um sem sentido? Que o que importa  o poder?
Voc no era mais que um parasita em uma colmia que se paralisa constantemente dentro de si mesmo. Agora  menos que isso.
Porque o poder  meu, e este  uma legio.
Sacrifcios foram feitos,  verdade. Separaes do plano foram tomadas. Tiveram que ser tomadas. Os riscos foram ponderados, e com eles, possivelmente umas poucas faltas leves. Qualquer experimento digno aceita esses menores passos em falso.
Porque os resultados o justificam tudo.
Estou perto, to perto. Agora o foco trocou, a mar trocou de direo. A jaqueta  agora a presa de sua prpria classe. Rasgaro-a em pedaos to descuidadamente como lobos.
Foi tudo to simples de obter. Umas poucas palavras em uns poucos ouvidos, passivos retirados. Uma mente defeituosa e ciumenta usada, e sim, sacrificada. E ningum levar luto pela detestvel Bowers mais que os refugos que tirei da sociedade sero velados.
OH, mas gritassem por justia. Exigiro um pagamento.
E Eve Dallas pagar.
Ela no  mas j inclusive o agente irritante menor que provou ser. Com ela fora, todas minhas habilidades e minhas energias pode retornar a meu trabalho. Meu trabalho  imperativo, e a glria que arrojar, meu direito.
Quando este fato, murmuraro meu nome com temor. E chorassem com gratido



CAPTULO QUATORZE

Roarke se paro no fritou, indefeso, e esperou que Eve chegasse a casa. O mundo se saiu de seu eixo em metade de umas delicadas negociaes com uma companhia farmacutica no Tarus II. Ele tnia a inteno de comprar em sua totalidade, modernizar sua organizao, e enla-la com sua prpria companhia com apie no Tarus I.
Ele as tinha terminado sem titubear no mesmo momento em que tinha recebido a transmisso do Peabody. A chorosa explicao da poli habitualmente forte lhe tinha sacudido. S teve um pensamento: chegar a casa, estar ali.
E agora esperar.
Quando viu o CAB Rpido subindo pelo atalho, sentiu um n picante de fria lanar-se atravs dele.
Tinham tomado seu veculo. Bastardos.
Ele quis baixar correndo as escadas, abrir de um puxo a porta, para tir-la e carreg-la e levar-lhe a alguma parte, a alguma parte onde no estivesse to machucada como s podia  imaginar que o estava.
Mas no era sua clera o que ela necessitava agora.
Ele sob as escadas enquanto ela saa do txi. E se parava plida como a morte na dura luz do inverno, seus olhos escuros, vazios, e, ele pensou, impossivelmente jovens. A fora, o bordo resistente que tinha posto to naturalmente como sua arma, foi-se.
No estava segura se podia falar, que as palavras que se abriam passo atravs de sua garganta, queimariam-na. E o resto dela estava intumescido. Morto.
" Tomaram minha placa". Repentinamente foi real, a brutal realidade disto a golpeava como um punho. E a pena saiu a fervuras, quente, amarga, para escorregar por seus olhos. "Roarke".
"Sei". Ele estava ali, seus braos duros ao redor dele, sustentando-a quando comeou a tremer. " Sinto muito, Eve. Sinto-o muito ".
" O que vou fazer? O que vou fazer?" Ela se aferrou, chorando, no sendo inclusive consciente que ele a carregasse, levando-a ao interior, dentro do calor e subia as escadas. "OH Deus, Meu deus, Meu deus, tomaram minha placa".
" Resolveremos isto. Ter-a de volta. Prometo-o ". Ela se estremecia to violentamente, que parecia que seus ossos chocavam e se faziam pedaos. Ele se sentou, apertando seu abrao. "S sostente a mim".
No v.
"No, pequena, ficarei justo aqui ".
Ela chorou at que ele temeu que se adoecesse; Logo os soluos se desvaneceram, e fico frouxa em seus braos. Como uma boneca quebrada, pensou. Ordenou um calmante e a levo a  cama. Ela, quem tinha lutado por no tomar um analgsico se sangrava por uma dzia de feridas, sorveu o sedativo que lhe levo aos lbios sem um protesto.
Despiu-a como o faria com um menino exausto.
" Fizeram-me nada outra vez".
Ele olhou para baixo a sua cara, em seus olhos, fantasmales e pesado. "No, Eve".
"Nada". Ela giro sua cabea a um lado, fechou os olhos, e escapou.

Ela no tinha sido nada. Uma vasilha, uma vtima, uma menina. Uma estatstica mais sugada a um sistema arrasado, falto de pessoal. Tinha tratado de dormir ento, tambm, na estreita cama da sala de um hospital que tnia aroma de enfermidade e morte. Os gemidos, soluos, o montono pip, pip, pip das mquinas, e o tranqilo tamborilar de reveste de borracha em linleo usado.
Dor, correndo simplesmente sob a superfcie das drogas que gotejavam em sua corrente sangunea. Como uma nuvem cheia de troves que ameaavam da distncia mas nunca realmente brilhavam e estalavam.
Tnia oito anos, ou isso lhe haviam dito. E estava rota.
Perguntas, tantas perguntas da polcia e os trabalhadores sociais que tinha sido adestrada a temer.
" Jogaro-lhe dentro de um oco, garotinha. Um profundo, oco escuro ".
despertaria de seu leve sonho por sua voz drogada, ardilosa e bbada, em seu ouvido. E ela refrearia os gritos.
O doutor viria com seus olhos srios e arrudas mos. Ele estava ocupado, ocupado, ocupado. Podia-o ver em seus olhos, no som agudo de sua voz quando lhe falava com as enfermeiras.
No tnia tempo para gastar nos distritos, nos pobres e patticos que o lotavam.
Um alfinete... era um alfinete de ouro em sua lapela esse brilho de luz? Serpentes, enroladas totalmente e uma de cara  outra.
Sonhou dentro do sonho que as serpentes se giravam para ela, saltando para ela, vaiando com as presas que se cravaram em sua carne e tirando sangue de novo.
O doutor a machucou, freqentemente, por suas pressas e falta de cuidado. Mas no se queixou. Machucam-lhe mas, ela sbia, se te queixava.
E seus olhos se viam como os olhos das serpentes. Duros e cruis.
"Onde esto seus pais?"
Os polis lhe perguntariam. sentariam-se ao lado da cama, mais pacientes que o doutor. Eles lhe davam caramelos s vezes porque era uma menina com olhos perdidos que raramente falava e nunca sorria. Algum lhe trouxe um pequeno co de cheio para que a acompanhasse. Algum o roubou esse mesmo dia, mas recordava a percepo suave de sua pelagem e a amvel piedade nos olhos do poli.
"Onde est sua me?"
S podia sacudir a cabea, fechando seus olhos.
No o sbia. Tnia uma me? No havia lembranas, nada solo esse sussurro ardiloso em seu ouvido que enviava tremores de medo atravs dela. Aprendeu a bloque-lo, a bloque-lo tudo. At que no houve ningum e nada antes da cama estreita na sala do hospital de guerra.
O trabalhador social com seu brilhante, praticado sorriso que se via falsa e cansada nos borde. "Chamaremo-lhe Eve Dallas".
Essa no  quem sou, pensou, mas s ficou olhando fixamente. No sou nada. No sou ningum.
Mas a chamaram Eve nas casas de acolhida, nas casas de criao, e aprendeu a ser Eve. Aprendeu a brigar quando lhe empurravam, manter-se sobre a linha que tinha desenhado, para converter-se no que precisava converter-se. Primeiro a sobreviver. Logo com um propsito. Desde sua infncia, o propsito tinha sido ganhar uma placa, para fazer a diferena, para representar a aqueles que no eram ningum.
O dia quando levo seu rgido, uniforme formal, sua vida tinha sido posta em suas mos. Sua vida era uma placa.
" Felicitaes, Dallas, Oficial Eva. A Polcia de Nova Iorque e o Departamento de Segurana se orgulham de lhe ter ".
Nesse momento, a emoo e o dever arderam atravs dela como uma luz firme,  uma flama feroz, que ardeu levando-se todas as sombras. E finalmente, converteu-se em algum.
Tenho que lhe pedir sua placa e sua arma ".
Ela soluo em sonhos. Indo para ela, Roarke acariciou seu cabelo, tomando sua mo, at que se calmo outra vez.
Movendo-se silenciosamente, caminhou para o enlace da rea de espera e chamo o Peabody.
"Me diga o que esta passando aqui".
" Est em casa? Est bem?"
" Est em casa, e no, est longe de estar bem. Que diabos lhe tm feito?"
" Estou no Drake. esta Feeney fazendo as entrevistas que tnhamos estabelecido, mas esto atrasadas. S tenho um minuto. Bowers foi assassinada ontem  noite. Dallas  suspeita ".
"Que classe de loucura  essa?"
"  falso -- todo mundo sabe -- mas  o procedimento".
"Ao diabo com o procedimento".
"Sim". A imagem de sua cara na tela, a fria, olhar predatrio nesses assombrosos olhos, fez-a lutar contra um estremecimento. " Olhe, no tenho um monto de detalhes. Mantm um selado no Baxter -- ele  o primrio -- mas tenho que Bowers escreveu toda classe de coisas a respeito de Dallas. Coisas estranhas. Sexo e corrupo, suborno, falsos reporte ".
Ele Miro para trs ao Eve quando ela se moveu desasosegadamente. "No est ningum considerando a fonte?"
"A fonte  um poli morto". Ela passado uma mo sobre sua cara. " Faremos o que seja para ter a de volta e rpido. Feeney vai fazer uma busca profunda do Bowers, " disse ela, baixando a voz.
" Lhe diga que isso no ser necessrio. Pode contatar comigo. J tenho esses dados ".
"Mas como --"
" Diga que contate comigo, Peabody. Qual  o nome completo do Baxter e sua fila?"
" Baxter? Detetive, David. Ele no falasse com voc, Roarke. No pode".
" No me interessa falar com ele. Onde est McNab?"
"De  retorno  Central, correndo dados".
"Estarei em contato.
" Roarke espere. lhe diga a Dallas... lhe diga o que seja que pensa que precisa ouvir ".
"Necessitar-te, Peabody". Ele termino a transmisso.
Deixou ao Eve dormindo. A informao era poder, pensou. Tentaria por ela ter todo o poder que pudesse reunir.

" Sinto muito lhe haver feito esperar, Detetive..."
"Capito," disse Feeney, medindo ao  homem diestramente arrumado em um traje italiano. " Capito Feeney, substituindo temporalmente  Tenente Dallas como primrio. Conduzirei a entrevista ".
"OH". A expresso do Waverly exteriorizou suave perplexidade. Espero que a  tenente no esteja indisposta".
" Dallas sabe como cuidar-se. Peabody, em registro ".
"Em registro, senhor".
"To oficial". depois de um leve encolhimento de ombros, Waverly sorriu e se sentou detrs de seu macio escritrio de carvalho.
"Isso  verdade. Feeney leu a reviso Miranda, elevando uma sobrancelha. "Entendeu-o?"
"  obvio. Entendo meus direitos e meus deveres. No pensei que necessitasse um advogado para este procedimento. Estou mais que disposto a cooperar com a polcia ".
"Ento me diga seu paradeiro nas seguintes data e horas". Catalogando-se em seu caderno de apontamentos, Feeney leu as datas dos trs assassinatos em Nova Iorque.
" Precisarei comprov-lo com meu calendrio para estar seguro". Waverly fez girar uma caixa negra Lisa, colocando sua palma em cima para ativ-la, logo pediu sua agenda para as datas em questo.
Fora do trabalho e livre durante o primeiro perodo. Fora do trabalho e livre durante o segundo perodo. Em uma chamada do Centro Drake monitorando ao paciente Clifford durante o terceiro perodo.
"Transmita horrio pessoal," Waverly pediu.
Nenhum compromisso programado durante o primeiro perodo. Compromisso com o Larin Stevens, registrado para a noite durante o segundo perodo. Nenhum compromissos programados durante o terceiro perodo.
"Larin, sim". Ele sorriu outra vez, com um movimento rpido. " Fomos ao teatro, tivemos um jantar tardio em minha casa. Tambm compartilhamos o caf da manh, se entender o que quero dizer, Capito ".
"Essa Stevens," Feeney disse energicamente enquanto introduzia o nome em seu livro. "Tem sua direo?
Todo calor se foi. " Meu assistente a dar. Eu gostaria que o contato da polcia com  meus amigos pessoais se mantenha ao mnimo.  muito incomodo ".
" Bastante incomodo para os mortos, tambm, Doutor. Revisaremos a seus amigos e pacientes. At se lhe esclarecem por dois dos perodos, at temos que conseguir um mais ".
"Um homem tem direito de passar a noite s em sua prpria cama ocasionalmente, Capito".
"Seguro que se". Feeney se reclinou. "Ento, tira coraes e pulmes das  pessoas".
"Por assim diz-lo". O sorriso estava de volta, rugas se rendiam em suas bochechas. "O Drake tem alguns dos mas finos transplante de rgo e instalaes de investigao no mundo".
"O que tem que suas conexes com a Clnica Canal Street?"
Waverly levantou uma sobrancelha. "No acredito que conhea essa instalao".
"  uma clnica livre no centro".
" No estou associado com nenhuma clnica livre. Paguei minha aprendizagem ali durante minha juventude. Encontrar que a maioria de doutores ou voluntrios que trabalham em tais lugares so muito jovens, muito enrgicos, e muito idealistas ".
" Assim deixou de trabalhar nos pobres. Que no vale a pena?"
Sem ofender-se, ele pregou suas mos no escritrio. Mostrando-se levemente sob o punho de sua camisa, uma suave unidade de boneca de ouro. "Financeiramente, no. Profissionalmente, ali h pouca oportunidade para avanar nessa rea. Preferi usar meu conhecimento e minha habilidade onde melhor me satisfaz e deixe o trabalho de beneficncia para aqueles que lhes satisfaz".
"Supe-se que  o melhor".
"Capito, sou o melhor".
" Assim  que, me diga -- em sua opinio profissional..." Feeney alcanou seu arquivo, extraiu cpias das silenciosas cenas do delito e as colocou na superfcie polida do escritrio. " este um bom trabalho?"
"Hmm". Com olhos frios, Waverly giro as fotos para ele, as estudando. "Muito limpo, excelente". Ele Miro brevemente para o Feeney. " Horrvel,  obvio, a um nvel humano, voc entende, mas pediu uma opinio profissional. E a minha  que o cirurgio que trabalho aqui  muito brilhante. Para ter dirigido isto dadas as circunstncias, com o que certamente teve que ser em miserveis condies,  um lucro entristecedor ".
"Poderia-o ter feito voc?
"Possuo as habilidades?" Waverly devolveu as fotos de novo para o Feeney. "Pois, sim".
"O que h sobre este?" Ele lanou a foto da ltima vtima em cima das demais, observando ao Waverly olhar a baixo e franzir o cenho.
" Insuficientemente feito. Este est insuficientemente feito. Um momento ". Ele abriu uma gaveta, tirando grampos-microscpicas, e ficando as Sim, sim, a inciso parece ser perfeita. O fgado foi removido muito limpamente, mas no se fez nada para sel-lo, para mant-lo limpo e estril. Muito insuficientemente feito ".
"Gracioso," Feeney disse secamente, " Pensei o mesmo sobre todos eles".

"Frio filho de puta," Feeney resmungou mais tarde. Ele se deteve no corredor, comprovando sua unidade de boneca. " Encontremos ao Wo, falemos com ela, trate de obter um olhar de onde se conservam as peas das pessoas que morrem. Jesus, dio estes lugares ".
"Isso  o que Dallas diz sempre".
Mantenha-a separada de sua cabea por agora," ele disse brevemente. Estava esforando-se para mant-la fora da sua e fazer o trabalho. "Se formos ajud-la a fechar isto, precisa manter os problemas dela fora de sua cabea".
Com  cara sombria, ele caminhou a grandes passos pelo corredor, logo Miro em cima para trs enquanto Peabody ficava a seu lado. "Faa uma cpia extra de todos os dados e os discos das entrevistas ".
Ela encontrou seu olhar, lendo-a, e pela primeira vez durante a larga  manh, sorrio. "Sim, senhor".
"Cristo, deixe de me dizer senhor at a morte".
Agora Peabody sorriu abertamente. " Ela estava acostumada dizer isso, tambm. Agora est acostumada ".
As sombras em seus olhos se levantaram brevemente. Me vai manter em forma, tambm, Peabody?"
Detrs a suas costas, Peabody meneio as sobrancelhas. No acreditava que tomasse muito tempo fazer justamente isso. Comps sua cara a srias linhas quando ele golpeio a porta do Wo.
Uma hora mais tarde, Peabody estava olhando fixamente, horrorizada e fascinada, um corao humano conservado em suave gel azul.
"As instalaes aqui," estava dizendo Wo, " So indiscutivelmente as melhores no mundo na investigao de rgo. Foi nestas instalaes, embora no eram to grandes como o so hoje, que o Doutor Drake descobriu e melhoro a vacina anti-cncer. Esta poro do centro est dedicada ao estudo de enfermidades e condies, incluindo envelhecimento, que adversamente afeta os rgos humanos. Alm disso, continuamos estudando e melhorando tcnicas para substituir rgos".
O laboratrio era to grande como um heliporto, decidiu Feeney, em sees aqui e l com magras parties brancas. Dzias de pessoas em largas batas brancas, verde plido ou azul escuro, trabalhavam em estaes, manipulando computadores, compu-recolhedores, ou ferramentas que ele no reconheceu.
Era calado como uma igreja. Nada de msica de fundo da natureza que algumas grandes instalaes usavam murmurava atravs do laboratrio, e quando ele inalo, o ar sbia fracamente a anti-sptico. assegurou-se de respirar atravs do nariz.
Estavam parados em uma diviso onde os rgos eram exibidos em garrafas cheias de gel, as etiquetas pegas s bases.
Na porta prxima, um droide se parava silenciosamente, em caso, Feeney pensou com mofa, que algum tivesse o repentino desejo de agarrar uma bexiga e escapar com ela.
Jesus, que lugar.
"De onde obtm os espcimes?" Feeney perguntou ao Wo, e ela se giro com um olhar frio.
" No os removemos de pacientes vivos, involuntrios. Doutor Young? "
Bradley Young era magro, alto, e obviamente distrado. giro-se desde seu trabalho em uma cadeira branca cheia de escovas e monitores e compu-slide. Franziu o cenho, tirando-se com os dedos o clipe que tinha posto no alto de seu nariz, e enfoco seus plidos olhos cinzas.
"Sim?"
"Este  o Capito Feeney e seu... assistente," ela sups, " do departamento de polcia. O Dr. Young  nosso chefe de investigao tcnica. Explicaria-lhes como nos ocupamos de colecionar nossos espcimes aqui para a investigao?
" obvio". Ele passado uma mo sobre seu cabelo. Este era magro, como seus ossos, sua cara, e da cor de trigo oxigenado. "Muitos de nossos espcimes tm mais de trinta anos," ele comeou. "Este corao por exemplo". Ele se moveu atravs do piso reluzente  branco para a vasilha onde Peabody tinha estado parada. " Foi removido de um paciente faz vinte e oito anos. Como pode ver, h considervel dano. O paciente sofreu trs paradas cardacas srias. Este corao foi removido e substitudo com um dos primeiros fatos pela unidade NewLife. Ele esta agora, aos oitenta e nove anos de idade, vivo, so, e vivendo no Bozeman, Montana ".
Young sorriu atractivamente. Ele considerava essa sua piada mais fina. "Os espcimes foram todos doado pelos mesmos pacientes ou seus parentes mais prximos em caso de morte, ou adquiridos atravs de um agente de rgos autorizado ".
"Pode dar razo de todos eles".
Young s cravou os olhos no Feeney. "Dar razo?
"Tem papis de todos eles, identificao?"
" Certamente. Este departamento  muito organizado. Cada espcime est apropiadamente documentado. Seu doador ou informao de corretagem, data de extrao, condio no momento da extrao, cirurgio, e equipe. Alm disso, qualquer espcime que  estudado interna ou externamente deve entrar em sistema quando entra e sai".
"Tiram estas coisas daqui?"
"Em ocasies, certamente". O se via frustrado, Miro a  Dr. Wo, quem meramente ondeou uma mo para que continuasse. " Outras instalaes poderiam pedir um espcime especfico com uma especfica falha para estudo. Temos uma poltica de emprstimo e venda com vrios outros centros ao redor do mundo ".
Encaixava, Feeney pensou, e tirou sua caderneta. "O que h a respeito destes?" Perguntou, e leu a lista do Eve.
Outra vez, Young Miro ao Wo, e outra vez recebeu um sinal para seguir adiante. "Sim, esses so todos os o que consideramos instalaes irms".
"Alguma vez foi a Chicago?"
" Muitas vezes. No o entendo ".
"Capito," Wo interrompeu. "Isto se est voltando tedioso".
"Meu trabalho no se enche com pontos altos ", disse facilmente. "Que h sobre me dar os dados dos rgos que se registraram entrando as ltimas seis semanas".
"Eu -- eu  esses dados so confidenciais".
"Peabody," Feeney comeou, mantendo seus olhos em um repentinamente nervoso Young, "Comece uma autorizao do procedimento ".
" Um momento; Isso no ser necessrio ". Wo gesticulo para o Peabody para que retornasse o que fez que esta  entrecerrara os olhos. " Dr. Young, dele ao capito os dados que pediu ".
"Mas  material confidencial". Sua cara repentinamente se tenso em linhas teimosas. "No tenho autorizao".
" Eu o autorizo," ela estalou. "Falarei com o Dr. Cagney. A responsabilidade  minha. Obtenha os dados".
"Apreciamos sua cooperao," disse-lhe Feeney.
Ela giro seus escuros, olhos frios para ele quando Young saiu a recolher os dados. " Quero-lhe fora deste laboratrio e deste Centro logo que seja possvel. Desestabiliza um trabalho importante".
" Apanhar assassinos provavelmente no  to importante em sua escala como cravar fgados, mas todos devemos  ganhar nosso cheque. Sabe o que  isto? "Ele tirou o alfinete selado de seu bolso, sujeitou-o ao nvel de seus olhos.
"  obvio.  um caduceo. Tenho um muito parecido a esse".
"Onde?"
" Onde? Em minha casa, suponho ".
" Notei que dos mdicos por aqui usam um. Imagino que no tem posto o seu ao trabalho".
"No por regra general, no". Mas ela elevo a mo, como por costume, passando seus dedos na lapela sem adorno. "Se tiver terminado comigo agora, tenho uma grande quantidade de trabalho".
" terminamos, por agora. Mas tenho um par de entrevistas mais determinadas para amanh. Eu gostaria de ver seu alfinete, se o trouxer ".
"Meu alfinete?"
" Assim . Algum perdeu um recentemente ". Ele levantou o que sustentava um pouco mais alto. " Preciso me assegurar que no foi voc".
Ela apertou os lbios e partiu dando meia volta.
" Um monto de vapor nela, Peabody. Observaremo-la mas de prxima quando retornamos  Central ".
"Esta acostumada a ser a presidente da AMA," Peabody recordou. " Waverly  o presidente atual. A AMA pressiono ao East Washington para que pressionasse ao  prefeito para que nos pressionasse  para que deixssemos o caso ".
"Engrenagens em engrenagens," Feeney murmuro. " Vamos por esses dados e vejamos que sai deles. Agora, qual  o assunto com o Vanderhaven?"
" Sua entrevista era a prxima programada, mas ele a cancelou. Emergncia profissional ". Ela Miro ao redor para estar segura de que ningum estava a uma distncia para escut-la. "Chamei a seu escritrio, dizendo que era um paciente, e fui informada que o doutor se ausentou pelos prximos dez dias".
" Interessante. Sonha como se no queria falar conosco. Consigamos sua direo particular, Peabody. Faremos uma visita a seu domiclio ".

Roarke estudava os dados por sua conta. Tinha sido um jogo de meninos para ele deslizar-se no computador do Baxter e ganhar acesso  informao do assassinato do Bowers.
Era uma lstima que, at agora, houvesse pouca informao para obter.
Mas havia abundncia, da variedade vil e histrica, nos registros e jornais do Bowers.
Ele fez uma busca neles, usando o nome do Eve, e encontrou pedaos e peas estremecedoras de anos atrs. Comentrios, acusaes quando Eve tinha sido promovida a detetive, quando recebeu comemoraes. Roarke levantou ambas as sobrancelhas quando leu a declarao do Bowers que Eve tinha seduzido ao Feeney para lhe pr como seu treinador. E logo a horripilante especulao de seu romance com sua Comandante para assegurar-se de ser atribuda a casos importantes.
Mas estes, e outros que apareceram de vez em quando, eram suaves comparados com as diatribes que comearam no dia que Bowers e Eve tinham chocado sobre o corpo de um adormecido.
Essa obsesso, Roarke reflito, inflamou-se com o passado do tempo at que em um momento, em um simples giro do destino tinha explorado e havia, derramado o veneno sobre ambas.
Agora uma estava morta.
Olhou para a tela onde podia monitorar o dormitrio e ver sua esposa dormindo.
E a outra rota.
At procurando, ondeou uma mo a sua tela de comunicao quando Summerset apareceu. "Agora no ".
" Sinto muito incomod-lo, mas a Doutora Olhe est aqui. Gostaria muitssimo falar com voc ".
" Descer em um momento. Ele se levantou, estudando ao Eve um momento. "Sistema fora," ele murmuro, e a equipe detrs sua mudana de um zumbido baixo a silncio.
Saiu do quarto. A porta se fecho automaticamente detrs dele e s podia ser aberta com a impresso da palma e a voz de quem estava autorizados. S trs pessoas tinham estado dentro.
Para economizar tempo, usou o elevador. No tnia inteno de estar longe do Eve mais do necessrio.
"Roarke". Olhe se levantou de sua cadeira, apressando-se atravs do quarto para agarrar suas mos. Seu usualmente tranqilo rosto exteriorizava tenso ao redor dos olhos e a boca. " Acabo de ouvi-lo. Vim diretamente. Sinto muito me entremeter, mas tnia que vir ".
"Nunca  uma intruso".
Ela apertou o agarre em suas mos. " Por favor. Ver-me ela?"
"No sei. Est dormindo ". Ele olhou por cima de seu ombro para as escadas. "Dava-lhe algo. Poderia mat-los por isso ". Falou quase para si mesmo, sua voz suave e espantosamente gentil. " Por pr o  olhar que vi em seu rosto. Poderia mat-los solo por isso".
Porque lhe acreditou, suas mos tremeram um pouco. "Podemos nos sentar?
"  obvio. Sinto muito. Minha mente no est em minhas maneiras ".
" Espero que no tero que estar comigo. Roarke..." Ela se sentou em uma das cadeiras belamente curvada, inclinou-se para frente para pr a mo sobre o dele outra vez, esperando que o contato lhes ajudasse ambos. " Enquanto outros podem estar indignados ou compassivos ou podem ter qualquer quantidade de reaes pelo que aconteceu hoje, voc e eu somos possivelmente quo nicos entendemos completamente o que isto lhe tem feito. A seu corao, a seu sentido de si mesmo. A sua identidade ".
"Isto a destruiu. No, ele se precaveu, no podia sentar-se, e levantando-se, deslizo-se por volta da janela para olhar fora na tarde fria. " Vi em seu rosto a morte, a sua e de outros. Vi  seu rosto o sofrimento e medos de seu passado e as sombras que cobrem pedaos dele. Vi-a aterrorizada de seus prprios sentimentos. Mas se sustentou. encerrou-se em si mesmo e lhes fez frente. E isto, este procedimento departamental, destruiu-a ".
" Encerrasse-se em si mesmo outra vez, e lhe far frente a isto. Mas no sozinho. No pode lhe fazer frente sozinha ".
Ele se giro, confrontando-a. A luz emanou atravs da janela detrs dele; O perigoso azul de seus olhos fez a Olhe pensar em um fritou e vingativo anjo preparado para chegar de um salto ao inferno.
"Ela nunca tem que estar sozinha.
" O que tem com lhe salvar. Tal como salvou a voc ".
Ele inclino a cabea, trocando a inclinao de luz e a inquietante visom que tinha tido dele. " Essa  uma interessante forma de p-lo. Mas tem toda a razo. Ela me salvou, e tinha esquecido que estava perdido. A amo mais que minha vida, e farei o que seja necessrio para faz-lo ".
Olhe estudou suas mos um momento, levantando seus dedos, e deixando-os cair. " No farei perguntas sobre seus mtodos, ou seus... conexes em certas reas. Mas lhe perguntarei se houver alguma coisa que possa fazer para ajudar".
"O que tanto desprezar as acusaes do Bowers lhe assegurassem a volta da placa ao Eve?
" Ajudaria grandemente com o IAB. Mas at que a investigao do homicdio este fechada ou a suspeita contra Eve descartada publicamente e sem prejudicar ao departamento caminha por uma linha muito fina  ".
"Pode examin-la? Uma prova, um test, perfil de personalidade, probabilidades ".
" Sim, mas ela tem que estar disposta, e tem que estar preparada.  um processo difcil, fsica e emocionalmente. Mas isso, tambm, pesaria de seu lado ".
"Falarei com ela a respeito disso".
" Ela ter que causar pena-se, mas no a deixe causar pena-se muito tempo. Em algum ponto, necessitar sua clera. Ser sua fonte mais importante de fora ".
Ela se levantou, dando um passo para ele. " pedi que me permita avaliar a condio emocional e mental do Bowers, usando os registros das ltimos semanas, de seus jornais -- o contedo e tom -- entrevista com scios e relaes. Levar seu tempo. Tenho que ser muito cabal, muito cuidadosa. Embora lhe dou estado prioritrio, duvido que posso prover ao departamento de uma concluso em menos de duas semanas".
" Poderia-a afastar," ele considerou.
" Isso poderia ser o melhor, at por uns poucos dias. Mas duvido que v ". Ela abriu a boca, e a fechou outra vez.
"O que?"
" Conheo-a to bem. Tenho tantos sentimentos fortes por ela. Mas sou ainda uma psiquiatra. Acredito que sei como reagir, ao menos inicialmente. No quero que sinta como se me estivesse extralimitando ou violando sua privacidade por... analis-la ".
" Sei que se preocupa com voc. me diga o que esperar ".
"Querer esconder-se. No sonho, no silncio, na solido. Pode muito bem lhe deixar fora".
"No ter muita sorte com isso".
" Mas ela querer, tratar, simplesmente porque  mais prximo a ela do que ningum foi. Sinto muito, " disse-lhe e pressionou seus dedos nos seus. "Poderia-lhe incomodar por um pouco de brandy?"
" obvio". O instinto lhe fez pr uma mo em cima de sua bochecha. "Doutora Olhe, " disse muito amavelmente," sinta-se ".
Ela se sentiu dbil e chorosa. Sentando-se, estabilizou-se a si mesmo, esperando enquanto Roarke tomava um decantador do gabinete e vertia um pouco de brandy.
"Obrigado". Ela tomou um sorvo pequeno, deixando que lhe esquentasse. " Esta suspenso, a suspeita, a marca em seu registro no  sozinho um assunto de trabalho e procedimento para o Eve. Sua identidade foi tomada uma vez antes. Ela a reconstruiu e a si mesmo. Para ela, isto a despojou que isso outra vez, do que e quem . O que precisa ser. Quanto mais tempo se encerre em si mesmo, isolei-se, mais difcil ser alcan-la. Isto pode afetar seu matrimnio ".
Ele s levantou uma sobrancelha a isso. "No ter nenhuma sorte com isso entretanto".
Olhe lhe brindo um sorriso suave, tremente. "  um homem muito teimoso. Isso  bom ". Ela sorveu mais brandy, lhe estudando. E o que viu aliviou uma parte de sua preocupao. " Em algum ponto, pode encontrar-se tendo que apartar sua compreenso por sua situao. Seria mais fcil para voc lhe mimar e lhe proteger e deixar ir  deriva. Mas acredito que reconhecer o ponto onde necessitar que lhe faa dar o seguinte passo ".
Ela suspirou ento, deixando a um lado o brandy. " No lhe manterei afastado por mas tempo, mas se houver qualquer outra coisa que possa fazer. Se ela quiser lombriga, ento virei ".
Ele considerou sua lealdade, seu afeto, e se perguntou como pesavam contra seu dever. Ele nunca jogava com as probabilidades. "Quanto tempo lhe levar completar uma busca de todos os nveis e investigar sobre o Bowers?"
" A papelada est sendo apressada atravs das ordens para isso. No deveria tomar mais que outro dia, possivelmente dois ".
" Tenho os dados agora," ele disse simplesmente e esperou enquanto cravava os olhos nele.
" J vejo". Ela no disse nada enquanto ele a ajudava a ficar o casaco. "Se transferir esses dados a minha unidade em casa, a minha unidade pessoal," ela adicionou olhando sobre seu ombro. " Assumo que no ter nenhum problema em acessar a minha unidade pessoal?"
"Nenhum absolutamente".
Ela riu sozinho um pouco. " Que to terrvel . Se transferir o que tem, ento comearei a trabalho nisso esta noite".
" O agradeo muito ". Ele a observo ir-se, logo retornou acima a velar ao Eve.

CAPTULO QUINZE

Os sonhos a perseguiram, encontrando-a bruscamente memria em memria em uma carreira catica. Seu primeiro busto e a satisfao de fazer o trabalho para o que se treinou. O menino que a tinha beijado sentimentalmente quando tnia quinze anos e a tinha surpreso  porque no tinha sentido medo ou vergonha, mas se um suave interesse.
Uma noite de bbada com o Mavis no Squirrel Azul com tanta risada que machucou suas costelas. O corpo mutilado de uma menina que tinha chegado muito tarde para salvar.
Os soluos desses que ficavam atrs e os gritos dos mortos.
A primeira vez que viu o Roarke, a deslumbrante cara desdobrada na tela de seu escritrio.
Logo atrs, sempre de retorno a um quarto frio com uma suja luz vermelha pulsando contra a janela. A faca em sua mo gotejando sangue, e a dor gritando to selvagem, to forte, que no poderia ouvir nada mais. No podia ser nada mais.
Quando despertou, estava escuro, e ela estava vazia.
Sua cabea pulsou com uma consistente dor de cabea que era os restos das lagrimas e a pena. Seu corpo se sentia fantasmal, como se os ossos se esfumaram enquanto dormia.
Queria dormir outra vez, para solo afastar-se.
Ele se moveu atravs da escurido, tranqilo como uma sombra. A cama trocada de posio ligeiramente enquanto se sentava a seu lado, encontrando sua mo. "Quer que acenda a luz?"
"No". Sua voz se sentia oxidada, mas ela no se incomodou em esclarec-la. " No, no quero nada. No tem que ficar aqui, na escurido ".
"Pensa que te tivesse deixado despertar sozinha?" Ele levo sua mo a seus lbios. "No est sozinha.
Ela queria chorar outra vez, podia sentir as lgrimas golpeando contra a parte de atrs de seus olhos. Quente, indefesas. Inteis. "Quem te chamou?
" Peabody. Ela e Feeney estiveram aqui; Tambm Olhe. McNab a chamado vrias vezes. E Nadine ".
" No posso falar com eles.
" Bem. Mavis est abaixo. No se ira, e no o posso pedir".
" O que se supe devo lhe dizer? A qualquer? Deus, Roarke, estou nua. A prxima vez que v  Central, dever ser interrogada como uma suspeito de homicdio ".
" contatei a um advogado. No tem que  preocupar-se por nada ali. Sempre e quando estiver de acordo com a entrevista, ento ser aqui, em seu prprio lar, e em seus prprios trminos. Eve ".
Ele poderia ver-se silhueta, a forma em que se afasto do e ficou com o olhar fixo na escurido. Gentilmente, cavou seu rosto, girando-o para ele. "Ningum com quem tem trabalhado, ningum que te conhea acreditar que tem algo que ver com o que aconteceu ao Bowers".
" Nem sequer me preocupo por isso. No  mas que o procedimento. Nenhuma evidencia fsica, nenhum motivo claro, e a oportunidade  muito escassa. No me preocupo por isso, " ela repetiu e odiou, odiou o modo que seu flego se entupiu. "Tero suspeitas mas nenhuma prova, no as suficientes no a P, mas as suficientes para conservar minha placa longe. A suficientes para me manter fora".
"Tem pessoas que se preocupam com ti, quem trabalhar para ver que isso no acontea".
"aconteceu," ela disse rotundamente. " E nada pode trocar isso. Seu no o pode trocar. Solo quero dormir ". Ela se giro, fechando os olhos. "Estou cansada. V abaixo com o Mavis, estou melhor completamente s agora".
Ele passado uma mo sobre seu cabelo. Ele a daria a noite para lamentar-se, para escapar.
Mas quando ele a deixou sozinha, ela abriu os olhos, cravando-os no esvaziou. E no dormiu.
Sair da cama na manh parecia um desperdcio de esforos.
Ela trocou de posio, olhando atravs do vidro no alto. A neve se foi e o cu estava cinza e depressivo. Tratou de pensar em alguma razo para levantar-se, vestir-se, mas no podia pensar em nada, no podia sentir nada mas que um baixo, arrasto de fadiga.
Giro a cabea, e ali estava Roarke na rea se as poltronas, sorvendo seu caf e observando-a.
" dormiste suficiente, Eve. No pode seguir te escondendo aqui dentro".
" Parece uma boa idia agora mesmo".
" Quanto mais tempo o faa, mais perder. te levante".
Ela se sentou, mas levo seus joelhos contra seu peito e descansou sua cabea nelas. " No tenho nada que fazer, nenhuma parte aonde ir".
" Podemos ir aonde queira. limpei minha agenda por um par de semanas ".
"No tem que fazer isso. A clera lutada por se sobressair mas voltou a estar plida e aptica e cansada. " No quero ir a nenhuma parte.
" Ento ficaremos em casa. Mas no te deitasse na cama com os cobertores sobre sua cabea ".
Uma borbulha de ressentimento se abriu caminho livremente. " No tnia os cobertores sobre minha cabea," ela resmungou. E que sbia ele? Pensou. Como podia saber ele como se sentia? Mas ficava suficiente orgulho para faz-la levantar-se, arrastando sua bata.
Agradado com sua pequena vitria, lhe serve caf, sobre o seu. Eu j comi," ele disse casualmente, "mas no acredito que Mavis o tenha feito".
"Mavis?"
"Sim, ficou ontem  noite". Ele se estiro, pressionando um boto no enlace da casa. "Ela te far  companhia.
"No, no quero--"
Mas foi muito tarde quando a cara do Mavis apareceu na  tela. "Roarke, despertou-se j -- Dallas!" Seu sorriso brilho, um pouco instvel, mas mesmo assim , quando divisou ao Eve. "Estarei justo ali.
"No quero falar com ningum," Eve disse furiosamente quando a tela se voltou branca. "No pode entender isso?"
"Entendo-o muito bem". Ele se levantou, colocando as mos sobre seus ombros. Lhe rompeu o corao quando ele os sentiu encurvar-se. " Seu e eu havemos passamos grande parte de nossas vidas sem ter a algum a quem lhe importssemos ou quem nos importasse. Assim entendo muito bem o que  ter a algum ". Ele se inclinou para pressionar os lbios em sua frente. " Necessitar a algum. Fala com o Mavis ".
"No tenho nada que dizer". Seus olhos se cheios de novo e arderam.
"Ento escuta". Ele apertou seus ombros uma vez, logo se giro quando a porta se abriu de repente e Mavis entrou voando. "Deixarei-as sozinhas," disse, mas duvidava que elas lhe tivessem escutado j que Mavis estava girando ao redor do Eve e balbuciando.
"Esses jodidos cara plainas.  ele ouviu seu soluo, e quase sorriu quando fecho a porta.
"De acordo," Eve murmuro e enterrou a cara no cabelo azul do Mavis. "De acordo".
" Quis procurar o Whitney e lhe chamar jodido cara plaina em pessoa, mas Leonardo disse que era melhor vir diretamente aqui. Sinto muito, sinto-o muito, sinto-o muito ". Ela se retiro to abruptamente que Eve quase se recife. "Que infernos est mal com eles!" Mavis demando, atirar seus braos para cima e balanando as difanas mangas rosadas de poderiam ter sido um batendo as asas ligeiro.
" o procedimento," Eve se as engenho.
" Bem, enterre isso seus traseiros. De nenhuma forma vo se sair com a sua. Arrumado que Roarke tem j contratados a um peloto de advogados de mierda para demandar completamente seus jodidas caras. Possuir a maldita cidade de Nova Iorque quando isto tenha terminado ".
" Solo quero minha placa". E porque era Mavis, Eve se deixo cair em cima do sof e enterrou sua cara em suas mos. "No sou nada sem isso, Mavis".
"Ter-a de volta". Sacudindo-se Mavis, sentou-se, passando um brao ao redor dos ombros do Eve. "Sempre faz que as coisas corretas passem, Dallas".
"Fique fora. Cansada, Eve se recostou, fechando os olhos. "No pode fazer que as coisas ocorram quando ocorrem a ti.
" Seu fez que me ocorressem . Quando me agarrou pelo pescoo faz tantos anos, isto trocou minha vida ".
Foi um esforo, mas Eve se as engenho para lhe oferecer o fantasma de um sorriso. "Qual de todas?"
" A primeira vez  o outro par foram como, seu sabe, um escorrego. Fez-me me perguntar se podia ser mais que um cigana estelionatria, logo me fez ver que seu podia. E o ano passado quando as coisas foram mal para mim, quando parecia que me foram pr em uma jaula, estava ali para mim. Fez que as coisas corretas ocorressem".
" Tnia minha placa, tnia o controle. Seus olhos se viam desolados outra vez. "Tnia o trabalho".
" Bem, agora tem a meu e tem o melhor sorvete dentro ou fora do planeta. E isso no  tudo. Sabe quantas pessoas chamaram ontem  noite? Roarke queria permanecer aqui contigo assim que perguntei ao Summerset se eu podia, receber as chamadas e essas coisas. Estas solo seguiram chegando".
"Quantos reprteres querem uma histria?"
Mavis inalou pelo nariz, logo se levantou para ordenar subir o menu do Auto Chef. Roarke lhe tinha dado ordens de ver que Eve comesse, e ela tnia inteno das seguir. " Sei como dirigir aos ces dos meios. Comamos gelado ".
"No tenho fome.
" No precisa ter fome para o sorvete e -- OH se houver um glorioso --  bolachas com chip de chocolate. Mega quadrou".
"Mavis --"
"Encarregou-te de mim quando te necessitei," Mavis disse quedamente. "No me faa sentir que seu no me necessita.
Nada podia ter funcionado mais completamente. Embora ela enviou um ofegante olhar para a cama, pelo esquecimento que podia encontrar ali, Eve suspirou. "Que classe de sorvete?"

Eve foi  deriva no dia, como algum vagando dentro e fora da nvoa. Evitou seu escritrio e a do Roarke, uso como desculpa uma dor de cabea para escapulir-se por umas poucas horas. No recebeu chamadas, recusou-se a discutir a situao com o Roarke, e finalmente se encerrou em si mesmo na biblioteca com a pretenso de escolher material de leitura.
Acendeu a tela de busca assim qualquer que lhe vigiasse pensaria que para uma ligeira busca, logo ordeno fechar as cortinas, apagar as luzes, e se  acurruco no sof para escapar no sonho.
Sonhou com serpentes enroscadas reptando para cima por um corpo de ouro que jorrada com sangue. E o sangue escorregou e se deslizou e perlado sobre flores de papel em uma garrafa de caf de vidro.
Algum pedia ajuda em uma voz magra pela idade.
Ela entro no sonho, em uma paisagem cegando com neve branca, o vento picava em seus olhos e se levava a voz. Ela o atravessou correndo, suas botas dando derrapagens, seu flego soprando em nubecillas visveis, mas h no havia nada  exceto essa parede de branco frio.
"Coo do Poli ". Um vaio em sua orelha.
"O que est procurando, pequena menina?" Terror no corao.
"por que algum quereria pr um oco nele assim?" Um pergunta at sem responder.
Ento os viu, os condenados e os malditos, congelados na neve, seus corpos torcidos, suas caras apanhadas nesse conmocionado insulto da morte. Seus olhos cravando nela, com a pergunta at sem responder.
detrs dela, detrs dessa cortina branca, veio a greta e o som do gelo quebrando-se. De algo liberando-se com enganosos sons de cochicho, como o de uma risada  afogada.
As paredes brancas se converteram nas paredes de um corredor de hospital, estiradas como um tnel sem fim  vista, as curvas se deslucan como gua. Isso vnia por ela, o rudo de passos lentos com o som mido de carne no cho. Com seu sangue rugindo na cabea, giro-se para confront-lo, para opor-se, tratando de alcanar sua arma. Sua mo subiu vazia.
"O que est procurando, pequena menina?"
Um soluo rasgou sua garganta, o medo tragando-lhe inteira. Assim correu, tropeando no tnel, seu flego rompendo-se pelo pnico. Podia cheirar seu flego detrs dela. De doce e usque.
O tnel se dividiu bien,definido    esquerda ou direita. deteve-se, muito confundia pelo medo para saber por onde ir. Os passos arrastados detrs dela fizeram que um grito borbulhasse em sua garganta. Ela saltou para a direita, mergulhando-se no silncio. Suor fresco cobriu sua pele, deslizando-se por sua cara. Adiante uma luz, intensa, e a sombra de sua forma tranqila e quieta.
Ela fez um bom esforo por alcan-la. Algum que ajudasse. Deus, algum me ajude.
Quando alcano o final, a havia uma mesa, e na mesa seu prprio corpo. A pele branco, os olhos fechados. E onde seu corao tinha estado havia um oco ensangentado.
Ela despertou estremecendo-se. Em pernas trementes se levantou, cambaleando-se para o elevador. abrao-se a se mesma apoiando-se contra a parede enquanto baixava. Desesperada-se por ar, saiu tropeando, apressado para fora onde a mordida do fritou trouxesse o  sangue de volta a seu rosto.
Permaneceu fora por quase uma hora, caminhando para tirar o horror do sonho, o suor pegajoso, os estremecimentos interiores. Uma parte dela parecia dar um passo para trs, olhando fixamente com justo desgosto.
Obtn uma ncora para ti mesma, Dallas.  pattica. Onde est sua tmpera?
S me deixe sozinha, pensou miserablemente. me deixem infernalmente sozinha. Tnia permisso para ter sentimentos, no  assim? Debilidades? E se queria ficar s com eles, no era assunto de ningum.
Porque ningum sbia, ningum podia entender, ningum podia sentir o que ela sentia.
At tem crebro, verdade? At se tiver perdido as guelra. Comea a pensar.
"Estou cansada de pensar," ela resmungou e se deteve na neve que se estava derretendo. No h nada no que pensar e nada que fazer".
Encurvando os ombros, empreendeu a viagem de volta para a casa. Queria ao Roarke, deu-se conta. Queria que  ele a sustentara, para fazer que todo se fora. Para brigar com os demnios afastando os dela.
As lgrimas foram surgimento de volta, e lutou contra elas. Faziam-na cansar-se. Tudo o que queria agora era ao Roarke e refugiar-se em algum lugar quente com ele lhe dizendo que tudo ia estar bem.
Ela entrou, os velhos sapatos chapinhando molhados, suas calas jeans molhadas quase at os joelhos. No se tinha detido por uma jaqueta antes de sair, e o repentino calor lhe deu uma suave sacudida.
Summerset a observou um momento, seus lbios apertados, seus olhos escuros com preocupao. Deliberadamente, acerto a expresso mais arrogante em sua cara e caminho silenciosamente no vestbulo.
"Esta muito suja e molhada". Ele inalou pelo nariz burlonamente. " E jorra gua por todo o piso. Poderia mostrar um pouco de respeito por sua prpria casa ".
Ele esperou por um brilho de temperamento, a labareda fria de seus olhos, e sentiu um aperto no corao que ela no sbia que ele tnia quando ela simplesmente cravou os olhos nele.
"Sinto muito". Olhou para baixo inexpresivamente a seus ps. " No pensei". Passado uma mo em cima do passamanes, advertindo com um distante interesse que pareceu o suficientemente frio para ferir, e comeou a subir as escadas.
Enervado Summerset, moveu-se rapidamente ao centro de comunicao. "Roarke, a Tenente acaba de entrar do exterior. No tinha posto um casaco. v-se muito mal ".
"Onde est?"
" Esta subindo. Roarke, insultei-a e ... ela me pediu perdo. Algo deve ser feito ".
" Est a ponto de ser feito".
Roarke saiu a grandes passos de seu escritrio, diretamente para o dormitrio. Ao momento em que o a viu, molhada, branca, e tremendo, a fria surgiu para unir-se  preocupao. Era hora, decidiu, de inclinar-se para a fria.
"Que diabos pensa que estas fazendo?
" Solo sa a dar um passeio. Ela se sentou mas realmente no podia dirigir seus dedos congelados para mov-lo bastante bem para tir-los sapatos molhados. "Necessitava um pouco de ar".
" Assim saiu sem um casaco. te fazer adoecer  o seguinte em seu plano professor para dirigir isto ".
Sua boca se abriu involuntariamente. Lhe tinha querido, tinha querido que ele a confortasse e a apaziguasse, e lhe estava gritando, tirando bruscamente seus sapatos como se fora uma menina a ponto de ser surrada. "Solo queria um pouco de ar".
"Bem, parece que o conseguiste. Jesus, ele pensou, Jesus, suas mos eram como gelo. Ele aparto bruscamente o desejo das esquentar o mesmo e se afasto dela. te coloque na maldita ducha, te esquente seu mesma como  to propensa a fazer.
A dor nadou em seus olhos, mas ela no disse nada. S se enfureceu mais quando ela se levantou e entrou obedientemente no banheiro contigo.
Ele fechou os olhos quando ouviu a gua correndo. Deixe-a lamentar-se, Olhe lhe havia dito. Bem, lhe tinha deixado lamentar-se suficiente. Havia dito que saberia o momento para sacudi-la.
Se no era agora, disse-se a si mesmo, quando?
Ele ordeno brandy para os dois, girando o seu sem interesse enquanto a esperava.
Quando ela saiu, envolta em uma bata, ele estava preparado.
"Possivelmente  hora de que falemos de suas opes".
"Opes?"
"O que far". Ele recolheu a segunda taa, pondo-a em sua mo, logo se sentou comodamente. " Com seu treinamento e sua experincia, a segurana privada  provavelmente a melhor opo. Tenho um nmero de organizaes onde seus talentos seriam muito convenientes ".
" Segurana privada? Travando para ti?"
Ele levantou uma sobrancelha. "Posso-te prometer, que seu ingresso ser mais substancial do que era, e estar muito ocupada". Ele se recostou, pondo um brao sobre o respaldo do sof, e se mostrou felizmente depravado. " Essa opo em particular te dar tempo livre, permitir-te viajar mais livremente. Poder me acompanhar em uma numerosas viagens de negcios, assim teria muitos benefcios para ambos ".
"No estou procurando um maldito trabalho, Roarke".
" No? Bem, meu engano. Se tiver decidido te retirar, ento, podemos explorar outras opes".
" Opes, pelo amor de Deus. No posso pensar nisto ".
" Poderamos considerar ter um filho".
A taa se sacudiu com fora em sua mo, o brandy se derramo sobre o bordo quando ela se giro. "O que?"
"Isso obteve sua ateno," ele murmuro. " Imaginei que comearamos nossa famlia um pouco adiante, mas sob as circunstncias atuais, facilmente o poderamos fazer.
Ela se perguntou por que sua cabea no estalava. "Estas louco? Um beb? Quer dizer um beb?"
"Essa  a forma convencional de iniciar uma famlia".
"No posso -- no se --" Ela conseguiu recuperar o flego. " no sei nada a respeito de bebs, filhos".
" Tem uma grande quantidade de tempo livre agora mesmo. Pode aprender. O retiro te faz uma perfeita candidata para a maternidade profissional".
" Profissional -- Jesus". Ela estava segura que sentiu todo o sangue que a gua quente tinha feito retornar a vida a seu corpo ir-se outra vez. "Tem que estar brincando.
"No de tudo". Ele se levantou, confrontando-a. " Quero uma famlia. No tem que ser agora, no tem que ser em um ano a partir de  agora, mas quero filhos contigo. Tambm quero recuperar a minha esposa ".
Segurana privada, famlia". Seus olhos se encheram e picaram outra vez. "Solo quanto quer me esmagar quando estou abaixo?
" Esperava algo melhor de ti," ele disse serenamente e fez que as lgrimas se secassem.
"Melhor? Melhor de mim?"
" Um pouco muitssimo melhor. O que tem feito as ltimas de trinta horas, Eve, a no ser chorar e te esconder e sentir lstima por ti mesmo? aonde esperas que isto te leve?"
"Esperava que me entendesse". Sua voz se rompeu e quase lhe desfez. "Que me desse um pouco de apoio ".
"Entender que te afastasse, apoiar sua lstima de ti mesma". Ele sorveu o brandy outra vez. " No, no acredito. Cansa-me, te observar te derrubar nisso".
Isso  roubo seu flego, o ligeiro desgosto em sua voz, o desinteresse em seus olhos. "solo me deixe reveste ento!" Ela gritou, jogando a um lado o brandy assim que a taa ricocheteou e rodou enquanto o licor molhava o tapete. "No sabe como sinto".
"No". Finalmente, ele pensou, finalmente a estava sua fria. "por que no me diz isso?
" Sou uma poli malditamente boa. No posso ser nada mas. Deixe-me o culo na academia porque essa era a resposta. Era a nica maneira que soube para me fazer algum. Para ser finalmente algo que no fora outro nmero, outro nome, outra vtima que o sistema se trago e desapareceu. Fiz-o, " disse furiosamente. "Fiz-me para que nada, nada do que ocorreu antes tivesse importncia".
Ela se afasto rapidamente. Havia lgrimas outra vez, mas estas eram quentes e potentes e cheias de fria. " O que no recordava, o que fiz, nada disso podia alterar para onde me dirigia. Ser um poli, ter o controle, usar o sistema que havia, Por Deus, tinha-me usado toda a jodida vida. Do interior, com uma placa, podia acreditar nisto outra vez. Podia-o fazer funcionar. Podia lutar por algo ".
"por que te detiveste?
"Detiveram-me! Ela se giro, fechando suas mos em punhos. " Onze anos, os anos que importam, quando me treinei e aprendi e trabalhe para fazer uma diferena em alguma parte. Os corpos se amontoam em minha mente, o sangue entre a que me tenho aberto passo, e o desperdcio. Vejo-lhe em meus sonhos, cada rosto dos mortos. Mas no me deteve, nunca me teria detido, porque isto importncia muito. Porque os posso olhar e se o que tenho que fazer. E posso viver com tudo o que me ocorreu, inclusive com as coisas que no recordo ".
Ele assentiu framente. "Ento contra-ataca, e obtn o que necessita".
" No obtive nada. Maldita seja, Roarke, no pode v-lo? Quando tomaram minha placa, tomaram tudo o que sou ".
" No, Eve. No tomaram o que  a menos que os deixe. S tomaram seus smbolos. Se os necessitar, " ele continuou, dando um passo para ela," compon, deixa de  choramingar, e recupera-os".
Ela se afasto dele. "Obrigado pelo apoio". Sua voz to fria como o gelo sob uma tempestade de neve quando se giro e saiu do quarto.
Impulsionada por seu temperamento, atravessou a casa, at o ginsio. tirou-se a bata, ficando uma trusa. Seu sangue resplandecendo, ativou o droide de combate e o deu uma boa surra.
Vamos, Roarke sorveu o brandy e sorriu abertamente como um parvo quando a observo no monitor. Ele imaginou que tinha substitudo a cara de droide pela sua. Contnua, carinho," murmuro. "me faa morder o p". Sobressaltou-se um pouco quando golpeio seu joelho duro na entrepierna do droide, sentiu uma pontada de dor compassiva em seu Pelotas.
" Imagino que devi esper-lo," decidiu e fez uma nota mental de ordenar um novo droide de combate. Esta estava frito.
Era um bom progresso, reflito depois de que ela tinha deixado o droide no cho, despojando-se de seu traje empapado em suor, e se inundou na piscina. Ele contou trinta compridos firmes, estveis quando Summerset lhe chamo.
" Sinto muito lhe incomodar, mas o Detetive Baxter est no porto. Quer ver a Tenente Dallas".
" Lhe diga que ela no esta disponvel. No". Em um impulso, Roarke trocou de opinio. Ele estava mais que um pouco de cansado de no fazer nada. "lhe deixe entrar, Summerset. Eu lhe receberei. Tenho umas poucas palavras para o NYPSD. lhe envie a meu escritrio ".
"Estarei encantado de faz-lo.

Baxter estava fazendo seu melhor esforo para no olhar estupidamente. Seu estado de nimo era sombrio, seus nervos estavam de ponta, e s se ocupou da onda de reprteres no porto. Golpeando nas janelas de um veculo oficial, para o amor de Cristo, pensou. Onde estava o respeito e o saudvel medo dos polis estes dias?
E agora se encontrava sendo dirigido atravs de um maldito palcio por um mordomo do tipo de culo rgido. O lugar era algo como sado de um vdeo. Um de seus passatempos favoritos tinha sido gastar brincadeiras ao Eve sobre o ilimitado crdito que tinha obtido com o Roarke. Agora tnia todo este novo material e no tnia corao para us-lo.
Ele obteve outra surpresa para observar quando entrou no escritrio do Roarke. A equipe s era suficiente para fazer que seus olhos parecessem querer sair-se de sua cabea, e o entorno, acres de cristal tratado, milhas de azulejos lustrosos, fizeram-lhe sentir-se desonroso no usado traje e os sapatos gastos.
Pois bem, decidiu. Ele se sentia bastante andrajoso em todas partes.
"Detetive". Roarke permaneceu sentado depois do escritrio, a posio do poder. "Sua identificao?"
encontraram-se mais de uma vez, mas Baxter simplesmente inclinou a cabea e tirou sua placa. No podia culpar ao tipo por ser um culo apertado dadas as circunstncias, Baxter decidiu. "Preciso entrevistar a Dallas sobre o homicdio do Bowers".
" Acredito que foi informado ontem de que minha esposa est esgotada neste momento".
" Se, recebi a mensagem. Olhe, isto deve ser feito. Tenho um trabalho que fazer aqui".
"Sim, tem um trabalho. Sem incomodar-se em disfarar a ameaa de seus olhos, Roarke ficou de p. Cada movimento preciso, como o de um lobo asechando a sua presa. " Eve no o tem, porque seu departamento  rpido em voltar-se contra os seus. Como diabos pode parar-se aqui com essa placa na mo? Entra em sua casa preparado para interrog-la? Voc filho de puta, devo-lhe lhe fazer comer essa jodida placa e lhe enviar de retorno ao Whitney em uma lana ".
"Tem direito a estar alterado," Baxter disse uniformemente, "mas tenho  uma investigao que seguir, e ela  desta".
"Pareo alterado, Baxter?" Seus olhos brilharam como uma espada  luz do sol quando rodeio o escritrio. "por que no lhe mostro, agora mesmo, o que sou?" Rpido como um relmpago, o punho do Roarke saiu disparado.
Eve entrou justo quando Baxter salgo voando. Teve que saltar para o Baxter para bloquear com seu corpo o seu antes de que Roarke pudesse segui-lo. " Jesus, Roarke. Est louco? te afaste, te afaste. Baxter?" Ela golpeou ligeiramente suas bochechas, esperando que seus olhos comeassem a rodar de volta a sua posio correta. "Esta bem?"
"Sinto como se me tivessem golpeado com um martelo".
"deveu escorregar-se". Ela jogou em um lado o orgulho e ps uma splica em seus olhos. "me deixe lhe ajudar a levantar-se.
Ele intercambiou um olhar fixo com o Roarke, logo outra vez a ela. "Se, devi me escorregar. Mierda ". Ele moveu sua mandbula dolorida e deixou ao Eve lhe levantar. "Dallas, suponho que sabe por que eu estou aqui".
" Acredito que me posso figurar isso vamos fazer o de uma vez".
"No vais fala com ele sem seus advogados," disse Roarke. " contataremo-los e logo o faremos com voc, Detetive, para lhe dizer quando  conveniente para minha esposa falar com voc".
"Baxter". Quando ela falou, sotaques seus olhos no Roarke. "D-nos um minuto, verdade?
" Claro, se, no h problema. Sozinho, ah, esper-la ali fora ".
"Obrigado". Ela esperou at que a porta se fecho. "Ele sozinho est fazendo seu trabalho".
"Ento ele o pode fazer corretamente, quando esteja representado corretamente".
Com um cenho, ela se moveu mais perto, tomando sua mo. " Seus ndulos vo se inchar. Baxter tem a cabea como uma rocha ".
" Valeu a pena. Teria sido melhor inclusive se no tivesse interferido".
"Ento teria que te pagar a fiana ". Intrigada, inclino a cabea. Lhe havia visto furioso freqentemente o suficiente para reconhecer isto fervendo a fogo lento em seus olhos. "Faz menos de uma hora, estava-me dizendo que deixasse de choramingar, e agora eu entro e te vejo embelezar ao primrio na investigao que me ps aqui.  Diabos s de que estas lado, Roarke?"
" Do teu, Eve. Sempre ".
"por que me tratou assim?"
"Para te enfurecer. Ele sorriu um pouco, sustentando seu queixo. " Funciono. vais necessitar um pouco de gelo em seus ndulos tambm ".
Ela entrelao seus doloridos dedos com os dele. "Matei a seu droide".
"Sim, sei".
"Fingi que foi voc".
"Sim," disse ele outra vez. "sei". Ele tomou sua mo, curvando-a em um punho e a levo aos lbios. Quer golpear a coisa real agora?"
"Talvez". Ela deu um passo para ele, nele, abraando-se apertada ao redor dele. "Obrigado".
"Por?"
"Por me conhecer o suficientemente bem para entender o que necessitava". Ela fechou os olhos, pressionando o rosto em seu pescoo. "Acredito que te entendo o suficientemente bem para saber que no foi fcil para ti faz-lo".
Seus braos vieram fortemente ao redor dela. "No posso me parar e verte to machucada".
" vou passar atravs disto. No vou ser menos do que suas esperas. Ou menos do que espero de mim mesma. Necessito-te comigo ". Ela deixo escapar o flego, facilmente. " vou deixar ao Baxter entrar. No lhe golpeie mais, de acordo?"
"Posso observar enquanto seu lhe golpeia? J sabea como me excita verte golpear a algum ".
 vamos ver como vai ".



CAPTULO DEZESSEIS

Quando Eve deixou que Baxter retornasse ao quarto, deu ao Roarke um olhar largo, cautelosa. " Assumo que eu tivesse feito o mesmo," foi tudo o que disse, logo se giro para o Eve. Tenho algo que dizer antes de que entremos em registro.
"De acordo". Ela colocou suas mos nos bolsos, assentindo. Adiante.
"Isto remi".
Seus lbios se torceram, seus ombros se relaxaram. Ele se via muito mais incmodo e infeliz do que ela se sentia. " Se, assim . Assim acabemos com isto".
"vai chama a seu advogado?"
"No". Ela intercambiou um olhar com o Roarke. "Ele  meu representante nesta pequena festa ".
OH bem". Com um suspiro, Baxter se esfregou sua mandbula dolorida. "Se me golpear outra vez, espero que lhe derrube. Ele ps em marcha seu grabadora, logo solo a sustentou. Arranca-rabo em sua mo. A misria estava toda sobre sua cara. "Maldio. Traremo-lhe de volta de algum modo, sabe, Dallas ".
" Se, sei. Solo faa seu trabalho, Baxter. Ser mais fcil para todos".
"Nada  fcil com respeito a isto," ele resmungou, logo conectou a grabadora, colocando-a no escritrio. Ele disse a hora e a data, e leu a  Miranda. "voc conhece procedimento, verdade?"
" Conheo meus direitos e meus deveres". Porque suas pernas estavam um pouco fracos, ela se sentou. Era diferente, pensou lentamente, to diferente estar de neste lado da linha. " Quero fazer uma declarao. Logo voc pode ir pelos detalhes ".
Era como um relatrio, Eve se disse a si mesmo. Como um dos centenares de informe que tinha escrito e tinha arquivado por anos.
Rotina.
Ela pensaria nisto desse modo, tnia que pensar nisto desse modo para manter essa bola geada se separada de seu intestino. Feitos para ser registrados. Observaes para ser feitas.
Mas sua voz no foi muito firme quando comeou. " Quando respondi  cena do homicdio do Petrinsky, no recordei ao Oficial Ellen Bowers. Com o tempo, inteire-me que tnhamos passado algum tempo na academia juntas. No recordo algum encontro, conversao, ou interaes com ela antes de encontr-la na cena do delito. Seu trabalho na cena foi ineficiente, sua atitude pobre. Como oficial de maior fila e primria na cena, repreendi-a por ambos os problemas. Este incidente consta nos registros ".
" Temos os  registros da cena do Peabody. Esto sendo avaliados, " disse Baxter.
A bola de gelo trato de formar-se, mas ela afasto. E esta vez, sua voz foi mais forte. "O aprendiz do Bowers," Eve continuou, " o Oficial Trueheart, provou ser observador e conhecer os residentes da rea em questo. Pedi sua assistncia para entrevistar a uma testemunha que ele conhecia, e sua assistncia resultou ser de ajuda. Esta ao por minha parte no foi uma deciso pessoal a no ser uma profissional. Pouco tempo depois, o Oficial Bowers apresentou uma queixa contra de mim, citando abuso de linguagem e outras infraes tcnicas. A queixa foi respondida".
"Esses arquivos e informaes tambm esto sob avaliao". A voz do Baxter era neutro, mas seus olhos lhe disseram que continuasse. Que explicasse seus feitos, dissesse sua histria claramente.
" O oficial Bowers esteve outra vez ali quando me reportei na cena da Jilessa Brown. Esse incidente consta tambm nos registros e amostra a insubordinao do Bowers e seu comportamento pouco profissional. Sua acusao de contat-la com comentrios ameaadores provasse ser infundada quando os rastros de voz sejam examinadas. E sua sucessiva queixa no tem base. Ela era um agente irritante para mim, nada mais ".
Ela desejou ter gua, simplesmente um rpido sorvo, mas no quis deter-se. "  hora em que foi assassinada, estava em caminho da Central para aqui. Como eu o entendo, esse tempo me d pouca oportunidade para ter procurado o Bowers e hav-la assassinado do modo que se determino causo sua morte. Meus registros podem ser comprovados para verific-lo, e, se  requerido, submeterei-me  prova da verdade e a uma avaliao a fim de ajudar em sua investigao e fechar este caso".
Baxter olhou ao Eve e assentiu. Seguro como o inferno que isso simplificaria meu trabalho.
"Quero recuperar minha vida. Minha placa, pensou, mas no o disse. No podia. "Farei o que tenha que fazer para recuper-la.
" Temos que esclarecer o motivo aqui. Ah..." Seu olhar fixo se desviou breve, prevenidamente, para o Roarke. Ele no podia dizer que gostasse -- ou confiasse  -- o frio olhar fixo, azul com que lhe respondeu. " Os registros e os jornais do Bowers fazem certas acusaes referente a voc e certos membros da NYPSD. Ah ... intercmbio de sexo por ganho profissional ".
"Alguma vez me viu intercambiar sexo para algo, Baxter?" Seu tom foi seco, fracamente divertido. Ela trabalhou ferozmente para faz-lo assim. "consegui resistir todas suas ofertas por anos".
Sua cor se elevo. "Vamos, Dallas". Ele se esclareceu voz quando Roarke inundou suas mos nos bolsos e se balanou sobre seus tales. "Voc sabe que todo isso  sozinho uma brincadeira usual".
"Se, souber que  isso". Ele era freqentemente uma dor no traseiro, ela pensou - no sem um pouco de afeto. Ele era tambm um bom poli e um homem decente. " E esta  uma brincadeira incomum. Sem rodeios, ento. Nunca ofereci, intercambiado, ou comprometido em algum comportamento sexual para receber um trato especial em meu treinamento ou em meu trabalho. Ganhei minha placa, e quando a levava posta ... a respeitei ".
"Ter-a de volta".
"Ambos sabemos que no h garantia disso". A misria voltou de novo, formando redemoinhos em seus olhos enquanto se encontravam com os dele. "Mas minhas oportunidades melhoram se encontrar a quem a Mato e por que. Assim ter toda minha cooperao".
" De acordo. Diz que no recorda ao Bowers da academia, mas ela detalha diversos incidentes sobre voc por quase doze anos. Lgicamente, deveu haver algum tipo de contato entre voc".
" Nenhum do que me tenha dado conta. No posso explicar isto, lgicamente ou de outra maneira ".
"Ela reclama que sabe de seu mau manejo de provas, do mau uso de testemunhas, da falsificao de  informao para fechar casos e melhorar seu registro".
" Essas so acusaes infundadas. Apresentar uma demanda para ver provas". O temperamento comeou a subir pouco a pouco, levando uma saudvel cor de volta a seu rosto e um brilho duro em seus olhos. " Ela pde ter escrito qualquer maldita coisa - que tnia um ardente romance com o Roarke, que teve seis filhos dele, e que criava ces em Connecticut. Onde esto as provas, Baxter?" Ela se inclinou para frente, o sofrimento substituindo o insulto. " No posso fazer nada mas que neg-lo, neg-lo, neg-lo. Nem sequer a posso confrontar, porque algum a tirou. No pode ser entrevistada oficialmente, sancionada, ou repreendida. Algum  se esta perguntando por que foi assassinada e meu esta traseiro balanando-se quando investigava uma srie de assassinatos que certos altos nveis no queriam que investigasse?"
Ele abriu a boca, fechando-a outra vez. " No posso discutir assuntos do departamental com voc, Dallas. Sabe".
"No, no pode discutir uma mierda comigo, mas posso especular". Ela se levanto da cadeira e comeou a caminhar com passos largos e lentos. "Tomar minha placa no quer dizer que tomaram meu malditamente bom crebro. Se algum queria me provocar problemas, no tiveram que ir muito longe. Bowers recife diretamente em seus regaos. Empurrar sua obsesso, ou algo que ela tnia por mim, retorc-lo nela, logo tirar a de uma maneira brutal para que o dedo possa apontar em minha direo. No estou s fora do caso, estou fora. Estou fora, Estou fora." ela repetiu. H uma nova investigao, e esta departamento em meio de um frenesi dos meios por corrupo, sexo, e escndalo que no pode evitar que salpique seu trabalho e d a quem quer que fora o instigador tempo para cobrir mais rastros".
Ela se girar para ele. "Quer fechar seu caso, Baxter, ento procure a quem quer que tenha inclinado sobre meu e descubra o elo. H um maldito elo aqui, e Bowers no foi nada mais que uma conveniente ferramenta, de fcil disposio. Ela no significava nada para mim, " disse ela, e pela primeira vez, habia um pouco de piedade em sua voz. " Ela significo menos para quem quer que a assassino. Eu era o branco".
"Esta investigao em curso," Baxter lhe recordou. "Feeney obteve sua atribuio".
"Sim". Considerando-o, ela assentiu lentamente. "Calcularam mal ali".
O resto era forma, e ambos sabiam. Pergunta padro com respostas padro. Ela acessou a estar disponvel para a prova da verdade a tarde seguinte. Quando Baxter saiu, ela tiro o pensamento do desagradvel acontecimento prximo a vir de sua mente.
"Dirigiu isto muito bem," Roarke comento.
" Ele me tratou brandamente. Seu corao no estava nisso".
"Possivelmente deveria me haver desculpado por golpe-lo. Roarke sorriu. "Mas meu corao no teria estado nisso".
Ela riu um pouco. " Ele  um bom poli. Necessito bons polis agora mesmo". E pensando neles, ela conecto seu enlace e fez uma transmisso ao enlace pessoal do Peabody.
"Dallas". A cara quadrada do Peabody resplandeceu com alvio, ento imediatamente uma nuvem de preocupao e culpabilidade obscureceu seus olhos. "Esta bem?"
" estive melhor. Tem seu horrio tempo para uma comida hoje, Peabody ?"
"Uma Comida?"
" Assim . Esta  uma chamada pessoal a sua unidade pessoal ". Eve falo cuidadosamente, confiando que Peabody lesse entre linhas. " E uma petio, se o tempo e a inclinao o permitem, para que se rena comigo em meu lar para uma comida.  livre de trazer um par de dados. Se no poder arrum-lo, entendo-o".
Logo que passaram trs segundos. "Tanto aconteceu que tenho fome justa agora mesmo. Solo farei um resumo de meus dados. Estaremos ali em menos de uma hora ".
"Ser bom lhe ver.
"O mesmo digo," Peabody murmurada e termino a transmisso.
depois de um momento de vacilao, Eve se giro para o Roarke. "Necessito dados, tantos como posso obter, sobre o Bowers: informao pessoal, todos os registros de seu trabalho, e reporte. Preciso obter acesso aos arquivos do caso do Baxter e obter tudo o que o que tenha at agora de seu assassinato. Necessito o que acharam os forenses, os reporte dos varredores, quaisquer registros e todas as entrevista pertinentes".
Enquanto Roarke a observava, ela percorreu a grandes passados o quarto. "Apagaram meus registros do caso na Central e aqui. Quero os dados de volta, e o que seja que Feeney a reunido desde que me tiraram. No quero lhe pedir a ele uma cpia. Ele o faria, e j vou pedir lhe mais do que tenho direito a fazer. Necessito tudo o que posso desenterrar do suicdio do Westley Friend e quem era seus scios mais prximos no momento de sua morte ".
" Acontece que j tenho essa informao, ou a maior parte dela, para ti". Roarke sorriu-lhe abertamente quando ela se giro e cravou os olhos nele. "Bem-vinda de volta, Tenente". Ele sustentou uma mo para ela. "foste sentida saudades
"  bom estar de volta". Ela foi para ele, tomando sua mo. "Roarke, o que seja que surja disto, o departamento pode considerar um controle de danos eficiente se... eles podem no me reincorporar.
Com seus olhos nos dela, ele passado os dedos atravs de seu cabelo, passando-os firmes e estveis sobre a tenso na base de seu pescoo. "Essa seria uma perda grande para eles".
" Acontea o que acontecer, tenho que fazer isto. Tenho que terminar o que iniciei. No posso me afastar das caras que vejo em meus sonhos. No posso voltar as costas ao trabalho que me salvou. Se, depois de que este fato, at esta acabado para mim..."
"No pense desse modo".
"Tenho que me preparar para isso". Seus olhos eram escuros e estveis, mas ele podia ver medo passando neles. "Quero que saiba que acontecerei. No cairei a pedaos em ti outra vez".
"Eve". Ele cavou sua cara nas mos. " Faremos que este bem. Confia em m ".
" Confio em ti. Pelo amor de Deus, Roarke, vou rogue. E te levar comigo ".
Ele colocou seus lbios firmemente nos seus. "No lhe teria de qualquer de outra maneira".
"Provavelmente desfrutar de um inferno disto," ela resmungou. "De acordo, melhor comeamos. Pode fazer algo no computador de meu escritrio para confundir ao CompuGuard? "
" que uma pergunta retrica?" Com uma risada, ele deslizou um brao ao redor de sua cintura e comeou a dirigir-se para a porta de conexo.
Tomou ao redor de dez minutos. Ela trato de no estar impressionada, mas o fato simples era, que a desconcertou sozinho que to rapidamente esses preparados seus dedos podiam seduzir  eletrnica e lhe fazer zumbir.
" poda e limpa," lhe disse.
"Est seguro que CompuGuard no a reconhecer quando dirigir os dados da Central a aqui?"
"Se for me insultar, ento solo irei jogar com meus prprios brinquedos e te deixar sozinha.
" No  seja to sensvel. Poderia passar um monto de tempo em uma jaula para isto, sabe".
" Visitaria-te cada semana".
"Se, da jaula do lado". Quando ele s sorrio a isso, ela se aproximo. "Como obtenho acesso aos dados?" Ela comeou, s para que lhe golpeasse a mo longe antes de que pudesse tocar o teclado.
"Por favor, foi to principiante ". Ele passeio seus dedos pelo teclado. A mquina zumbiu cooperativamente, as luzes piscaram. Quando uma rouca e animada voz feminina  computadorizada anncio, "Transferncia completa," Eve arqueou suas sobrancelhas.
"Que acontecer a voz predeterminada disto?"
"Se for trabalhar nesta unidade, posso escolher quem me fala ".
"  terrivelmente simples s vezes, Roarke. Agora, salde minha cadeira. Tenho trabalho que fazer antes de que cheguem".
"De nada," ele disse sozinho um pouco mal-humorado, mas antes de pudesse levantar-se, ela agarrou sua camisa, devorando bruscamente, e esmagou sua boca na seu para um comprido, duro beijo.
"Obrigado".
" um grande prazer". Ele aplaudiu seu traseiro enquanto intercambiavam posies. "Caf, Tenente?"
"Um par de gales seriam um bom comeo". Ela se as engenho para sorrir. " Computador, imprimir todas as fotos da cena do delito, todos os arquivos pertinentes. Em tela, resultados da autpsia do Bowers, Oficial Ellen".
Trabalhando. . .
"Se," Eve disse sob seu flego. "Estamos trabalhando.
depois de trinta minutos, ela tnia copia em papel dos dados especficos em uma gaveta e tinha revisado os reporte que tinha obtido ela mesma. Estava lista quando Feeney chegou com o Peabody e McNab.
"Tenho uma coisa que dizer," Feeney comeou antes de que Eve pudesse falar. " No lhe deixamos que lhe dem de baixa assim. expressei minha opinio ao Whitney, oficial e pessoal ".
"Feeney --"
"Solo cale-se.  Sua cara usualmente enrugada estava apertada com clera, sua voz recortada. Quando ele aponto seu dedo a uma cadeira, Eve automaticamente se sentou sem um pensamento de protesto. "Eu lhe treinei, maldita seja, e tenho direito de dizer o que tiver que dizer a respeito de um de meus. Se lhes deixa lhe tratar a chutes assim, lhe vou chutar jodidamente forte. Teve uma m passada, no h dvida. Agora  momento de proteger suas prprias costas. Se no ter arquivado documentos legais de protesto, ento quero saber por que inferno no o tem feito".
Sua sobrancelha se arqueio. "No pensei nisso".
" O que? Seu crebro se foi de frias ?" Ele aponto um dedo no Roarke. " Que infernos passa com voc, com todos seus advogados de fantasia e seu monto de crditos? Lhe foi a cabea, tambm ?"
" Os documentos foram redigidos e esto esperando para que os firme, agora que deixou que" Disparou ao Eve um brando sorriso. "Choramingar".
"Me remoa," ela sugeriu, "os dois".
"Disse-lhe que se calasse," Feeney lhe recordou. Ponha-os antes do final do dia," disse ao Roarke. " Algumas engrenagens andam devagar. Tenho minha declarao escrita, como treinador, o como companheiro, para anex-los. A apresentao multi-parte do Nadine vai gerar um monto de agradvel calor sobre isto ".
"Que apresentao?" exigiu Eve e ganhou um carrancudo do Feeney.
" Estava muito ocupada choramingando para ver alguma tela? Ela ps juntas entrevistas com vtimas sobreviventes de casos que voc fechou. So coisas poderosas. Um das mais forte vinho do Jamie Lingstrom. Ele falo de como seu av lhe chamou um poli correto, um dos melhores, e como ps sua vida na linha para derrubar ao bastardo que matou a sua irm. O menino estava em minha soleira ontem  noite me dando a lata por lhes deixar lhe tirar sua placa".
Estupefata, perplexa, s o olhar fixamente. "No havia nada que pudesse fazer".
" Prove a lhe dizer isso a um jovencito que quer ser poli, que acredita que o sistema deveria funcionar. Talvez gostaria de lhe dizer por que est sentada em seu traseiro nesta fortalea sem fazer nada sobre isso ".
"Jesus, Capito". McNab resmungou e luto contra um coice quando Feeney o cravo com um olhar.
" No pedi comentrios, Detetive. No lhe ensinei nada?" Ele demando para o Eve.
"Ensinou-me isso tudo". Ela ficou de p. " Usualmente no  to bom na rotina do mau poli, Feeney. Deveu us-lo mas, porque  malditamente efetivo. Mas um desperdcio. J tinha decidido a deixar de fazer nada ".
"J era o maldito momento ". Ele tirou uma bolsa de frutos secos de seus bolsos, examinando-a. "Ento, que ngulo est analisando?"
" Todos eles. Precisa saber que tenho a inteno de continuar com a investigao, do caso que foi entregue, e o homicdio do Bowers. No porque desconfiei de  voc, ou do Baxter, mas no posso estar sentada mas sobre minhas mos".
" J era o maldito momento," ele disse outra vez. "me deixe lhe pr ao dia.
"No". Ela disse agudamente, adiantando-se. " No vou fazer isso, Feeney. No vou pr sua placa em risco".
" minha placa".
" No pedi ao Peabody que o trouxesse para todos aqui para que pudessem me filtrar dados da investigao. Pedi-lhes que viessem para lhes poder informar que estou fazendo. Isso  o suficientemente mau. At que o departamento est satisfeito, sou uma suspeita de homicdio. Acredito que o caso do Bowers est conectado com o que investiga. Necessita tudo o que tenho. No s o que est nos reporte, mas tambm o que est em minha cabea".
"Acredita que no conheo sua cabea?" Feeney bufou, triturando uma noz. " Suponho que no desde que no tem suposto o que est na minha. Oua-o bem, Dallas. Sou o primrio neste caso. Tomo as decises. At onde a meu concerne, voc  crucial, e se tiver terminado de fazer girar os polegares, vamos trabalhar. Algum de vocs tem um problema com isso ?" Perguntou ao Peabody e McNab e recebeu um unificado "Nenhum, senhor". " Esta excedida por fila e por votos, Dallas. Agora, algum me consiga algum maldito caf. No vou fazer esta sesso informativa sem o".
"No necessito a sesso informativa". declarou Eve. "Tenho todos os dados". Feeney rapidamente elevo sua sobrancelha para o Roarke. " Bem, surpresa, surpresa. Ainda quero o caf ".
" O conseguirei. Logo que restringindo-se de danar, Peabody se dirigiu para a cozinha.
"Ouvi algo a respeito de comida," McNab comento.
"Procure-lhe Com um bufo, Peabody desapareceu no quarto contigo.
"O moo tem a mente no estmago a metade do tempo," Feeney resmungo, logo sorriu abertamente como um orgulhoso papai. " Nunca tive que me preocupar por isso com voc. Por onde quer comear?"
"Voc  o primrio".
"Demnios que o sou". Ele o disse confortavelmente e se sentou. "Uniu s filas a este fantstico irlands?" Ele adicionou, sacudindo sua cabea em direo ao Roarke.
"Vem com o pacote".
Satisfeito, Feeney sorriu. " um pacote malditamente bom ".
Retornando  rotina. Ela peo em tela, as fotos dos mortos. Por outra parte ela tnia ao Peabody cravando tachinhas nos suspeitos, enquanto ela e Feeney estudavam as cpias de cada entrevista.
Ela se inclinou para frente, estudando os vdeos da asa de rgos, o laboratrio de investigao, e suas filas de amostras. "Comprovou estes? Todas as amostras estavam etiquetadas?"
"Diretamente na linha," Feeney esteve de acordo. " Doadores privados, vendedores, ou acesso atravs de canais pblicos .
" O que obteve de suas provas litogrficas de dados? Como usam as amostras ?"
"Est engrossando-se," Feeney admitiu. " Parece ser estritamente para estudo e investigao de enfermidades e envelhecimento.  o bastante, no mundo mdico".
Se, ela pensou, e o mundo estava sendo pesado. "O que opina de utilizar a Louise Dimatto?"
" suscetvel," admitiu. "Temos uma conexo do Cagney e a Clnica Canal Street, mas todas as comprovaes a fundo sobre ela vm podas. E ela atravessou a lama disto quando a usou ".
"Tnia que me arriscar. No sei se ela encontrar alguma coisa de utilidade. So organizados, preparados, e cuidadosos. Exceto lhe economizar tempo. McNab, quero que procure a fundo e veja que classe de droides usa Drake para a segurana, logo averige que fabricantes os fazem com  programas autodestruio. Exploses, no desconexo ou circuitos derretidos".
"Posso lhe dizer isso". Ele pale macarro em sua boca. " A ltima parte, quero dizer. A fabricao privada de explosivos para autodestruio  ilegal.  um trato entre o governo e os militares. Estavam acostumados a us-los para os droides de espionagem, ou os acontecimentos antiterroristas. Supostamente, esse dispositivo foi discontinuado faz uns cinco anos, mas ningum realmente crie isso.
"Porque no  certo.  Roarke se reclinou em sua cadeira, seleciono um cigarro, e o acendendo. "Fabricamos esse dispositivo para alguns governos, incluindo os Estados Unidos. Este sria o que poderia chamar um assunto de um s tiro,  medianamente lucrativo. A substituio das unidades est em contnua demanda".
"Nenhuma empresa privada?"
Ele atuou conmocionado. " Isso, Tenente, seria ilegal. No, " ele adicionou, e soltou a fumaa. " Nenhuma. E at onde sei, nenhum outro fabricante vende sob curda s privadas ".
"Bem, isso aperta o n ao East Washington em um pouco mais ". Ela se perguntou se Nadine Furst podia filtrar essa conexo. Levantando-se, caminhou para a tela, estudando outra vez a foto do que tinha ficado do Bowers.
" Esse olhar, na superfcie, como overkill. Um frenesi, um crime passional. Mas se se observa profundamente e repassa sobre o prova litogrfica da autpsia cuidadosamente,  claro que foi sistemtico. O golpe que o Mato veio primeiro, fora do edifcio. Com um instrumento desafilado, comprido, grosso e pesado, golpeio-lhe uma vez, precisamente no lado esquerdo da cara e a cabea. Os forenses confirmam que isto causou a morte. No foto instantnea, mas em cinco minutos, e a vtima no teria recuperado a conscincia".
"Ento por que no deix-la ali e afastar-se?" aponto Peabody.
" Exatamente. O trabalho parecia. O resto era encenao. Arrast-la dentro, tomar sua identificao. Ela foi rapidamente identificada pelas impresses digitais diretas que cada poli tem arquivadas, logo sua uniforme e identificao foram achados a um par de blocos de uma unidade de  reciclagem rota. Plantado, suponho. Mas pareceria, levianamente, que o tomar sua uniforme e identificao foi uma ttica para desacelerar ou impedir sua identificao ".
"Voc  muito lista para ter feito isso se a tivesse carregado," Peabody aponto, logo se ruborizou quando Eve lhe dirigiu um duro olhar. "Solo quis dizer que o Detetive Baxter obter essa concluso o suficientemente rpido.
" Certo. Solo mais encenao," Eve seguiu. " Virtualmente cada osso de seu corpo estava quebrado, seus dedos esmagados, sua cara machucada mais  frente do reconhecimento visual. Apesar de que estava estruturado para parecer um ataque cruel, medido, preciso. Programado, " ela disse girando-se.
"Um Droide". Feeney assentiu "Encaixa".
" No houve outro elemento humano. Os varredores e a equipe da cena do delito no encontraram mas sangue a no ser a dela, nenhuma clula de pele, cabelo, nada. No se pode usar os punhos assim e no arranhar ou machucar a pele. Quem quer que ordenou isto se perdeu esse passo - ou soube que no o necessitaria para me tirar adiante pelo procedimento tcnico. No so polis, mas provavelmente tm os seus prprios".
Os olhos do Peabody se abriram ampliamente. "Rosswell".
" uma boa deduo". Eve assentiu com aprovao. " Ele conhecia o Bowers, trabalharam na mesma estao. Ele est conectado  outra investigao, e a estragou ou o encobriu. De uma ou outra maneira, ganhou-se uma investigao mais fechada. ganhou-se uma problema suculento, " ela adicionou. vamos averiguar como se sustenta financeiramente agora mesmo".
" Isso ser um prazer. Divertido," Feeney o considerou. " Ele estava na Central esta manh. Escute que Webster lhe tinha convidado para falar sobre o Bowers. Falo muito sobre o homicdio pelo que ouvi. Tnia algumas costure que dizer sobre ti. Cartright lhe golpeou no traseiro ".
"Fez-o?" beamed Eve. "Sempre eu gostei de Cartright".
" Se, ela  muito boa. Deu-lhe totalmente em sua gordurenta barriga com o cotovelo, lhe golpeando duramente, e logo lhe deu um grande sorriso e disse, ' Oops' ".
"Carinho, realmente devemos lhe enviar algumas floresa".
Eve deslizo ao Roarke um olhar. " Isso  inapropriado. Peabody, encarregue-se do Rosswell. McNab, me encontre alguma conexo entre Washington e Drake para explicar o droide. Feeney, contate a Louise, olhe se ela pode encontrar algo nos registros de rgo ".
"H provavelmente outros registros".
Esta vez Eve se giro completamente para o Roarke. "O que quer dizer?"
" Digo que se, certamente, h atividades ilegais de natureza mdica desenvolvendo-se no Drake, ento  altamente provavelmente que acha registros cuidadosos disso em alguma parte. No estaro no computador central da Instalao a no ser sepultados em outra unidade".
"como diabos os encontramos?
" Acredito que posso te ajudar nisso. Mas, a menos que tenha um branco especfico, tomar algum tempo passar atravs da lista inteira de suspeitos".
"No vou perguntar como o far," Feeney decidiu. " Mas comece com Ti Wo e Hans Vanderhaven. supunha-se que Wo se encontraria comigo hoje com seu alfinete de ouro, e nunca apareceu. Vanderhaven tomo uma permisso no programada. Tudo o que pudemos obter a respeito a isto  que est na Europa. Peabody e eu estvamos a ponto de lhes seguir a pista a ambos quando voc chamou, Dallas ".
"Se o alfinete encontrado na cena pertence a qualquer deles, ento trataro de substitui-lo.
"Tenho isso coberto," McNab " assegurou-lhe. " estou engrenado a todas as fontes da cidade para esse pea em particular. J estou fazendo uma busca de outras fontes na Europa se a for aonde o doutor voou. Teremos um registro de cada venda feita ".
Boa cobertura".
"Ns melhor comeamos. Feeney se levantou, olhando ao Eve. "O que vai estar fazendo enquanto maltratamos nossos traseiros"?
" Tomar uma viagem rpida. Estarei de volta amanh. esta Baxter estabelecendo uma prova da verdade e uma avaliao com Olhe ".
" Poderia adiar isso. Obtenha um descanso, poderia estar poda sem isso em uns poucos dias ".
O dbil sorriso que ela tinha maquinado se desvaneceu. "Nunca estarei poda sem isso".
" Pegue-se ao nvel um. No podem faz-lo mais alto ".
Ela deixou seus olhos nos dele. "Nunca estarei poda a menos que passe a rota. Sabe, Feeney ".
"Maldita seja".
"Posso-o dirigir. Consciente que  Roarke se ps de p, enviou ao Feeney um olhar de advertncia. " simples rotina, e Olhe  quo melhor h".
"Sim". Mas houve uma m sensao em seu estomago quando ele se giro para agarrar seu casaco. " Vamos, moos. Estaremos em contato, Dallas. Pode contatar com qualquer de ns, sempre que quiser, em nossos enlaces pessoais ".
"logo que saiba algo.
"Senhor". Peabody se deteve frente a Eve, balanando-se em seus ps. "Demnios," ela resmungou e deu um feroz abrao ao Eve.
" Peabody, este no  momento para ficar sloppy. Se esta envergonhando a  se mesma".
"Se esta Rosswell envolto, vou fritar seu traseiro".
Em um puxo rpido, Eve lhe devolveu o abrao e a soltou. " Esse  o esprito. V-se daqui. Tenho lugares aos que ir".
"Ningum me deu um abrao," McNab se queixo enquanto saam e fez soprar uma risada ao Eve.
"Bem". Lutando por estabilizar suas emoes, giro-se para o Roarke. "Parece como se tivssemos um plano".
Seus olhos descenderam sobre seu rosto, enquanto caminhava para ela. "No sbia que havia nveis neste processo de prova".
" Seguro. No  grande coisa ".
"Ao Feeney pareceu pensar outra coisa.
"Feeney  um apreensivo," ela disse com indiferena, mas quando comeou a partir dando meia volta, Roarke tomou seu brao.
"Que to mau ?"
" No  um cruzeiro areo, de acordo? E o posso dirigir. No posso pensar nisso agora, Roarke, sujar minha cabea. Solo que to rpido esse spiffy transporte teu nos pode levar a Chicago?"
Amanh, ele decidiu, eles teriam que tratar com isso. Mas por agora, deu-lhe o sorriso que sbia que ela necessitava. "Solo que to rpido pode empacotar?"



CAPTULO DEZESSETE

O sol j estava ocultando-se no oeste, enviando sombras sobre o horizonte denteado de Chicago. Ela viu os ltimos brilhos brilhar tenuemente e refletir-se sobre o lago.
Deveria recordar o lago? perguntou-se.
Tinha nascido aqui, ou s tinha passado umas noites nesse frio quarto com a janela rota? Se pudesse estar nesse mesmo quarto agora, como se sentiria? Que imagens danariam atravs de sua cabea? Teria o valor de girar-se e enfrent-los?
"No  uma menina agora". Roarke se escorregou uma mo sobre a seu enquanto o transporte comeava sua gentil descida ao Complexo do ar e o espao de Chicago. "No est sozinha, e no est indefesa agora".
Ela continuou concentrando-se em respirar uniformemente, dentro e fora. "No sempre   cmodo me dar conta que pode ver o que acontece minha cabea".
" No sempre  fcil ler sua cabea, ou seu corao. E isso no me importa quando est afligida e trficos de me esconder isso 
" No trato de lhe esconder isso Trato de dirigi-lo". Porque o descida sempre para a seu estmago tremer de medo, ela deu as costas  vista do porto. " No vim aqui por alguma odissia pessoal, Roarke. Devi recolher dados de um caso. Isso  prioritrio ".
"Isso no te detm de te perguntar".
"No". Ela olhou para baixo a suas mos unidas. Havia tanto que deveria hav-los separado, pensou. Como foi que nada o fez? Nada podia. " Quando retornou a Irlanda o outono passado, tnias assuntos, assuntos pessoais que tratar, confrontar ou resolver. No deixou que lhe afastassem do que tnia que ser feito".
" Recordo meu passado muito claramente.  mas fcil lutar com os  fantasmas quando conhece sua forma". Enredando seus dedos, ele trouxe os seus a seus lbios em um gesto que deixava de estremec-la. "Nunca me perguntou aonde fui o dia que me parti sozinho".
"No, porque vi quando retornou que  tinha deixado de te afligir um pouco".
Seus lbios se curvaram contra seus ndulos. " Ento, os minha cabea e meu corao bastante bem, seu mesma. Retornei aonde vivi sendo um menino, retorne ao beco onde encontraram a meu pai morto, e de certa maneira pensei que tinha posto uma faca nele. Vivia com o arrependimento de que no tivesse sido minha mo quem acabo com ele".
" No h nada que lamentar," ela disse quedamente quando o transporte toco o cho com apenas um sussurro.
"Ali  onde nos diferenciamos, Tenente". Sua voz, to bela com o deixe irlands, estava frio e terminante. " Mas me pare ali, nesse pestilento beco, cheirando os aromas de minha juventude, sentindo a mesma queimadura no sangue, o fogo na barriga. E me dava conta, que algo do que tinha sido at estava dentro de meu e sempre o estaria. Mas havia mais ". Agora sua voz se esquentou outra vez, como o usque a luz das vela. "Tinha-me feito diferente. Outro, poderia dizer. Tinha-me feito outro, e foi seu quem me tem feito mais".
Ele sorriu outra vez enquanto a surpresa enchia seus olhos. " O que tenho contigo, querida Eve, nunca pensei que o teria com ningum. Nunca pensei que o quisesse ou o necessitasse. Assim que me dava conta quando me pare ali no beco onde ele deveu me haver golpeado uma dzia de vezes ou mas, onde ele jazeu bbado e finalmente morto, o que o que importa sobre o que passou depois disso era que me tinha dirigido para onde estava. Que ele no tinha ganho, depois de tudo. Ele nunca tinha ganho uma maldita coisa de mim ".
Ele soltou seu cinto de segurana, logo o seu, enquanto ela no disse nada. "Quando me afastar atravs da chuva, soube que estaria ali. Tem que saber que ditas s ver em ti mesma, o que encontre, quando te afastar disso, eu estarei ali ".
As emoes formaram redemoinhos dentro dela, enchendo-a at faz-la explorar. "No sei como me conseguir arrumar isso a passar um dia antes de ti".
Foi seu turno de ver-se surpreso. Ele a ps de p. " Ah, alguma que outra vez consegue dizer algo perfeito. Estas bem agora?"
"Se, e ficar assim".
Porque o poder limpava seu caminho e o dinheiro o facilitava, atravessaram o atestado terminal em minutos e saram  rea privada onde ele tnia um carro esperando.
Lhe deu um olhar ao prateado torpedo com sua cabine elaborada e aerodinmica e franziu o cenho. "No pde procurar  algo um pouco menos conspicuous?"
" No vejo por que deveramos nos incomodar. Alm disso, "ele adicionou enquanto entrava," esta coisa anda como um jodido foguete ". Dizendo isto, acendeu o motor, golpeando o acelerador, e saiu disparado do parqueadero.
" Jesus, Jesus, Jesus, baixa a velocidade! Seu manaco ". Ela lutou com seu arns enquanto ele ria. "Os polis do aeroporto multassem seu traseiro antes de que cheguemos  primeira porta".
Tm que me apanhar primeiro," ele disse alegremente. Empurro os controles, lhes enviando em uma aguda vertical estridente que a teve mesclando maldies mescla e preces. "Pode abrir os olhos agora, carinho, estamos fora do trfico do aeroporto".
Seu estmago ainda estava em alguma parte ao redor de seus tornozelos. "por que faz coisas como estas?"
" Porque  divertido. Agora, por que no programa a direo desse poli aposentado com quem quer falar, e vejamos qual  a melhor rota". Ela abriu um olho, vi que estavam horizontalmente outra vez e serpenteando ao longo de um avenida de seis sulcos. Ainda com o cenho franzido, comeou a procurar de onde acender o monitor para o destino e o mapa.
"  controlado pela voz, Eve. Solo acende o computador e dele o destino de sua eleio ".
"J isso sbia," ela estalou. "Solo olhava. Quero ter um quadro claro do lugar onde vamos morrer quando chocar este brinquedo e nos mate".
"O Stargrazer 5000X est carregado com um sistemas de suporte de segurana e vida," ele disse brandamente. "Como ajudei a desenh-lo, sou muito consciente de todos eles".
" Se, me imaginava. Acender computador".
Computador aceso. Como posso lhe ajudar?
Como era a mesma rouca voz feminina que ele tinha instalado em sua unidade domstica, Eve se sentiu obrigada a lhe dar um olhar pernicioso. "Quem diabos  esta?"
"No o reconhece, verdade?
"Deveria?"
"  voc, querida. Depois do sexo".
Esquece-o.
Ele riu outra vez, um rpido trovo de diverso. "Obten as instrues, Tenente, antes de que vamos dar a Michigan".
"Essa no  minha voz," ela resmungou, mas comeou a preocupar-se por isso quando leu a direo.
Um mapa holgrafo brilhou tenuemente no parabrisa, a rota mais direta piscada em vermelho.
"no  muito conveniente?" Roarke comento. "Esta  nossa sada".
A repentina curva cerradsima a noventa milhas por hora empurro ao Eve de volta a seu assento. Lhe machucaria mais tarde, prometeu-se a si mesmo enquanto ele agarrava alocadamente  a rampa. Machucaria-lhe realmente, realmente mal.
Se Vivian o suficiente.

Wilson McRae vivia em uma ordenada casa Branca em uma linha de outras casas brancas e ordenadas, todas centradas em uma gramas do tamanho de um polegar. Cada caminho de acesso era de um negro lustroso, e embora a erva estava murcha pelo inverno, estava recortada pulcramente e poda.
A estrada era reta com arces jovens plantados a cada doze ps.
" como um pouco sado de um vdeo de horror," Eve comento.
"Querida,  to urbanita".
" No, de verdade. Houve uma destas onde os aliens invadem, j sabe, encobertos e tudo, e eles haviam - como o chamaria  zombizado s pessoas. Assim que todos se vestiam do mesmo modo e caminharam do mesmo modo. Comiam as mesmas coisas no mesmo momento do dia ".
Seu olhar se desviou de casa em casa suspicazmente enquanto Roarke olhava com diverso. " So amveis como ... colmias, sabe? No espera ver que todas estas comporta se abrem exatamente no mesmo momento e ter gente que se v exatamente igual saindo caminhando exatamente igual destas casas exatamente iguais?"
Ele se recostou em seu carro ultimo modelo e a estudou. "Eve, me estas assustando.
"V?" Ela riu enquanto saa por seu lado. "  um lugar horripilante, se me perguntar. Voc arrumado que nem sequer se inteira de que est sendo zombizado quando ocorre ".
"Provavelmente no. Seu vai primeiro".
Ela riu disimuladamente e no se sentiu a mas parva por ter sua mo arranca-rabo a dele enquanto caminhavam por perfeitamente direito caminho para a porta branca. " Tenho seus antecedentes pessoais. Nenhum jars. Oito anos casados, um filho e outro em caminho. A casa est hipotecada e bem dentro de seu alcance financeiro. No pude encontrar algum influxo repentino de ingresso que indicasse que lhe tinha estado pago".
"Lhe estas apoiando em que  honrado".
" Tenho que esperar que o seja e me possa dar uma mo. No tenho nenhuma autoridade, " ela adicionou. " Ele no tem que falar comigo. No posso falar com os polis locais, no posso usar nenhuma presso de poli a poli".
"Prova com o encanto," Roarke props.
"Seu  o do encanto".
" Certo. Tenta o de todas maneiras".
"Como assim?" Ela sorriu brilhantemente.
"Me estas assustando outra vez".
"Listillo,ella" resmungou e quando monte o sino e ouviu o eco de trs jogo de alegre sinos, ps os olhos em branco. " Homem, auto-terminaria-me antes de viver em um lugar como este. Arrumado que todo seu mobilirio combina, e tem vacas pequenas e lindas ou algo assim empapelando a cozinha ".
" Gatinhos. Cinqenta a que so gatinhos ".
" Apostados. As vacas so mais tolas. vo ser vacas ". Ela provou um sorriso, ligeiramente menos ganhadora, quando a porta se abriu. Uma mulher bonita precedida por sua barriga enormemente grvida respondeu.
" Ol. Posso-lhe ajudar ?"
"Espero que sim. Ns gostaramos de falar com o Wilson McRae ".
" OH, ele est abaixo em sua oficina. Posso lhe dizer de que se trata ?"
"viemos que Nova Iorque". Agora que ela estava aqui, de cara a esses curiosos, grandes olhos, cafs, Eve no estava segura de como comear. " sobre um dos casos de seu marido, antes de que ele se retirasse da fora".
"OH". Seus escuros olhos se nublaram. "So policiais? Adiante, sinto muito. Raramente vemos alguns de seus scios agora. Penso que os estranha terrivelmente. Se no lhe importa esperar na sala de estar? Baixarei-me e lhe trarei".
"Ela no pediu ver uma identificao". Eve negou com a cabea enquanto vagava pela sala de estar. " esposa de um poli, e deixa a desconhecidos entrar na casa. O que esta mal so as pessoas?"
"Deveriam lhes disparar por ser to confiados".
Lhe enviou um olhar inclinado. "Isto vem de algum com bastante segurana para mant-los aos extraterrestres fora de sua casa".
"Est horrivelmente enfrascada nos extraterrestres hoje".
" este lugar". Inquieta, moveu seus ombros. " No lhe disse isso? Tudo encaixa". Ela assinalo com um dedo a almofada ordenada do sof azul e branco que encaixava com a cadeira azul e branca que encaixava com as cortinas brancas e o tapete azul.
"Imagino que  confortvel para algumas pessoas". Sacudiu a cabea enquanto a estudava. Ela necessitava uma visita rpida a seu cabeleireiro, e embora necessitava desesperadamente umas botas novas, ele sbia que nunca o consideraria. via-se alta, magra, nervosa, e s um pouco perigosa passeando-se ao redor de um quarto de um subrbio. "Voc, por outra parte, poderia enlouquecer aqui".
Ela tilintou os crditos soltos em seus bolsos. " OH se. O que tem que ti?"
"Fugiria daqui em mas ou menos duas horas". Ele roo um dedo sobre seu queixo. "Mas teria que te levar comigo, carinho".
Lhe sorriu abertamente. "Suponho que isso quer dizer que encaixamos. Isso no me incomoda".
Ela se giro quando escuto vozes. No tnia que ver o Wilson McRae para entender que no estava terrivelmente agradado de ter companhia. Ele entro sozinho diante de sua esposa que agora se via cansada com sua boca franzida desconforme, seus olhos eram cautelosos.
Todo poli, Eve decidiu ao momento. Ele os avaliava, procurando uma ameaa ou uma arma e fortalecendo-se para defender-se.
Ela julgou que meia justo sob os seis ps, e pesava uns bons oitenta. Seu cabelo caf claro estava talhado abruptamente sobre uma robusta, cara quadrada. Sombras obscureciam seu cabelo, seus olhos permaneceram frios enquanto passavam dela ao Roarke e de volta.
"Minha esposa no obteve seus nomes".
"Eve Dallas". No lhe ofereceu sua mo. "Este  Roarke".
"Roarke?" Isto saiu da mulher pouco antes de que a cor alagasse sua cara. " Pensei que lhe tinha reconhecido. Vi-lhe dzias de vezes na tela. OH, por favor, sinta-se".
"Karen". Com uma s palavra ele a deteve brandamente, com bvia perplexidade e desassossego. "voc  poli?" Perguntou ao Roarke.
"No, certamente no". Ele ps uma mo em cima do ombro do Eve. "Ela  o poli".
"De Nova Iorque," Eve continuou. "Necessito um pouco de seu tempo. Um caso no que estive trabalhando se cruza com um que teve antes de voc se retirasse".
"Essa  a palavra chave". Ela percebeu ressentimento misturado na cautela de seu tom. "Estou aposentado".
"Sim". Ela deixou seus olhos estveis e fixos nos dele. " Justo recentemente, algum queria lombriga retirada. De um modo ou outro. Podia ser um... assunto mdica".
Seus olhos titilado, sua boca se fechou apertadamente. antes de que ele pudesse falar, Roarke deu um passo adiante e dirigiu encantada um sorriso a Karen. "Senhora McRae, perguntava-me se podia incomod-la por um pouco de caf? Minha esposa e eu viemos diretamente em carro do aeroporto ".
" OH,  obvio. Lamento-o ". Suas mos revoaram de onde  descansavam sobre sua barriga para a garganta. "Farei um pouco imediatamente".
"por que no lhe ajudo? Com um sorriso que podia ter derretido o corao de uma mulher a cinqenta passos, ele ps uma suave emano em suas pequenas costas. " Deixaremos a nossos respectivos maridos falar de trabalho. Tem uma casa preciosa ".
" Obrigado. Will e eu a estivemos arrumando por quase dois anos agora".
Enquanto suas vozes se desvaneciam, Will nunca apartou sua vista do Eve. "No vou poder lhe ajudar.
"No sabe o que quero ou o que necessito. Ainda. No lhe posso mostrar meu VO, McRae, porque tomaram minha placa faz uns dias ". Ela observou seus olhos entrecerrarse. " Encontraram a maneira de me tirar, fora do caso, assim acredito que me estava aproximando de algo. Ou s no gostaram do calor. E acredito que encontraram uma maneira de lhe tirar e de ter a esse idiota do Kimiki na investigao ".
Will bufou, e algo de sua cautela se desvaneceu. "Kimiki logo que pode encontrar seu prprio pnis com ambas as mos".
" Se, inteire-me disso. Sou um bom poli, McRae, e seu engano esta vez  que outro bom poli tomo o caso. Temos trs corpos em Nova Iorque com partes perdidas. Voc teve um aqui, com o mesmo procedimento. H outro em Paris, um em Londres. At estamos procurando delitos anlogos".
"No posso lhe ajudar, Dallas".
"O que usariam em voc?"
"Tenho uma famlia". Ele disse isto, baixo e feroz. " Uma esposa, um filho de cinco anos, um beb em caminho. Nada acontecesse com eles. Nada. Entende-o?"
"Sim". Ela entendeu algo mas, tambm. O medo no era por si mesmo. A frustrao por estar indefeso contra isso. " Ningum sabe que estou aqui, e ningum vai ou seja o. Atuo por minha conta nisto, e no o deixar passar ".
Ele caminhou acontecendo-a para a janela, alisou as cortinas bastante brancas. "Tem filhos?"
"No".
" Meu menino, esta passando um par de dias com a me da Karen. Ela o faz qualquer dia. O menino  assombroso. Formoso". Ele se giro, gesticulando com um assentimento a um holo-foto emoldurada ao final da mesa.
Obsequiosamente, Eve se fez a um lado, levantou-o, e estudou o rosto que sorria alegremente. Grandes olhos cafs, cabelo loiro, e covinhas. Os meninos em sua major parte se viam igual para ela. Lindos, inocentes, e insondvel. Mas sbia a resposta que se esperava dela. "Ele  um beaut, todo direito".
"Disseram que o sria o primeiro".
Os dedos do Eve apertaram o marco antes de que o colocasse cuidadosamente abaixo outra vez. "Contataram-lhe?
"Enviaram-me um jodido droide. Agarrou-me por surpresa, golpeado um pouco. No dou uma mierda sobre isso ". Ele rapidamente retrocedeu. "Disse-lhe que dissesse a seu dono que se fora ao inferno. Fiz o trabalho, Dallas. Logo o droide me explico exatamente que ocorreria a minha famlia, a meu pequeno, a minha esposa, ao beb que ela leva. Gelo-me o sangue. Assim  imagine que se lhe despachava, para meu trabalho, apanharia a estes bastardos. Logo recebi fotos por correio, fotos da Karen e Will, saindo de uma loja de brinquedos, no mercado, jogando no ptio em minha me, onde os enviei. E um desse jodidos droides sujeitando ao Will. lhe sujeitando, " ele disse em uma voz baixa mas vibrando com fria cruel. " Ele tnia suas mos em meu filho. A mensagem que veio com isto dizia que a prxima vez cortariam seu corao. Ele tem cinco anos".
Ele se sentou, enterrando a cabea em suas mos. "Algumas vezes a placa no pode ser o primeiro.
Ela entendia o amor agora, e o terror que podia trazer. O disse a seu chefe?"
" No o disse a ningum. Esteve-me consumindo por meses". Ele estava sentado, continuava inclinado, enquanto seus dedos se mantinham passando atravs seu curto cabelo. " Estou travando em segurana privada na noite, jogando nessa  estpida oficina a metade do dia fazendo casa de pssaros. Estou-me voltando louco aqui ".
Eve se sentou a seu lado, inclinando-se. "me ajude a apanh-los. me ajude a lev-los aonde no possam tocar a sua famlia ".
"No posso retornar nunca ao trabalho". Ele baixou suas mos. " No posso sustentar uma placa outra vez. E no posso estar seguro solo at onde podem ter alcance".
" Nada do que me diga vai em um relatrio, oficial ou de outra classe. me fale sobre o droide; Deme uma linha aqui ".
"Demnios". Ele se esfregou os olhos. Para semanas tinha vivido sem fazer nada, com desespero, com medo. "Seis ps, cem quilogramas. Branco, castanho e castanho. Marca de fabricao. Modelo linha-dez. Treinado em combate".
"Conheci seu irmo," ela disse com um sorriso apertado. "Que botes pulso quando as ameaas comearam?"
" Tinha sacudido alguma pista do mercado negro, mas no ia a nenhuma parte. Nada do que investigue da vtima mostrou algo que parecesse um golpe pessoal. Movi-me em crculos um tempo, mas segui retornando a como se feito. Malditamente hbil, verdade?"
"Se, muito limpo e ordenado".
" H uma clnica livre a uns poucos blocos da cena do delito. A vtima tinha estado ali algumas vezes. Entrevistei aos doutores de rotao, investigue-lhes. Parecia um beco sem sada, tambm. Mas no se sentia como um," ele adicionou, relaxando-se um pouco quando Eve assentiu.
" Comecei a dar voltas fora, golpeando outros centros mdicos, cruzando-os com cirurgies. Comecei a indagar na Clnica Nordic, e o prximo que soube, era que o chefe me chamo e disse que o cabea oca do Waylan fez pblico uma perseguio, arresto ilegal, Cristo sabe o que mas, e demandava que mostrssemos um pouco de respeito pela comunidade mdica. Mierda".
" Waylan. Ele trato de me desacreditar, tambm ".
" uma maldita vergonha para o estado," Will comeou. " Karen  a que entende a poltica. No faa que comece com o Waylan ". Pela primeira vez, ele sorriu abertamente, e sua cara se via abruptamente mais jovem. " Nesta casa, odiamo-lhe. De todas maneiras, acreditei que havia algo ali, tambm. Que diabos importava a ele  exceto que tem parentes na AMA. Comecei a comprovar isto, logo estou inconsciente, sobre minhas costas, e um maldito droide tem um laser em minha garganta ".
Ele suspirou, levanto-se para passear-se. " ia dizer se o a meu chefe, p-lo no relatrio, mas em meu seguinte turno, chamaram-me  acima. O Comandante me diz que h mais queixa sobre o tom de minha investigao. No obtenho apoio na base; Em lugar disso, advertem-me de cuidar meus passos, de no pisar nos dedos do p equivocado. Que me jogasse para trs, era s escria o que tinham eliminado, de todas maneira. No chateie s pessoas bem. s pessoas ricas, poderosas, " McRae disse, girando-se. " Enfureceu-me. A foi quando decidi afastar a minha famlia e cavar mais profundo. At que obtive as fotos, logo sucumbi. Se me enfrentasse  mesma eleio, faria-o igual".
" No vou desvalorizar o por isso, Will. No tenho o que voc tem para arriscar. Da forma que eu o vejo, tomou at onde pde, portanto tempo como pde".
"Abandone minha placa ". Sua voz se rompeu, e lhe observou sobrepor-se. "Eles tomaram a sua".
Ele necessitava algo, ela pensou, e lhe ofereceu um sorriso. "Estamos jodidos de todas formas, no  assim".
" Sim. Realmente jodidos, Dallas".
" vou pedir lhe que me d algo que possa, e talvez possamos lhes devolver o favor. Copiou algum de seus arquivos?"
" No. Mas lembrana uma parte deles. estive repassando os detalhes em minha cabea por meses. Tenho escrito alguns para mim ". Ele olhou sobre seu ombro quando ouviu a voz de sua esposa. " Karen no sabe nada sobre isto. No quero que se incomode".
"Deme o nome de algum a quem descarto e tenha surto".
" Drury. Simon Drury ".
"Estou aqui pelo Drury". Ela elevo o olhar, levantou uma sobrancelha quando Roarke entro levando uma bandeja com taas, pratos. Caf e bolachas, ela reflito, logo franziu o cenho quando notou o jarrito de nata com forma de gatinho branco e alegre.
O homem nunca perdia uma maldita aposta.
"V-se genial". Ela se serve uma bolacha doce, mdio fascinada pelo modo que Karen teve que  dirigir seu corpo, mover sua espetacular barriga para sentar-se. Como se perguntou, Eve, para uma mulher uma funo a qualquer nvel levando toda essa massa ao redor?
Notando onde estava o olhar do Eve enfocada, Karen sorriu e passado uma mo sobre o montculo. "Saio de contas hoje".
Eve se engasgou com a bolacha. Se Karen tivesse tirado um laser e o tivesse pontudo em sua direo, haveria sentido menos pnico. "Hoje? Como agora?"
"Bem, no neste minuto, aparentemente". Renda-se, Karen enviou ao Roarke um olhar de adorao enquanto ele atendimenta seu ch. Era bastante bvio, que se tinham aproximado entre bolachas e gatinhos. "Mas no penso que ela v esperar muito mais tempo".
"Suponho que estar contente de -- j sabe  tir-lo dali".
" No posso esperar para conhec-la- - sustent-la. Mas adoro estar grvida ".
"por que?"
Ela riu outra vez da bvia perplexidade do Eve, logo compartilhou um tenro olhar com seu marido. Fazer um milagre.
"Bem". Cone queria terminar a conversao de seu embarao, Eve se giro para o Will. " No queremos lhes tirar mais de seu tempo. Avaliao a ajuda. Se me pode conseguir alguma de suas velhas notas do Drury, esteire-lhe agradecida".
"Posso as extrair. Ele se levantou, detendo-se ao lado de sua esposa para estender uma mo sobre a dela, conectando-os sobre seu menino.
Por petio do Eve, Roarke conduziu sem rumo fixo enquanto lhe punha a par de sua conversao com o Wilson McRae.
"Culpa-lhe?
Ela negou com a cabea. " Todo mundo tem seu prprio, o que pode chamar-se, Talo Do Aquiles. Encontraram o seu e pressionaram no. O tipo tem um filho, outro em caminho, uma pequena esposa em uma pequena casa. Souberam sozinho onde golpear".
"Ela  professora. Roarke navegou pela auto-estrada sob as luzes de segurana e conservou velocidade estvel. "Ela esteve trabalhando em tela pelos ltimos seis meses e planeja continuar desse modo para o menos por outro ano ou dois. Mas estranha o contato pessoal com seus estudantes.  uma mulher muito simptica que est preocupada com seu marido ".
"Quanto sabe ela?
" No tudo, mas mais, acredito, pelo que ele pensa. Retornar quando fecha o caso?"
No se, ela notou, a no ser quando. Acelero seu corao ter algum com tanta f nela. Mais f, ela se deu conta, da que se tnia a si mesmo agora mesmo. "No. Ele nunca superar hav-lo deixado. Roubaram-lhe isso. E algumas vezes nunca o recupera tudo ".
Ela fechou os olhos um momento. "Levaria-nos a centro? Preciso olhar. Preciso ver se lembrana".
No h necessidade de tomar mais agora, Eve".
" Algumas vezes um nunca se desfaz de tudo, tampouco. Preciso olhar".
Outra cidade, ela pensou, com algumas velhas pedras e tijolos desesperadamente conservados, e tantos destes se desmoronaram ao p para deixar espao para o ao liso e o rpido pr-fabricado.
Haveria clubes e restaurantes de moda, muito elegantes hotis e brilhantes tenda nas reas onde a junta de poder queria aos turistas, e seu dinheiro de Frias, congregasse-se. E haveria ofertas sexuais, condutores, unidades com cicatrizes, e porcaria no beco em outros onde s os condenados e os parvo iriam.
Foi para ali aonde Roarke conduziu o carro brilhante prateado atravs de ruas estreitas, onde as luzes piscavam em duras cores e prometiam todo os deleites escuro. Os LC guias de ruas tremeram em esquinas e tinham a esperana de que um truque os tirasse do vento. Os distribuidores rondavam, procurando uma venda, preparados para os negcio com descontados ratos porque o frio os mantinha a todos dentro menos aos viciado desesperadamente.
Os adormecidos se acuclillaban dentro de seus refgios, bebendo sua beberagem, e esperarando a manh.
"Detenha aqui," ela murmurou, entrecerrando os olhos para um edifcio na esquina com tijolos removidos e com graffitis.- As janelas inferiores estavam gradeadas e bloqueadas com madeira. chamava-se Hotel South Sede em um sinal que piscava em um azul aquoso.
Ela saiu, olhando fixamente acima para as janelas. Algumas estavam gretadas, tudo estavam enegrecido com telas de privacidade. "Muito do mesmo," ela disse quedamente. " Todos estes lugares so muitos do mesmo. No sei ".
Quer entrar?
"No sei". Enquanto ela arrastava uma mo sobre sua cara, atravs de seu cabelo, um homem larguirucho com olhos gelados se moveu das sombras.
"Procurando ao? Necessita um estmulo? Compre alguns gingue, tenho o que necessita. Zeus de primeira, xtase, Zoner. Misturado ou combinado".
Eve lhe lano um olhar. Com exceo de se, lixo, ou lhe tirar os olhos fora de sua cabea e lhe farei comer-lhe 
"Oua, cadela, est em minha zona, tenha um pouco de maneiras". Ele j tinha etiquetado o carro, e imaginado como um estpido, que eram turistas ricos. Ele tiro uma cuchilla do bolso, sonriendo abertamente quando ele se inclinou em um ponto mortal. "Tenhamos as carteiras e a joalheria e toda essa boa mierda. Podemos lhe chamar um empate".
tomou um segundo para debater-se entre lhe derrubar a patadas os dentes ou reduzi-lo com o  paralizador dos polis. Um segundo foi tudo o que Roarke necessitou. Com a boca franzida, Eve observou seu punho brilhar, um rpido redemoinho de movimento que teve a faca movendo-se errtica e ligeiramente sobre a calada. Ela no teve tempo de piscar antes de que ele tivesse ao distribuidor pela garganta a duas polegadas do cho.
"Acredito que chamou cadela a minha esposa".
A nica resposta foi um ofegante sussurro enquanto o homem lutava por respirar. Simplesmente sacudindo a cabea, Eve caminho, recolheu a faca, guardando a cuchilla em seu lugar.
"Agora," Roarke continuou em uma voz suave, assombrosamente agradvel, "se te tirar os olhos, fao-te com-los. Se ainda lhe vejo, digamos, cinco segundos depois de que ponha seu lastimoso traseiro no cho, vou ter um inferno de apetite ".
Ele ensino os dentes em um sorriso, exalando. O distribuidor golpeio a calada com rudo de ossos, engatinhou para cima, e se afasto mancando.
"Agora". Quisquillosamente, Roarke tirou o p de suas mos. "Onde estvamos?"
"Eu gostei da parte aproxima  te comer seus olhos. Terei que usar esse ". Ela escorregou a faca em seu bolso, mantendo sua mo sobre o. Entremos.
Havia uma s luz amarela no vestbulo, e um s droide corpulento atrs do sujo vidro de segurana. Ele os Miro perniciosamente, levantando o polegar no signo de acordo.
Por um dlar o minuto, obtm um quarto com uma cama. Por dois, obtm a comodidade adicional de um banho.
"Terceiro piso," Eve disse brevemente. "este esquina".
"Obtm o quarto que o de.
"Terceiro piso," ela disse outra vez. "este esquina".
Seu olhar fixo deso para os crditos de cem dlares que Roarke coloco na bandeja. "No significa uma mierda para mim". Ele se estiro para trs, tomou um chave de cdigo de uma prateleira. Seus dedos agarraram os crditos, logo sotaque a chave. " Cinqenta minutos. Se se passar, pagamento o dobro ".
Eve tomou a chave do 3C, aliviada de ver que sua mo estava estvel. Tomaram as escadas.
No era familiar, mas mesmo assim era dolorosamente familiar. Estreitos corredores, sujas paredes, atenuados sons de sexo e misria gotejando-se atravs delas. Frio, do vento que golpeava o tijolo e o vidro, alcanou abaixo e congelando os ossos.
Ela no disse nada enquanto introduzia a chave na fechadura, empurrando a porta aberta.
O ar era amargo e ranoso, com ecos de suor e sexo. As savanas da cama estavam amontoadas em uma esquina manchadas com ambos e as sombras oxidadas de sangue velho.
Com o flego estrangulado na garganta, ela entrou. Roarke fechou a porta detrs deles, esperando.
Uma s janela, gretada. Mas tantos o eram. O piso velho, enviesado e cheio de cicatrizes. Mas ela tinha visto centenares como esses. Suas pernas tremeram quando se obrigou a atravessar o quarto, detendo-se nessa janela e olhar para fora.
Quantas vezes, perguntou-se, deteve-se nas janelas de quartos pequenos e sujos e se imagino saltando por elas, deixando cair seu corpo, sentindo-o romper-se e romper a rua debaixo? O que a tinha mantido sem faz-lo, uma e outra vez, lhe fazendo enfrentar-se ao seguinte dia e ao seguinte?
Quantas vezes tinha ouvido a porta abrir-se e reza a um Deus que no entendia para que a ajudasse. Para que tivesse piedade dela. Para salv-la.
" No sei se este  o quarto. Houve tantos quartos. Mas foi um como este. No  muito diferente ao quarto ltimo, em Dallas. Onde lhe matei. Mas era mas jovem aqui. Isso  tudo o que sei com segurana. Tenho uma imagem descolorida de mim mesma em minha cabea. E dele. Suas mos ao redor de minha garganta ".
Distradamente, estiro-se a mo, apaziguando a memria que doa. "Sobre minha boca. A sacudida dele empurrando-se dentro de mim. No sabendo, no sabendo ao princpio, que queria isso dizer. Exceto a dor. Logo sabe que quer dizer. Sabe que no o pode deter. E que tanto di quando ele te golpeia, esperas quando ouve a porta abrir-se que isso seja tudo o que ele faa. Algumas vezes o ".
Com os olhos fechados agora, apoiou a frente sobre o cristal gretado. " Pensei que talvez recordaria algo de antes. antes de que isso tudo comeasse. Tive que vir de alguma parte. Alguma mulher teve que me levar dentro do modo que Karen carrega seu maldito milagre. Pelo amor de Deus, como me pde deixar com ele ?"
Ele a giro, rodeando-a seus braos ao redor dela, abrigando-a. "Pde no ter tido opo.
Eve se tragou a pena e a fria, e finalmente as perguntas. "Sempre se tm opes. Deu um passo atrs, mas deixou as mos em seus ombros. " Nada disto importa agora. Vamos a casa ".



CAPTULO DEZOITO

No havia motivo para fingir estar relaxada. Nem havia nenhum motivo em pensar no que tnia que enfrentar ao dia seguinte. O trabalho era a resposta. antes de que pudesse lhe dizer ao Roarke suas intenes, ele estava fazendo preparativos para que sua comida o fora enviada a seu escritrio privado.
"Tem mais sentido usar essa equipe," disse simplesmente. "  mais rpido, mais eficiente, e encoberto mas a fundo ". Ele arqueou uma sobrancelha. "Isso  o que quer, no  assim?"
" Sim. Quero localizar primeiro ao Feeney, " ela comeou enquanto subia as escadas. lhe pr ao tanto sobre minha conversao com o McRae".
"Introduzirei o disco que lhe deu no computador enquanto faz isso, farei uma rpida referncia cruzada ".
" quase to bom como Peabody".
Ele se deteve na porta, agarrando-a em um beijo cheio de vapor. "No pode ter isso do Peabody".
"Poderia se quisesse". Mas isso lhe fez sorrir abertamente enquanto ele decodificava os ferrolhos. "Mas eu gosto mais seu para o sexo".
" Alivia-me escut-lo. Usa o mini-enlace. Esta bloqueado e  impossvel de rastrear ".
"O que  uma violao mais de com-tech?" Ela resmungou.
"Isso  o que sempre digo". Ele se sentou detrs do console, deslizando-se na Ou, e ficou mos  obra.
" Feeney, Dallas. Retorne de Chicago ".
" Ia justamente a lhe localizar. Obtivemos uma pista sobre o alfinete".
"Quando?"
" Acaba de entrar. Um caduceo de ouro comprou faz de menos uma hora no Tiffany, foi carregada  conta da Doutora Ti Wo. Estou recolhendo ao Peabody para um pouco de tempo extra. Vamos conversar com a doutora ".
"Bem. Grandioso". Tudo dentro dela gritava por estar ali no ponto crucial. "te rastrear ao Vanderhaven?"
" Esta chegando a Europa. No h aterrissando. Se me perguntar, esta fugindo".
" No pode fugir por sempre. Estou a ponto de correr alguns dados que obtive de uma fonte em Chicago. Verei que mas podemos encontrar sobre ela. Algo que parea de peso, passar-lhe isso pelo enlace pessoal do Peabody".
" Informaremo-lhe quando acabarmos. Tenho que me pr em caminho".
"Boa sorte".
Ele j se foi. Ela cravou os olhos um momento na tela negra, logo se afasto do console. "Maldita seja".
Ela vaio, fechando suas mos em punhos, logo grunhiu quando o Auto Chef emitiu um assobio para assinalar a entrega da comida. " Isto esta malditamente bem," Roarke murmuro.
"  estpido. O ponto  fechar o caso, no ser o que rompe os ferrolhos nele ".
"Ao inferno que no o ".
Lhe olhou, encolheu de ombros violentamente, logo caminhou a grandes passos pelo quarto para agarrar a comida. "Bem, Solo tenho que super-lo. Ela agarrou um prato, deixando-o cair ruidosamente na mesa. " Super-lo. Quando isto acha terminado, solo poderia deixar que me pagasse uma quantidade gigantesca  de dinheiro para refinar sua segurana. Ao inferno com eles ".
Ele deixou o computador fazendo a busca e se levanto servir o vinho. "Mmm-hmm" foi seu nico comentrio.
" por que infernos deveria machucar meu traseiro como o fao? Trabalhar com uma equipe que no  mas que um monto de reciclagem, jogar  poltica, receber ordens, trabalhar dezoito horas ao dia, para lhes ter cuspindo em minha cara ".
"  uma boa adivinhao. Tenha um pouco de vinho".
"Sim". Ela tomou a taa, tragando um bom vinho de seiscentos dlares a garrafa como se fora gua, e continuou rondando. " No necessito seus procedimentos e pestilentas regras. por que infernos deveria me passar a vida caminhando entre sangue e mierda? Malditos todos eles. H um pouco mais disto?" Ela demando, gesticulando com sua taa vazia.
Se ela tnia a inteno de embebedar-se, decidiu, ele dificilmente podia culp-la. Mas ela se culparia a si mesmo. "por que no temos um pouco de comida para acompanh-lo?"
"No tenho fome. Ela deu voltas. O brilho que havia em seus olhos era um brilho, perigoso e escuro. Ela esteve sobre ele em uma piscada, rpida e arruda, com as mos passando lentamente por seu cabelo e sua boca brutal.
"Isso parece o suficientemente faminta para meu". Ele murmurou, suas mos roando-a para apazigu-la. "Comeremos mais tarde". Dizendo isto, ele pulso um mecanismo e teve uma cama deslizando-se fora da segundos parede antes de que cassem em cima dela.
"No, no desta maneira". Ela se esforou, corcovear baixo ele enquanto sua boca se deslizava por sua garganta com pequenas dentadas. Ela se levantou, afundando os dentes em seu ombro, rasgando sua camisa. "Desta maneira".
A corrente picante de luxria fluo atravs dele, dando zarpazos em sua garganta e seus flancos. Em um rude movimento, ele agarro suas bonecas em uma mo e devorou bruscamente seus braos sobre sua cabea.
Inclusive enquanto ela se empenhava em liberar-se, ele esmagou sua boca na sua, devorando, tomar goles vidos de seu flego entrecortado at que se converteram em gemidos.
Solta minhas mos".
"Seu quer me usar, mas tomar o que lhe de agora". Ele se reclinou, seus olhos grosseiramente azuis e ardendo nos dela. "E no pensar em nada mas exceto o que no que te estou fazendo". Com sua mo livre, ele abriu os botes de sua camisa, um de uma vez, deixando que a gemas de seus dedos raspassem sua pele quando se moveu para o seguinte, enquanto ele a explicava. "Se tiver medo, me diga que me detenha". Sua mo cavou seu peito, cobrindo-o, moldando-o. Possuindo-o.
"No te tenho medo ". Mas ela tremeu, no obstante, seu flego se deteve quando ele rodou seu polegar, ligeiro, um sussurro ligeiro, sobre seu mamilo at que parecia que cada nervo de seu corpo estava centrado justo a. "Quero te tocar.
"Precisa ser quem obtm prazer". Ele inundou sua cabea, gasto delicadamente seu mamilo. " Precisa ir aonde posso te levar. Quero-te nua". Ele abriu o boto de seu jeans, deslizando sua mo abaixo, raspando suas unhas ligeiramente sobre ela a fim de que se arqueasse contra ele impotentemente. Estremecida. " Quero-te contorsionndote". Ele agachou sua cabea, tomando o sensvel ponto de seu peito amavelmente com seus dentes, mordeu um pouco com um delicioso controle que enviou a seu corao contra essa maravilhosa boca. "E depois... gritando," ele disse e lhe enviou sobre o bordo com seus dedos e dentes.
As chamas exploradas em seu corpo, chamuscaram sua mente deixando-a poda como o cristal. No havia nada exceto a percepo de suas mos e sua boca nela, a violenta glria de ser conduzida lentamente, a fundo, ento brutalmente alcanar o mximo uma e outra vez enquanto suas mos apanhadas se dobravam impotentemente, logo finalmente se voltaram frouxas.
No havia nada que ele no pudesse tirar dela. Nada que no lhe desse. A sensao de sua pele indo deslizando-se e escorregando sobre a sua fez deteve seu flego, seu corao gagueira.
Ele a deslumbrou, deleito-a e a destruiu.
Ele sbia que no havia nada, nada mais excitante que a rendio de um mulher forte, esses ossos derretendo-se em um resistente corpo. Ele tomou, tranqila e pacientemente at que a sentiu flutuar, escuto seu suspiro. Logo, cruel e avidamente, a fim de que se estremecesse e gemesse. O objetivo, o propsito agora era lhe dar agradar. Para fazer que esse comprido, gil corpo pulsasse e resplandecesse. Para aliment-lo enquanto ele se alimentava deste.
Ele arrastou suas roupas a um lado, abrindo-a ampliamente. E festejando-a.
Seu sotaque sair um soluou, converteu repetindo seu nome descuidadamente, uma e outra vez, enquanto se vnia em um comprido jorro, picante. Suas mos, libere agora, agarraram e arranharam as savanas, seu cabelo, seus ombros. O desejo de lhe saborear era uma doena se desesperada. O sangue ardeu em sua cabea, martelou seu corao com dor.
Ela se levantou, arqueando suas costas, enquanto sua boca comeou a percorr-la para cima, raspando os dentes contra seu quadril, deslizando a lngua ao longo de seu torso. Logo ela estava rodando com ele, seus dedos apertando sua pele mida, machucando duramente os musculoso de seus ombros, boca aberta e faminta quanto ela encontrou a sua.
Com um duro impulso, ele esteve enterrado profundamente em seu interior, com cada violento mergulho, ele parecia ir mais profundo, acariciando-a por dentro rpido e feroz. Mesmo assim, a sede no podia ser saciada.
Outra vez seu corpo se curvo, formando um arco com seus msculos estremecendo-se de tenso e prazer. Seus dedos se enterraram nos quadris, seus olhos eram fatias de malvado azul que nunca abandonaram seu rosto.
Seu corpo brilhava com suor. Sua cabea arremesso para trs em completo abandono enquanto ela amortecia cada violento golpe. Ele observou crescer isto uma ltima vez, sentindo o poder disso alagando-a, alagando-o, essa quebra de onda de escandalosa energia, uma nica punhalada estremecida de medo que veio quando o controle estava a ponto de romper-se.
"Grita". Ele ofegou isso com a loucura de seu orgasmo lhe enchendo. "Grita agora".
E quando ela o fez, ele esteve cego e se esvaziou nela.
- = Ou = - * * * - = Ou = -
Ele a tinha machucado. Poderia ver as marcas de seus dedos em sua pele enquanto ela descansava de barriga para baixo na cama enrugada. Sua pele tnia uma delicadeza surpreendente da que ela no se deu conta nunca e que ele esquecia s vezes. Havia tanta dureza baixo ela.
Quando ele comeou a pr a savana sobre ela, ela se moveu.
"No, no estou dormindo.
"por que no o faz?"
Ela trocou de posio, formando uma bola com o travesseiro sob sua cabea. "Se quis te usar.
Ele se sentou a seu lado, suspirou pesadamente. "Agora me sinto muito barato".
Ela volteou a cabea para lhe olhar, quase arrumando-lhe com um sorriso. "Suponho que est bem, j que o superou".
" to romntica, Eve". Lhe deu uma alegre palmada no traseiro  e se levantou. Quer comer na cama ou enquanto trabalha?"
Ele Miro para o Auto Chef, tentando esquentar a comida. Vendo-a lhe estudar com olhos entrecerrados, ele levantou uma sobrancelha. "Outra vez?"
"No penso em sexo cada vez que lhe Miro. Ela retiro para trs seu cabelo e se perguntou ociosamente se ficavam alguma roupa que pudesse at ser usada. "At se estiver nu e preparado e s acabamentas de joderme o crebro. Onde esto minhas calas ?"
" No tenho idia. Ento no que estava pensando ?"
"Em sexo," disse ela facilmente, e, encontrou seu jeans ao reverso e emaranhados, probo a endireit-los. "Filosoficamente".
"Em realidade". Ele deixou os pratos esquentando-se e retornou a procurar suas calas, se as concerto s com eles devido a ela j tinha confiscado sua camisa. "E qual sua opinio filosfica do sexo?"
"Realmente funciona". Ela se fecho os jeans. Comamos".
- = Ou = - * * * - = Ou = -
Ela comeu um estranho bife e delicadas batatas novas enquanto estudava os dados na tela. " A primeira coisa que temos so as conexes. Cagney e Friend na mesma classe em Medicina do Harvard. Vanderhaven e Friend como assessores no centro em Londres faz dezesseis anos, no centro em Paris faz quatro anos ". Ela mastigou, gole, e curto mas bife. "Wo e Friend sendo membros da mesma junta e trabalhando que o mesmo piso cirrgico no Nordick no 55, logo ela contnuo com sua filiao com essa clnica at o presente. Waverly e Friend ambos os oficiais da AMA. E Friend regularmente assessorava no Drake onde Waverly est afiliado, e esteve afiliado por quase uma dcada ".
"E," Roarke contnuo, enchendo suas taas, " pode seguir um patro mais profundo e conectar os pontos. Cada um deles encaixa de algum jeito com outro. Enlace para enlaces. Imagino que pode expandir e encontrar o mesmo tipo de relao incestual nos centros europeus".
"vou ter ao McNab fazendo essa comprovao, mas se, encontraremos outros nomes". O vinho era fresco e seco e perfeito para seu humor. "Agora, temos a Ti Wo, quem faz consultas regulares no Nordick. esta McRae comprovando o transporte pblico para ver se tiver viajado a Chicago em ou aproximadamente a data de seu assassinato. No encontrou nada mas isso no quer dizer que no esteja ali ".
"Vou por diante de ti," Roarke lhe disse e ordeno trazer os novos dados. "Nenhum registro de ingressos privados ou pblicos a seu nome, mas isso no incluiria a lanadeira macia que vai daqui para l cada hora entre as duas cidades. Solo se necessitam crditos soltos. Tenho sua agenda no Drake que mostra que teve ronda a tarde dessa data. Deveria ter terminado s quatro em ponto. Estou entrando em seu registro do escritrio agora ".
" No poderei us-lo. Quero dizer, Feeney no poder usar esses dados. Ele necessitar uma autorizao ".
"Eu no. Sua segurana  mas bem pattica, " Roarke adicionou enquanto derrubava controles. " Um intruso de cinco anos com um exploratrio de brinquedo poderia quebrar isto. Sobre tela, " ele ordeno.
" De acordo, ronda at as quatro, acessria no escritrio s quatro e trinta. Fora de registro s cinco, e tem um jantar s  seis em ponto com o Waverly e Cagney. Feeney pode comprovar se ela manteve essa entrevista, mas at se o fez, daria-lhe tempo. Ela no tnia nada ao dia seguinte at as oito e trinta a.m., E isso era uma consulta de laboratrio com o Bradley Young. O que sabemos sobre ele ?"
" O que voc gostaria de saber? Computador, todos os dados disponveis sobre o Young, Dr. Bradley ".
Eve afasto seu prato e se levantou enquanto o computador trabalhava. " Janta com o Cagney e Waverly. Cagney pressiono a Olhe para atrasar o caso ou deix-lo. Waverly solo me parece incorreto. H mais de uma pessoa envolta neste assunto. Poderiam ser os trs. Tm uma reunio para jantar, discutem o quando e o como. Um ou todos se dirigem a Chicago, fazem o trabalho, retornam. Logo Wo transporta a amostra ao Young no laboratrio ".
" Essa  to boa teoria como qualquer outra. O que precisa  encontrar os registros enterrados. Trabalharemos nisso ".
" Vanderhaven se escapulo a Europa em vez de encarar uma entrevista de rotina. Ento ... quantos deles?" Eve murmuro. " E quando comeou? por que comeou? Qual  o motivo? Essa  um pouco improvisado. Com que fim? Um rude doutor que ultrapasso o bordo seria uma coisa. Isso no  o que temos aqui. Temos uma equipe, um grupo, e esse grupo tem alianas em Washington, talvez no NYPSD. Doninhas, de todos os modos  , em meu departamento, talvez em outros. Nas clnicas de sade. Algum lhes passa os dados. Necessito o por que para encontrar o quem".
" rgos, humanos. No h dinheiro real neles hoje. Se  no ser por  lucros, "Roarke reflito," ento  por poder ".
"o que a classe de poder se pode obter de roubar rgos defeituosos de pessoas da rua?"
"Uma viagem de poder," ele disse com indiferena. " Eu posso, por conseguinte o fao. Mas mas sim pelo poder, ento pela glria ".
" Glria? Onde est a glria ?" Impaciente, ela comeou a rondar outra vez. " So inteis. Doentes, moribundos, defeituosos. Onde est o fator da glria?" antes de que ele pudesse falar, ela levanto uma mo, seus olhos entrecerrndose pela concentrao. " Espera, espera. O que acontece no so inteis. Se algum tiver descoberto algo que fazer com eles ".
"Ou a eles," Roarke sugeriu.
"A eles". Ela se giro para ele. "Cada pedao de informao que tenho falam de todos os pontos de investigao do pouco vivel ou a impossibilidade de reconstituio ou reparao de rgos seriamente danificados. Os artificial so baratos, eficientes, e excedem a durao do corpo. As principais instalaes com as que tratamos no financiaram a investigao nesta rea em anos. Desde que Friend desenvolvo seus implante ".
"Uma melhor ratoeira," Roarke sugeriu. "Algum sempre anda procurando o melhor, mais rpido, mais barato. que o invente, " ele acrescentou gesticular com seu vinho. "Obtm a glria -- e o ganho".
"Quanto faz anualmente com a linha NewLife?"
" Terei que comprov-lo. Um minuto ". Ele trocou de posio em sua cadeira, aproximando-se de outra unidade, e ordenou um balano financeiro. "Hmmm, bruto ou ntido?"
"No sei. Ntido, suponho ".
"Justo sobre trs trilhes anualmente".
" Trilhes? Trilhes? Jesus, Roarke, quanto dinheiro tem?"
Ele Miro para trs a ela, divertido. " OH, algo mais que isso, embora este trs trilhes em particular no so meu ganho pessoal. A gente tem que alimentar  companhia, j sabe".
"Esquece que perguntei, isto solo me pe nervosa. Ela ondeou uma mo e se passeio. " De acordo, obtm trs trilhes cada ano pela fabricao de implante. Quando Friend o desenvolveu, obteve bastante glria. Toneladas de mdios, alharaca publicitria, prmios, financiamentos, o que seja que estes tipos faam. Ele obteve camionadas disso. E teve um pedao do bolo, tambm. Esta foi seucomo o chamou? -- Ratoeira. Ento..."
Ela se repleg completamente, trabalhar isto fora em sua cabea enquanto Roarke a observava. Era, pensou, um deleite ver sua mente funcionando. Raramente excitante, ele reflito, sorvendo seu vinho, e decidido que teria que seduzi-la, de uma maneira inteiramente diferente, quando tivessem terminado de noite.
" Assim que algum, ou um grupo deles, deu com uma nova tcnica, um novo ngulo, usando rgos defeituosos. encontraram, ou quase encontraram, uma forma para arrum-los e faz-los funcionar de novo.  Onde a no ser os obtm? No pode usar a propriedade de clnicas de sade. Esto etiquetado, registrados, atribudo. Os doadores e os agentes desaprovariam que as partes de seu corpo fossem usadas para algo alm de o que assinaram. Problemas grandes, m imprensa. Alm disso provavelmente h restries federais".
Ela se deteve, sacudindo a cabea. " Assim matas por eles? Assassinas pessoas para poder experimentar?  um inferno de elasticidade ".
"-o ?" Roarke a probo. " Olhe a histria. Esses no poder habitualmente encontraram usos sujos para os que no o tm. E freqentemente, excessivamente freqentemente, afirmam que  por um bem maior. Poderia ter a um grupo de pessoas altamente peritas, educadas, inteligentes quem tem decidido que eles sabem o que  mais conveniente para a humanidade. Nada, a meu parecer,  mais perigoso ".
"E Bowers?"
" algum desce na guerra contra a enfermidade, na busca da longevidade. A qualidade da vida para muitos sobre a destruio da vida de uma minoria ".
"Se esse for o por que," ela disse lentamente, "ento esta resposta no laboratrio. Precisarei encontrar uma entrada ao Drake ".
"Deveria poder te entrar no Drake, aqui mesmo".
"Esse  um princpio". Ela deixo sair seu flego, voltou a tomar assento. Demos um olhar mais prximo ao Young".
Geek," disse Roarke uns momentos mais tarde quando recolheram os dados.
"O que?"
" Realmente est atrasada em seu jargo retro, Eve. O que temos aqui  um clssico tecno-geek -- o que McNab sria sem seu encanto, seu afeto pelas senhoras, e seu interessante sentido da moda ".
" OH, como a maioria de tipos do EDD. Tenho-o. Raramente passam tempo com um mulher que respire regularmente. Trinta e seis, solteiros, vivem com sua me".
" Clssico geek," Roarke explicou. " Educativamente, ele sobressaiu, exceto nas reas sociais. Presidente do clube de compu-tech na secundria ".
"Esse seria um clube de geek".
" Isso sria correto. Dirigiu o e-society e o boletim de imprensa na universidade -- Princeton -- onde se graduou  idade tenra de quatorze ".
"Gnio geek".
" Precisamente. Se supremo ao laboratrio medico e encontrou outro nicho. Emprego a hordas de seu tipo. So invaluables. Felizmente trabalhadores para revelar essas novas ratoeiras. Diria que se Olhe fizesse um perfil aqui, encontraria-lhe um socialmente inepto, um introvertido incrivelmente inteligente com fobias sexuais, um agudo nvel de arrogncia, e uma inerente predileo por receber ordens de figuras de autoridade incluso embora os considera inferiores ".
" Figuras femininas de autoridade deveriam jogar dentro. Ele vive com seu mami. Trabalha para o Wo. Conexes. foi empregado do Drake por oito anos, cabea do laboratrio de investigao de rgos. No  um cirurgio, " ela reflito. " um rato de laboratrio".
" E provavelmente no interacta bem com as pessoas. Ele est mais cmodo com mquinas e amostras ".
Corramos as datas de todos os assassinatos, averigemos onde estava".
" Terei que me mergulhar em seus registros para isso. me d um minuto".
Ele comeou a trabalhar, deteve-se, franzindo o cenho um pouco. " Bem, bem, ele  um pouco mais consciente da segurana que nossa doutora Wo. Temos algumas capa aqui para chegar ao final ". Ele fez girar a cadeira, deslizando fora um teclado, e comeou a trabalhar manualmente. " Interessante.  uma quantidade de escudos para um registro de agenda. O que temos aqui?" Suas sobrancelhas se juntaram enquanto estudava o que para o Eve pareciam ser smbolos aleatrios no monitor. Menino preparado," Roarke murmuro. "Ele tem um dispositivo infalvel. Bastardo enganoso ".
"No pode passar atravs disso".
"Tem seu truque.
Ela inclino sua cabea. "Bem, se for deixar que um geek golpeie seu traseiro, suponho que necessito outro scio".
Ele se recostou, os olhos se estreitaram, e parecia, ela pensou, assombrosamente sexy sentado com o peito nu para os controles com um cenho em seu magnifico rosto. "Qual  essa expresso a que  to apegada? Ah sim, me remoa. Agora, deixa de respirar sobre meu pescoo e me traga um pouco de caf. Isto vai tomar bastante tempo".
Bufando uma risada, Eve caminho at Auto Chef. Em seu assento, Roarke comeou a rodar os ombros, empurro-se metaforicamente as mangas, e comeou sua pequena guerra com o teclado.
Eve serve duas taas de caf enquanto o se voltava de pedra fria e se sentava intocvel. Suas maldies, sortes em uma baixa, cruel voz, voltavam-se mais criatividades. E, ela observo com um pouco de fascinao, mais irlands.
"Ensangentado buggering  inferno, onde obteve ele isto?" A frustrao brilho tenuemente em seus olhos quando ele golpeava uma nova combinao de chaves. " OH no, escorregadio bastardo, h uma armadilha ali. Posso ver isso o bastante bem. Ele  bom. Aye, malditamente bom; Mas estou aponto de apanh-lo. Jodeme! "Ele se separou de um empurro, enredado no monitor.
Eve abriu a boca, logo pensando-o melhor, fechou-a outra vez e foi por outra taa de caf. Foi to estranho lhe ver... fora de se, ela decidiu.
Jogando com outro ngulo, ela tomou assento atravs do quarto e usado o enlace para contatar a Louise. Sado-lhe um instvel " Doutora Dimatto " e um vdeo impreciso.
" Dallas, tenho um trabalho para voc".
"Sabe que demnios de hora ?"
" No. Necessito que comprove os registros no sistema principal de sua clnica. Qualquer transmisso que entrasse e sasse a esta lista de clnicas. Me esta emprestando ateno?"
" A dio, Dallas".
" Uh-huh. O Drake, Nordick em Chicago -- est escrevendo isto?"
O vdeo se esclareo, mostrando uma imagem de uma Louise sonolenta, de olhos pesados. "Trabalhei um dobro hoje, fez uma ronda na medi-vejam. Tenho o turno da manh. Assim que me desculpasse por te dizer que v ao inferno ".
" No me interrompa. Necessito isto dados ".
" Ultimo-o que ouvi,  que estava fora do caso. Uma coisa  que acesse a ser assessora de um poli e outro passar dados confidenciais a um civil ".
A palavra civil doeu muito mais do que Eve esperava. "As pessoas ainda esto mortas, assim tenha uma placa ou no". " E se o novo investigador pede minha ajuda, ento cooperarei, dentro dos limite da lei. Se fizer o que quer e me agarram, ento poderia perder a clnica ".
Eve fecho seus punhos, lutando com a frustrao. "Sua clnica  um escombro," ela jogo um desafiou. "Quanto tomaria desenterr-la no sculo vinte e um?"
" Meio milho, mnimo, e quando conseguir vencer totalmente os limite de meu fundo fiducirio, obterei-os. Assim para me repetir, v-se ao inferno".
" Espere solo um minuto. Um maldito minuto, de acordo?" Ela trocou a unidade a silncio. "Roarke?" Ela gritou outra vez, malhumoradamente, quando ele a ignorou, e ela recebeu uma rudo molesto por  resposta. "Necessito meio milho de dlares para um suborno".
" Bem, te conecte a sua conta, h abundncia ali. No me fale at que tenha a este filho de puta".
"Minha conta?" Ela repetiu, mas s vaio a suas costas, temendo que Louise desconectasse e recusasse outra transmisso. "Transferirei meio milho  onde voc quer, no minuto que os dados sejam acessveis para mim".
" Perdo?"
" Voc quer o dinheiro para a clnica, me consiga os dados que necessito. Aqui est a lista dos centros mdicos ". Ela os enviou, gratificada ao ver a Louise levantar-se e agarrar seu livro de notas.
"Se me estas enganando, Dallas --"
" No minto. Obtenha os dados, no se deixe apanhar, e passe me os Faremos os preparativos para uma transferncia de recursos. Assim no me engane, Louise. Temos um trato ou no ?"
" Maldio, voc joga forte. Obterei os dados e a contatar quando puder. Acaba de salvar centenares de vidas ".
" Esse  seu trabalho. Eu salvo aos mortos ". Ela curto a transmisso justo quando Roarke deixou sair um "H! Estou dentro". Ele rebolou seus dedos para afroux-los, recolheu seu caf, e sorveu. "Jesus, est tratando de me Envenenar?
" Pus isso ali faz uma hora. E que diabos quer dizer que em minha conta, h abundncia ali ?"
" Abundncia do que? OH ". Ele se levanto para relaxar seus ombros e substituir seu caf ranoso. "Tem uma conta pessoal que esteve aberta por meses. Alguma vez olha suas finanas?"
" Tenho -- tive  um salrio de poli, o qual quer dizer que no tenho finanas. Minha conta pessoal tem aproximadamente duzentos dlares, desde que o Natal arrasou com o resto".
" Essa seria sua conta profissional. Tem seu salrio transferido automaticamente. Pensei que queria dizer sua conta pessoal ".
"S tenho uma conta".
Pacientemente, ele sorveu seu caf, rodando seu pescoo. Ele decidiu que queria uma sesso no redemoinho. " No, tem duas contas com a que abri para ti o vero passado. Quer ver este registro?"
"Um maldito minuto ". Ela golpeio uma mo em seu peito nu. "Abriu-a para mim? por que diabos fez isso?"
" Porque nos casamos. Parecia lgico, inclusive normal ".
"Solo quanto parece lgico, inclusive normal para ti?"
Ele passo sua lngua sobre seus dentes. Ela era, ele o sbia bem, uma mulher com temperamento e o que ele freqentemente pensava como um sentido arrevesado de orgulho. "Acredito, se a memria me servir, a conta foi aberta com cinco milhes -- entretanto isso certamente aumentou devido ao interesse e os dividendos".
"Voc-- O que passa contigo? "Ela no o golpeio. Ele tinha estado preparado para bloquear um punho. Em lugar disso, ela quase atravessou com um dedo seu peito.
" Jesus. Necessita um manicura".
"Cinco milhes de dlares". Ela lanou suas mos ao ar, seus braos batendo as asas pela frustrao. "Para que quero cinco milhes de dlares? Maldito todo o inferno e de volta, Roarke. No quero seu dinheiro. No necessito seu dinheiro".
"Acaba  justamente de me pedir meio milho," ele apontou com um encantador sorriso que s se alargo mas quando ela deixou escapar um grito de frustrao. Logo ele disse, " De acordo. Rixa marital ou investigao de homicdio? Seu escolhe ".
Ela fechou os olhos, lutando por recordar suas prioridades. "vamos tratar isto mas tarde," lhe advertiu. "Realmente vamos tratar com isto mais tarde".
"Estarei-o desejando. por agora, No estas interessada no fato que nosso geek favorito acertou a visitar certas cidades pertinentes em certas datas pertinentes?"
"O que?" Ela passou rapidamente a cravar os olhos na tela. "OH Deus, est justo ali. Ali mesmo. Chicago, Paris, Londres. Justo ali em seus  malditos registros. Tenho a um deles. Filho de puta, quando lhe tiver em uma entrevista, ele tirasse o resto bastante rpido. Fritarei seu lamentvel traseiro  e logo..."
Ela se calo, dado um passo atrs, sentiu as mos do Roarke sobre seus ombros esfregando-os. "Esqueci-me por um minuto. Estpida".
"No o faa". Ele sob seus lbios  parte superior de sua cabea.
" No, estou bem. Estou bem com isso ". Tnia que est-lo, ordenou-se a si mesmo. " Solo tenho que me engenhar isso para levar isto ao Feeney sem lhe comprometer a ele ou ao caso. Podemos nos copiar em um disco, e pr o disco em um correio noturno. Necessitamos que isto passe atravs de canais departamentais para lhe alcanar. Precisamo-lo documentado. Ele o poder dirigir ento, e pode usar informao annima para obter uma autorizao para comprovar os registros e lhe levar a uma entrevista. Tomar a maior parte de um dia desse modo, mas no estragar o caso ou lhe por em um apuro".
" Ento assim  como o faremos. Esta encaixando em seu lugar, Eve. Ter o que necessita logo, e todo este estar detrs de ti".
" Sim ".  O caso, ela pensou, e muito provavelmente sua placa.





CAPTULO DEZENOVE

Eve se convenceu a si mesmo que  estava completamente preparada quando entrou no escritrio de Olhe. Ela faria o que precisava ser feito, logo seguiria adiante. E ela sbia, muito bem, que os resultados do que ela fizesse e do que lhe faria nas seguinte poucas horas pesaria muito na deciso do departamento. Sua suspenso podia ser levantada. Ou a suspenso poderia conduzir  demisso.
Olhe foi diretamente a ela, tomando os braos do Eve em suas mos. "Estou terrivelmente causar pena".
"No fez nada".
" No, no o tenho feito. Desejava poder faz-lo". Ela podia sentir a tenso, estalando apertada, nos msculos que agarrava. "Eve, no est obrigada a te submeter a estas provas e procedimentos at esteja completamente preparada.
"Quero que se faa".
Com um assentimento, Olhe deu um passo atrs. " Entendo isso. Sente-se primeiro. Falaremos ".
Os nervos que danaram sobre sua coluna vertebral, foram cruelmente apartados. Os nervos, Eve sbia, s acrescentariam o trauma. " Doutora  Olhe, no estou aqui por ch e conversao. Entre mais logo tenha terminado, mais logo saberei onde estou parada ".
"Ento considere isto parte do procedimento". A voz de Olhe estava inusualmente afiada quando gesticulou para uma cadeira. Ela queria apaziguar, e estaria obrigada a afligir. " Sinta-se, Eve. Tenho todos seus dados aqui, " ela comeou quando Eve se encolheu de ombros e caiu em uma cadeira. Arrogantemente, Olhe pensou. Isso estava bem. um pouco de arrogncia ajudaria ao Eve a passar pelo que ia vir. "Estou obrigado a comprovar que entende o que acessou a fazer de.
"Conheo o procedimento".
"Submete-se a avaliao de personalidade, proporo de tendncia  violncia, e uma prova da verdade. Estes procedimentos incluem simulaes virtuais de realidade, injees qumicas, e estudo de crebro. Pessoalmente conduzirei ou fiscalizarei todos os procedimentos. Estarei ali com voc, Eve ".
"No pode carregar com isto, Olhe. No est em voc ".
"Se estiver aqui porque um associado o organizo ou teve parte nas circunstncias que lhe trouxeram para este ponto, pondo-a nesta posio, carregar com parte do peso".
Os olhos do Eve se agudizaron. "Seu perfil indica a um associado?"
"No posso discutir meu traado de perfil com voc". Olhe escolheu um disco do escritrio, golpeando ligeiramente um dedo contra ele enquanto seu olhar fixo permaneceu estvel no Eve. " No posso lhe dizer que dados e concluses esto nesta cpia de minhas provas litogrficas. Uma cpia de provas litogrficas j arquivada a todas as partes apropriadas ". Ela o devolveu descuidadamente ao escritrio. " Preciso comprovar a equipe no outro quarto. Espere aqui um momento ".
Bem, Eve pensou quando se fechou a porta, esse convite era o suficientemente clara. Que diabos, ela decidiu e recolheu o disco do escritrio, colocando-o no bolso traseiro de seu jeans.
Ela queria passear-se, queria encontrar a maneira de conservar-se a si mesmo tranqila antes de romper-se. Mas se forou a si mesmo a sentar-se outra vez, a lhe esperar, a pr em branco sua mente.
Eles queriam que pensasse, recordou-se a si mesmo. Para que se preocupasse e suasse. Quanto mais o fazia, mais aberto e vulnervel estava a tudo o que estava alm dessa porta.
Fariam-no, ela pensou, usariam sua equipe, seu exploratrio, suas injees, para devastar seu controle e afundar em sua mente. Em seus medos.
Quanto menos se levasse dentro, menos tinham para explorar.
Olhe reabriu a porta. Ela no retornou ao quarto, no o fez enquanto olhar o escritrio, mas assentiu com a cabea ao Eve. "Estamos preparados para comear".
Sem dizer nada, Eve se levanto e seguiu a Olhe por um dos corredores que formavam o labirinto das provas. Este era de um verde plido, da cor dos hospitais. Outros seriam em vidro com tcnicos e mquinas espreitando detrs como fumaa.
Desde este momento, cada gesto, cada expresso, e palavra e cada pensamento estariam documentados, avaliados, analisados.
"Este nivelado um do procedimento no deveria tomar mais de duas horas," Olhe comeou. Eve se deteve repentinamente, agarrando seu brao.
"Nvel um?"
"Sim, isso  tudo o que est obrigada a tomar".
"Necessito um nvel trs".
" Isso no  necessrio; No  recomendvel. Os riscos e os efeitos secundrios do nvel trs so muitos extremos para estas condies. O nvel um  recomendvel".
"Minha placa se ira de passeio por isso". Seus dedos queriam tremer. Ela no o permitiria. " Ambas sabemos. Assim como ambas sabemos que o nvel um no  garantia de ter a de volta".
"Resultados positivos e minha recomendao pesar muito a seu favor".
" No o suficiente. Nvel trs, Olhe.  meu direito exigi-lo ".
" Maldita seja, Eve. O nvel trs  para detetives com suspeitas mentais, tendncias extremas de violentas, assassinos, mutiladores, desviacionistas ".
Eve aspirou um comprido flego. "fui desculpada de qualquer suspeita sobre o assassinato do Oficial Ellen Bowers?"
"No  a suspeita principal, a investigao no aponta em sua direo".
"Mas no estou poda, e tenho inteno de est-lo". Eve tomou flego, deixe-o sair. " Nvel trs.  meu direito ".
"Esta fazendo isto mais duro do que tem que ser".
Eve se surpreendeu de que  ambas estavam sonriendo. " No pode ser. J remi ".
Atravessaram um conjunto de portas claras, reforadas. Ela no tnia uma arma para ser entregue aqui. O computador pedio atentamente que entrasse pela porta  esquerda e se tirasse tudo os objetos de vestir, toda a joalheria.
Olhe viu o Eve fechar seus dedos protectoramente sobre sua aliana de casamento. E seu corao se rompeu um pouco. "Sinto muito. No pode lev-lo posto durante o estudo. Gostaria que eu o guardasse para voc ?"
"Eles s tomaram seus smbolos".
Ela ouviu a voz do Roarke em sua cabea quando ela se tiro o anel. "Obrigado". Ela se moveu ao quarto, fechando a porta. Mecanicamente, tirou-se as roupas, deixando sua cara impassvel para os tcnicos e as mquinas que a monitoravam inclusive agora.
Ela desprezou estar nua diante de desconhecidos. Odiando a vulnerabilidade e a falta de controle.
Ela se recusou a pensar.
A luz piscou sobre a porta oposta, e outra voz automatizada lhe disse que desse um passo adiante para o exame fsico.
Ela o deu, parando-se sobre a marca central, olhando para frente enquanto as luzes piscaram e zumbiam e seu corpo era comprovado para imperfeies.
O reconhecimento mdico foi rpido, indolor. Quando ela foi limpa, atirou fortemente da bata azul improvisada, seguiu as instrues no quarto contigo para o estudo do crebro.
Ela se deitou no banco acolchoado, ignorando as caras detrs das paredes de cristal, deixando que seus olhos se fechassem enquanto baixavam o casco em cima de sua cabea.
S que joga lhe fariam jogar? Ela se perguntou, abraando-se enquanto o banco se deslizasse silenciosamente para cima at que esteve sentada.
A sesso de realidade virtual apareceu rapidamente na escurido, desorientando-a pelo que agarrou os lados do banco para manter o equilbrio.
Ela era atacada desde atrs. Enormes mos saram da escurido, pondo a de p, e lanando-a a grande altura. Ela golpeou o duro cho do que viu agora era um beco, deu um derrapagem em algo escorregadio. Seus ossos se sacudiram, sua pele ardeu como se a tivesse raspado. Ela se levantou rpido, com uma mo tratando de alcanar sua arma.

antes de que pudesse liberar a de seu pistolera, ele tinha carregado. Ela girou sobre seu eixo, seu flego grunho, quando giro em uma patada para lhe golpear o centro de seu corpo.
" Polcia, estpido filho de puta. No te mova ".
Ela se agacho, sua arma em ambas as mos, preparado para uma descarga entristecedora, quando o programa a desagrado com uma luz brilhante. Sua arma ainda estava fora, seu dedo no gatilho. Mas agora apontava a uma mulher que sujeitava a um menino que gritava.
Seu corao martilleo no peito, ela aponto a arma para cima. Ela podia ouvir seu prprio flego quebrado enquanto o baixava.
Estavam em um telhado. O sol cegava, o calor era enorme. E a mulher continuava balanando-se no estreito bordo. Ela olhou ao Eve com olhos que pareciam j totalmente mortos. E o menino lutou e gritou.
"No se aproxime mas".
" De acordo. Olhe, olhe, estou-a guardando. Observe". Mantendo seus movimentos lentos, Eve embainhou sua arma. " Solo quero falar com voc. Qual  seu nome?"
"No me pode deter.
"No, no posso". Onde diabos estava seu respaldo? Onde estava a equipe de assalto, os reforos? Em nome de Deus. "Qual  o nome do menino?
" No posso me encarregar dele mais. Estou cansada ".
"Ele esta assustado. O suor rodou por suas costas enquanto ela dava um passo mais perto. Estava brutalmente quente, o calor ricochetear contra o alcatro pegajoso do teto em trmulas ondas. " E tem calor. Tambm voc. por que no retornamos  sombra por um minuto?"
" Ele chora todo o maldito tempo. Toda a noite. Nunca tenho um pouco de sonho. No posso agent-lo".
" Talvez me deveria dar isso Ele  pesado. Qual  seu nome?"
"Pete". O suor que enchia a cara da mulher, fez que seu curto, cabelo escuro se pegasse a suas bochechas. " Ele est doente.  Ambos estamos doentes, assim o que qual  ponto ?"
O menino estava gritando, um gemido agudo depois de outro. O som disto cortou em sua cabea, seu corao. " Conheo algumas pessoas que podem ajudar".
" Voc  sozinho um jodido poli. No pode fazer uma mierda ".
" Se saltar, ningum pode. Jesus, faz calor aqui fora. Entremos, resolveremos isto".
A mulher deixou escapar um suspiro rendido. V-se ao inferno.
Eve realizo um salto, apanhando ao menino pela cintura enquanto a mulher se inclinava para frente. Seus gritos eram como folhas de barbear raspando seu crebro quando ela deu um desesperado agarre. Ela agarrou  mulher sob a axila, apertando desesperadamente enquanto seus msculos tremiam e ameaavam rasgando-se. Os dedos em suas botas golpearam duro contra a parede do bordo para manter o peso que os enviaria a todos  calada de abaixo.
" Sustente-se. Maldita seja". O suor entrou em torrentes em seus olhos, picando, cegando-a enquanto ela se esforava em melhorasse seu agarre. O menino rebolava como um pescado. "Agarre-se a mim !" gritou-lhe quando a mulher ficou olhando-a com olhos j vazios.
" Algumas vezes  esta melhor morto. Deveria sab-lo. Dallas ". A mulher sorriu quando disse o nome do Eve. E riu quando o agarre pelo Eve comeou a escorregar-se.
Logo ela estava em outro beco, tremendo, curvada em uma bola de dor e intumescida shock.
E ela era uma menina, golpeada e rota, sem um nome, sem um passado.
Estavam usando suas prprias memrias agora, deslizando-os dentro desde suas lembranas mas tempranos. Odiou-lhes por isso, odiou-os com uma fria que ferveu a fogo lento sob um casaco escorregadio de pnico.
Em um beco em Dallas, uma muchachita com a cara ensangentada, um brao quebrado, e nenhum lugar aonde fugir.
Malditos sejam. Malditos todos. Ela no era parte disso. Ela queria grit-lo, lutar por livrar-se da influncia e as imagens que entravam em torrentes em seu crebro e atravessar a parede de vidro.
Seu pulso comeou a acelerar-se, sua fria comeou a crescer. E com apenas uma piscada, o programa a trocou s ruas baixas de Manhattan, em uma noite muito fria. Bowers se parava frente a ela, leering.
" Cadela estpida, enterrarei-a baixo as queixa. Todo mundo vai ou seja o que . Nada mas que uma puta que foll por seu caminho para seu asenso".
" Tem um verdadeiro problema, Bowers. Talvez depois de que termine de report-la por insubordinao, ameaa a um oficial superior, e por ser em geral uma imbecil, o departamento encontrar seu Pelotas e lhe chutar fora".
"Veremos quem chutam". Bowers empurrou duro, fazendo que Eve retrocedesse dois passos.
A fria estava ali, justo ali, rasgando seu corao, tremendo na gema de seus dedos. No me ponha as mos em cima".
" Que diabos vai fazer a respeito? De h ningum aqui exceto voc e eu. Pensa que pode vir a  minha terra e fazer ameaas ".
" No lhe ameao, o digo. Mantenha suas mos se separadas de mim, mantenha-se fora de minha vista, fora de meus assuntos, ou pagar por isso ".
" vou arruinar a. vou pr a em evidncia e exp-la, e no h uma maldita coisa que possa fazer para me deter ".
" Sim. OH se, h-a ".
Eve encontrou um tubos de metal em sua mo. Sentiu seus dedos curvando-se fortemente ao redor dela, seus msculos apertando-se e reforando-se para balan-la. Mais molesta que assombrada, p-lo a um lado, apoiando-o, e agarrou ao Bowers pela parte dianteira do casaco de sua uniforme. " Ponha suas mos sobre mim outra vez, e lhe golpearei seu gordo traseiro. Arquive todas as queixa que queira, meu representante as conter. Mas lhe prometo, verei-lhe fora desse uniforme e das ruas antes de que termine.  uma jodida desonra ".
Ela a soltou com repugnncia, comeou a afastar-se. Pela esquina de seu olho, apanhou um borro de movimento. Ela se escondo, deu-se volta, e sentiu o assobio do tubos sobre sua cabea e roando seu cabelo.
"Estava equivocada," disse com uma voz voltando-se perigosamente fria. "No  uma  jodida desonra. Solo est louca".
Bowers ensino os dentes enquanto balanava o tubos outra vez. Eve saltada fora de seu alcance, logo se adianto duro. Recebeu um golpe no ombro, usando a dor e o momento para empurrar seu corpo com fora contra Bowers. Caram em um monto emaranhado.
Sua mo se fecho sobre o tubos outra vez, torcendo, retorcendo-a, e outra vez a ps a um lado. Ela tiro sua arma, seus olhos brilharam, quando a usou para levantar o queixo do Bowers.
"E esta acabada. Com o flego em farrapos, empurrando ao Bowers, p-lhe bruscamente os arma  costas, e procuro em seu bolso as algemas. "Est baixo arresto por assalto com uma arma mortal, cadela, sem cabea".
Inclusive enquanto comeava a sorrir, encontrou-se a se mesma na escurido outra vez, sobre uma sangrenta desordem. Suas mos espesamente cobertas com o Gore.
Shock, horror, e um brilhante, medo prateado se estrelo contra ela enquanto engatinhava para trs. " Jesus. Jesucristo, no. No fiz isto. No poderia fazer isto ".
Quando se cobriu o rosto com as mos ensangentadas, Olhe fechou os olhos. "  suficiente. Terminar programa". Doente at o corao, observo o corpo do Eve avanar sacudir-se enquanto a sesso terminava. E quando o casco foi removido, seus olhos se encontraram atravs do cristal.
" Esta fase de exame esta completa. Por favor saia atravs da porta marcada. Encontrarei-lhe dentro".
Seus joelhos paralisaram quando se separou do banco inclinado, mas ela as reafirmo, tomou um minuto incluso respirao normalmente, e caminho a seguinte rea.
Outro banco acolchoado, uma cadeira, uma larga mesa onde os instrumentos estavam j pulcramente alinhados. Mais mquinas, monitores. Limpa paredes brancas.
Olhe entrou. "Tem direito a um descanso de trinta minutos. Sugiro que tome ".
Terminemos isto.
Sinta-se, Eve".
sentou-se no banco, fazendo o melhor para deixar de pensar na ltima sesso, preparando-se para a seguinte.
Olhe tomou a cadeira, pregou suas mos no regao. "Tenho filhos aos que amo," comeou, causando uma linha de perplexidade entre as sobrancelhas do Eve. "Tenho amigos que so vitais para mim e relaes e colegas que admiro e respeito". Olhe sotaque sair um leve suspiro. "Tenho todos estes sentimentos por voc". Ela se inclinou para frente, pondo sua mo sobre a Eve e apertando-a duro.
" Se fosse minha filha, se tivesse alguma autoridade sobre voc, no lhe permitiria submeter-se ao nivelado trs nesta fase. Pede-te, como amiga, que o reconsidere ".
Eve Miro fixamente abaixo  mo de Olhe. " Sinto que isto seja difcil para voc".
"OH  Deus, Eve!" Olhe se levantou de um salto, afasto-se dando meia volta, e lutou por lhe pr sob controle suas vertiginosas emoes. "Este  um procedimento muito invasivo. Estar indefesa, incapaz de defender-se, fsica, mental, emocionalmente. Se luta contra isso, como ser instintivo para voc, por tenso em seu corao. Posso dirigir esta reao, e o farei".
Ela se giro de volta, sabendo j que era intil. " A combinao de drogas e estudo que terei que usar neste nvel certamente lhe adoecer. Ter nusea, dor de cabea, fadiga, desorientao, enjo, possivelmente uma perda temporria do controle dos msculos ".
 "Sonha como um inferno de festa. Olhe, sabe que no vou trocar de idia. esteve dentro de minha mente o suficientemente freqentemente para saber como funciona. Assim o que qual  o objetivo de que ambas nos assustemos vrgula a mierda? Solo faa-o".
Resignada, Olhe avano para a mesa, recolhendo uma seringa de presso que tinha carregado ela mesma. Recoste-se, trate de relaxar-se".
"Claro, possivelmente tomar uma siestecita enquanto estou nisso". Ela se recostou, olhando fixamente a fresca luz azul no cu raso. "Para que  isso?"
" S enfoque sua ateno nisso. Solo olhe a luz, olhe atravs da luz, imagine dentro dela, em todo esse fresco, suave azul. Isto no lhe doer. Preciso desabotoar a parte superior de sua bata".
"  por isso o que tem cadeiras azuis em seu escritrio? Assim a gente podem afundar-se no azul?"
" como gua". Olhe trabalhou rpida, gentilmente, despindo o ombro do Eve, seu brao. "Pode deslizar-se diretamente dentro da gua. um pouco de presso agora, " ela murmuro enquanto injetava a primeira droga. " sozinho um calmante".
"dio os qumicos".
"Sei. Respire normalmente. vou acender os exploratrio, os monitores. No haver nenhum desconforto ".
" No estou preocupada por isso. Tem meu anel? "J sua cabea se sentia ligeira, sua lngua grosa. Posso recuperar meu anel?
" Tenho-o. logo que terminemos aqui, devolverei-lhe isso ". Com a habilidade de uma larga prtica, Olhe acendeu os exploratrio nas tmporas do Eve, suas bonecas, seu corao. "Deixo-o a salvo. Relaxe-se, Eve. Deixe que o azul a rodeie".
Ela j estava flutuando, uma parte de sua mente  deriva perguntando-se por que Olhe tinha feito tanto problema por isso. Era sozinho um passeio indolor, tolo.
Com olhos cuidadosos, Olhe estudou os monitores. O ritmo cardaco, a presso sangnea, as ondas cerebrais, todas as constantes fsicas normais. por agora. Ela Miro abaixo, vendo os olhos do Eve fechar-se, seu rosto depravado, seu corpo lasso. Ela se permitiu, passar uma mo sobre a bochecha do Eve; Logo, depois de lhe grampear as correias em suas bonecas e tornozelos, agarrou a segunda seringa.
" Pode me escutar. Eve?"
" Mmm. Se. sente-se bem".
Confia em mim?"
"Sim".
" Ento recorde que estou aqui com voc. Conte cem para trs para mim. Lentamente".
"Cem, e noventa e nove, noventa e oito, noventa e sete". Quando a segunda droga ingresso em seu sangue, seu pulso tremeu de medo, sua respirao se travo. "Noventa e seis. Deus!"  Seu corpo se arqueou, suas extremidades puxando as correias enquanto o shock sacudia seu sistema.
" No, no lute. Respire. Escute minha voz. Respire, Eve. No lute".
Haviam milhares de quentes, famintos insetos engatinhando sobre sua pele, baixo esta. Algum a estrangulava, e suas mos eram como de gelo. Seu corao luto por sair de seu peito com cruis golpes. O terror, vermelho e amadurecido, cegou-a quando seus olhos se abriram e se deu conta que estava atada.
" No me ate. Jesus, no o faa ".
" Tenho que faz-lo. Poderia machucar-se a se mesma. Mas estou aqui. Sinta minha mo ". Ela a apertou sobre o apertem punho do Eve. " Estou justo aqui. Lentos, profundas flegos, Eve. Escute minha voz. Lentos, profundas flegos. Tenente Dallas ". Ela mordeu isto quando Eve continuou boqueando e lutando. " Dava-lhe uma ordem. Cesse de lutar, respira normalmente ".
Eve tragou ar, deixando-o sair com um assobio. Seus braos se estremeceram mas deixaram de lutar.
Olhe para a luz," Olhe contnuo, ajustando a dose, observando os monitores. " Escute minha voz. No precisa escutar nada mas exceto minha voz. Estou justo aqui. Sabe quem sou?"
" Olhe. Doutora  Olhe. Di".
" S um momento mais. Seu sistema precisa ajustar-se. Tome compridos, lentos flegos. Observe a luz. Tome compridos, lentos flegos. " Ela repetiu as mesmas instrues, uma e outra vez em uma tranqila monotonia at que viu o nvel dos monitores, observo o rosto do Eve relaxar-se outra vez.
"Est relaxada agora, e tudo o que escuta  minha voz. Sente ainda dor?"
"No, no sinto nada".
"Me diga seu nome".
"Dallas, Tenente Eve".
"Data de nascimento".
"No sei".
"Lugar de nascimento".
"No sei".
"Cidade de residncia?"
"Nova Iorque".
"Estado civil".
" Casada. Roarke ".
"Lugar de trabalho".
" NYPSD. Central de polcia. No..." Os monitores comearam a piscar, indicando agitao, confuso. "Fui. Estou suspensa. Tomaram minha placa. Tenho frio agora ".
"Passar". Mas Olhe se reclinou e ordenou que a temperatura do quarto aumentasse cinco graus. Pelos seguinte minutos, Olhe fez perguntas simples, incuas para estabelecer a presso sangnea, normalizar o patro das ondas cerebrais, respirao, ritmo cardaco.
"Foi sua suspenso do servio justificada?"
"  o procedimento. Enquanto esta sob investigao, no posso emprestar servio".
"Foi justificada?"
A frente do Eve se enrugou em confuso. " o procedimento," repetiu.
"Voc  um poli at os ossos," Olhe resmungou.
"Sim".
A resposta simples quase fez sorrir a Olhe. "usou a fora mxima no cumprimento do dever, responda sim ou no.
"Sim".
Pergunta com armadilha agora, pensou Olhe. Ela sbia que uma vez, uma jovem, aterrorizada menina tinha assassinado. "H alguma vez, para proteger-se a se mesma ou outro, tomado uma vida?"
A imagem brilhou. O horrvel quarto, os poos de sangue, a faca funda at o punho e gotejando com vermelho. Dor, to brutal era a memria que lhe feriu como um relmpago, lhe fazendo  choramingar. " Tive que faz-lo. Tive que faz-lo ".
A voz era de uma menina e teve a Olhe movendo-se rapidamente. Eve, permanea aqui, e responda  pergunta sim ou no.  Tenente, h alguma vez, para proteger-se a se mesma ou outro, tomado uma vida?"
"No". A palavra saiu em uma exploso de flego. " No, no, no. Ele me machuca. No se deter ".
" No v a ali. Escute minha voz, observe a luz. No deve ir a nenhuma parte para menos que eu o diga. Entende?"
"Sempre est ali.
Ela tinha temido justamente isto. " No est ali agora. Ningum est aqui exceto eu. Qual  meu nome?"
"Ele esta ". Ela comeou a estremecer-se, a lutar. "Est bbado, mas no muito bbado".
"Tenente Dallas, este  um procedimento oficial ordenado pelo NYPSD. Est sob suspenso, mas no foi retirada do servio. Tem a obrigao de seguir as regras deste procedimento. Entende seus deveres?"
" Sim. Sim. Deus, no quero estar aqui".
"Qual  meu nome?"
" Olhe. OH Cristo. Olhe, Dr. Charlotte".
Fique comigo, pensou Olhe. Fique justo aqui comigo. "Qual foi a natureza do caso que estava investigando quando a suspenderam do servio?"
"Homicdio". Os estremecimentos se detiveram, e os dados nos monitores comearam a nivelar-se. "Mltiplo".
"Teve um encontro com o Oficial Ellen Bowers?"
" Sim. Ela e seu aprendiz foram os primeiros na cena de dois dos homicdios. Vtimas Petrinsky e Spindlente ".
"Teve brigados com o Bowers?"
"Sim".
"Relate seu ponto de vista desses brigados".
Mais imagens se deslizaram dentro e fora de seu crebro. Ela as viveu enquanto as recitava. O calor, a espetada de dio que lhe tinha incomodado e desconcertado, as palavras frite, cruis.
"Era consciente de que Bowers arquivou queixa contra voc".
"Sim".
"Havia validez nessas queixa?"
"Use uma linguagem inconveniente quando trate com ela". Inclusive pesada com drogas, ela se burlava. Isto levantou a preocupao do corao de Olhe. " uma violao tcnica do regulamento".
Se ela no tivesse estado doente de preocupao, Olhe poderia haver rido. "Ameaou a este oficial com dano fsico?"
" No estou segura. Poderia lhe haver dito que chutaria seu traseiro se continuava pressionando. Pensei-o, em todo caso".
" Em seus registros, ela manifesta que voc intercambiou favores sexuais para avanar no departamento.  isso certo?"
"No".
"teve alguma vez uma relacione sexual ou encontre com o Comandante Whitney?"
"No".
" teve alguma vez uma relacione sexual ou encontre com o Capito Feeney?"
" Jesus. No. No vou por a follando a meus amigos".
"aceitou alguma vez um suborno?"
"No".
"falsificou alguma vez um relatrio?"
"No".
"Atacou fisicamente ao Oficial Ellen Bowers?"
"No".
"Causou sua morte?"
"No sei".
Olhe se aparto, sacudida. "Assassino ao Oficial Ellen Bowers?"
"No".
"Como pde causar sua morte?"
" Algum a usou para me apartar, para me tirar. Queriam a mi. Ela foi fcil ".
"Acredita que essa pessoa ou pessoas atualmente desconhecidas assassinaram ao Bowers para tirar a da investigao que levava a cabo?"
"Sim".
"Como lhe faz isso responsvel por sua morte?"
" Porque tnia uma placa. Porque era meu caso. Porque o deixe fazer-se pessoais em lugar de ver como eles podiam us-la. Isso o pe sobre minha cabea".
Olhe suspirou, ajustando a dose outra vez. " Enfoque-se na luz, Eve. J quase terminamos".

Roarke caminhou de cima abaixo na rea de espera fora do escritrio de Olhe. por que diabos se atrasava tanto? Ele deveria ter imaginado que Eve lhe enganava quando lhe havia dito que no tomaria mais de um par de horas. Que no sria grande coisa. Justo como o fez quando se deu conta que ela tinha sado da casa sem lhe dizer essa manh lhe dizendo que no lhe queria aqui.
Pois bem, ele estava aqui, Por Deus. Ela sozinho teria que dirigi-lo.
Quatro horas, ele pensou com outro olhar a sua unidade de boneca. Como diabos podiam tomar alguns exames e perguntas quatro horas? Ele deveria hav-la pressionado, obrig-la a lhe explicar exatamente o que lhe fariam.
Ele sbia algo sobre os exames, o processo bsico que um poli passava cada vez que a fora mxima era utilizada. No era agradvel, mas ela tinha passado por isso antes. Ele entendia a tenso elementar do nvel um, e a carga adicional da prova da verdade.
Este era outra vez, desagradvel, muito freqentemente deixava ao sujeito um pouco tremente por umas poucas horas.
Ela tinha passado por isso tambm.
por que infernos no tinham terminado com ela?
Sua cabea subiu, e seus olhos foram piscinas geladas quando Whitney entrou.
" Roarke. Tinha esperado que ela tivesse terminado para esta momento".
" Ela no precisa lhe ver aqui quando o faa. Fez mas que suficiente j, Comandante".
Os olhos do Whitney ficaram vazios, e as sombras baixo eles eram profundas. " Todos seguimos ordens, Roarke, e o procedimento. Sem eles, no h ordem ".
"por que no lhe digo o que penso de seu procedimento?" Ele comeou, dando um passo adiante com o sangue em seus olhos.
A porta se abriu. Ele se giro rapidamente, uma flecha de shock perfuro seu corao quando ele a viu.
Ela estava branca como o papel. Seus olhos pareciam profundamente afundados em seu rosto, a ris como vidro dourado, as pupilas enormes. Olhe tnia um brao ao redor dela sustentando-a, e mesmo assim ela se balano.
" No est lista para te levantar. Seu sistema necessita mais tempo ".
"Quero sair daqui". Ela se teria tirado de cima a Olhe, mas temia seriamente que cairia de bruces. Ela viu o primeiro Roarke, sentiu quebras de onda de frustrao e alvio. "O que estas fazendo aqui? Disse-te que no viesse ".
"Fecha a maldita boca". Houve s uma chispada de emoo atravs dele, e que este era todo fria. Ele cruzo o quarto em trs rpidas pernadas, e a separo de Olhe. "Que diabos lhe tem feito?"
"O que se supunha que tnia que  fazer". Eve se esforou por parar-se sobre seus prprios ps, embora fez retroceder as nuseas, um suor mido e pegajoso a cobria. No se adoeceria outra vez, prometeu-se a si mesmo. J tinha estado violentamente doente duas vezes e no se adoeceria outra vez.
"Ela precisa recostar-se. O rosto de Olhe estava quase to plido como o do Eve, e cada linha de tenso se mostrava. " Seu sistema no teve tempo de recuperar-se. Por favor convena a de que retorne e se recoste para que possa monitorar seus rgos vitais ".
"Tenho que sair daqui". Eve Miro diretamente aos olhos do Roarke. "No posso ficar aqui".
" De acordo. Vamos".
Ela se permitiu apoiar-se contra ele at que viu o Whitney. Ento foi tanto o instinto como o orgulho o que lhe fez esforar seu dolorido corpo. "Senhor".
" Dallas. Lamento a necessidade deste procedimento. A Doutora Olhe precisa lhe ter sob observao at que esteja satisfeita de que est bastante bem para ir-se".
"Com todo respeito, Comandante, estou em liberdade de ir aonde diabos queira".
"Jack". Olhe junto seus dedos, sentindo-se intil. "Ela tomou um Nvel Trs".
Seus olhos brilharam, retornando ao rosto do Eve. " O nvel trs no era necessrio. Maldita seja, no era necessrio".
"Voc tomou minha placa," disse Eve quedamente. "Era necessrio. Ela se obrigo a endireitar-se outra vez, rezando para que Roarke entendesse que precisava sair caminhando sob seu prprio esforo. Ela o fez at a porta antes de que os estremecimentos comeassem de novo, mas ela negou com a cabea ferozmente quando ele se giro.
" No, no o faa, no me carregue. Deus, me deixe algo aqui".
"Esta bem, solo agenta. Ele passado um brao ao redor de sua cintura, tomando a maior parte de seu peso. Passando a cinta, ele a guiou para o elevador. "O que  nvel trs?"
"Mau". Sua cabea estava palpitando brutalmente. " Realmente mau. No me chateie. Era a nica maneira".
"Para ti," ele murmuro, conduzindo-a para o abarrotado elevador quando as comporta se abriram.
Sua viso ficou cinza nos borde. As vozes da gente que se apertava dentro com eles, para eco, e se afastavam como ondas no oceano. Ela perdeu sua coordenao, e a si mesmo, s fracamente consciente do movimento, da voz do Roarke perto de ouvido lhe dizendo j quase chegavam.
"De acordo, de acordo". O cinza difundiu, mas sua viso enquanto ele a guiava  rea de estacionamento das visitas. " Olhe disse que este era sozinho um dos efeitos secundrios. No  grande coisa ".
"Qual  um dos efeitos secundrios?
"Mierda, Roarke. Sinto muito. Me vou deprimir".
Nunca lhe ouviu amaldioar enquanto ele a balanava em seus braos.



CAPTULO VINTE

Ela esteve deprimida, inconsciente ou dormida, por quatro horas. Ela no recordava ter chegado a casa, deitar-se na cama. Felizmente para todas as partes, ela no recordava ao Roarke chamando o Summerset, ou o mordomo usando seu treinamento mdico para examin-la e lhe prescrever descanso.
Quando despertou, a dor de cabea at persistia, mas o mal-estar e os tremores tinham passado.
"Pode tomar um bloqueador".
Ainda desorientada, ela piscou para esclarecer vista e cravou os olhos na pequena plula azul que Roarke lhe tendia. "O que?"
" passou bastante tempo desde seu tratamento para que tome um bloqueador. Traga-a ".
"No mais droga, Roarke, eu --"
Foi a quo mximo chego antes de que lhe apertasse a mandbula, empurrando a plula em sua boca. "Traga-a".
Franzindo o cenho, ela o fez, mais por reflito por obedincia. " Estou bem. Estou bem ".
" Seguro o estas. vamos danar".
Ela se retorceu at sentar-se e esperado ansiosamente que sua cabea permaneceria no lugar correto sobre seus ombros. "Viu-me algum me derrubar?
"No". A mo em sua mandbula se tenso. "Seu repertrio de chutar traseiros est intacto".
"Isso  algo, em todo caso. Homem, morro de fome ".
" No me assombra. Olhe disse que provavelmente tinha perdido tudo o que comeu nas ltimas vinte e quatro horas. Chamei-a, " ele adicionou quando lhe olhou ceudamente. " Queria saber o que tinham feito".
Ela viu a clera em seus olhos, e a preocupao. Instintivamente, subiu uma mo a sua bochecha, acariciando-a. "Vai me dar a lata sobre isto?"
" No. No podia ter feito qualquer outra coisa ".
Agora ela sorriu, deixando que sua cabea descansasse sobre seu ombro. "Estava muito zangada quando te vi ali, mas que nada porque me alegrei de que estivesse ali.
"Quanto tempo ter que esperar pelos resultados?"
" Um dia, talvez dois. No posso pensar nisso. trouxe suficiente para me manter ocupada... Mierda, onde est minha roupa? Meu jeans? H um disco no bolso".
"Este?" Ele recolheu a um que havia posta no nochero ao lado da cama.
" Sim. Olhe me deixou tirar o de seu escritrio.  o perfil. Preciso l-lo".  Ela aparto os cobertores. " Feeney j deve ter neste momento o disco que lhe enviamos. Ele deveria ter convocado ao Wo ou deveria estar em caminho de faz-lo. Se ele j entrevistou ao Wo, ento Peabody poderia me deixar alguns dados de como foi".
Ela j estava de p, ficando roupa em cima. At estava muito plida, com sombras como machucados sob seus olhos. Ele imaginou que a dor de cabea comeava a passar da agonia ao simples sofrimento.
E isso no ia deter a.
"Seu escritrio ou a minha?"
"A minha," ela disse enquanto procurava em uma gaveta e encontrava um de seus contrabandos de barras de doce. "Hey!" Ele o arrebatou da mo, pondo-o fora de seu alcance enquanto ela tentava agarr-lo.
"depois do jantar".
" to estrito". Porque sua boca estava sedenta de chocolate, ela trato um sorriso de olhos suaves. " estive doente. supe-se que deve me mimar ".
"Seu odeia quando fao isso.
"Estou-me algo assim como me amoldando a isso," ela disse enquanto ele a tirava do quarto.
" Nenhum doce antes do jantar. Temos sopa de frango, " ele decidiu. " A padre de todo os tempos para tudo. J que lhe estas sentindo muito melhor, "ele continuou enquanto giravam para seu escritrio," pode pedi-la enquanto abro o perfil de Olhe".
Ela quis zangar-se por isso. depois de tudo, sua cabea estava dolorida, seu estmago em carne viva, seu sistema at ligeiramente desligado. Em qualquer outro momento, ela pensou enquanto entrava contrariada na cozinha, ele se teria incomodado um inferno com ela mantendo-a na cama, vigiando-a como um maldito co guardio. Mas quando ela realmente, talvez, apreciaria sozinha um pouco sua revoada, lhe dava um quehacer de cozinha. E se ela se queixava, maldito , lhe sorriria burlonamente.
Assim estava em um apuro, admitiu, enquanto tirava um tigela fumegante de uma impossivelmente fragrante sopa do Auto Chef. E a primeira colherada se deslizou abaixo por sua garganta como gloriosa, golpeou seu abusado estmago, e quase lhe fez choramingar de gratido. Ela comeu outra, ignorando ao gato que se dirigia para ela pela essncia e se enredava ao redor de seus tornozelos como um fita de seda coberto de pele.
antes de poder deter-se, tinha comido o tigela inteiro. Sua cabea se esclareceu, seu sistema estava ao mximo, e seu nimo assombrosamente acima. Lambendo a colher, Miro ao gato.
"por que ele sempre tem razo?"
"Solo um pequeno meu talento," Roarke disse do marco da porta. E, maldio, sorria burlonamente. Ele lhe aproximo, golpeando ligeiramente um dedo em sua bochecha. "Retornou-te a cor, Tenente, e por seu aspecto, a dor de cabea se foi e seu apetite esta bem.
Ele Miro para baixo  tigela vazio. "E onde esta o meu?"
Roarke no era o nico que podia sorrir burlonamente. Ela sob o tigela vazio, tirando o cheio fora do Auto Chef, e se concentro neste. "No sei. Talvez o gato o comeu ".
Ele s riu, inclinou-se, e levantou em braos ao gato que se queixava ruidosamente. " Bem, amigo, j que ela esta to vida, suponho que estamos por nossa conta. Ele programou o Auto Chef enquanto Eve se manteve onde estava, tomando perezosamente a sopa.
"Onde est minha barra de chocolate?"
"No sei". Ele tirou um tigela, pondo-o no cho onde o gato quase se meteu de um salto. "Talvez o gato o comeu.  Ele tirou sua tigela, tomando uma colher, e se afasto.
"Tem um grande traseiro, camarada," ela comento quando lhe seguiu dentro. "Agora, tira o de minha cadeira".
Lhe sorriu abertamente. "por que no vem e se sinta em meu regao".
"No tenho tempo para seus pervertidos jogos ". Porque parecia que ele no ia mover-se, ela aproximo uma cadeira ao lado seu lado e estudou o monitor. "Tem que ver mas l da linguagem medico," disse ao Roarke. " Todas as palavras de cinqenta crditos. Amadurecida, controlada, inteligente, organizada".
"Isto no  nada que seu no soubesse".
" No, mas seus perfis so ouro nos tribunais, e confirmam a direo da investigao. O complexo de Deus. Alto nvel de conhecimento mdico e habilidade cirrgica. Provavelmente de natureza dual. Curador / destruidor ". Eve franziu o cenho ante isto, inclinando-se enquanto baixava o texto.
Ao romper seu juramento de no fazer mal, ele ficou a si mesmo por cima das tese de sua profisso. Ele , ou foi certamente, um doutor. Com o nvel de habilidade mostrada nestes assassinatos,  provvel que ele pratique sua arte atualmente, salvando vistas, melhorando a qualidade de vida em seus pacientes diariamente. Ele  um curador.
Entretanto, ao tomar vistas, fazendo caso omisso dos direitos das pessoas que assassinou, ele se tirou as responsabilidades de sua arte. Ele  um destruidor. No h remorso, nenhuma vacilao. Ele , acredito, completamente consciente de suas aes. Justificou-as de algum modo que esta conectado  medicina. Escolhe aos doentes, os velhos, os moribundos. No so vistas para ele, a no ser vasilhas. O cuidado que se toma quando remove as amostras indica que este  o trabalho, as amostras em se mesmas, isso  o importante. As vasilhas no so mais vitais que um tubo de ensaio no laboratrio. Facilmente descartado e substitudo.
At franzindo o cenho, Eve se reclinou. "Duas naturezas".
" Seu prprio Jekyll e Hyde. Um doutor com uma misso, "Roarke contnuo," e o mal dentro de lhe avassalo e destruo ".
"Destruo a quem?"
" Aos malditos, os inocentes. E ao final, a se mesmo ".
"Bem". Seus olhos eram framente ferozes. " A parte final. Duas naturezas," disse outra vez. " No dobro personalidade. Isso no  o que ela diz ".
"No, dois lados de uma moeda. A escurido e a luz. Todos o temos ".
"No fique filosfico comigo". Ela se afasto, precisando mover-se enquanto sua mente trabalhava.
" Mas ao final, com isso  com o que estamos tratando aqui. Sua filosofia. Ou a dela. Ele toma, porque pode, porque necessita, porque quer. Desde seu ponto de vista, as vasilhas, por falta de uma palavra melhor, so pouco importantes, medicamente ".
Ela se giro. " Ento retornamos aos rgos em se mesmos. Seu uso. E a glria. Reconstituio, Rejuvenescimento, curar o que considera a cincia atual esta alm da cura. Que mais poderia ser? Ele encontrou uma forma, ou acredita que pode encontrar uma forma, de tomar uma parte moribunda e lhe dar vida ".
" Dr. Frankenstein. Outro louco, gnio defeituoso que foi destrudo por sua prpria mente. Se nos movermos dentro dessa rea, ele no  s um cirurgio, a no ser um cientista, um investigador. Um buscador".
" E um poltico. Maldio, preciso saber mais sobre o Friend, e preciso saber que saco Feeney de sua entrevista com o Wo ".
" por que no o havia dito? Qu-lo em papel ou a trascripcin completa vdeo/audio?"
Ela deixou de passear-se como se se golpeou com uma parede. "No pode fazer isso. No pode te colocar nos arquivos da entrevista ".
Ele suspirou fortemente. " No sei por que tolero seus constantes insultos. Sria, entretanto, mais simples se tivesse o nmero do arquivo, a hora e a data, mas posso trabalhar sem isso".
" Deus. No quero saber como pode fazer isso. E no posso acreditar que me pare aqui e te deixe faz-lo".
" Fins e mtodos, carinho. Tudo  sozinho sobre fins e mtodos".
"Irei por um pouco de caf," resmungou ela.
"Ch. Seu sistema teve suficientes estmulos por um dia. E eu tambm quero uma taa para mi. Os dados sobre o suicdio do Friend estaro sobre tela na parede ".
Ela caminhou para a janela da cozinha, afasto-se, e volta outra vez. O que estava fazendo? perguntou-se. At onde poderia ir sobre a linha?
At onde se necessitasse, decidiu, e mas l enquanto se girava para o enlace, que soava.
"Dallas".
"Tenho que faz-lo rpido". A cara do Peabody estava em tela, sua voz era enrgica. " Louise Dimatto foi atacada na clnica esta manh cedo. No obtivemos os dados at faz poucos minutos. Ela est no Drake. No tenho os detalhes ainda, mas esta em estado crtico".
"Estou em caminho.
" Dallas. Wo do Drake, tambm. Atentado de auto-terminao  o motivo nos dados. No pensam que o v obter ".
" Maldita seja. Obteve uma entrevista com ela?"
" No. sinto muito. E Vanderhaven at esta perdido. Localizamos ao Young. Ele est esperando at que possamos recolh-lo".
"Estou em caminho.
"No lhe deixaro ver o Wo ou a Louise".
"Entrar," Eve disse brevemente, e curto a transmisso.

Ela chego at a estao de enfermeiras de cuidados intensivos antes de que a detiveram.
" Dimatto, Louise. Quarto e condio ".
A enfermeira a Miro. " um familiar?"
"No".
"Sinto muito. S posso dar essa informao  famlia imediata e o pessoal autorizado".
Eve sob a mo por costume, logo colina em um punho seus dedos de frustrado quando recordou que no tnia placa para golpear no mostrador. "Wo, Doutora Ti. As mesmas perguntas".
"As mesmas respostas".
Eve tomou um profundo flego, preparando-se para lanar a dzia de vis e frustradas maldies que danavam em sua lngua, quando Roarke deu facilmente um passo  frente. " Enfermeira Simmons. A Doutora  Wo e eu estamos na junta destas instalaes. Pergunto-me se poderia chamar a seu assistente e lhe pedir que fale comigo. Meu nome  Roarke".
Seus olhos se abriram ampliamente, sua cor se elevo. " Roarke. Sim, senhor. Imediatamente. A rea de espera esta justo a sua esquerda. Mandarei a chamar o Doutor Waverly imediatamente ".
"Localize ao Oficial Peabody enquanto est nisso," Eve demanda e se encontrou com uma olhe mal-humorada.
"No tenho tempo --"
"Se fosse to amvel," Roarke interrompeu, e Eve pensou ressentidamente que deveria engarrafar o encanto que exsudava de seus poros para os menos afortunados, "Ns gostaramos de muito falar com a Oficial Peabody. Minha esposa..."  Ele ps uma mo sobre o ombro do Eve que vibrava. "Ambos estamos realmente ansiosos.
"OH". A enfermeira considero o Eve com um olhar fixo, obviamente atordoada ao precaver-se que a despenteada mulher era a esposa do Roarke. "Certamente. Encarregarei-me disso por voc ".
"por que no lhe pediu que te beijasse os ps enquanto estava nisso?" resmungou Eve.
"Pensei que tnias pressa.
A sala de espera estava vazia  exceo de uma tela posta na ltima srie de comdia. Eve ignorou isto e a cafeteira como se estes tivessem a culpa de seu humor.
" Enviei-a a essa cama de hospital, Roarke. Usei seu dinheiro para fazer que ela obtivera dados que eu no podia obter ".
" Se isso for certo, ela fez sua prpria eleio como todos fazemos. E quem  responsvel por t-la nessa cama  quem a atacou".
"Ela teria feito algo por manter essa clnica em forma". Eve se cobriu os olhos com as gemas de seus dedos, pressionando-os fortemente. "  o que mas lhe importa. Usei-a por uma intuio para fechar um caso que no  nem sequer meu. Se ela morrer, terei que viver sabendo isso".
" No posso te dizer que estas equivocada, mas te direi outra vez: Seu no a ps aqui. Se continua pensando dessa maneira, voltar-te suave". Ele assentiu quando ela deixou cair suas mos aos lados. "Est muito perto de terminar o que comeou para te voltar suave. sacuda-lhe isso de cima, Eve, e h o que faz melhor. Encontra as respostas".
"Tm essas respostas algo que ver com que minha este sobrinha em vrgula?" Com o rosto ojeroso e sombrio, Cagney entrou no quarto. "O que esta fazendo aqui?" Ele demando. " Voc envolveu a Louise em assuntos que no tinham que ver com ela, p-la em perigo por seus fins. Agora, suspeito enquanto trabalhava para voc, ela foi cruelmente atacada e est lutando por sua vida".
"Qual  sua condio?" Eve demando.
"No tem autoridade aqui. At onde a meu concerne, voc  uma assassina, uma poli corrupta, e uma desviacionista. Apesar do que seus amigos reprteres tratam de fazer para trocar o ponto de vista do pblico, conheo-a pelo que ".
"Cagney". A voz do Roarke era suave como a nvoa irlandesa. "Esta fatigado e tem minha simpatia, mas mantenha sua ateno aqui".
"Ele pode dizer o que quiser". Eve deu um passo deliberadamente entre eles. "E eu tambm. Admiro a Louise para seus propsitos e sua fora. Lhe atirou sua fantstica posio de homem rico no centro  cara e seguiu seu prprio caminho. Aceitarei a parte que tenha de que ela este aqui agora. voc pode?"
"Ela no tnia nada que fazer nesse lugar". Seu de aparncia agradvel, cara consentida estava devastada, seus olhos fundo profundamente em sombras. "Com sua mente, seu talento, seus antecedentes. Nada que fazer esbanjando seus dons na escria que voc recolhe das ruas depois do anoitecer ".
"A classe de escria que pode ser disposta por qualquer parte que possa ser til, e ento desprezada?
Seus olhos arderam nos dela. "A classe que trataria de matar a uma bela jovem pelos crditos em seu bolso, pelas drogas que estava acostumado a usar para tratar de manter lastimosas suas vidas funcionando. Da classe que suponho voc saiu. Ambos".
"Pensava, que para um doutor, toda a vida era sagrada".
"Assim ". Waverly entro com grandes passos, sua bata de laboratrio formando redemoinhos. " Colin, no  voc mesmo. v descansar um pouco. Estamos fazendo todo o possvel".
"Ficar com ela".
"No agora". Waverly ps sua mo no brao do Cagney, e seus olhos se encheram de simpatia. " Tome um descanso no salo de recesso. Prometo-lhe que lhe mandarei a chamar se houver alguma mudana. Necessitar-lhe quando despertar".
" Sim, tem razo. Sim ". Ele levantou um instvel emano para sua tmpora. " Minha irm e seu marido  lhes mande de volta, a minha casa. Deveria ir estar com eles por um momento".
" Isso sria o correto de fazer. Chamarei-te ".
" Sim, obrigado. Sei que est nas melhores mos ".
Waverly lhe guiou  porta, murmurou algo, logo lhe observou afastar-se antes de girar-se. " Ele esta muito sacudido. Nenhuma quantidade de experincia mdica te prepara quando  um dos teus".
"Que to mau ? perguntou Eve.
" Seu crnio foi fraturado. Houve uma considervel hemorragia, inchao. Na sala de operaes foi bastante bem, a tudo isto. Estudamo-la em intervalos regulares por dano cerebral. No podemos estar seguros ainda, mas somos positivos".
recuperou a conscincia?
"No".
"Pode-nos dizer que aconteceu?"
"Ter que obter esses detalhes da polcia. S lhe posso dar seus dados mdicos, e no deveria estar fazendo-o. Ter que me desculpar. Monitoramo-la muito de perto ".
" A Doutora Wo?"
Sua cara j rendida pareceu afundar-se mas. " Perdemos a Ti faz uns momentos. Devi dizer se o ao Colin, mas no tive corao para acrescentar sua carga. Espero que lhe mostre um pouco de considerao".
"Preciso ver seus registros," Eve resmungo quando esteve a ss com o Roarke. " Como morreu, o que se o Quito ou lhe fez? Quem a encontrou e quando? Maldita seja, incluso no se quem trato seu caso".
"Encontre uma fonte".
"Como diabos posso --" Ela se calo. "Diabos, me d seu leva-enlace".
Ele o deu e sorriu. " Sada o Nadine por mim. Verei se localizaram ao Peabody outra vez".
"Que tipo to preparado," ela resmungou e marco ao Nadine no Canal 75.
" Dallas, pelo amor de Deus, esteve-me evitando por dias. O que acontece? Est bem? Esses estpidos bastardos! Viu minha reportagem? estamos alagados com chamadas por isso".
" No tenho tempo para perguntas. Necessito dados. Contate a quem quer que suborna no escritrio de ME e me consiga tudo o que possa de Ti Wo, auto-terminao. Entrar dentro de uma hora. Necessito o mtodo, tempo da morte, quem chamo a avisar e quem foi designado ao caso, que medico lhe atendeu. Tudo".
" No escuto de voc por dias, e logo quer tudo. E quem diz que suborno a algum?" Ela sopro, parecendo insultada. "Subornar a funcionrios pblicos  ilegal".
"No sou poli neste momento, recorda? quanto antes melhor, Nadine. E espere, Pode conseguir algo sujo do Senador Brian Waylan, de Illinois?"
"Quer saber se posso conseguir algo sujo de um senador Norte-americano? Ela soltou uma  baixa, cavernosa risada. "Quer um caminho ou um casco de navio cisterna?"
" O que seja que acha  com nfase em sua posio sobre  rgos artificiais. Pode-me contatar em casa ou no porttil do Roarke".
" No acerto a ter os nmeros privados do Roarke. Inclusive eu tenho meus limites".
" Summerset te comunicasse. Obrigado".
"Espera, Dallas, est bem? Quero -- "
"Sinto muito, no h tempo". Ela curto a transmisso e se apressou para a porta justo quando Peabody caminha a grandes passos pelo corredor. " Onde diabos esteve? Mandei-lhe a chamar duas vezes ".

" Estbamos solo un poco ocupados. Feeney me envi abajo a averiguar sobre Wo, quien la pasmo hace aproximadamente quince minutos. Su co-habitante actual estaba all y se puso histrica. Nos tom a m y a dos ordenanzas mantenerle sujeto para que la pudieran sedar ".





"Pensei que viveu sozinha.
" Resulto que tnia uma amante, que mantinha muito calada. Ela chegou a casa e encontrou ao Wo na cama cheia de barbs ".
"quando?"
" Suponho que sria faz um par de horas. Inteiramo-nos depois do da Louise. Cartright encontrou a morte suspeita, mas parecia uma auto-terminao. Tenho que me arriscar com este caf".
Ela caminho para o mostrador, cheirando na jarra, soprando um pouco, mas servindo uma taa de todos os modos. "Ela no se apresento  entrevista," Peabody continuou. " Feeney e eu fomos a sua casa, obtivemos uma autorizao para entrar. Ela no estava ali. Buscamo-la aqui e samos com a mos vazias. Tivemos um par de confirmaes de que tinha estado em seu escritrio e na asa de rgos. Recolhemos ao Young e a seu advogado antes de que pudesse tragar-se. Tivemo-lhe em uma entrevista formal na manh, mas ele podia ir ao um baile de noite. Voltvamos a procurar o Wo quando inteiramos sobre a Louise, assim viemos, para saber seu estado".
Ela engoliu caf e se estremeceu. "Assim, como esteve seu dia?"
" Empresto. O que me pode dizer sobre a Louise?"
Peabody Miro sua unidade de boneca, logo olhou para cima antes de que Eve pudesse controlar um coice. "Sinto muito. Maldio, Dallas ".
" No se preocupe por isso. Est de servio e com a gua ao pescoo".
"Supe-se que teria um jantar francs de fantasia seguida pelo que imagino poderia ter sido um pouco de sexo de fantasia". Ela provou um sorriso. "Mas a vai. Louise foi golpeada na clnica. Um golpe na cabea. Fratura na boneca direita que indica ferida defensiva. Acreditam que viu quem quer que a golpeio. Usaram enlace do escritrio".
"isso cristo tomaria algo msculo".
" Se, e fizeram um nmero sobre ela com ele. Ela estava em seu escritrio. Quem quer que lhe fez a deixou ali. H um pequeno gabinete de drogas ali dentro, para amostras. Abriram-no  fora e o saquearam. Isto ocorreu entre as trs e as quatro da tarde. Ela saa de volta s trs, registro a seu ltimo paciente s trs e dez. Um doutor da seguinte rotao a encontrou pouco depois das quatro. Chamaram e comearam a trabalhar nela ali ".
"O que escutou que suas possibilidades?"
"  um centro malditamente bom. Alguns das equipes parecem que deveriam estar na Nasa II. Ela teve a uma frota de doutores entrando e saindo de seu quarto. colocamos um uniformizado na porta vinte e quatro / sete ". Ela terminou o caf. " Ouvi as enfermeiras dizendo que era jovem e forte. Seu corao e seus pulmes so de primeira. O exploratrio do crebro no mostrou nada pelo que preocupar-se at. Mas pode contar com que querem que ela saia disto. Quanto mais tempo fique, mais preocupados parecem".
" Tenho que te pedir que me chame se houver alguma mudana. Preciso sab-lo".
"No tem que pedi-lo. Deveria retornar ".
" Sim. lhe diga ao Feeney que estou trabalhando em um par de ngulos. Passarei-lhe algo que se veja importante".
"Farei-o". Ela comeou a sair, vacilando. " Acredito que deveria sab-lo: Escute que esta comandante sendo acossado pelo chefe. Ele cravou a IAB, e lhe respira sobre o pescoo ao Baxter para que fechamento definitivamente o do Bowers. Ele esteve na uno-seis-dos para fazer alguma averiguaes sobre ela o mesmo. Basicamente, ele esta golpeado seu traseiro para lhe reincorporar ".
Insegura de como sentir-se, ela sozinho ficou olhando. "Avaliao que me dissesse isso.
" Uma coisa mais: A conta pessoal do Rosswell mostrou depsitos regulares nos ltimos dois meses de dez mil. Todas transferncias eletrnicas". Seus lbios se curvaram quando os olhos do Eve se estreitaram e brilharam. " Ele est sujo. Feeney  j a enviado ao Webster sobre ele".
"O tempo esta bastante perto do assassinato do Spindlente. Bonito trabalho". Roarke esperou at que estivesse sozinha antes de entrar de novo. Ele a encontrou sentada no brao do sof, olhando fixamente abaixo a suas mos. "tiveste um comprido dia, Tenente".
"Sim". Ela esfregou as mos em seus joelhos, sacudindo-se seu estado de nimo, logo o Miro. "Estava pensando em acab-lo com algo especial".
"Srio?"
"Que tal um pouco deallanamiento antes de ir a dormir?"
Seu sorriso aberto brilhou. " Querida. Pensei que nunca o pediria".



CAPTULO VINTE E UM

" Eu conduzo".
A mo do Roarke se deteve quando ia alcanar a porta do carro, e levanto uma sobrancelha. " meu carro".
" meu assunto".
estudaram-se um minuto, se apertando-se contra a porta do condutor. "por que conduz voc?"
"Porque". Vagamente envergonhada, ela colocou as mos em  seus bolsos. "No te burle".
" Tratarei de resistir. por que?"
"Porque," ela disse outra vez, "Conduzo quando estou em um caso, assim  que se conduzisse, sentiria-se como -- sentir-se oficial em lugar de criminal".
" J vejo. Bem, isso tem perfeito sentido. Seu conduz ".
Ela comeou a subir enquanto ele rodeava o veculo para o lado do passageiro. "Est sonriendo burlonamente a minhas costas?"
"Sim,  obvio". Ele se sentou, estirando as pernas. "Agora, para lhe fazer realmente oficial, deveria ter um uniforme. Irei assim de longe, mas me rehso a me pr esses sapatos de poli assombrosamente feios ".
" realmente brincalho," ela resmungou e saco o carro em reversa, fez um rpido, giro agudo, e saiu disparada da garagem.
" Muito mau que este veculo no tenha sereia. Mas podemos fingir que nada funciona, assim o sentir oficial".
" Contnua. Solo contnua ".
" Talvez te chamei senhor. Poderia ser sexy". Ele sorriu meigamente quando lhe fulmino com o olhar. " De acordo, termine. Como quer fazer isto?"
" Quero ir  clnica, para  procurar os dados que enviei a Louise, e qualquer outra coisa interessante, logo sair. Sem ser apanhada por algum droide golpeador. Imagino que com seus ligeiros e pegajosos dedos, deveria ser um passeio".
"Obrigado, carinho".
" senhor para ti, camarada".
Ela passo atravs da fumaa de una um glida em uma esquina e foi rumo ao sul. " No posso acreditar que esteja fazendo isto. Devo estar louca. Devo ter perdido o julgamento. Contino cruzando linhas ".
" Pense nisso assim. As linhas se mantm em movimento. Seu solo continua ".
" Se contino mantendo-o assim, terminarei levando braceletes de segurana. Estive acostumado a seguir as regras. Acredito no livro. Agora solo  re-escrevo as pginas".
" isso ou retornar  cama e pr os cobertores sobre sua cabea".
" Se, bem... tomamos opes. Eu tenho feito a minha ".
Ela encontrou um lugar em um segundo nvel a quatro blocos da Clnica Canal Street e estacionamento o carro entre recolhedor areo e um caminho amolgado de utilidade. Se algum se incomodava em olhar, ela reflito, o elegante duas praas do Roarke se notaria como um cisne entre sapos, mas no ia em contra a lei para conduzir um sper quente carro neste setor.
" No quero estacionar mais perto. Esta coisa tem mecanismos anti-roubos e anti-vandalismo, verdade?"
" Naturalmente. Ativar toda a segurana, " ele ordeno enquanto saa do veculo. " Uma coisa mais. Ele procuro em seu bolso. "Seu pedao de arma... senhor".
"Que diabos est fazendo seu com isto?" Ela o arrebatou.
"Dando-lhe isso a ti.
"No est autorizado para lev-lo e eu tampouco". Ela sopro quando ele respondia a essa informao com outro sorriso afetado. "Solo te cale," ela resmungou e colocou a arma em seu bolso traseiro.
"Quando chegarmos a casa," ele comeou quando comearam a caminhar rua abaixo, " pode... me repreender.
"Mantn sua mente fora do sexo".
" por que?  to feliz ali". Ele colocou uma mo casualmente sobre seu ombro enquanto caminhavam energicamente com o passar do bloco. Os poucos acechadores de portais se desvaneceram, intimidados j seja pelo duro olhar nos olhos do Eve ou o brilho de advertncia nos do Roarke.
"O lugar  um lixeiro," disse ela. " Nenhuma segurana, nenhuma cmara. Mas os ferrolhos so decentes. Devem ter posto cdigos pelas drogas. Sero Segurana vermelho padro, talvez com cronometradores. Alarma anti-roubos. Cartright chego  cena aqui, e ela  uma boa poli. Haver um selo. No mas tenho a chave".
"Tem algo melhor. Lhe deu um rpido aperto no homem. "Tem a mi.
"Sim". Lhe lanou um olhar, vendo nessa fabulosa cara um brilho que lhe disse que ele estava desfrutando. "Parece que se".
"Poderia te ensinar como passar atravs dos ferrolhos".
Era tentador, muito tentando. Deus, ela perdia o peso de sua arma, de sua placa. " Solo vigiar se por acaso h droides golpeadores e outras molstias. Se ativas  o alarme, ento solo nos afastaremos ".
" Por favor. No ativei um alarme desde que tnia dez anos". Insultado, ele se giro para a porta da clnica enquanto Eve vigiava pelo bloco.
Ela fez duas rondas, perdida em seus pensamentos. Um acontecimento, ela decidiu, tinha fundamentado outro. Um velho ressentimento dos dias da academia, um adormecido morto, uma morte por conspirao, e aqui estava ela, sem sua placa e jogando vigia enquanto o homem com o que se casou framente forava a entrada de um edifcio.
Como diabos ia fazer para retornar? Como podia retornar, se no conseguia um comeo? Ela se giro, lista para lhe dizer que se detivera. E ele se paro, observando-a, seus olhos tranqilos e azuis, com a porta aberta a suas costas.
"Dentro ou fora, Tenente?"
"Joder. Ela caminhou a grandes passos frente a ele e entrou.
Ele fecho detrs deles, acendeu a estreita luz de seu esfero lanterna. "Onde est o escritrio?"
"Pela parte de atrs. Esta porta se abre do interior ".
"Isto sustento". Lhe aconteceu a luz, gesticulando para que a apontasse no ferrolho. Encurvando-se, ele o deu um rpido estudo. " No vi um destes em anos. Sua amiga Louise era muito otimista com seu suborno de meio milho".
Ele tiro o que parecia ser uma pluma, desatornillndola, logo deu um golpecito com um dedo sobre o comprido, magro arame que ele exps.
Lhe tinha sabido perto de um ano, tinha tido tanta intimidade com ele como uma pessoa podia ter com outra, e ele ainda conseguia surpreend-la. "Carrega ferramentas de roubo contigo todo o tempo?"
"Bem". Seus olhos se entrecerraron, quando ele deslizou o arame na ranhura. "Alguma vez se sabe, no  assim? Ali esta, espera". Ele se concentro, girando a cabea para ouvir o sedutor estalo dos ferrolhos. Houve um tranqilo zumbido  quando os ferrolhos desconectaram. "Seu primeiro, Tenente".
" ardiloso". Ela passou facilmente, dirigindo com a luz. Ali no h janelas," ela continuou. " Podemos usar as luzes no quarto. Esta  manual". Ela a acendeu, piscando para ajustar-se.
Um rpido estudo lhe mostrou que os varredores tinham feito seu trabalho, deixando detrs sua desordem usual. O toque evidente da equipe da cena estava na capa pegajosa que  recubra cada superfcie.
" Eles j recolheram as impresses digitais, varreram para fibras, cabelo, sangue, e fludos. No servir de muito. Deus sabe quantos do pessoal entram e saem deste quarto qualquer dia dado. puseram a evidncia em bolsas e as etiquetaram, mas no quero tocar ou incomodar algo que no seja necessria".
"O que seu quer  o computador".
" Se, ou em um disco, se Louise j o tinha encontrado. Seu comea com a mquina. Eu revisar os discos".
Quando Roarke se sentou, fazendo um trabalho rpido com os cdigos de acesso, Eve foi para os discos arquivados em prateleiras, folheando-os pelas esquinas. Cada um estava marcado com o nome de um paciente. o do Spindlente faltava.
Franzindo o cenho, ela se moveu ao seguinte arquivo, procurando atravs deste. Estes parecian ser registros de enfermidades, condies, leses. Toda a mierda diretamente mdica, ela pensou, logo se deteve, seus olhos se estreitaram quando leu.
A etiqueta dizia simplesmente O Sndrome Dallas.
"Sbia que ela era jodidamente lista". Eve extraiu o disco. "Malditamente lista. Tenho-o".
"No terminei que jogar".
"Solo corre este," ela comeou, logo se deteve para tirar o leva-enlace do Roarke de seu bolso. " Bloquear vdeo. Dallas".
"Tenente, Peabody. Louise est acordada; Ela perguntou por voc. vamos colocar lhe, mas deve ser rpido".
"Estou ali.
" Suba pelas escadas do este. Farei-lhe entrar. Apresse-se".
"Fecha-o". Eve colocou o enlace de volta a seu bolso. "Temos que nos mover".
" J esta fato. Esta vez, conduzo eu".
Isso esta solo bem, Eve pensou enquanto deixava ao descoberto seus dentes e esperava. Ela tinha sido acusada de ser nervosa e ocasionalmente temerria ao volante, mas comparada com o Roarke, ela era uma matrona suburbana conduzindo de carro familiar.
Ela no fez mais que um vaio quando ele estaciono em uma ranhura do estacionamento da garagem do Centro. Contendo o flego, ela saiu e comeou a subir as escadas do lado deste.
To confivel como um spaniel, Peabody abriu de um empurro a porta. "Waverly vai retornar com ela em uns minutos. Solo deme tempo para afastar ao uniformizado da porta e assumir seu posto. Feeney j esta dentro, mas ela no com ningum exceto com voc ".
"Qual  o prognostico?"
" No sei ainda. Eles no o ho dito". Ela contemplou ao Roarke. "No lhe posso deixar entrar.
"Esperarei".
"Darei-me pressa," Peabody prometeu. Este alerta.
Ela saiu a grandes passos, endireitando seus ombros para acrescentar autoridade. Eve se moveu facilmente ao final do corredor, girando-se ligeiramente para ficar de frente  porta da Louise.
Ela observo ao Peabody olhar sua unidade de boneca, encolher-se, logo sacudir seu polegar para indicar que ela assumiria o controle enquanto o uniformizado tomava um descanso. Ele no vacilou. Depressa, ele se apressou sob o vestbulo para uma comida, um caf, e uma cadeira.
"No ser muito tempo," Eve prometeu. Ela caminho, escabullndose pela porta que Peabody abriu.
O quarto era mas grande do que ela tinha esperado, e a luz era abundante. Feeney assentiu  e ativo o escudo na larga janela, fechando a vista do exterior.
Louise estava recostada na cama de hospital, com vendagens envoltas ao redor de sua cabea no to brancos como suas bochechas. Os exploratrios e cabos corriam dela s mquinas e monitores que zumbiam e apitavam e piscavam com luzes.
Ela se moveu quando Eve se aproximo da cama e seus olhos abertos estavam profundamente arroxeados e pouco definidos. Um negro sorriso sobre sua boca.
"Seguro como o inferno que ganhei esse meio milho".
"Sinto muito. Eve passo seus dedos ao redor das bandas da cama.
"Voc o sente. Com uma dbil risada, Louise levantou sua mo direita. A boneca estava rodeada com um claro estabilizador. "A prxima vez, voc recebe o golpe na cabea, e o sentirei
"Feito".
" Obtive os dados. Pu-los em um disco. Este  -- "
"Tenho-o. Sentindo-se indefesa, Eve se inclino, posando sua mo sobre a s da Louise. "No se preocupe".
" Tem-no? Para que diabos me necessitava ?"
"Insurance".
Louise suspirou, fechando os olhos. "No sei que to bom ser isto para voc. Penso que vai mas profundo. Horripilante. Cristo, deram-me drogas de primeira aqui, estou a ponto de voar ".
" Me diga quem lhe feriu. Voc os viu ".
" Sim. Muito estpido. Esta zangada.  parte o disco para mant-lo seguro, logo acreditei que o dirigiria eu mesma. Confrontar ao inimigo em meu terreno. nos encontrando aqui, Dallas".
"Me diga quem lhe feriu, Louise".
" Fiz-a vir, deixei-lhe retorcer-se. O que veio depois... agarrou-me fora de guarda. Nunca pensei... Jan. A fiel enfermeira. V a pela cadela por mim, Dallas. No posso lhe chutar o traseiro at que possa me pr de p ".
"Apanh-la por voc".
"Apanhe a todos os bastardos," ela resmungou, logo ficou dormida.
"Ela  coerente," Eve disse ao Feeney, apenas consciente que at sustentava a mo da Louise. "No teria sido assim de coerente se houvesse dano cerebral."
" Tenho que dizer que a dama tem uma cabea dura. Jan ?" Ele tirou sua agenda. "Enfermeira na clnica? irei procurar a".
Eve afasto sua mo, colocando a de um empurro no bolso enquanto lutava contra a impotncia. "Informasse-me?"
Seus olhos se encontraram com os dela sobre a Louise. "Ser o primeiro".
"Bem. Genial. Melhor saio antes de que seja apanhada". Ela se deteve com a mo na porta. "Feeney?"
"Sim".
"Peabody  um bom poli".
"Se ela o for".
"Se no retornar, lhe pea ao Cartright que a treine.
Sua garganta se fecho, assim que ele tragou saliva. "Estar de volta, Dallas".
Ela se giro, encontrando seus olhos outra vez. "Se no retornar," disse uniformemente, " lhe pea ao Cartright que a treine. Peabody quer Homicdios, ela quer fazer-se detetive. Cartright pode lhe ensinar. Solo faa isso por mim".
"Sim". Seus ombros baixaram bruscamente. " Se, de acordo. Maldita seja," ele resmungou quando ela se deslizou fora da porta. "Maldita seja".
- = Ou = - * * * - = Ou = -
Roarke lhe deu o silncio que pensou que ela necessitava de caminho a casa. Ele estava seguro, que em sua mente, ela ia no carro com o Feeney e Peabody, parando-se frente  porta do apartamento do Jan, dando a ordem e advertncia policial padro.
E porque ela o necessitava, derrubando a patadas a porta.
"Poderia dormir um pouco," disse quando chegaram a casa e entraram. "Mas imagino que precisa trabalhar".
"Preciso fazer isto".
"Sei". A dor tinha voltado para seus olhos, o cansao tinha retornado a seu rosto. "Tenho que fazer isto". Ele a abrao, sustentando-a.
"Estou bem. Mas ela se recostou contra ele, solo por um momento. " Posso dirigir algo que passe enquanto fechamos este caso. No poderia aceitar o que for que tenha que aceitar se no resolvermos este".
"Far-o". Ele acariciou com uma mo seu cabelo. "Faremo-lo".
"E se comear a choramingar outra vez, solo me esbofeteie ".
"Farei-o assim desfrutar de golpear a minha esposa". Ele fechou sua mo sobre a e comeou a subir as escadas. " O melhor ser usar a equipe sem registrar. Tenho uma unidade trabalhando em busca dos registros enterrados do laboratrio. Poderamos ter encontrado algo".
" trouxe o disco que Louise fez. No o dava ao Feeney ". Ela esperou enquanto ele decodificava a porta. "Ele no me pediu isso.
"escolheste a seus amigos bem. Ah, duros no trabalho ". Ele percorreu com um olhar o console, sonriendo lentamente quando estudo as leituras da busca do laboratrio no Drake. "E aparece que encontramos algo. Alguns interessantes mega-bits de dados sem registrar, inexplicados. Precisarei trabalhar nisto. Ele haver talher isto bem, como o fez com seus registros, mas agora sei como trabalha sua mente".
"Pode correr isto ao lado?" Lhe deu o disco. Quando ele o ps em uma unidade secundria, logo se sentou aos controles principais, ela franziu o cenho. " Pr a informao do Friend em uma das telas. E suponho que quer caf?"
"Em realidade, mas bem um brandy. Obrigado".
Ela ps os olhos branco e foi servi-lo. "Sabe, se trouxesse alguns droides em lugar de deixar tudo a esse culo apertado Summerset --"
"Estas te aproximando perigosamente a choramingar".
Ela manteve a boca fechada, serve brandy, ordenou caf para si mesmo, e se sentou a trabalhar de retorno a ele.
Ela estudou os dados da morte do Westley primeiro Friend. No houve nota de suicdio. Segundo seus familiares e amigos mais prximos, ele tinha estado deprimido, distrado, nervoso durante os dias antes de sua morte. Tinham assumido que era devido  tenso de seu trabalho, as viagens por conferncias, os meios e a agenda publicitria que ele manteve para vender os produtos NewLife.
Ele tinha sido encontrado morto em seu escritrio na Clnica Nordick, em seu escritrio, com a seringa de presso no piso a seu lado.
Barbitricos, ela reflito, entrecerrando os olhos. O mesmo mtodo que Wo.
No haviam coincidncias, ela se disse a si mesmo. Mas haviam patres. Haviam rotinas.
No momento de sua morte, ela leu, ele tinha encabeado uma equipe de proeminentes doutores e investigadores envoltos em um projeto classificado.
Ela notou com sombria satisfao que os nomeie do Cagney, Wo, e Vanderhaven estavam na lista como membros mximos da equipe.
Patres, ela pensou outra vez. Conspiraes.
S qual era seu projeto secreto, Friend, e por que isto fez que lhe matassem?
"Vai mas profundo," Eve murmuro. "Leva muito tempo, e esto todos nisto".
Ela se voltou para o Roarke. " Difcil encontrar a um assassino quando eles vm em massa. Quantos deles tm uma parte nisto ou sabiam e fizeram a vista gorda? Manter-se unidos". Ela negou com a cabea. " E isto no termina com os doutores. vamos encontrar polis, polticos, executivos, investidores".
" Estou seguro que tem razo. No te ajudar, Eve, tomar o pessoal".
"No h outra forma de tomar-lhe Ela se reclinou no escritrio. "Corre o disco da Louise, quer?"
A voz da Louise se deslizo fora. " Dallas, parece como que me deve quinhentos mil K. No posso dizer que este segura o que -- "
"Silencia isso, quer?" Roarke recolheu seu brandy e trabalhou no teclado com uma mo. "Distrai-me".
Eve apertou os dentes, para no falar. Esta estupidez de tomar ordens, decidiu, tnia que deter-se. O repentino pensamento de que poderiam reincorporar seu traseiro mas por debaixo da fila de detetive ou uniformizado. Ela logo que resistiu baixar a cabea ao console e gritar.
Ela tomou um profundo flego, logo outro. Logo se enfoco no monitor.
No posso dizer que este segura do que tudo isto quer dizer, mas tenho algumas teorias, e eu no gosto de nenhuma delas. Ver nos registros que segui que se feito chamadas regulares do enlace principal daqui da clnica para o Drake. Enquanto que ns poderamos contatar algum departamento ali ocasionalmente para uma consulta, h muitas, muito freqentemente, e todas do enlace principal. Os doutores em rotao usam o enlace do escritrio. S as enfermeiras e o pessoal de limpeza usam o principal  regularmente. H tambm chamadas o Nordick em Chicago. A menos que tivssemos um paciente que tinha usado essa instalao e que seus registros estivessem ali, teramos poucos motivos para contatar a um fora do estado. Possivelmente, em estranhos casos, para localizar a um especialista. Este mesmo princpio se aplica aos centros em Londres e Paris. Encontrar s umas poucas chamadas ali.
Comprovei-os, e os nmeros de contato de cada instalao so das asas de rgo. Tambm comprovei os registros aqui para ver quem estava de volta quando estas chamadas foram feitas. H s um membro do pessoal cujo horrio encaixa com a franja de tempo. vou ter um pequeno bate-papo com ela depois de arquivar isto. No posso pensar em uma explicao que ela possa me dar que me satisfaa, mas vou lhe dar uma oportunidade a antes de chamar os polis.
Assumo, que quando o fizer, devo manter seu nome afastado disto. O que h a respeito de um bnus? No o chamaremos chantagem. Ja  ja.
Detenha esses bastardos assassinos, Dallas.
Louise.
"No lhe disse que solo obtivera os dados?" Eve resmungou. "Que diabos estava pensando?"
Ela Miro sua unidade de boneca, calculada que at agora Feeney e Peabody estariam transportando o traseiro do Jan  entrevista. Ela pensou que alegremente daria uma dcada de sua vida por estar dentro desse quarto e a cargo.
No choramingar, ela se recordou a se mesma e comeou a estudar os registros do enlace quando o que est ao seu lado soou.
"Dallas". Ela franziu o cenho quando viu a cara do Feeney. "J ps ao Jan em interrogatrio?"
"No".
"J a recolheu?
" Mais ou menos. Ela est a ponto de ser posta em uma bolsa e ser etiquetada. Encontramo-la em seu apartamento, morta e ainda fresca. Quem quer que se a carga o fez rpido e limpo. Um s golpe na cabea. A hora preliminar o pe menos de trinta minutos antes de que chegssemos a sua porta ".
"Demnios". Eve fechou os olhos por um minuto, dando forma a seus pensamentos. " Isto o pe sob a mesma quantidade de tempo depois de que Louise recuperasse a conscincia. A ferida defensiva indica que tinha visto seu atacante e poderia identific-lo".
"Algum no queria que Jan falasse". Feeney franziu os lbios, assentindo. "Encaixa".
" Isto o pe de retorno no Drake, Feeney. Wo est fora. Precisamos averiguar onde os outros doutores da lista estavam nesse perodo de tempo. Tem que conseguir os registros e discos de segurana do edifcio do Jan".
"Peabody o esta confiscando agora mesmo".
"No pde hav-lo feito ele mesmo. No  estpido. vai encontrar a um droide, seis-e dois, dois-e dez, branco, castanho e castanho. Mas algum teve que lhe ativar e program-lo".
"Droide". Feeney assentiu. " McNab encontrou algo interessante quando procuro dados de unidades que se autodestruyen. O Senador Waylan dirigiu o subcomit que estudo seus usos militares ".
"Tenho o pressentimento que ele no ser apresentar a outro perodo". Ela esfregou os dedos sobre seus olhos. "Comprove os registros dos droides de segurana do Drake. Desperte ao McNab. Ele poderia dirigir uma verificao de seus sistemas se pode obter uma autorizao para isso. At se o programa foi apagado, ele encontrasse o esvaziou no tempo. Quando o tiver..."
Ela se calo, recuperando-se rapidamente. "Sinto muito," ela disse com voz cuidadosa. "Solo pensava em voz alta".
"Pensa bem, garota. Sempre o tem feito. Continua ".
" ia dizer que em uma da investigaes que tenho feito, encontrei que Westley Friend em seu auto-terminao usou o mesmo mtodo que a Doutora Wo, e ambos estiveram -- junto com uma alguns de nossos outros personagens -- envoltos em um projeto classificado no momento da morte dele. Parece um pouco muito limpo. Algum poderia querer lhe sugerir ao Morris que considere que essa dose foi administrada  fora".
"Foi seu alfinete o que se encontrou na cena".
" Se, e foi o nico engano em todo este assunto. Isso  um pouco muito limpo, tambm".
"Cheirando cabrito,  assim, Dallas? cabrito expiatrio?"
" Se, isso  o que estou cheirando. Ser interessante averiguar quanto sbia ela. Se tivesse acesso a seus registros pessoais..."
" Acredito que justamente despertar ao McNab, manterei ao moo ocupado um momento. Este localizable".
"No vou a nenhuma parte".
Quando a transmisso termino, ela recolheu seu caf e se levantou para caminhar. Todo tnia que retornar ao Friend, decidiu. O novo implante revolucionrio fez que certas reas da investigao de rgos fora obsoleta. O que significo o fim do financiamento, fim da glria para esses excessivamente envoltos nessas reas.
"O que aconteceria um grupo de doutores ou das partes interessadas continuaram e reiniciaram a investigao em um nvel encoberto?" Ela se giro ao Roarke, fazendo uma careta quando notou que ele manipulava o teclado. "Sinto muito".
" Est bem. Tenho seu patro agora.  quase rotina a partir daqui". Ele olhou para cima, agradado de v-la enfocada, inquieta, nervosa. Essa, pensou, era seu poli. "Qual  sua teoria?"
"No  um doutor rogue," ela comeou. " Considerando esta pequena operao. No pude resolv-lo sozinha. Tenho a ti, com suas duvidosas habilidades. Feeney, Peabody, e McNab, deslizando-se sob registros e procedimento para nos alimentar de dados. Arrole a um doutor a meu lado. At tenho ao Nadine investigando.  muito grande para que um poli - e um poli trabalhando fora do sistema  o dirija sozinho. necessitam-se contatos, assistentes, peritos. H uma equipe, Roarke. Ele tem uma equipe. Sabemos que tnia uma enfermeira. Minha melhor hiptese  que lhe deu os dados dos pacientes, da classe que usava a clnica ou que se para uso no servio de medi-vejam. Adormecidos, LC, distribuidores, qumicos. Refugos," concluiu. "Vasilhas".
"Ela contatou a algum com possveis doadores, digamos". Roarke assentiu. " Cada negcio necessita uma boa estrutura interior. E este parece ser um negcio ".
" Ela passava os dados diretamente aos laboratrios. Seu contato com os outros centros poderia ter, provavelmente ser, para verificar um golpe. Ela seria o que chamaria uma administradora de nvel mdio, suponho ".
"O suficiente perto".
" Arrumado que encontraremos que ela tem um bonito ovo escondido. Eles pagariam bem. Sabemos que seu homem no laboratrio tem que ser Young. Cada negcio necessita um geek, verdade ?"
"No pode ser de outra maneira".
" O Drake  enorme, e nosso geek estava bastante a cargo da asa de rgos. Ele saberia simplesmente como tirar as amostras. E ele tnia uma licena mdica. Seria o provvel candidato para assistir ao cirurgio, para empacotar a amostra, transportar a de retorno ao laboratrio. Isso so dois ".
Ela se caminho para o Auto Chef, para servir mais caf. " Wo. A poltica e administrao. Uma perita cirurgio que desfrutava de do poder. Anterior presidente da AMA. Ela sbia como jogar o jogo. Ela teria altas conexes. Mas obviamente, ela era tambm considerada dispensvel. Talvez tnia conscientiza, talvez se estava pondo nervosa, ou talvez eles sozinho a sacrificaram para desviar a investigao de sua pista. Funcionou com o Friend, " ela reflito. " Ele no teria estado agradado, no crie, se tivesse descoberto esta conspirao de investigao rogue. Faria um corte a seus lucros, a sua glria. iriam as  conferncia, os grandes banquetes em sua honra, a alharaca publicitria".
"S se o que eles faziam, ou esperavam fazer, funcionava".
" Sim.  Esto dispostos a assassinar para faz-lo funcionar, assim por que no desfazer-se da competncia? Isto se usaria para construir rgos. Louise explico isso no relatrio inicial que fez para mim. Tomavam tecido fino de um rgo prejudicado ou defeituoso e construam um novo no laboratrio. Cultivavam-nos em moldes assim a malha fina tomaria a forma correta. Isso solucionava o problema do rechao. usava-se a prpria malha fina do paciente assim o corpo o aceitaria e se amoldaria. Mas isto leva tempo. No se cultiva um um novo, feliz corao em uma noite".
Ela caminho de volta ao console, apoiado o quadril no bordo, e lhe observando trabalhar enquanto ela falava. " Fazem este tipo de coisa in vitro. Leva como nove meses para entrar ali. pode-se cultivar a parte m ou se pode reparar.
"Logo Friend vem," ela continuou. " Construindo e vendendo rgos como se nada.  difcil cultiv-los para qualquer em cima -- esquea-o -- como de noventa pelo estado e a idade da malha fina. Toma semanas cultivar uma bexiga nova e tem que mold-la e engross-la e coisas. Um monto de trabalho, um monto de dinheiro para ordenar um. Mas Friend sai com este material artificial que o corpo aceita.  barato,  perdurvel, e pode moldar-se por encargo. Fabricado em srie. Aplausos, aplausos, deixa a todos viver por sempre".
Ele olhou para cima ante isso, teve que sorrir. No quer faz-lo?
" No com um monto de peas de recmbio intercambiveis. Mas de todas maneiras, ele pde lev-lo s ruas, a multido ruge e tira cubos de dinheiro e adulao nele. E os tipos que faziam a investigao de construir e reparar rgos so apartados para o frio. Quem quer ficar por em fraldas enquanto sua bexiga nova  cultivada em algum laboratrio quando podem entrar em cirurgia, obter uma nova, imperecvel, e urinar como um campeo em uma semana?
" Estou de acordo. E o ramo de manufaturas de Indstrias Roarke agradece as bexigas enche em todas partes. Mas j que todo mundo  feliz desta maneira, que bem poderiam este pequeno grupo de cientistas loucos provar continuando com seu trabalho?"
"Conserva o teu," disse ela simplesmente. " Medicamente, deve ser um  maior milagre -- a regenerao -- como o tipo Frankenstein. Aqui esta seu meio morto, corao enredado. No vai pulsar muito mais. Mas o que ocorre se pode arrumar-se, completamente, como novo? Tem a parte com a que nasceu, no algum pedao de matria estranha. A partida conservadora, que inclui o Senador Waylan, danariam na rua. Muitos deles tem substituies artificiais, mas lhes gosta de vocifera ao redor de cada poucos anos e falar sobre como isto vai contra as regras de Deus e do gnero humano prolongar a vida de maneira artificial".
" Carinho, estiveste lendo os peridicos. Estou muito impressionado ".
"Beija meu traseiro". E se sentiu bem sorrir abertamente. " Arrumado que quando Nadine fique em contato, dir-me que Waylan se ope s ajudas artificiais de vida. J sabe, a' se Deus no lhe deu isso,  imoral linha".
" NewLife rotineiramente dirige protestos de grupos de vida natural. Imagino que encontraremos ao senador sustentando seu lema".
" Se, e se ele pode fazer que uns quantos rumores corram de um grupo que promete um novo milagre mdico e natural, ento como quem diz, to melhor. Teria que ser um procedimento rpido. No poderia ser um perigo para o paciente, " ela seguiu. " Nunca superariam o implante a menos que o que eles fazem seja to conveniente e bem-sucedidos. Negcios, " ela disse outra vez. " Lucros. Glria. Votos ".
" Estou de acordo, outra vez. Diria que estiveram trabalhando com rgos animais at recentemente. deveram alcanar um nvel de xito com isso".
" Logo avanaram na escala evolutiva. Mantendo-o baixo desde seu ponto de vista. Escria, como Cagney o exps".
"Estou dentro," ele disse brandamente e a fez piscar.
" No que? Dentro? O que tem feito? me deixe ver".
Inclusive enquanto ela arremeteu ao redor do console, ele ordenou os dados sobre a tela. Quando ele a devorou limpamente sobre seu regao, ela estava muito distrada para inclusive fazer um protesto.
"Poda como um alfinete," ela murmuro. " Nomeie, datas, procedimentos, resultados. Jesucristo, Roarke, todos esto ali ".
Jasper Mott, 15 de outubro, 2058, amostra de corao exitosamente removida. A avaliao estava de acordo com o diagnstico prvio. rgo gravemente prejudicado, registrado. Perodo estimado at terminao, um ano.
Registrado como doador de rgo K-489.
Procedimento de regenerao iniciado em outubro 16.
Ela borde o resto, enfocando a ateno em seu caso, sua primeira vtima, Snooks.
Samuel M. Petrinsky, 12 de janeiro, 2059, amostra de corao exitosamente removida. A avaliao estava de acordo com o diagnstico prvio. rgo gravemente prejudicado, artrias rotas e entupidas, cncer de clulas em etapa dois. Mostra registrada, perodo estimado at terminao, trs meses.
Registrado como rgo comprado S-351.
Procedimento de regenerao inicio em janeiro 13.
Ela repasso para baixo o resto, levianamente sobre o jargo mdico. Mas a ltima linha era fcil de compreender.
Procedimento sem xito. Mostra terminada e descartada, janeiro 15.
" Roubaram trs meses de sua vida, logo fracassaram e descartaram descuidadamente seu corao.
"Olhe a ultima, Eve".
Ela notou o nome - Jilessa Brown - a data, mostra-a removida.
25 de janeiro. Regenerao preliminar bem-sucedida. Etapa duas iniciada. A amostras responde  injeo e estmulos. R-crescimento notvel de clulas ses. Etapa trs iniciada em janeiro 26. Exame a primeira vista mostra colorao da malha fina. Mostra  completamente regenerada dentro das trinta e seis horas de primeira a primeira injeo. Todos os estudos e avaliaes concluem que a mostra  saudvel. Nenhuma indicao de enfermidade. Processo de envelhecimento exitosamente atrasado. rgo completamente funcional.
"Bem". Eve inspirou profundamente. " Aplausos, aplausos. Agora vamos fritar seus traseiros".
- = Ou = - * * * - = Ou = -
Tenho-o feito. Atravs de habilidade e pacincia e poder, atravs de um uso judicioso de boas mentes e vidos coraes, tive xito. A vida, essencialmente interminvel, est a meu alcance.
S fica repetir o processo outra vez, continuar a documentao.
Meu corao treme, mas minhas mos so estveis. So para sempre estveis. Posso as olhar e ver que to perfeitas som. Elegantes, firmes, como o trabalho de arte nas cavernas, por mos divinas. sustentei coraes pulsando nestas mos, deslizei-as delicadamente dentro do corpo humano para reparar, para melhorar, para prolongar a vida.
Agora, finalmente, conquistei a morte.
Algumas dessas boas mentes tero lamentos, faro perguntas, at duvidaro dos passos que tinham que ser jogo de dados agora que a meta foi cumprida. Eu no o farei. Os grandes adiantamentos freqentemente esmagam aos inocentes sob o talo.
Se vistas se perderam, ento os consideraremos mrtires por um bem maior. Nada mais, nada menos.
Alguns desses vidos coraes persuadiro e choramingassem, exigiro mais e calculassem como ganh-lo. Deixemo-los. Haver suficiente para at o mas avaro entre eles.
E havero alguns que discutiro o significado do que tenho feito, os meios pelos quais foi realizado, e o uso do processo. Ao final, apartaro-se e se abriro passo em linha, desesperado-se pelo que lhes possa dar.
E pagaram tudo o que pea.
dentro de um ano, meu nome estar nos lbios de reis e presidentes. A glria, a fama, a riqueza, o poder. Esto  ponta de meus dedos dedo. O que o destino uma vez me roubou eu o arrebatei dez vezes mas. Grandiosos Centros de sade, catedrais para a arte da medicina, sero construdas para mim em cada cidade, em cada pas deste planeta, e em todas partes os homens correro  para golpear morte.
A humanidade me canonizasse. O santo da sobrevivncia.
Deus est morto, e sou Sua substituio.




CAPTULO VINTE E DOIS

Como faz-lo era o problema. Ela podia copiar os dados e enviar-lhe ao Feeney atravs da mesma rota da outra informao. Ele o teria nas mos ao dia seguinte. Seria suficiente para uma autorizao, para procurar e deter, a arrastar aos altos cargos executivos a uma entrevista.
Essa era uma forma, uma forma completamente insatisfactoria.
Ela poderia ir ao Centro Drake, abrir-se a golpes caminho para o laboratrio, registrar os dados, as amostras, golpear aos altos cargos executivos at que derramassem seus intestinos.
Essa no era a forma, mas teria sido muito satisfatria.
Ela golpeou ligeiramente o disco que tinha copiado em sua agenda eletrnica. " Feeney o fechar dentro de quarenta e oito horas, uma vez que tenha isto. Pode tomar mais tempo encurral-los a todos os envolto em ao menos dois moderados. Mas se deter ".
"Deixaremo-lo por esta noite agora". Ele colocou as mos sobre seus ombros, massageando a tenso e a fadiga. " Sei que  duro no estar ali at o final disto. Pode te consolar saber que no teria finalizado em um par de dias a menos que seu tivesse encontrado as respostas.  um inferno de poli, Eve".
"Fui".
" . Os resultados das provas e a avaliao de Olhe te por onde de volta aonde pertence. Por outro lado da linha ". Ele se inclino, beijando-a. "Sentir saudades.
Isso lhe fez sorrir. " Lhe as acertas para entrar, a qualquer lado da linha em que eu este. Coloquemos estes dados em caminho. Logo observaremos a limpeza total na tela em um ou dois dias, como cidados normais ".
" Ponha seu casaco esta vez".
"Meu casaco  lixo," lhe recordou enquanto baixavam as escadas.
"Tem outro". Ele abriu uma porta, tirando um suave e comprido de cachemira cor bronze. " Faz muito frio para sua jaqueta".
lhe olhando, ela manuseou a manga. "O que, tem uns droides em um quarto em alguma parte confeccionando-os?"
"  uma maneira de diz-lo. As luvas esto no bolso, " lhe recordou e ficou seu prprio casaco.
Ela teve que admitir, que era agradvel ser envolta em algo quente e suave contra o sorvete ire ".Uma vez que enviemos estes dados, retornaremos, despiremo-nos, e engatinharemos um sobre o outro ".
Sonha como um plano".
"E amanh, retorna ao  trabalho e deixa de revoar".
" No acredito que tenha estado revoando. Acredito que estado interpretando ao Nick para seu Nora, e bastante bem".
"Nick quem?"
" Charles, carinho. vamos ter que passar tempo te educando no valor do entretenimento dos clssico de cinema de princpios do sculo vinte".
" No sei onde encontra tempo para essas coisas. Deve ser porque no dorme como um ser humano normal. Est ali fora empilhando trilhes e comprando pequenos planetas e -- o que me recorda, precisamos discutir essa idia idiota tua de amontoar dinheiro em uma conta para mim. Quero que o tire de volta ".
"Todos os cinco milhes mas, ou menos o meio milho que vais doar  Clnica Canal Street?"
" No te faa o listillo comigo, camarada. Casei-me contigo por seu corpo, no por seus bucks".
" Querida Eve, isso  muito comovedor. E todo o tempo pensei que era minha conexo de caf".
O amor podia alagar s vezes nos momentos mas estranhos, deu-se conta. " Isso no doeu. Amanh, vais fazer o que for que tenha que fazer para tir-los e fech-la. E a prxima vez... Louise. OH Cristo. te dirija ao Drake! te dirija ali agora! Maldita seja, como pde isto nos passar inadvertido?"
Ele aumento a velocidade, roando o meio-fio na esquina. "Crie que iro detrs dela?"
" Desfizeram-se do Jan. No podem deixar que Louise fale". Ignorando restries e privacidade, ela usou o enlace do carro e localizo ao Feeney em seu comunicador.
V ao Drake," lhe disse. "V a Louise. Estou em caminho, ETA cinco minutos. Ir a por ela, Feeney. Tm que ir a por ela. Ela tem dados".
" Dirigiremo-nos ali. Ela com vigilncia, Dallas ".
" Isso no ter importncia. O uniformizado no questionar a um doutor. Contate com ele, Feeney, lhe diga que no deixe entrar ningum a esse quarto".
" Confirmado. Nossa ETA quinze minutos ".
"Estaremos ali em dois," Roarke prometeu enquanto voava atravs da cuidem. "Waverly?"
" Atual presidente da AMA, chefe de cirurgia, especialista de rgos, membro da junta. Afiliado a vrios centros do mais alto nvel em todo mundo ". Ela golpeio uma mo no dash para manter o equilbrio quando ele se introduziu na garagem. " Cagney -- ele  seu tio, mas  o chefe do pessoal, presidente, e um dos cirurgies mais respeitados do pas. Hans Vanderhaven, tem conexes internacionais. Deus sabe onde est neste momento. A no ser eles, h outros que podem caminhar muito bem entrar e aproximar-se dela sem que ningum pisque duas vezes. Devem haver uma dzia de formas para terminar a um paciente, e logo cobrir os rastros ".
Ela saiu de um salto do carro, correndo para o elevador. " No sabem que ela falo comigo. Ela  o suficiente lista para manter isso para se mesma, talvez para faz-la parva se algum tratar de surrupi-la. Mas poderiam ter obtido um pouco do Jan antes de assassin-la. Tm que saber a esta hora que ela tem os dados das chamadas, que tem feito pergunta, fez acusaes ".
Ela observou os nmeros iluminar-se por cima da porta, querendo que se apressassem.
"Esperassem at que o piso este tranqilo, at a mudana de volta,  o mais provvel".
"No chegaremos tarde," prometeu-se a si mesmo, e saiu de um salto do elevador no momento que as comporta se abriram.
"Senhorita!" Uma enfermeira caminho ao redor do escritrio quando Eve passou depressa. " Senhorita, tem que registrar-se no escritrio. Voc no est autorizada". Perseguindo-os, tirou seu comunicador  e chamo segurana.
"Onde esta o uniformizado atribudo a esta porta?" Eve demanda, empurrando e encontrando a porta assegurada.
"No sei". Com cara sombria, a enfermeira se moveu para lhes bloquear a porta. "Este  uma rea s para familiares ou pessoal autorizado".
"Desbloqueie esta porta".
" No o farei. chamei a segurana. O paciente neste quarto no deve ser perturbado segundo as ordens do doutor. Tenho que lhe pedir que se v".
Continuei e pea". Retrocedendo, Eve rompeu a porta com duas cruis patadas. Seu atordoante pareceu saltar a sua mo quando a atravessou correndo. "OH Deus, maldita seja".
A cama estava vazia.
A enfermeira gorgojeo quando Eve passou rapidamente sobre ela, agarrando-a pelo pescoo de sua uniforme cor pssego plido. "Onde est Louise?"
" Eu -- eu no sei. supe-se que estava aqui. ficou em registro como no incomodar quando entre em turno  faz vinte minutos".
" Eve. Aqui esta  seu uniformizado".
Roarke estava curvado ao outro lado da cama, provando o pulso do poli  inconsciente. "Est vivo, excessivamente sedado diria".
"Que Doutor registrou que ela no devia ser incomodada?"
" Seu negociante. O Dr. Waverly ".
Faa algo por esse uniformizado," ela ordenou  enfermeira. " A polcia estaro aqui em dez minutas. Quero que ordene que este edifcio seja selado, todas as sadas ".
" No tenho autoridade.
"Faa-o!  Eve repetiu. Deu meia volta sobre os talo. " A asa de rgos, a melhor aposta. Teremos que nos separar quando chegarmos ali. No podemos cobrir a asa inteira a tempo a menos que o faamos ".
"Encontraremo-la. Chegaram ao elevador juntos. Ele forou a placa, voando alguns controles. " Estamos agora em um rpido. te prepare".
Ela no teve inclusive o flego para amaldioar. A velocidade a pressionou contra a esquina, fez a seus olhos lacrimejar e a seu corao trovejar. Ela teve um momento para rezar que ele se acordou de enganchar os freios quando avanaram at deter-se de um puxo que a fez tropear duro nele.
" Que passeio. Aqui, toma minha pea".
"Obrigado, Tenente, mas tenho o meu prprio". Seu rosto era frio e determinado enquanto ele tirava uma Lisa de nove milmetros. Uma arma, como todas as pistolas, que tinha sido abolida dcadas antes.
"Mierda," foi tudo o que teve tempo de dizer.
"Irei ao este, sua tomada o lado oeste".
"No dspares essa arma a menos que --" ela comeou, mas ele j se foi.
Ela se localizo e se moveu corredor abaixo, varrendo com sua arma enquanto girava em uma esquina ou uma porta. Luto contra o desejo de apressar-se. Cada nova rea tnia que ser cuidadosamente registrada antes de que se movesse para a seguinte.
Ela Miro acima s cmaras as estudando. Seria um milagre, ela sbia, se se encontrava com seu objetivo sem esperar-lhe E soube que estava sendo dirigida quando as portas que deveriam ter estado fechadas cederam quando ela se aproximo.
"De acordo, filho de puta," murmurou. "Quer um cara a cara? Que assim seja".
Ela deu outro giro, encontrando-se com uma porta dobro modeladas em pesado, vidro opaco. Tnia uma comprovao de mo, um exploratrio de crnea, ferrolhos cronometrados. Uma voz computadorizada se ativo quando deu um passo adiante.
Advertncia. Esta  uma rea assegurada. Pessoal autorizado de quinto nvel somente. Arriscado material biolgico contido dentro. Advertncia. Trajes anti-contaminao requeridos. No entrar sem autorizao.
Comporta-as se abriram deslizando-se brandamente.
" Suponho que justo fui autorizada".
" Sua tenacidade  admirvel, Tenente. Por favor, entre".
Waverly se tinha tirado sua bata de laboratrio. Estava vestido como para um noturno compromisso elegante em um traje escuro perfeitamente talhado com gravata de seda. Seu caduceo de ouro cintilou na brilhante luz.
Ele sorriu encantadoramente e sujeitou uma seringa de presso contra o pulso na garganta da Louise. O corao do Eve golpeio uma vez, duro contra suas costelas. Logo ela viu o gentil elevar e cair dos peitos da Louise.
At respirava, pensou, e ela tnia a inteno de manter a desse modo.
"Voc ficou negligente ao final, Doc".
"No acredito. Solo uns quantos cabos soltos para ser atados e cortados. Sugiro-lhe que ponha no cho sua arma, Tenente, a menos que queira que lhe administre esta medicao que atua muito rpido, muito letal a nosso jovem amiga aqui ".
" a mesma coisas que usou no Friend e Wo?"
" Quando isto ocorreu, Hans muito ameno a Ti. Mas, sim.  indolor e eficiente. A droga de eleio dos discriminados que se auto-terminam. Ela estar morta em menos de trs minutos. Agora, ponha no cho sua arma ".
"Se o arbusto, no ter um escudo".
"Voc no me deixar mat-la. Ele sorriu outra vez. " No pode. Uma mulher que arrisca sua vida por derelicts mortos se tragar seu orgulho pela vida de um inocente. Fiz realmente um estudo de voc no par de semanas passadas, Tenente -- ou deveria dizer former Tenente Dallas".
"Voc se encarregou disso, tambm". Ela podia contar com seu engenho agora, pensou Eve, enquanto colocava a pistola sobre o mostrador ao lado dela. E No Roarke.
" Voc o fez assim de simples, a tudo isto. Ou Bowers o fez. Fechar as portas e as assegurar, " ele ordeno, e ela as escuto  fechar-se juntas a suas costas, encerrando-a. Deixando o respaldo fora.
"Trabalhou ela com voc?"
" S indiretamente. Afaste da arma, lentamente,  esquerda. Muito bem. Tem uma boa mente, e no seremos interrompidos aqui por algum tempo. Estou encantado de cooperar e encher os espaos vazios para voc. Parece s o justo, dadas as circunstncias".
Para gabar-se, ela se deu conta. Ele precisava gabar-se. Arrogncia, complexo Deus. " No tenho muitos espaos vazios ainda para encher. Mas tenho interesse em como fez que Bowers entrasse".
" Ela se encaminho a isso. Ou voc o fez. Resultou ser uma conveniente ferramenta para desfazer-se de voc, j que as ameaas no fizeram o trabalho, e o suborno parecia absurdo, considerando seu registro e sua situao financeira. Custo a esta rea do Drake um droide de segurana muito caro ".
"Bem, voc deve ter mais".
" Vrios. A gente est inclusive agora tratando com seu marido ". O brilho em seus olhos lhe deleitou. " Ah, isso lhe preocupa, j vejo. Nunca fui um crente no amor verdadeiro, mas vocs dois fazem um casal precioso. Faziam ".
Roarke estava armado, recordou-se a si mesmo. E ele era bom. "Roarke no  fcil de tratar.
"Ele no me incomoda muito". A arrogncia rezumb atravs quando Waverly se encolheu de ombros. " Agora, vocs dois juntos eram irritantes, mas... bem, voc pergunto sobre o Bowers. Simplesmente encaixo em seu lugar. Ela tnia uma paranica tendncia violenta que escorrego atravs do sistema e termino com um uniforme. H outros, j sabe ".
"Ocorre".
" Todos os dias. Voc foi atribudo  investigao sobre  qual foi seu nome?"
" Petrinsky. Snooks".
" Sim, sim,  verdade. Rosswell se supunha que estava atribudo a esse assunto, mas h algum slipup em despacho ".
"Quanto tempo lhe h posedo voc?
" OH, s uns poucos meses. Se tudo tivesse ido segundo o plano, o negcio inteiro teria sido arquivado e esquecido".
"A quem tem no departamento de Forenses?
"Simplesmente um clerk do meio nvel com afeto pelos frmacos". Ele sorriu lentamente, encantadoramente. " um simples assunto de encontrar  pessoa correta com a debilidade correta".
" Voc matou ao Snooks por nada. Falhou com ele ".

" Uma decepo para ns. Seu corao no respondeu. Mas devem haver fracassos em qualquer busca sria pelo progresso, tal como h obstculos para ser superados. Voc foi um bom obstculo. Foi claro muito depressa que cavaria duro e profundo e inquietantemente perto. Tivemos este problema em Chicago, mas o dirigimos muito facilmente. Voc no foi despachada to rapidamente, assim  que tomou outros meios. um pouco de cooperao do Rosswell, um pouco de agitao nos feathers do Bowers, plantar dados falsos, logo, claro est, arrumamos que as duas se encontrassem em outra cena de homicdio. Ela reagiu tal como se predisse, e enquanto voc esteve admiravelmente controlado, isso foi suficiente".
"Assim  que a matou, conhecendo que o procedimento requeria minha suspenso e uma investigao".
" Parecia que isto solucionaria nosso pequeno problema, e com o Senador Waylan pressionando ao prefeito, teramos tempo para terminar. Estvamos to mas to perto do xito completo".
"Regenerando rgos".
"Exatamente". Ele fez tudo menos beamed nela. "preencheu os espaos vazios. Disse aos outros que o faria ".
" Se, enchi-os. Friend estragou seu cmodo crculo com seus implante artificiais, afastando seu financiamento ". Ela colocou os polegares em seus bolsos, movendo-se um pouco mais perto. " Teria sido bastante jovem ento, talvez acabando de obter seu diploma. Deve lhe haver aborrecido muito".
" OH, fez-o. Tomou anos me estabelecer o suficiente para obter os recursos, o pessoal, a equipe para continuar completamente com o trabalho que tnhamos estado fazendo quando Friend o destruiu. Realmente no tinha alcanado o anel de proeminncia quando ele e alguns colegas comearam a experimentar mesclando tecido fino vivo com material artificial. Mas Ti, ela acreditou em mim, em minhas paixes. Ela me manteve bem informado".
"Ajudou-lhe ela a mat-lo?
" No, fiz-o sem ajuda. Friend tinha tido um sopro de meus interesses, de meus experimentos. No lhes deu importncia. Intento usar sua influncia para cancelar meu financiamento -- lastimosa como esta era -- para investigar a regenerao de rgos animais. Cancelei a ele e a seu pequeno primeiro projeto".
"Mas ento teve que afundar-se," ela disse adiantando-se facilmente com seus olhos fixos nos dele. "Planejava mover-se para os rgos humanos eventualmente, assim cobriu seus rastros".
" E as cobri bem. Arrole a algumas das melhores mos e mentes do campo mdico. E esta bem o que termina bem. Cuide seus passos".
Ela se deteve o p do gurney, colocando uma mo casualmente no guarda. "Sabe que eles tm ao Young. Ele o enviasse tudo sobre voc ".
"Ele morrer primeiro". Waverly riu ahogadamente. " O homem est obcecado com este projeto. V seu nome brilhando em publicaes mdicas por dcadas. Acredita que sou um deus. Romperia com seus dentes a artria de sua boneca antes de me trair".
"Possivelmente. Suponho que no podia contar com essa classe de lealdade do Wo".
" No. Ela sempre foi um risco, sempre aos subrbios do projeto. Uma perita doutora mas uma mulher bastante instvel. Comeou a plantar-se quando descobriu que nossas amostras humanas tinham sido... apropriadas sem permisso ".
"Ela no esperava que assassinasse a pessoas".
"Eram dificilmente pessoas".
"E outros?"
"Neste assunto? Hans pensa como eu. Colin?" Ele moveu um elegante ombro. " Prefere levar culos, para pretender no saber a completa extenso do projeto. H mas,  obvio. Uma empresa desta magnitude requer um comprido e seleta equipe".
"Enviou o droide detrs o Jan?"
"Voc j a tinha descoberto". Ele sacudiu a cabea com admirao, e seu cabelo brilho como ouro sob as brilhantes luz do laboratrio. " Deus, isso foi rpido.  obvio. Ela era um desses cabos soltos".
"E o que dir Cagney quando lhe diga que Louise foi outro cabo solto?"
" No saber.  muito simples, se souber como, desfazer-se de um corpo em um centro mdico. O crematrio  eficiente e nunca fecha. O que aconteceu a ela permanecer como um mistrio".
Em um gesto ausente, Waverly passado uma mo sobre o cabelo da Louise. Eve quis saborear seu sangue para isso solo.
"Provavelmente lhe romper," Waverly considerou. " isso lamento. Lamento muito ter que sacrificar duas boas mentes, dois excelentes doutores, mas o progresso, o grande progresso, precisa um pesado sacrifcio".
"Ele saber".
" OH, a algum nvel, certamente. E o negasse. Ele faz seu melhor trabalho na negao. Mas se considerar a si mesmo responsvel. Culpado, suponho, por omisso.  certamente consciente de que os experimentos e a investigao ho sendo conduzidos nesta e outras instalaes, sem sano oficial. Ele se inclina a olhar para outro lado facilmente, para manter sua lealdade para o clube. Um doutor no d as costas a outro".
"Mas voc o faz".
"Minha lealdade  para o projeto".
"Que espera ganhar?"
"  esse o espao vazio que no pode encher? meu deus, temo-lo feito ". Agora seus olhos cintilavam, verde esmeralda e cheios de poder. " Podemos rejuvenescer um rgo humano. Em vinte e quatro horas, um corao moribundo pode ser tratado e retornado  sade. No simplesmente a sade, a no ser  fora, a juventude, o vigor ". A excitao havia aumentando em sua voz, aprofundando-a. "Melhor em alguns casos de que era antes de danificar-se. Pode ser tudo exceto reanimado, mas como, acredito,  possvel com um pouco mais estudo".
Trazer os mortos  vida?

" Coisas de fico, estar pensando. Tambm o foram os transplantes uma vez, a substituio de crnea, a reparao in Vitro. Isto pode e ser feito, e muito em breve. Estamos quase preparado para nos voltar pblicos com nosso descobrimento. Um soro que, quando se injeta diretamente no rgo prejudicado atravs de um procedimento cirrgico simples, regeneraro as clulas, erradicando qualquer enfermidade. Um paciente ser ambulatrio dentro de horas, e sair andando, curado, dentro de quarenta e oito. Com seu corao ou seus pulmes ou seus rins, no algum molde artificial ".
Ele se inclinou por ela, seus olhos brilhando. " Voc ainda no entende o alcance. Pode ser feito uma e outra vez, a cada rgo. E dali,  um pequeno passo para os musculosos, os ossos, a malha fina. Com este comeo, obteremos mais financiamento da que possivelmente possamos usar para completar o trabalho. dentro de dois anos, seremos capazes de refazer a um ser humano, usando seu corpo. A expectativa de vida pode e se dobrar. Possivelmente mais. A morte essencialmente ser obsoleta".
"Nunca ser obsoleta, Waverly. No enquanto acha pessoas como voc. A quem preferir refazer?" Ela demando. No h suficiente alojamento, suficientes recursos para que todo mundo viva por sempre". Ela observo seu sorriso voltar-se cautelosa. "Reduzir-se ao dinheiro ento, e a seleo".
" Quem necessita a mais putas decadentes ou adormecidos? Temos ao Waylan em nosso bolso, e ele empurrar sua influncia em Washington. Os polticos saltassem diretamente sobre isto. encontramos a maneira de limpar as ruas para a seguinte gerao, para utilizar um tipo de seleo natural, a sobrevivncia do melhor".
"De sua seleo, sua eleio".
" E por que no? Quem melhor para decidir que esses que sustentaram coraes humanos em suas mos, que se deslizaram no crebro e o intestino? Quem entende melhor?"
"Essa  a misso," ela disse quedamente. "Criar e moldar e selecionar".
"Admita-o, Dallas, o mundo poderia ser um melhor lugar sem os refugos que pesam para baixo".
" Tem razo. Solo que temos uma definio diferente de refugos".
Ela apartou o gurney de um duro empurro  direita e saltou sobre este.
Roarke se encurvou sobre a porta assegurada. Seu mundo inteiro se converteu em solo esse tabuleiro de mandos. Habia um machucado cru em seu ma do rosto, uma navalhada dentada em seu ombro.
O droide de segurana estava menos sua cabea e brao esquerdo, mas tinha tomado todo muito tempo.
Ele forou a sua mente a estar enfocada, a sua vista a permanecer clara, e suas mos estveis. Nem sequer se sobressaltou quando ouviu rudo de passos golpeando no corredor detrs dele. Ele podia reconhecer os golpes de sapatos baratos de poli  lgua.
"Jesus, Roarke, foi esse droide seu trabalho?"
"Ela est dentro". Ele no Miro para trs ao Feeney, mas sim continuou procurando o seguinte cdigo. " Sei. Deme espao, no te cruze em minha luz ".
Peabody se esclareceu garganta quando o aviso do computador soou outra vez. "Se est equivocado --"
"No estou equivocado.
- = Ou = - * * * - = Ou = -
Ela golpeou duramente o punho em sua cara e resinti o aguilho de carne encontrando-se com os ndulos. Algo se rasgo quando lhe atacou e os enviou a chocar sobre o piso.
Ele no era suave, e estava desesperado. Ela saboreou seu prprio sangue, sentiu seus ossos golpear, viu um rpido desdobramento de estrelas quando sua cabea se estrelo contra as rodas do gurney.
Ela no usou a dor, no o necessitou. Usou sua fria. Mdio cega com esta, ultrapassou-lhe, golpeando o cotovelo em sua traquia. Ele ofego, esforando-se por conseguir ar. E ela retorceu a seringa que ele quase tinha parecido em seu flanco longe de sua mo.
Respirando com dificuldade, com enormes olhos, ele se esteve quieto quando ela ps a seringa contra sua garganta. "Assustado, bastardo?  diferente no outro extremo, no  assim? Mova-se para o lado equivocado, e est morto. O que disse? dentro de trs minutos? Solo me sentar aqui e lhe verei morrer, como voc observo a todas essas pessoas morrer".
"No o faa". Foi um grasnido oxidado. " Sufoco-me. No pode obter ar".
"Poderia acabar com seu sofrimento. Ela sorriu quando seus olhos rodaram em sua cabea. " Mas  sozinho muito malditamente fcil. Quer viver por sempre, Waverly? Pode viver por sempre em uma jodida jaula".
Ela comeou levantar-se fora dele, suspirando uma vez. "Solo tenho que," resmungou, e golpeou duramente em sua cara.
Ela justo se estava pondo de p quando as portas balanaram abertas. "Bem". Passado a parte de atrs de sua mo sobre sua boca abotagada. "Toda a turma esta aqui". Cautelosamente, recolheu do cho a seringa. " Poderia querer selar isto, Peabody, precaues venenosas,  letal. Hey, Roarke, estas sangrando".
Ele deu um passo para ela, gentilmente limpou seu lbio com o polegar. "Voc, tambm".
"  uma boa coisa que estejamos em um centro mdico, huh? Arruinou esse casaco de fantasia ".
Agora ele sorriu abertamente. "Voc, tambm".
"Disse-lhe isso. Feeney, pode-me entrevistar quando acha limpo esta desordem. Algum deveria ir jogar uma olhada a Louise. Ele deveu que lhe haver sedado. Ela dormiu durante toda esta situao. E recolhe ao Rosswell, faria-o? Waverly lhe delato".
" Ser um prazer. Algum mas?"
" Cagney e Vanderhaven, quem acerta a estar na cidade, segundo o Doutor morte aqui. Havero mas, aqui e l ". Ela Miro para trs onde Waverly jazia inconsciente. " Ele o desentupisse tudo. No tem para nada Pelotas". Ela recolheu seu atordoante, pendurando o de seu bolso traseiro. "Vamos a casa ".
"Bom trabalho, Dallas".
Por um momento, seus olhos foram absolutamente desolados, logo ela sorriu abertamente, encolhendo-se de ombros. " Sim. Que diabos ". Deslizando seu brao ao redor do Roarke, afasto-se.
"Peabody".
"Capito?"
"Tire a Comandante Whitney de cama".
"Senhor?"
"Lhe diga que o Capito Feeney respetuosamente requer seu administrativo traseiro em cena aqui logo que seja possvel".
Peabody se esclareceu garganta. Est bem se o disser ligeiramente com outras palavras?"
"Solo lhe traga aqui. Com isso, Feeney caminhou para jogar uma olhada ao trabalho de Dallas.
- = Ou = - * * * - = Ou = -
Ela estava profundamente dormida quando o enlace soou. Por possivelmente primeira vez em sua vida, ela simplesmente se deu a volta e o ignorou. Quando Roarke sacudiu seu ombro, ela sozinho grunhiu e devorou o cobertor sobre sua cabea.
"Estou dormindo aqui".
" Tem uma chamada do Whitney. Ele te quer em seu escritrio na Central em uma hora".
"Mierda. Isso no pode ser bom". Resignada, empurrou para trs os cobertores, sentando-se. " Os resultados  das prova e a avaliao no podem estar ainda.  muito cedo. Maldita seja, Roarke. Estou busted".
Vamos e nos inteiremos.
Ela negou com a cabea, saindo da cama. "Isto no  para ti".
"No vai sozinha. Recupera a compostura, Eve ".
Ela se mordeu em desespero, endireito seus ombros, e lhe olhou. Ele estava j em seu traje de negcios, seu cabelo brilhante e liso. O machucado em seu ma do rosto quase se desvaneceu com o tratamento, mas a sombra disto acrescentava sozinho um indcio de perigo.
"por que j estas preparado?"
" Porque permanecer na cama a metade da manh a menos que o sexo est envolto  uma perda de tempo. Como parece que no vais cooperar nessa rea, comecei meu dia com caf em lugar disso. Pra de estar a e v tomar uma ducha".
"De acordo, bem, genial". Ela entro em quarto de banho assim se  poderiam preocupar-se em diferentes quartos.
Ela recusou a tomar o caf da manh. Ele no a pressionou. Mas quando ele conduziu para o centro, ela alcano sua mo. Ele a sustentou at que estaciono na Central e se giro para ela.
"Eve". Ele cavou sua cara, aliviado de que embora estava plida, no tremia. "Recorda quem ".
" Estou trabalhando nisso. Estarei bem. Pode-me esperar aqui ".
"No  uma possibilidade".
"De acordo". Ela tomou um flego revigorante. Faamo-lo.
Caminharam em silncio. Enquanto os polis se amontoavam dentro e fora do elevador de piso em piso, olhada-las fixas titilaram para ela, logo se afastavam. No havia nada para dizer, e nenhuma forma de diz-lo.
Seu estmago rodou quando ela se baixo, mas suas pernas estavam estveis enquanto se aproximava do escritrio exterior do Comandante.
A porta estava aberta. Whitney se levantou detrs de seu escritrio e com gestos lhe disse que entrasse. Seu olhar se desviou brevemente para o Roarke.
Sinta-se, Dallas".
"Ficar de p, senhor".
No estavam sozinhos no quarto. Como antes, Tibble estava de p na janela. Outros se sentavam silenciosamente: Feeney com sua cara taciturna, Peabody com seus lbios fechados apertados, Webster olhando ao Roarke especulativamente. antes de que Whitney pudesse falar outra vez, Olhe se apressou a entrar.
"Sinto terrivelmente chegar tarde. Estava com um paciente ". Ela tomou assento ao lado do Peabody, pregando suas mos.
Whitney assentiu, logo abriu a gaveta central de seu escritrio. Ele tomo sua placa, sua arma, colocando-os em meio de seu escritrio. Seu olhar deso para estes, ligeiramente, logo a levanto sem expresso.
"Tenente Webster".
"Senhor". Ele se levantou. "Assuntos Internos no encontra causa para sancionar ou repreender ou para mais investigao na conduta da Tenente Dallas".
" Obrigado, Tenente. Detetive Baxter est em registro, mas sua prova litogrfica inquiridor no homicdio do Oficial Ellen Bowers foi escrito e arquivado. O caso foi fechado, e a Tenente Dallas esta poda de qualquer suspeita ou de estar envolta neste assunto. Isto confirma sua avaliao, Dr. Olhe ".
" Sim, faz-o. O resultado das  provas e a avaliao deixa poda  Tenente em todas as reas e confirma sua aptido para sua posio. Minhas provas litogrficas foram adicionados ao arquivo do sujeito ".
"Cotado," Whitney disse e se voltou para o Eve. Ela no se moveu, no tinha piscado. " A polcia e o departamento de segurana de Nova Iorque oferece suas desculpas para um de seus melhores oficiais pela injustia feita a ela. Acrescento minha desculpa pessoal a esta. O procedimento  necessrio, mas no  sempre eqitativo".
Tibble deu um passo adiante. " A suspenso  levantada e ser apagada de seu registro. No ser penalizada de maneira nenhuma pelo tempo implementado fora do trabalho. O departamento publicar uma declarao aos meios detalhando os fatos que se estimem pertinentes e necessrios. Comandante?"
"Senhor". A cara do Whitney permaneceu passiva quando recolheu sua placa, sua arma, e os tendeu. A emoo cheio seus olhos quando ela sozinho cravou os olhos neles. "Tenente Dallas, este departamento e eu mesmo sofreriam uma grande perda se voc estes rehsa".
Ela se lembrou de respirar e levantou seu olhar, encontrou a sua, logo alargo uma mo e tomou o que era dele. Atravs do quarto, Peabody se sorveu audiblemente.
"Tenente". Whitney lhe ofereceu sua mo atravs do escritrio. Um estranho sorriso se manifestou a agarro. "Voc est de servio.
"Sim, senhor". Ela se giro, olhando diretamente ao Roarke. "Solo me deixe me desfazer deste civil". Lhe observando, ela guardou sua placa, ficou seu arns. "Posso-te ver fora um minuto?"
"Absolutamente".
Enviou a uma chorosa Peabody uma piscada e saiu detrs de sua esposa. No momento que estiveram fora de vista, ele a fez girar, beijando-a esplendorosamente. " agradvel verte outra vez, Tenente".
OH Deus". Seu flego raspo dentro e fora. "Tenho que sair daqui sem ... seu sabe".
"Sim". Ele limpo uma lgrima fora de suas pestanas. "Sei".
"Tem que ir ou cairei a pedaos. Mas talvez possa estar por a mais tarde, assim eu poderia".
Ponha a trabalhar. Ele golpeou ligeiramente um dedo em seu queixo. "estiveste vadiando suficiente.
Ela sorriu, passando o dorso de sua mo sob o nariz enquanto ele partia dando meia volta. "Oua, Roarke?"
"Sim, Tenente?"
Ela riu, equilibrou-se sobre ele, saltando, e lhe deu um duro beijo. "Verei-te.
"Certamente o far". Lhe enviou um ltimo sorriso devastador antes de que as portas do elevador se encerrassem.
"Tenente Dallas, senhor". Peabody estalou por sua ateno, um tolo sorriso em sua cara quando Eve se giro. "No quis interromper, mas recebi ordens de lhe devolver seu comunicador". Ela se adianto, pondo o de um empurro na mo do Eve, e a fez ricochetear com desigualdades em um abrao. "Maldita seja!"
Mantenhamos um pouco de dignidade aqui, Peabody".
"De acordo. Podemos sair mais tarde a celebrar e nos embebedar e nos voltar estpidas?"
Eve franziu seus lbios ante o pensamento enquanto se dirigiam ao escorregador. "Tenho planos esta noite," disse pensando nesse ltimo sorriso lhe relampejem do Roarke, "Mas amanh me vem bem.
" Genial. Assim, Feeney disse que lhe deveria dizer que ainda temos alguns detalhes por esclarecer para fechar este caso bom e apertado. As conexes internacionais, o ngulo Washington, um varrido completo do pessoal no Drake, coordenar investigaes cooperativas com o CPSD ".
" Tomar bastante tempo, mas o limparemos. Vanderhaven?"
"At quo largo". Enviou ao Eve um olhar lateral. " Waverly esta fora do centro mdico. Ele esta preparado para ser interrogado a qualquer hora, e ele j esta cantando em voz alta nomeie esperando obter um trato. Acreditam que ele cuspir ao oco ao Vanderhaven. Feeney acreditou que quereria tomar o interrogatrio".
"Acreditou bem". Eve saiu do escorregador, trocando de direo. vamos chutar alguns traseiros, Peabody".
" Amo quando diz isso. Senhor ".
